Soldaderas

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La Soldadera mural de Chicano Park, San Diego, Califórnia.

Soldaderas eram soldados do sexo feminino que entraram em combate ao lado dos homens durante a Revolução Mexicana, que inicialmente eclodiu em oposição ao regime conservador de Porfirio Díaz. O termo vem da palavra espanhola soldada que designa um pagamento feito à pessoa que forneceu para o bem estar de um soldado.[1] A maioria dessas mulheres levavam vidas normais, mas pegaram em armas durante a guerra para lutar pela liberdade. Entre as soldaderas, Dolores Jiménez y Muro, Margarita Neri e Hermila Galindo são muitas vezes consideradas heroínas no México contemporâneo.

Hoje, o termo La Adelita é usado com orgulho entre as mulheres mexicanas. La Adelita foi o título de um Corrido (canção popular) sobre a Soldadera chamado "Adelita", e tornou-se uma das músicas mais queridas para sair da Revolução.

No entanto, na maioria dos casos, os soldaderas o termo refere-se às esposas, filhos e parentes dos soldados do exército mexicano. Soldaderas foram autorizadas a acompanhar o exército que os soldados seriam menos propensos a desertar.

Referências

  1. Don M. Coerver, Suzanne B. Pasztor, Robert Buffington, "Mexico: an encyclopedia of contemporary culture and history", ABC-CLIO, 2004, pg. 472, [1]
  • Paul Allatson (2007). Key Terms in Latino/a Cultural And Literary Studies[2]. Blackwell Publishing. ISBN 1-4051-0250-0.