Motion design

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde 2016). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

motion design — também chamado motion graphics[1] — é, como o nome diz, gráfico em movimento no espaço da tela e no tempo. Diferentemente das animações tradicionais, que remontam ao desenho quadro a quadro 2D da Disney, o motion graphics usa prioritariamente formas geométricas, ícones, textos e ilustrações – e, para animação, ao invés dos milhares de desenhos, são feitas marcações em pontos, contornos ou objetos inteiros, para que se movam na tela ao longo de um intervalo: os famosos keyframes.

Origem[editar | editar código-fonte]

O francês Georges Méliès, que praticamente nasceu junto com o cinema no final do século XIX, já usava algumas técnicas de stop motion, que mais tarde influenciariam no surgimento do motion graphics. A partir de Méliès, diversos artistas e profissionais procuraram, com todo esforço, criar gráficos em movimento, muitas vezes de maneira heróica.

Ao lado de Méliès, o animador inglês Norman McLaren e o designer gráfico nova-iorquino Saul Bass, criador dos créditos iniciais de clássicos como Psicose, Um Corpo que Cai e O Pecado Mora ao Lado, são considerados algumas das principais referências dos primórdios do motion graphics.

Exemplos[editar | editar código-fonte]

Exemplos incluem a tipografia animada (ou tipografia cinética) e elementos gráficos vistos em títulos de filmes, ou genéricos/vinhetas de abertura para televisão ou ficção, baseados em animação. Cerca de 12 minutos em cada hora de televisão são trabalho de um designer de animação, no entanto esta é conhecida como a arte invisível, uma vez que muitos espetadores não se apercebem desta componente na programação televisiva ou cinematográfica. Embora esta forma de arte exista há várias décadas, é nos últimos anos que se verifica uma grande evolução tecnológica em termos de sofisticação técnica. Quem assista a muita televisão ou veja muitos filmes, notará que os grafismos, a tipografia e os efeitos visuais deste meio têm-se tornado muito mais elaborados e sofisticados.

Tecnologia[editar | editar código-fonte]

O desenvolvimento desta forma de arte é em grande parte devido às melhorias tecnológicas. Os programas de computador para a indústria de cinema e vídeo tornaram-se muito mais poderosos e mais disponíveis. Provavelmente o programa mais utilizado por designers de animação é o Adobe After Effects, que permite a criação e a modelação de grafismos num período temporal. O Adobe After Effects é muitas vezes referido como o "Photoshop para o cinema". Um produto relativamente recente no mercado é o Motion, da Apple Inc., que agora faz parte do Final Cut Studio. O Adobe Flash é também usado para animação de interação na web.

Um designer de animação típico é hoje em dia geralmente uma pessoa formada em design gráfico ou design de comunicação tradicional (por vezes virá também de uma formação voltada para o cinema e a televisão, em geral a arte multimédia) que aprendeu a jogar com os elementos no tempo e no som através de programas voltados para a animação e o audiovisual.

Apesar de já estar presente há décadas, o design de animação enriqueceu-se muito com a evolução tecnológica, tendo seus efeitos visuais, grafismos e tipografia tornado muito elaborados e sofisticados.

Ícone de esboço Este artigo sobre design é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
  1. (2016-01-11) "A História do Motion Graphics (e por que usar)" (em pt-BR). Produtora de vídeo | Matilde Filmes.