Diagrama de fluxo de dados

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O diagrama de fluxos de dados (DFD) é uma representação gráfica do "fluxo" de dados existente em um sistema de informação, modelando seus aspectos de processo. Ela fornece apenas uma visão do sistema, a visão estruturada das funções, ou seja, o fluxo dos dados. Frequentemente, eles são uma etapa preliminar usada para criar uma visão geral do sistema que pode posteriormente ser elaborado.

Os DFDs são excelentes para definir, detalhar, desenhar e estabelecer limites (suas fronteiras) e domínios (estrutura e abrangência) para as funcionalidades do aplicativo a ser gerado, sendo uma das principais ferramentas utilizadas, com essa finalidade, em projetos de sistemas de informação. Também estabelecem uma visão integrada de todas as relações existentes entre os dados e os processos que os transformam, bem como os limites que demarcam aquilo que pertence ao sistema ou processo de negócio e aquilo que está fora dele, daí sua utilidade em definir o escopo do projeto.[1]

Também podem ser usados para a visualização do processamento de dados (design estruturado).

Um DFD mostra que tipos de informação entrará e sairá do sistema, para onde os dados virão e irão e onde os dados serão armazenados. Ele não mostra informação sobre a temporização dos processos ou informações se os processos irão operar em sequencia ou em paralelo (o que é mostrado em um fluxograma).

Se estivermos desenvolvendo um sistema no qual os relacionamentos entre os dados sejam mais importantes que as funções, podemos dar menos importância ao DFD e dedicar-nos aos diagramas de entidade-relacionamento (DER).

Um DFD é uma ferramenta de modelagem que nos permite imaginar um sistema como uma rede de processos funcionais, interligados por “dutos” e “tanques de armazenamento de dados". (Edward Yourdon)

Outros nomes para este diagrama[editar | editar código-fonte]

  • Diagrama de bolhas
  • DFD (abreviatura)
  • Modelo de processo
  • Diagrama de fluxo de trabalho
  • Modelo funcional

Componentes de um DFD[editar | editar código-fonte]

Dfd.JPG

O DFD pode ter vários níveis de detalhamento de acordo com a necessidade do sistema. O diagrama de contexto é uma representação macro do sistema. Em seguida, temos os DFDs de níveis. O nível mais alto é conhecido como DFD de nível 0 e está logo abaixo do diagrama de contexto. Neste nível as principais funções do sistemas são mostradas. Caso o processo não esteja claro o suficiente o mesmo será aperfeiçoado a cada nível.

Quando se diz que o DFD fornece apenas uma visão do sistema,é pelo fato de que através de sua representação gráfica não nos comprometemos com a sua implementação física.


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O diagrama de fluxo de dados[editar | editar código-fonte]

Todo modelo funcional de um sistema pode ser visto como sendo formado por uma representação gráfica (uma rede de funções ou processos interligados), acompanhada da descrição de cada função e suas interfaces.

A representação gráfica do modelo funcional costuma ser expressa por meio de um diagrama denominado diagrama de fluxo de dados−DFD.

O conceito de função → Caixa Preta

X o------ Y = F(X) ------o Y

por exemplo:

Elevar o X o----- No X ao -----o Y Quadrado

Há ligações de entrada e de saída da caixa.

Conhecem-se os elementos de entrada da caixa.

Conhecem-se os elementos de saída da caixa.

Sabe-se o que a caixa faz com as entradas para obter as saídas.

Não é preciso saber como a caixa realiza suas operações, e nem a ordem.

Referências

  1. Carlos Alberto Debastiani. Definindo Escopo em Projetos de Software. São Paulo: Novatec, 2015. ISBN 978-85-7522-429-8


Veja também[editar | editar código-fonte]

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