Instituto de Defesa do Direito de Defesa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde junho de 2015).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.


Instituto de Defesa do Direito de Defesa
(IDDD)
IDDD Logo em alta FAzul.jpg
Tipo Organização não-governamental
Fundação 2000 (18 anos)
Estado legal Ativo
Sede Brasil São Paulo, Brasil
Línguas oficiais Português
Presidente Fábio Tofic Simantob
Sítio oficial http://www.iddd.org.br/

O Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) é uma organização não governamental brasileira fundada em 2000, idealizada por Márcio Thomaz Bastos, com um grupo de advogados criminalistas. Em 2015, o IDDD contava com mais de 300 advogados associados ao Instituto.

O IDDD atua na área jurídica, política, estratégica-meio, e procura trabalhar na sensibilização da sociedade. Conta com o apoio de financiadores de fundações internacionais e nacionais e doações de diversos escritórios de advocacia. O Instituto é membro da Rede Justiça Criminal, coletivo de organizações composto por sete entidades dedicadas aos direitos humanos.

Galeria de presidentes[editar | editar código-fonte]

Augusto de Arruda Botelho, ex-presidente do Instituto de Defesa do Direito de Defesa - IDDD

Ações[editar | editar código-fonte]

Projetos educativas[editar | editar código-fonte]

O IDDD promove projetos educativas em presídios e escolas estaduais para transmitir conhecimento sobre direito, justiça criminal e cidadania.

Mutirão carcerários[editar | editar código-fonte]

O IDDD já realizou diversos mutirões. Inicialmente os mutirões eram feitos em carceragens de delegacias de policias e recentemente tem sido desenvolvidos em unidades prisionais de São Paulo. Nesses mutirões, o IDDD conta com o trabalho voluntário de seus advogados associados que prestam assistência às pessoas presas.

Expansão das audiências de custódia para todos os estados brasileiros[editar | editar código-fonte]

O IDDD firmou com o Conselho Nacional da Justiça (CNJ) uma parceria para expandir as audiências de custódia[1] nos estados brasileiros. O sistema que determina que presos em flagrante sejam levados a um juiz em 24 horas já esta em funcionamento no estado de São Paulo desde fevereiro de 2015.

Rede de Justiça Criminal[editar | editar código-fonte]

A Rede foi criada em 2000 principalmente por causa do abuso de cadeia provisória no Brasil. A partir de 2015 a Rede passa a ser coordenada pelo IDDD e entre seus oito projetos para serem foco no ano de 2015 está a alternativa penal[2] e a Audiência de custódia.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Acordo amplia as audiências de custódia,.
  2. Érica Maria Sturion de Paula (11 de dezembro de 2007). «Alternativas penais». Direito Net. Consultado em 16 de junho de 2015. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]