Seeing

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Seeing é o fenômeno que se manifesta nas imagens formadas por telescópios ópticos instalados na superfície terrestre. Sua ação faz com que a imagem de uma estrela seja alargada em decorrência dos movimentos turbulentos da atmosfera terrestre.[1] Isto implica uma degradação da capacidade de separação de duas fontes próximas proporcionada pelo telescópio, com relação ao limite definido pelo critério de Rayleigh. O seeing medido em observatórios com excelentes condições atmosféricas pode ser inferior a um segundo de arco.[2]

Seeing e cintilação[editar | editar código-fonte]

Outro fenômeno provocado pela turbulência atmosférica é a cintilação, que é a variação ao longo do tempo da intensidade da luz que chega ao observador. Esta mudança de intensidade é devida à variação rápida da direção do feixe de luz oriunda da fonte luminosa. O seeing, por sua vez, está associado a variações na posição, na forma e no tamanho das imagens das estrelas.[3]

Referências

  1. OLIVEIRA FILHO, K.S.; SARAIVA, M.F.O. «Correções a Serem Aplicadas às Magnitudes». Consultado em 29 de abril de 2013. 
  2. FERNANDES JR, R.C.; KANAAN, A.; GOMES, J.M.S.M. «As ferramentas do astrônomo» (PDF). Vitae. p. 34-35. Consultado em 29 de abril de 2013. 
  3. KELLER, Geoffrey (1956). «Astronomical Seeing and Scintillation» (PDF). Smithsonian Contributions to Astrophysics (em inglês). 1. 9 páginas. Bibcode:1956SCoA....1....9K. Consultado em 29 de abril de 2013. 
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