Jardim da Penha

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Canal de vitória, com bairro jardim da Penha ao fundo,E.S.jpg

Jardim da Penha é um bairro nobre de classe média-alta e alta, da cidade de Vitória capital do estado de Espírito Santo, Brasil.[1]

História[editar | editar código-fonte]

O nome Jardim da Penha surgiu porque a região do bairro era uma área plana, toda verde, que parecia um jardim, onde de qualquer parte podia-se avistar o Convento da Penha. Os primeiros conjuntos habitacionais começaram a ser construídos a partir de 1969, dando início ao desenvolvimento imobiliário de Jardim da Penha que é hoje um dos mais populosos de Vitória, com cerca de 40 mil habitantes. Surgiu no final da década de 60 e início de 70, através de um loteamento feito pela Empresa Capixaba de Engenharia e Comércio Ltda, numa área de propriedade da Srª Maria Sílvia Klaczko.

Posteriormente, na metade da década de 70, surgiram pequenos conjuntos habitacionais de apartamentos destinados à classe média. Com a melhoria da infraestrutura do bairro, a proximidade do mar e a facilidade de acesso ao Centro, vários prédios foram construídos no local.

Hoje o bairro está praticamente todo ocupado por estudantes universitários e profissionais liberais caracterizando uma população jovem e um comércio auto-suficiente.

No esporte, o bairro é representado pela Associação Esportiva Jardim da Penha, que participa de diversas modalidades e possui vários títulos: Tetracampeã Municipal de Futebol de Areia e Campeã Metropolitana e Estadual de Futsal Máster. No futebol de campo, a associação é Campeã da Liga de Goiabeiras e da Copa Metropolitana, competição esta em que participa anualmente e onde já foi semifinalista por duas vezes.

Locais[editar | editar código-fonte]

  • Rua da Lama: Local de encontro dos jovens de Jardim da Penha e bairros vizinhos. Compreende o final da av. Anísio Fernandes Coelho e imediações. Desde o início do bairro, com a proximidade da UFES, era uma rua de barro com vários barzinhos próximo ao posto de gasolina, daí o nome. Seus frequentadores são em geral universitários jovens de classe social média. O lugar tem caráter informal, onde podem se ver diversas tribos, desde neo-góticos a hipsters, mas que onde impera é mesmo a bermuda/tênis.
  • Pracinha do EPA: A praça Regina Frigeri Furno, ou pracinha do EPA devido à presença de uma unidade capixaba do grupo mineiro de supermercados, hospeda às sextas-feiras a famosa feirinha de jardim da penha, onde barraqueiros de artesanatos e comidinhas de rua vendem seus produtos para um público de famílias locais e jovens namorados.
  • SESI: A unidade da rede SESI concentra várias atividades disponíveis para os moradores, além de um teatro que recebe ocasionalmente peças nacionais.
  • Orla: a orla de Jardim da Penha também possui vida noturna, com bares, galetos, sorveterias, pizzarias, empadarias, academias, hotéis, churrascarias, além do calçadão de Camburi, com quiosques, aparelhos de atividade física, ciclovia, espaço para caminhadas e corridas e, é claro, a praia.
  • IBC: Os antigos galpões do extinto Instituto Brasileiro do Café possuem projeto na prefeitura para darem espaço, entre outras coisas, a um centro cultural comunitário. O local deverá abrigar um centro de memória do café, biblioteca, teatro e centro de convivência.[2]
  • Rua do canal: trata-se da avenida Saturnino Rangel Mauro, e possui este nome devido a acompanhar o trajeto do canal de Vitória.
  • Molhe de Iemanjá: Um dos 3 molhes construídos na praia de Camburi, situado na foz do canal de Vitória, tem este nome e é conhecido por possuir uma estátua de 3 metros de altura de Iemanjá.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências