Edson Néris da Silva

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Edson Néris da Silva (?, ? de 1964 - São Paulo, 6 de fevereiro de 2000), foi um adestrador de cães cuja barbaridade de seu assassinato [1] causou repercussão e comoção.

Na madrugada de 6 de fevereiro de 2000 passeava de mãos dadas com seu companheiro Dario Pereira Netto na Praça da República, cuja área adjacente é freqüentada pela boemia gay paulistana, quando foram surpreendidos por um grupo denominado Carecas do ABC [1]. Dario conseguiu escapar, mas Edson foi espancado barbaramente a chutes e golpes de soco-inglês. Acabou falecendo em decorrência da várias hemorragias internas.

Numa varredura pelas ruas da cidade, a polícia deteve 18 suspeitos, incluindo 2 mulheres. No julgamento, alguns receberam penas brandas por somente participar do ataque, outros, condenados até 21 anos de prisão pela acumulação de crime de formação de quadrilha com o de homicídio triplamente qualificado.

Atualmente há um instituto em seu nome, presidido pelo advogado Eduardo Piza Gomes de Mello e pelo consultor educacional Beto de Jesus, que luta pela promoção da igualdade de direitos dos homossexuais na sociedade.

Referências

  1. Época: Intolerância sem ideologia
  2. Terra: A cara da barbárie
  3. MixBrasil: Edson Neris: dois anos de mobilização
  4. Folha: Bomba com suástica nazista é entregue pelo correio em SP
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