Assassinatos de Whitechapel

Os assassinatos de Whitechapel foram uma série de crimes de homicídio cometidos na região de Whitechapel, no East End de Londres, um local de extrema pobreza na época, entre 3 de abril de 1888 e 13 de fevereiro de 1891.[1] Por diversos pontos especulados, todos esses onze assassinatos não resolvidos tem sido associados ao assassino em série não identificado Jack, o Estripador.
A maioria, caso não todas das vítimas — Emma Elizabeth Smith, Martha Tabram, Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly, Rose Mylett, Alice McKenzie, Frances Coles, e mulheres não identificadas — eram prostitutas. Smith foi sexualmente assaltada por uma gangue. Tabram foi esfaqueada 39 vezes. Nichols, Chapman, Stride, Eddowes, Kelly, McKenzie e Coles tiveram suas gargantas dilaceradas. Eddowes e Stride foram mortas na mesma noite, com aproximadamente uma hora de duração e menos de uma milha de distância; seus assassinatos são conhecidos como o "evento duplo", após uma frase em um cartão postal mandado para a imprensa de um indivíduo alegando ser o o Estripador. Os corpos de Nichols, Chapman, Eddowes e Kelly tiveram mutilações abdominais. Mylett foi estrangulada. O corpo da mulher não identificada foi desmembrado, mas a causa exata de sua morte é incerta.
A Polícia Metropolitana de Londres, a Polícia da Cidade de Londres e organizações privadas como o Comitê de Vigilância de Whitechapel investigaram exaustivamente o perpetuador dos crimes. Apesar dos inúmeros inquéritos e várias detenções, o culpado ou culpados saíram impunes, e os assassinatos nunca foram resolvidos. Os assassinatos de Whitechapel levantaram a atenção das condições de pobreza de East End e seus subúrbios, que posteriormente sofreram melhorias. O mistério por quem de trás cometeu os crimes captura a atenção do público até os dias atuais.
