Orquestra Sinfônica de Saint Louis

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

A Orquestra Sinfônica de Saint Louis é uma orquestra sinfônica americana baseada em St. Louis, Missouri. Fundada em 1880 por Joseph Otten como Sociedade Coral de St. Louis, a orquestra é a segunda orquestra sinfônica mais antiga dos Estados Unidos, precedida apenas pela Filarmônica de Nova Iorque.

História[editar | editar código-fonte]

A Sociedade Coral de St. Louis apresentava-se no auditório da Livraria Mercantil de St Louis[1]. Durante a temporada de 1881/2, os 80 membros do coral foram transformados em uma orquestra de 31 membros. Em 1893 o Coro e Orquestra foram formalmente incorporadas. Ela foi expandida, chegando a ter um coro de 200 membros e uma orquestra com 55 músicos. Sob a direção de Max Zach (1907-1921) a orquestra mudou seu nome de Orquestra Sinfônica e Coral de St. Louis, para Orquestra Sinfônica de Saint Louis.

Antes de mudar-se para o Powell Symphony Hall, a orquestra apresentou-se por muitos anos no Kiel Opera House. A orquestra apresenta concertos regulares no Carnegie Hall e faz turnês para a Europa e Japão. A orquestra gravou para a Columbia, RCA Victor, Red Seal, Telarc, Vox/Turnabout e Angel EMI. A orquestra tem sido a residênte do Teatro de Ópera de Saint Louis desde 1978, interpretando duas óperas por temporada.

O prestígio nacional da orquestra aumentou durante a gestão do Diretor Musical Leonard Slatkin, de 1979 a 1996. Durante esse período, a orquestra fez inúmeras gravações para a EMI e a RCA Victor e fez turnês pela Europa, como concertos no Carnegie Hall. Entretanto o prestígio não a protegeu contra uma crise financeira. Em 2000 a orquestra estava com um déficit de 28 milhões de dólares[2]. O Diretor Executivo e Presidente da Sinfônica revelou os problemas financeiros e no ano seguinte admitiu falência. Don Roth renunciou ao cargo em julho de 2001 e foi sucedido por Randy Adams, um já aposentado executivo de banco de St. Louis. Ele propôs que os salários dos músicos fossem diminuídos e que houvesse uma redução na temporada da orquestra, de 52 semanas para 42 semanas.

Em janeiro de 2005, um conflito sobre os salários levassem a orquestra a cancelar dois meses de concertos[3][4][5]. A diretoria classificou isso como uma greve ilegal[6] In March 2005, the musicians and Adams agreed to a new contract.[7][8][9], mas em março os músicos e Adams entraram em um novo acordo.

Desde setembro de 2005 o maestro americano David Robertson é o Diretor Musical, tendo sido nomeado ao posto em dezembro de 2003. Em setembro de 2006 ele prolongou seu contrato até 2010. Em novembro de 2009 o contrato foi novamente prolongado, até a temporada de 2011/12[10].

O posto de Maestro Residente é ocupado por Ward Stare, que começou seus trabalhos na temporada 2008/9.

Diretores Musicais[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Hoover, John Neal (Fall 1985). «St. Louis Mercantile Library». Journal of Library History. 20 (4): 440–443. Consultado em 21 de fevereiro de 2008  Verifique data em: |data= (ajuda)
  2. Eddie Silva (1 novembro 2000). «Facing the Music». Riverfront Times. Consultado em 22 de março de 2007 
  3. Sarah Bryan Miller (20 janeiro 2005). «Symphony strike echoes across US». Christian Science Monitor. Consultado em 22 de março de 2007 
  4. Daniel J. Wakin (4 janeiro 2005). «Labor Dispute Halts Music in St. Louis». New York Times. Consultado em 16 de dezembro de 2007 
  5. Daniel J. Wakin (17 fevereiro 2005). «The Silence in St. Louis Is Starting to Hurt». New York Times. Consultado em 16 de dezembro de 2007 
  6. Ben Mattison (24 fevereiro 2005). «Labor Board Rules St. Louis Symphony Strike Is Illegal». Playbill Arts. Consultado em 22 de março de 2007 
  7. Ben Mattison (25 fevereiro 2005). «St. Louis Symphony Management and Musicians Reach Tentative Deal». Playbill Arts. Consultado em 22 de março de 2007 
  8. Ben Mattison (2 março 2005). «St. Louis Symphony Musicians Approve New Contract, Ending Two-Month Work Stoppage». Playbill Arts. Consultado em 22 de março de 2007 
  9. Malcolm Gay (24 agosto 2005). «Unfinished Symphony». Riverfront Time. Consultado em 22 de março de 2007 
  10. David Mermelstein (4 de novembro de 2009). «The Conductor Reflects». Wall Street Journal. Consultado em 1 de dezembro de 2009