Cristina Rodríguez Cabral

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Este nome usa costumes hispânicos de nomenclatura: O primeiro ou nome paternal de família é Rodríguez e o segundo ou nome maternal de família é Cabral.
Cristina Rodríguez Cabral
Nascimento 26 de maio de 1959 (59 anos)
Montevidéu
Nacionalidade uruguaio
Etnia afro-uruguaia
Alma mater Universidade do Missouri
Ocupação Escritora, poeta e pesquisadora
Prêmios Casa de las Américas

Cristina Rodríguez Cabral (Montevidéu, 1959), é uma poeta, professora, pesquisadora e ativista afro-uruguaia. É autora de livros de poesia, prosa e ensaios que lhe deram reconhecimento internacional.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Tem uma licenciatura em Sociologia e outra em Enfermagem, profissão que exerceu por alguns anos no Uruguai. Continuou sua formação acadêmica na Universidade do Missouri, onde obteve título de doutorado em Filosofia. Atualmente reside nos Estados Unidos, onde trabalha como pesquisadora e professora universitária.[2]

Escreve literatura desde os onze anos. Fez suas primeiras publicações através do semanário cultural da organização Mundo Afro, na qual militava pelos direitos dos afrodescendentes no Uruguai. Em 1986, sua obra em prosa "Bahía, mágica Bahía" obteve o Prêmio Casa de las Américas.[3] Atualmente, Rodríguez Cabral é uma referência internacional da literatura afro-uruguaia, e uma das poucas autoras afrodescendentes vivas a quem se têm dedicado estudos acadêmicos.[4]

Em sua obra, em geral se encontram manifestações de resistência a marginalização e a opressão, tanto racial como de gênero.[1] Há em suas obras "uma necessidade de recordar e reafirmar os valores herdados tanto de sua família como da África."[3] Seus trabalhos iniciais estão focados em seus sentimentos e experiências íntimas partindo da perspectiva de uma mulher negra hispano-americana. Em seus trabalhos posteriores a 1995 introduz temas vinculados a militância social, o racismo e a identidade cultural.[5]

Obra[editar | editar código-fonte]

  • 1986, Bahía, mágica Bahía (Prêmio Casa de las Américas).
  • 1987, Pájaros sueltos.
  • 1988, Entre giros y mutaciones.
  • 1989, Desde el sol.
  • 1989, La del espejo y yo.
  • 1989, De par en par.
  • 1992, Quinientos años después y hoy más que nunca.
  • 1993, Desde mi trinchera.
  • 1996, Pedirán más.
  • 1998, Memoria y resistencia.
  • 1999, Noches sin luna, días con sol.
  • 2004, Memoria y resistencia (antología).

Referências

  1. a b Burgueño, María Cristina (agosto de 2004). «Cristina Rodríguez Cabral: memoria y resistencia» (PDF). Grafemas: boletín electronico de la Asociación Internacional de Literatura y Cultura Femenina Hispánica. ISSN 1938-7253. OCLC 891741495. Consultado em 19 de novembro de 2017 
  2. Ilecara (14 de julho de 2012). «Cristina Rodríguez Cabral». MUJERES QUE HACEN LA HISTORIA - BREVES BIOGRAFIAS. Consultado em 20 de novembro de 2017 
  3. a b Alejandro Gortázar (9 de fevereiro de 2016). «Entrevista a Cristina Rodríguez Cabral». sujetos | cultura y política (em espanhol). Consultado em 20 de novembro de 2017 
  4. Alejandro Gortázar (14 de março de 2016). «Excéntrica y alternativa - la diaria». La diaria. Consultado em 20 de novembro de 2017 
  5. Valero, Silvia (2016). «Cristina Rodríguez Cabral: el proceso continuo de la identidad y su proyección poética.». Visitas al Patio: Revista del Programa de Lingüistica y Literatura - Universidad de Cartagena. (10). ISSN 2027-0585. OCLC 802503732. Consultado em 19 de novembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]