Mafia (jogo de salão)

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Máfia, (também conhecido como "Assassino") é um jogo que recreia uma batalha entre uma minoria informada e uma maioria desinformada. Os jogadores têm papéis alocados secretamente: ou são "mafiosos", conhecendo-se entre eles, ou "cidadãos", que só conhecem o número de mafiosos em seu contra. Durante a fase nocturna do jogo, a Máfia elege um inocente para matá-lo. Durante a fase diurna, todos os jogadores debatem a identidade dos mafiosos e votam para matar ao maior suspeito. Normalmente costumam jogar mais de cinco pessoas, devendo começar sempre mais inocentes que mafiosos.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Máfia foi criado na primavera de 1986 por Dimitry Davidoff no Departamento de Psicologia da Universidade Estatal de Moscovo.

A versão de cartas[editar | editar código-fonte]

Máfia guarda similitudes com o popular jogo de cartas (de baralha espanhola) o Ladrão e Polícia. Neste jogo, há 6 tipos de jogadores, mas só 4 intervêm com acções no jogo.

Personagens[editar | editar código-fonte]

  • Os inocentes (povos, pueblerinos ou pessoas) são quem não intervêm com sua accionar no jogo, quem lhe toque as cartas que representam a esta classe, deverão aburrirse; já que não farão nada mais que esperar. (Representam-nos as cartas número 2,3,4,5,6,7 de qualquer pau)
  • O polícia é quem tem a tarefa de tratar de averiguar quem é o ladrão para atrapá-lo.(Representa-o a carta do "Largo" ou "As" de basto e/ou espada)
  • A máfia são os quais têm que "assassinar" para ganhar. (Representam-nos os números 8,9,10,11 de qualquer pau)
  • "O psicópata", quem joga do lado dos ladrões, que quando o Deus pergunta por ele não é um ladrão, mas tem a capacidade de matar a uma pessoa por rodada.
  • O narrador (ou deus) é quem relata o partido. (Este jogador não é representado por cartas, só se decide quem será a esmo ou de outra forma)
  • O médico é quem tratasse de salvar vidas e representa-o o "Largo" ou "As" de ouro ou copa.
  • Os noivos o narrador ou Deus chama-os uma sozinha vez ao começo do jogo nocturno, são publerinos normais mas amam-se tanto que se morre um morre o outro, se representa com os 9 ou 8 de ouro e copa
  • A prostituta selecciona a uma pessoa para deitar-se com esta. Se selecciona ao polícia o Deus mente-lhe; se selecciona ao médico a este se lhe anulam os poderes; se selecciona aos pueblerinos não passa nada; e se fica uma sozinho máfia e esta o selecciona, este não mata.
  • O vigilante é um polícia melhorado que selecciona a uma pessoa pela noite para matar, seu objectivo é matar aos mafiosos.
  • O Jardineiro, quando o deus lhe nomeia, assinala quem é a máfia e à hora dos votos deve convencer quem é a máfia sem revelar sua identidade.

O jogo[editar | editar código-fonte]

Primeiro, decide-se uma pessoa que será "o narrador", a qual depois de ser selecto, repartirá as cartas (as misturando) que decidirão que classe de jogador são os participantes(uma pela cada participante), a cada jogador deve olhar que carta é, para saber que papel jogará, mas não deve revelar a carta que possui aos demais. Depois, quem faz do narrador anunciará "Faz-se de noite no povo". Depois disto, todos fecham seus olhos menos o narrador. E depois o jogo divide-se em etapas:

  • 1.ª: o narrador anuncia "Abrem os olhos a máfia" (ou os assassinos). Depois disto, os que lhes tocaram cartas de mafiosos ao repartir(8,9,10,11)deverão -mediante senhas- pensar a quem querem matar; Por exemplo: um mafioso assinala a um jogador, mas outro lhe nega com a cabeça e assinala a outro, depois de se pôr de acordo todos, elegem a algum todos e o narrador perguntará: "Estão seguros?". Dirão que sim com a cabeça ou que não depende sua decisão. Depois disto, o narrador anuncia: Os mafiosos fecham seus olhos" e termina esta etapa.
  • 2.ª: o narrador anuncia "Abre os olhos o polícia" (ou os). Do mesmo modo, o polícia deverá assinalar a alguém e o narrador perguntará: "Esta seguro?". E dirá que sim ou que não dependendo sua eleição; a qual determinará quem pensa o que é um ladrão por algum motivo ou a esmo. Depois de eleger a alguém, o narrador perguntará se está seguro de sua eleição. E depois da eleição do polícia, o narrador confirmará ou negará (fazendo gestos com a cabeça) se é um assassino.
  • 3.ª: o narrador anuncia "Abre os olhos o médico". E igual que os 2 casos anteriores, o médico deverá assinalar a alguém que pensa que os assassinos matariam por algum motivo, ou a esmo. Depois da pergunta de confirmação "Está seguro?". o narrador anuncia: "Fecha os olhos o médico". E conclui a etapa.

Depois destas etapas, o narrador fará um breve relato no qual contará os factos sucedidos sem mencionar nomes; pode-se fazer humorístico, por exemplo: "No povo de Villa Verde, um assassino entrou às 12:00 e encheu a boca de plátanos a um cidadão até matá-lo". Depois disto, sucederão certos eventos segundo o desvincule, por exemplo:

  • Se o assassino matou a alguém e o médico assinalou alguém equivocado, pelo que não a salvou. o narrador anunciará o nome da vítima e pedir-lhe-á sua carta. A qual guardará.
  • Se o assassino tratou de matar a alguém mas o médico o salvou, o narrador anunciará que o médico salvou à vítima sem dar nomes nem da vítima nem do médico nem de ninguém.
  • Se aos 2 casos anteriores o polícia assinalou a alguém e o narrador confirmou que era um mafioso, o narrador anuncia além da tentativa do assassinato que se descobriu a um assassino ou que não(sem dar o nome do polícia nem do mafioso descoberto ou não descoberto segundo o caso)
  • 4.ª: Depois disto se abre uma nova etapa; "O Debate"; nesta etapa os jogadores debaterão e exporão suas suspeitas sobre outros jogadores todos juntos, o assassino pode fingir que não o é, acusando a outro. Nesta etapa, quem é polícia poderia dizer "Eu sou o polícia, e descobri a -Jogador-" Dizendo abertamente quem é e sem mostrar sua carta, deste modo, quem não seja polícia pode se fazer passar por polícia para conseguir matar ao que quer como outra estratégia.
  • 5.ª: Depois de "O Debate", o narrador fará uma votação sobre a quem pensa que é o assassino, e portanto, irá à horca, e quem obtenha mais votos, morrerá, pelo qual morrerá sem se saber que classe de jogador era, mas entregando sua carta ao narrador(sem que ninguém a veja).

Depois disto; o processo volta a começar como ao princípio, o jogo termina quando se morre o policia.

Esclarecimentos especiais[editar | editar código-fonte]

  • O médico em sua etapa (a 3.ª) pode salvar-se a vida a si mesmo, por se o assassino ou os assassinos o elegeram a ele.
  • O número de jogadores pode variar mas há que procurar equilibrar o número de jogadores da cada classe evitando as vantagem de um bando sobre outro. Recomenda-se que o número de máfias ou ladrões, não supere o 1/3 de jogadores (descontando ao narrador, bruxa ou juiz).
  • Depois de iniciar uma nova rodada, Deus fará o processo de novo, começando com "Faz-se de noite...". Mas os jogadores que têm morrido numa rodada ou rodadas anteriores verão todo o processo mas Deus se assegurasse de que não faça armadilha depende o caso (por exemplo, se é um povo, se assegurasse de que não lhe diga a outro quem é assassino).
  • Igual que o caso anterior, Deus deve cerciorarse de que na cada fase onde toque fechar os olhos não se espíe, se não o jogo careceria de graça.

Variações[editar | editar código-fonte]

Também existe uma versão de Máfia com muitos mais papéis (personagens), que se costuma jogar ao vivo; de todos modos, há comunidades que se encarregam de levar a cabo dito jogo via foro.

Regras básicas[editar | editar código-fonte]

Os jogadores devem-se pôr cómodos de tal maneira que todos vejam ao resto de jogadores.

Papéis[editar | editar código-fonte]

  • Máfia
  • Inocente (também chamados Cidadãos ou Civis ou Povo)
  • Polícia (ou Comissário)
  • Médico
  • Independente (ou Psicópata)

Outros[editar | editar código-fonte]

  • Deus (ou Jogador Supremo, Narrador)
  • Juiz
  • Sargento
  • Maníaco
  • Padrino
  • Filho do Padrino
  • Bruxa
  • Bomba
  • Vigilante
  • Verdulero
  • Carnicero (ou Psicópata)
  • Traviata (ou Prostituta)
  • Noivos

Veja também[editar | editar código-fonte]

Referências