Johann Tetzel

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No mundo medieval, os grandes estados europeus possuíam um governo forte. A Alemanha, porém, não o tinha. O país alemão como o conhecemos atualmente, é algo recente, um estado que surgiu no século XIX. Porém, nos tempos das famosas vendas de indulgências, durante o papado de Leão X, o que havia no território alemão eram duques e condes reunidos sobre o título de “Sacro Império Romano-Germânico“, que por sua vez não eram muito influentes e poderosos, e viviam um estado de penúria espiritual e econômica. Estes foram vítimas dos demandos financeiros do desesperado Papa Leão X.

Nesse contexto começa-se a entender porque se deram alguns abusos. Roma era antipática aos olhos do povo alemão (e talvez o seja até hoje) justamente por conta de que para eles, a Igreja era uma força sanguessuga, mas que possuía a autoridade legada por Jesus e era a casa do Espírito Santo, portanto eles não podiam negar a importância e a necessidade da presença dela. Nesse contexto já um pouco caótico, Leão X mandou Johann Tetzel (um frade dominicano) como pregador para Alemanha.

Tetzel (e alguns padres que o seguiram) contrariaram a doutrina da Igreja, e passaram a pregar que as indulgências eram a libertação do pecado em si. Depois disso, para começar a famosa “venda de graças” foi um pequeno passo.