Semidemocracia

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O termo semidemocracia AO 1990 é usado para se referir a um estado que compartilha características democráticas e autoritárias.[1]

O termo "semidemocrático" é reservado para regimes estáveis que combinam elementos democráticos e autoritários.[2][3] A maioria deles é composta de sistemas de partido dominante—isto é, estados onde os partidos de oposição são permitidos e existem eleições livre. Às vezes, o partido dominante mantém o poder através de fraude eleitoral, enquanto outras vezes as eleições são justas, mas as campanhas eleitorais não são. Uma jovem e instável democracia lutando para a melhoria e consolidação não é normalmente classificada como um país semidemocrático.[carece de fontes?]

O final da década de 1980 e início da década de 1990 viu a morte de muitos tipos diferentes de governos autoritários: ditaduras militares na América latina, e várias outras, na África. Muitas vezes, os governos que os sucederam declararam a sua fidelidade à democracia e implementaram reformas democráticas genuínas no início, mas eventualmente se transformaram em regimes semidemocráticos.[carece de fontes?]

Referências

  1. Carroll Quigley (1983). Weapons systems and political stability: a history. [S.l.]: University Press of America. p. 307. ISBN 978-0-8191-2947-5. Consultado em 20 de maio de 2013 
  2. Montesquieu, Spirit of the Laws, Bk. II, ch. 2–3.
  3. William R. Everdell.