Felipe Hirsch

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Felipe Hirsch (Rio de Janeiro, 1972) é diretor de teatro e cinema.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Felipe Hirsch ​(Rio de Janeiro, 1972) ​Diretor Artístico da Sutil Companhia durante vinte anos​.​ Hirsch colecionou mais de 150 prêmios e indicações durante esse tempo. Criou, entre outros, os espetáculos Avenida Dropsie sobre a obra de Will Eisner, Os S​olitários com Marco Nanini, Marieta Severo e Wagner Moura, A Vida é Cheia de Som & Fúria com Guilherme Weber​ e Estou Te Escrevendo de um País Distante (tese de doutorado na USP da Dra. Célia Arns de Miranda), além de muitos outros premiados espetáculos.

Hirsch concede entrevista a Antônio Abujamra, TV Brasil, 2014.

Trabalha e pesquisa constantemente com a mesma equipe, o que intensifica o desenvolvimento de seus projetos. ”(...) é um teatro vivo, vigoroso como poucos, que foge de convenções para atingir uma verdade teatral que a faz nova, inesperada”, disse o professor Jorge Coli no Caderno Mais!. Ainda sobre a Sutil, a Folha de S. Paulo usou os seguintes adjetivos: “Teatro transgressor, fascinante, hilariante, comovente, assustador, vigoroso, inovador e antológico!”. "(...) Atinge um nível altíssimo. Teatro brilhante, excepcionalmente ágil e comunicativo (...)”, acrescenta Bárbara Heliodora no Jornal O Globo. “(...) um grupo empenhado no enfrentamento dos desafios intelectuais da renovação cênica. Tudo é bem feito, sério, refletido. Hirsch não contorna obstáculos...”(Mariângela Alves de Lima, O Estado de S. Paulo).

Entre os anos de 2000 e 2005, Felipe Hirsch foi o responsável por importantes criações à frente da Sutil Companhia. ​A Vida é Cheia de Som e Fúria, A Memória da Água, Temporada de Gripe com Maria Alice Vergueiro e Leonardo Medeiros, A Morte de um Caixeiro Viajante com Marco Nanini e Juliana Carneiro da Cunha, Os Solitários e Avenida Dropsie pertencem a essa época.

Sobre Avenida Dropsie em 2005, por exemplo, o editor do Jornal O Globo, Artur Xexeo, escreveu: "(...) Aceite um conselho: entre num avião, tome um ônibus, suba num trem, pegue uma bicicleta, faça qualquer coisa, mas vá até São Paulo e assista Avenida Dropsie (...) um dos espetáculos mais impactantes da história do teatro Brasileiro (...) No fim da peça a platéia emite urros que a gente só pensa ouvir em shows de rock".

No início de 2006 Felipe Hirsch organiza e edita, com a Travessa dos Editores e com a banda punk Beijo aa Força, o projeto "Ultralyrics", sobre a obra do poeta Marcos Prado. Durante o ano de 2006, dirigiu Paulo Autran no clássico "O Avarento" de Moliére (Finalista do Prêmio Bravo! 2007, eleit ​a Melhor Peça do Ano pela Revista Veja e pela Folha de S. Paulo).​ Encenou uma versão de O Castelo do Barba Azul, n ​o Theatro Municipal de São Paulo com a qual venceu o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Montagem de Ópera do Ano. O jornal Folha de S. Paulo definiu essa montagem como ”(...) a reinvenção da encenação de óperas no Brasil”. Ainda no ano de 2006, Felipe Hirsch foi escolhido pelo jornal O Globo como um dos “100 Brasileiros Geniais – um dos mais influentes pensadores do país”.

A Sutil Companhia, em 2007, criou o espetáculo "Educação Sentimental do Vampiro"[2] sobre a obra de Dalton Trevisan. A peça foi escolhida como a melhor do ano pelo jornal O Estado de S. Paulo e o ator Guilherme Weber foi eleito o melhor ator do ano pela APCA. A Revista Veja e o Site UOL escolheram o Vampiro como um dos 5 espetáculos do ano, o espetáculo foi indicado para mais dois Prêmios Shell e Arnaldo Jabor o definiu como uma "obra-prima" no Jornal da Globo: “Houve um tempo em que uma obra prima do teatro influenciava a cultura do Brasil. (...) Esse espetáculo em cima de textos do extraordinário Dalton, deveria diferenciar nossas vidas”. Marcelo Rubens Paiva no Estadão disse: "Uma nova dramaturgia nasce rompendo velhas regras. Obra-prima, nocaute para atordoar o espectador (...)"

Em 2008, a peça de câmara Não Sobre o Amor, venceu o Prêmio Shell e recebeu o Prêmio Bravo! de Melhor Espetáculo do Ano em cerimônia realizada na Sala São Paulo. A crítica Barbara Heliodora do Jornal O Globo define o trabalho como “(...) um caminho novo para o teatro”. ​ ​A revista Bravo! acrescenta "o espetáculo é uma das montagens mais inteligentes do teatro brasileiro recente". Para a Folha de S. Paulo, Não Sobre o Amor “reinventa todos os conceitos do teatro”. ​Não Sobre o Amor fez diversas temporadas de sucesso no Brasil e Europa. ​Felipe Hirsch, ainda nesse ano, dirigiu o show "Homenagem a Tom Jobim, com Caetano Veloso e Roberto Carlos". O registro do ​s​how é o vencedor do Prêmio Grammy em sua categoria.

No início de 2009 Felipe Hirsch estreia, com imenso sucesso de público e crítica, a peça Viver Sem Tempos Mortos com Fernanda Montenegro (Prêmio Shell de Melhor Atriz). A peça esgota todos os ingressos disponíveis antes mesmo da estréia de sua temporada de São Paulo. Ainda em 2009, Insolação, filme dirigido por Felipe Hirsch e Daniela Thomas e roterizado por Will Eno e Sam Lipsyte é selecionado para o Festival de Veneza, um dos três mais importantes do mundo, ocupando lugar de destaque na mostra "Novas Correntes do Cinema Mundial". Insolação participou ainda da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e como hors concours do Festival de Cinema do Rio de Janeiro, além de percorrer 13 festivais internacionais, como Gotemburgo e Nova Iorque, por exemplo. ​Também no ano de 2009, "Radiocaos", programa de rádio que tem Felipe Hirsch como um dos colaboradores, passa a ser retransmitido no Rio de Janeiro. ​No ano seguinte, Radiocaos foi eleito o Melhor Programa de Rádio da cidade pelo Jornal O Globo.

Cinema e Pterodátilos foram os dois projetos d ​e 2010. Pterodátilos, produzido pela Pequena Central, ​recebeu cerca de 30 prêmios, entre eles foi o vencedor de 3 Prêmios Shell ​ ​e teve 9​​ indicações para o Prêmio APTR, ​além de vencer o ​Prêmio Faz a Diferença do Jornal O Globo para Marco Nanini e Melhores do Ano do Jornal O Globo e do Jornal do Brasil, além de ser descrito como "Excepcional", "Fascinante", "Uma das peças mais brilhantes já vistas nos palcos" ​ ​pela crítica especializada​ do Rio de Janeiro e São Paulo.​ Cinema foi um espetáculo criado a partir de uma longa seleção de novos talentos organizada pela Sutil Companhia.

Em 2011,​​ ​Felipe Hirsch dirige uma versão de Rigoletto ​ ​para comemorar os 100 anos do Theatro Municipal de São Paulo. A ópera é eleita, em ampla votação, um dos dois melhores concertos internacionais realizados no país. ​Entre 2010 e 2012​, Felipe Hirsch escreve regularmente sua coluna para o jornal O Globo, quase sempre sobre música.

Em 2012, Hirsch cria suas versões para ​Violanta de ​Korngold e Eine florentinische Tragödie​ de Alexander von Zemlinsky ​para o Theatro Municipal de São Paulo.​ ​Também dirige a​ ​ ​última obra da Sutil Companhia, com​​ ​300 minutos e batizada "O Livro de Ítens do Paciente Estevão" (duas indicações ao Shell, direção para Felipe Hirsch e Melhor Ator para Leonardo Medeiros).

Em 2013, Felipe Hirsch anuncia o projeto Puzzle (a); (b); (c)[3], especialmente criado para a participação Brasileira como Convidado de Honra da Frankfurter Buchmesse 2013. O projeto já não pertence mais ao coletivo da Sutil Companhia. Felipe Hirsch batiza a nova fase com o título Ultralíricos. ​As ​quase sete horas de peça, divididas em três partes,​ foram classificada​s como um "Tríptico Fulminante" pela imprensa alemã, arrebatando elogios definitivos ​em diversos jornais do país. ​Em 2013, ​Felipe Hirsch também lançou A Menina Sem Qualidades, minissérie criada para MTV Brasil, vencedora de dois prêmios APCA e citada em mais de 50 listas de Melhores do Ano nos jornais e revistas Brasileiros.

SUTIL COMPANHIA (1993-2012)[editar | editar código-fonte]

Com 30 espetáculos e quase duas centenas de prêmios e indicações na bagagem, a Sutil Companhia de Teatro desenvolveu seu trabalho de criação e pesquisa com o apoio de uma equipe de colaboradores, que incluia a cenógrafa Daniela Thomas, o iluminador Beto Bruel, a figurinista Veronica Julian, os músicos Rodrigo Barros Homem Del Rei e L. A. Ferreira, o co-diretor Murilo Hauser e um grupo de atores – no qual figuram, entre os mais constantes, Leonardo Medeiros, Maureen Miranda, além de Guilherme Weber e Erica Migon, que integraram o núcleo central da companhia.

Entre os espetáculos mais emblemáticos da trajetória da companhia, estão a peça de câmara Não Sobre o Amor, de 2008 (Prêmio Bravo! de Melhor Espetáculo do Ano); O Castelo do Barba Azul de Bela Bartok (destaque na temporada de 2008 do Theatro Municipal de São Paulo, descrito pelo jornal Folha de S. Paulo como a reinvenção da encenação de óperas no Brasil); Pterodátilos, com Marco Nanini e Mariana Lima (Produzido pela Pequena Central, 30 prêmios, 9 indicações para o Prêmio APTR e vencedor de 3 Prêmios Shell); Educação Sentimental do Vampiro, inspirado na obra de Dalton Trevisan, que rendeu a Guilherme Weber o APCA 2007 de Melhor Ator; Avenida Dropsie, recriação cênica das graphic novels de Will Eisner (4 indicações para o prêmio Shell); Temporada de Gripe, de Will Eno (Prêmio George Oppenheimer 2004 NYC); A Morte de um Caixeiro Viajante, de Arthur Miller, com Marco Nanini e Juliana Carneiro da Cunha (Produzido pela Pequena Central, Prêmio APCA de Melhor Espetáculo 2003); Os Solitários, de Nick Silver (Produzido pela Pequena Central, Prêmio APCA de Melhor Espetáculo 2002); A Memória da Água (Prêmio Governador do Estado do Rio de Janeiro de Melhor Direção 2001); A Vida é Cheia de Som & Fúria (Prêmio Shell de Melhor Direção 2000, eleita pela Revista Bravo uma das dez peças mais importantes da década); e Estou Te Escrevendo de um País Distante, que motivou a tese de doutorado defendida por Célia Arns de Miranda na Universidade de São Paulo; além de outros premiados espetáculos, grandes sucessos de público e crítica. A última obra da Sutil Companhia tinha 300 minutos e foi batizada "O Livro de Ítens do Paciente Estevão" (duas indicações ao Shell, direção para Felipe Hirsch e Melhor Ator para Leonardo Medeiros).

A Sutil Companhia realizou temporadas de sucesso nos melhores teatros Brasileiros, nas principais cidades do país. Além das temporadas, seus integrantes cumpriram uma longa jornada de palestras, debates e apresentações nas maiores entidades fomentadoras de cultura como o Sesc, Sesi, Itaú Cultural, Centro Cultural São Paulo, Centro Cultural Banco do Brasil, etc. Seus trabalhos foram amplamente divulgado pela imprensa, seus espetáculos escolhidos regularmente como os melhores do ano pelos jornais Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil e pelas revistas Veja, Isto é, Época e Bravo, por exemplo. Em 2003 fundaram a TAO Produções, responsável pelas produções da companhia.

"...trata-se, portanto, de um conjunto organizadíssimo, capaz de manter peças em repertórios, equipe artística e técnica constantes e, como se isso não fosse pouco, produzir reflexões escritas sobre suas criações (...) essa disciplina na produção e na divulgação do trabalho explica, em parte, a projeção nacional do grupo originário de Curitiba. Não explica inteiramente porque é preciso considerar, alem da inegável qualidade do trabalho, um núcleo de significado que se mantém centrando as soluções estéticas do grupo. É um grupo que vem trazendo para o palco, em diferentes perspectivas, o tema dos movimentos anímicos sob a superfície concreta da vida contemporânea (...) a solidez da organização, o tratamento racional dos temas das peças e do domínio da tecnologia da cena parecem fazer parte da significação do trabalho. São talvez essenciais para um grupo que se ocupa da fluidez, da escassa e da abertura para o imponderável da matéria psíquica (...) provam, uma vez mais, que se trata de um grupo empenhado no enfrentamento dos desafios intelectuais da renovação cênica. Tudo é bem-feito, sério, refletido. Felipe Hirsch , responsável pela direção, não contorna obstáculos..." (Mariângela Alves de Lima, O Estado de S. Paulo)

A pesquisadora da USP Silvia Fernandes acrescentou na Revista Bravo!: "(...) É a súmula do teatro contemporâneo, transforma a cena em campo de pesquisa capaz de combinar exatas adaptações literárias à mais radical experimentação com a imagem."

ULTRALÍRICOS (2013)[editar | editar código-fonte]

Em 2013, Felipe Hirsch anuncia o projeto Puzzle (a); (b); (c)[4], especialmente criado para a participação Brasileira como Convidado de Honra da Frankfurter Buchmesse 2013. O projeto já não pertence mais ao coletivo da Sutil Companhia. Felipe Hirsch batiza a nova fase com o título Ultralíricos. ​ Um dos maiores jornais da Alemanha e da Europa, o Frankfurter Allgemeine Zeitung[5], classificou a obra como um "(...) tríptico fulminante". Disse que "(...) ela transmite uma noção do estado mental brasileiro, além dos clichês". José Miguel Wisnik no jornal O Globo disse que "(...) Puzzle, sobre textos de vários escritores contemporâneos brasileiros, é sensacional. Uma sucessão de ideias que vão se articulando de maneira surpreendente, com momentos inesquecíveis (...)". A revista Veja, nesta semana, disse que "(...) o poder de encenação de Hirsch atinge o auge aqui, tamanha a contundência das situações. Felipe Hirsch soube muito bem se fazer entender em um grande momento de sua expressiva carreira". A revista Época disse que "(...)as narrativas são vigorosas, uma miríade de sentidos e percepções transcendentes". A crítica classificou a peça como "um êxtase" e se disse "(...) arrebatada pelo diálogo com a nova literatura Brasileira". Danilo Miranda, Diretor Geral do Sesc São Paulo, lembrou o "estrondoso êxito de Puzzle em Frankfurt". Disse ser "(...) Imperdível essa mostra da complexa identidade brasileira, sem nenhum clichê, criada pela brilhante cabeça de Hirsch e suas adaptações literárias". ​O projeto seguirá com apresentações marcadas em festivais Brasileiros e Internacionais. Um dos maiores jornais da Alemanha e da Europa, o Frankfurter Allgemeine.

Em 2014, Felipe Hirsch e Os Ultralíricos criam a parte (d) do projeto Puzzle para a abertura do Festival Íbero Americano, Mirada. A temporada em São Paulo estreia na sexta-feira 13 de carnaval de 2015 e se transforma rapidamente em um dos maiores sucessos do projeto, com plateias lotadas e críticas arrebatadoras como a de Jefferson Del Rios no jornal O Estado de São Paulo"Uma maratona verbal de alto nível, inteligente, pleno de força literária e cênica, Puzzle (d) é um espetáculo com um elenco excepcional a criar polêmica e diversão. Lembra o Café Voltaire, de Zurique, onde se reuniam os dadaístas, e parece chegar a Cataguazes, Minas Gerais, onde viveu Rosário Fusco, o insolente e esquecido romancista de O Agressor, que Orson Welles pensou em filmar." "(...) o Brasil, o continente e o mundo são passados a limpo e a sujo. Desfilam diante do público, o nosso ufanismo oficial, delirante e alienado, comércio religioso, manifestos estéticos, o isolamento do idioma português na América Latina (...), estes temas todos estão no palco em palavras, músicas e um humor cético. Puzzle é assim, uma maratona verbal de alto nível com a surpresa de convidados especiais a cada dia. Uma brilhante anarquia-protesto artístico". 

O Jornal O Globo escreveu: "O quebra-cabeça lítero-teatral proposto pelo diretor Felipe Hirsch e que provocou estrondo na Feira do Livro de Frankfurt, no ano em que o Brasil foi o país homenageado, mergulha no caos humano e social do país, através de algumas de suas feridas abertas, com desconcertante ironia e brilhante seleção de textos. Demolidor, vibrante, transgressor!" 

O jornal francês Le Monde também rasga elogios em uma página inteira dedicada a Puzzle (d): "Puzzle (d) foge do Brasil e de seus cliches, para melhor se aproximar deles com um grande apetite! Aqui esta uma porta para a jovem e rica literatura brasileira. Talvez seja aqui neste teatro da louca metropole paulistana, centro intelectual tao criticado como querido, que o país tenta mostrar o caminho. A literatura brasileira se inspira com prazer no cotidiano do país, nos percursos de seus habitantes, ricos ou pobres, corruptos ou loucos. Uma sociedade jovem, apressada, pronta para tudo (ou quase). Como um quebra-cabeça.". 

Outras obras para Teatro, Cinema e TV, programadas para os próximos anos, entre 2015 e 2018, serão anunciadas brevemente, sugerem fontes próximas a Hirsch.

Imprensa[editar | editar código-fonte]

"Hirsch é a cabeça mais fulminante do teatro brasileiro. Gosta de abismos, mas tem asas" (Antonio Abujamra no Jornal do Brasil newspaper, Rio de Janeiro)

"O que o diretor consegue fazer no palco tem uma força rara de se ver e cria uma dramaturgia jovem e potente" (Folha de S. Paulo newspaper, São Paulo)

"(...) teatro vivo, vigoroso como poucos, foge de convenções para atingir uma verdade teatral que a faz nova, inesperada." (Jorge Coli na Folha de S. Paulo newspaper, São Paulo)

"Teatro Fascinante, Hilariante, Comovente, Assustador, Vigoroso, Inovador e Antológico" (Folha de S. Paulo newspaper, São Paulo)

"Um oásis de inteligencia e sensibilidade" (Site IG, São Paulo)

"Genial, o teatro de Hirsch é cinematográfico." (Bravo! magazine, São Paulo )

"...o público sai transtornado e convencido de que o teatro pode ser um instrumento de precisão para decifrar o mundo..." (Folha de S. Paulo, São Paulo )

"Felipe Hirsch é escolhido um dos 100 brasileiros geniais, um dos mais influentes pensadores do país." (Jornal O Globo)

"Esbanja sabedoria" (Estado de São Paulo)

“Cheia de ousadias no trabalho dos atores, da cenografia e da iluminação, para não falar da trilha sonora. Memorável. (...) Experimental e popular ao mesmo tempo, mas sem moralismo nem pedantismo”, definiu Daniel Piza em O Estado de S. Paulo.

'Obra-prima, nocaute para atordoar o espectador." (Marcelo Rubens Paiva, O Estado de S. Paulo)

"(...) Atinge um nível altíssimo. Teatro brilhante, excepcionalmente ágil e comunicativo" (Bárbara Heliodora, O Globo)

“Reinventa todos os conceitos do teatro” (Folha de S. Paulo)

“As montagens mais inteligentes do teatro brasileiro recente” (Revista Bravo!)

Obras[editar | editar código-fonte]

2013 - Puzzle (a); (b); (c) (Criada por Felipe Hirsch e Ultralíricos com Produção da Funarte/MinC e Sesc SP)

2013 - A Menina Sem Qualidades (Minissérie TV - Produção MTV)

2012 - Uma Tragédia Florentina (Ópera - Produção Theatro Municipal de São Paulo - TMSP)

2012 - Violanta (Ópera - Produção Theatro Municipal de São Paulo - TMSP)

2012 - O Livro de Itens do Paciente Estevão (Produção Sutil Companhia)

2012 - Tributo ao Legião Urbana com Dado Villa Lobos, Marcelo Bonfá e Wagner Moura (Produção MTV)

2011 - Beijo AA Força (banda convidada: Defalla) (Produção Sesc SP)

2011 - Trilhas Sonoras de Amor Perdidas (Produção Sutil Companhia/Festival de Teatro de Curitiba)

2011 - Rigoletto (Ópera - Produção Theatro Municipal de São Paulo - TMSP)

2010 - Pterodátilos (Produção Pequena Central)

2010 - Cinema (Produção Sutil Companhia/Sesi SP)

2010/2012 - Jornal O Globo (colunista semanal Pop Cult)

2010/2013 - Radiocaos (Rádio - colaborador)

2009 - Insolação (Sunstroke) (Longa Metragem Estreia Venice Film Festival - Produção Nós Outros e Dezenove Produções)

2009 - Viver Sem Tempos Mortos (Produção Trígonos)

2008 - Tributo a Antonio Carlos Jobim com Caetano Veloso e Roberto Carlos (Co- direção com Monique Gardenberg) (Produção Dueto)

2008 - Não Sobre o Amor (Produção Sutil Companhia/CCBB)

2007 - Educação Sentimental do Vampiro (Produção Sutil Companhia/Sesi SP)

2006 - Ultralyrics - Beijo AA Força (Show)

2006 - Ultralyrics - Marcos Prado (Livro - Organizador e Produção/Co-produção e edição Travessa dos Editores)

2006 - O Avarento (Produção Mais Palcos)

2006 - O Castelo do Barba Azul (Ópera - Produção Palácio das Artes/Segunda Produção TMSP/Terceira Produção TMRJ)

2006 - Thom Pain/Lady Grey (Produção Sutil Companhia)

2006 - Quatro Personagens Imaginários (Produção Pequena Central e Prêmio Bravo!)

2006 - Sob Influência (Produção Sutil Companhia/Fundação Cultural de Curitiba)

2005 - Atentados (Leitura - Produção Sutil Companhia/ Direção Murilo Hauser)

2005 - Senhoras e Senhores, A Chuva (Leitura)

2005 - Thom Pain/Lady Grey (Leitura)

2005 - Sketchbook (Produção Sutil Companhia/Sesi SP)

2005 - Avenida Dropsie (Produção Sutil Companhia/Sesi SP)

2004 - Don Juan No Inferno (Leitura)

2003 - Temporada de Gripe (Produção Sutil Companhia/Sesi SP)

2003 - A Morte de Um Caixeiro Viajante (Produção Pequena Central)

2003 - Alice (Produção Sutil Companhia)

2002 - Como Eu Aprendi A Dirigir Um Carro (Produção Dueto)

2002 - Os Solitários (Produção Pequena Central)

2001 - A Memória da Água (Produção Teatro das Artes)

2001 - Nostalgia (Produção Sutil Companhia/Sesi SP)

2000/2012 - Colaborações para o Jornal O Globo, Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Revista Bravo! entre outros.

2000 - Os Incendiários (Produção Teatro Guaíra)

2000 - A Vida é Cheia de Som & Fúria ((Produção Sutil Companhia/Co-produção Companhia Brasileira)

1999 - Por um Novo Incêndio Romântico (Produção Sutil Companhia)

1998 - Juventude (Produção Sutil Companhia)

1997 - Cartas Para Não Mandar (Produção Sutil Companhia)

1997 - Estou te Escrevendo de um País Distante ((Produção Sutil Companhia/Co-produção Espaço Cênico)

1996 - Roberto Zucco (Leitura)

1994 - Um Fausto + Ato V do Fausto Dois (Produção Sutil Companhia)

1993 - Baal Babilônia (Produção Sutil Companhia)

Referências