Materialismo Lacaniano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde outubro de 2016). Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
Searchtool.svg
Esta página foi marcada para revisão, devido a incoerências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo.

Materialismo Lacaniano é uma corrente filosófica inicialmente atrelada ao campo da filosofia política por pensadores como Slavoj Žižek[1] e Alain Badiou, mas que se expandiu para os Estudos Culturais, sendo aplicado às mais diversas áreas do conhecimento, como cinema, questões contemporâneas, ideologia e literatura[2]Seu principal foco é uma critica às limitações do marxismo tradicional, mostrando a importância da leitura a partir do Inconsciente, compreendido, nessa corrente, a partir da perspectiva de Jacques Lacan.

Jacques Lacan, como grande pensador, influenciou e influencia pensadores nas áreas da filosofia, psicanálise e até mesmo da análise artística. O filósofo esloveno Slavoj Žižek, ao reler a obra de Lacan, transformou-a em instrumento poderoso para descrever relações políticas, culturais e para repensar o entendimento “consagrado” de obras de arte e de produtos da cultura de massa.

Referências

  1. Thays Pretti de Sousa / Marisa Corrêa Silva (2011). «"Amor", entre Clarice e Žižek: uma análise a partir do Materialismo Lacaniano» (PDF). Consultado em 13 de outubro de 2016 
  2. SILVA, Marisa Corrêa. Materialismo Lacaniano. In: BONNICI, Thomas e ZOLIN, Lúcia Osana (orgs.). Teoria Literária: abordagens históricas e tendências contemporâneas. 3ªed. rev. e ampl. Maringá: Eduem, 2009. p. 211-216.