The Sign of the Four

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The Sign of the Four
O Signo dos Quatro (PT)
Autor (es) Arthur Conan Doyle
Idioma inglês
País  Reino Unido
Género Romance de mistério
Série Sherlock Holmes
Editora Lippincott's Monthly Magazine

Spencer Blackett (livro)

Lançamento fevereiro de 1890
Edição portuguesa
Tradução Amílcar de Garcia
Editora Bertrand
Lançamento 1964
Páginas 141
Edição brasileira
Tradução Branca de Villa-Flor
Editora F. Alves
Lançamento 1982
Cronologia
Um Estudo em Vermelho
As aventuras de Sherlock Holmes
O detetive Sherlock Holmes

The Sign of the Four (em português O signo dos quatro) é um romance policial escrito por Sir Arthur Conan Doyle, publicado originalmente pela Lippincott’s Magazine em fevereiro de 1890, sendo a primeira edição em formato de livro publicada em outubro do mesmo ano. É a segunda história da saga do detetive Sherlock Holmes.

Enredo[editar | editar código-fonte]

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Nesta história, uma moça de nome Mary Morstan, procura pelo serviço do detetive, para desvendar o que aconteceu ao seu pai. Ele morreu dez anos antes de moça procurar o detetive. Quatro anos após a morte do pai, a moça começa a receber anualmente uma pérola de grande valor. Após seis anos recebendo essas pérolas, sem saber o motivo nem quem as mandava, a moça recebe um bilhete da mesma pessoa que lhe enviava as pérolas, marcando um encontro. Mary, Sherlock Holmes e Watson vão juntos ao encontro de Thaddeus Sholto, o remetente anônimo das pérolas, filho do falecido major Sholto, que havia sido colega do pai de Mary como guarda da prisão das Ilhas Andaman. A trama envolve um tesouro roubado de um rajá por um grupo de quatro que selam um pacto – daí o signo dos quatro. Os ladrões e assassinos são presos. Um deles, Jonathan Smith, tenta negociar o tesouro em troca da liberdade do grupo, mas Sholto lhe passa a perna e fica com o tesouro. Anos depois Jonathan busca vingança. A história envolve uma perseguição emocionante de barcos no Rio Tâmisa, à maneira de um filme moderno. Envolve também uma técnica já usada por Doyle em Um Estudo em Vermelho, e que voltará a usar em outras histórias, de explicar um crime atual por um acontecimento complexo ocorrido muito tempo antes.