BBOM

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BBOM
Embrasystem Tecnologia em Sistemas, Importação e Exportação LTDA.
Logotipo da BBom
Fundador(es) João Francisco de Paulo
Sede  Brasil
Áreas servidas  Brasil
Presidente João Francisco de Paulo
Página oficial Página oficial

BBOM é uma marca registrada da empresa brasileira Embrasystem Tecnologia em Sistemas, Importação e Exportação LTDA. A empresa opera em sistema de marketing multinível.

Problemas com a justiça[editar | editar código-fonte]

A empresa foi acusada de operar um grande esquema de pirâmide financeira, segundo o Ministério da Justiça. O caso, que parece configurar um esquema de pirâmide financeira, levou a justiça a bloquear os bens da empresa e a determinar a suspensão das suas operações. Mais tarde foi reavaliado pela justiça que liberou parcialmente as atividades da empresa. A BBom entrou com recurso e teve o mesmo deferido em âmbito nacional, sendo inclusive, livrada da acusação de pirâmide financeira, pelo desembargador que julgou o caso.

Em setembro de 2015 a empresa voltou ao mercado operando num sistema de micro-franquias, totalmente legalizado, perante a legislação vigente.[1] [2]

Em setembro de 2014, o criador do Sistema BBOM, João Francisco de Paulo foi denunciado pela prática de crimes contra o mercado de capitais, o sistema financeiro e a economia popular e ainda por lavagem de dinheiro, em virtude de terem utilizado contas de terceiros ("laranjas") para não ter que declarar à Receita o patrimônio adquirido com o esquema financeiro.[3] [4]

Esquema Ponzi[editar | editar código-fonte]

Na BBOM, um dos produtos que sustenta o negócio é um rastreador de veículo, atividade parcialmente bloqueada por suspeita de ser um Esquema Ponzi.[5]

No sistema adotado pela BBOM, os interessados associam-se mediante o pagamento de um valor de adesão que varia de 600 a 3 000 reais. O mecanismo de bonificação aos associados era calculado sobre os comodatos da equipe, assim como outras empresas, ou seja, mesmo sem colocar ninguém na sua rede, o associado receberia. Quanto mais gente era trazida para a rede, maior era a premiação prometida. Em setembro de 2013, o Ministério Público afirmava que Telexfree e BBom tinham operações interligadas.[6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Acusada de pirâmide financeira, BBOM é liberada pela Justiça». Administradores - O Portal da Administração. 5 de novembro de 2013. Consultado em 5 de março de 2014. 
  2. «Justiça bloqueia cadastros da BBom por suspeita de pirâmide». ebc.com.br/. Consultado em 17 de agosto de 2013. 
  3. Portal iG: MP denuncia cinco integrantes da BBom por pirâmide financeira (19 de setembro de 2014)
  4. Globo.com: MPF denuncia membros da BBom por criação de pirâmide financeira (19 de setembro de 2014)
  5. Vitor Sorano (11 de fevereiro de 2014). «Juíza nega pedido de multa a BBom». iG São Paulo. Consultado em 5 de março de 2014. 
  6. Sorano, Vitor. «Ministério Público diz que Telexfree e BBom tinham operações interligadas». tribunadabahia.com.br. Arquivado desde o original em 2013. Consultado em 3 de setembro de 2013. 
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