Fortificações de Lomas Valentinas

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As Fortificações de Lomas Valentinas localizavam-se na margem direita do arroio Piquissiri, afluente do rio Paraguai, em território do Paraguai.

Carga da infantaria argentina durante a Batalha de Lomas Valentinas.

No contexto da Guerra do Paraguai (1864-1870), o corte das comunicações com a Fortaleza de Humaitá levou ao seu subsequente abandono pelas forças paraguaias, que se retiraram, abandonando-a (Julho de 1868).

Francisco Solano López estabeleceu então um novo quartel-general em Lomas Valentinas, fortificando essa posição, alcançada e conquistada, em sucessivos assaltos, de 22 a 27 de Dezembro de 1868 pelas forças aliadas, a caminho da capital paraguaia, Assunção (campanha da Dezembrada).

Foi atacada pelo Barão do Triunfo no comando das tropas da esquerda, que conseguiu levá-las ao interior da posição fortificada, porém em meio da posição, uma bala veio produzir-lhe grave ferimento no pé, que depois levou ao seu falecimento. [1]

Entre as estruturas defensivas em Lomas Valentinas, destacam-se a linha de trincheiras aberta próximo ao arroio Piquissiri, com cerca de nove quilômetros de extensão, o Baluarte de Itá-Ibaté, sobre uma colina, em posição dominante, e o Forte de Angostura, guarnecido com dois mil homens, cuja artilharia cobria o curso do rio Paraguai naquele trecho.

Referências

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