Públio Licínio Crasso Dives

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Públio Licínio Craso Dives (em latim Publius Licinius Crassus Dives; m. em 87 a.C.) foi um senador, militar, cônsul e censor da República Romana.

Públio Licínio Crasso Dives pertencia à família respeitada e proeminente que tinha o cognome de "Crasso", que pertencia ao ramo plebeu dos Licínios. O seu pai foi Marco Licínio Crasso Agelasto (filho do cônsul Públio Licínio Crasso, que foi cônsul em 205 a.C. e Pontifex Maximus), o seu irmão Marco Licínio Crasso serviu como pretor em 107 a.C.

Públio tornou-se num apoio financeiro para a colônia de romanos na Gália Narbonense. Antes do seu consulado propôs uma lei que regulava o "luxo" oferecido nas mesas romanas; esta lei foi aprovada, embora aparentemente não fosse respeitada em absoluto. Durante o seu consulado, o Senado proibiu as artes mágicas e os sacrifícios humanos. Serviu como governador proconsular na Hispânia Ulterior entre 97 a.C.93 a.C.. Como governador, ganhou uma batalha contra os Lusitanos, pela qual foi recompensado com um triunfo pelo Senado.

Serviu como censor em 89 a.C., proibindo os vinhos e os cremes que provinham do estrangeiro. Transformou as eleições oficiais, dividindo os novos cidadãos em distritos de voto. O seu colega no censorado foi o seu amigo Lúcio Júlio César.

Públio viveu numa pequena casa apesar da sua imensa riqueza. Os seus filhos foram Públio Licínio Crasso (que faleceu na Guerra Social), Lúcio Licínio Crasso (assassinado em 87 a.C.) e Marco Licínio Crasso Dives, o triúnviro. Públio permaneceu com a sua família até a sua morte, viveu o suficiente para ver os seus filhos Públio e Lúcio contrair casamento, além de ver o nascimento do seu primeiro neto.

Quando estourou a Guerra Civil entre Caio Mário e Lúcio Cornélio Sula, Públio, que originariamente fora partidário de Mário, adotou uma posição neutral, opondo-se às manobras de ambos os contendores. Públio foi assassinado ou suicidou-se quando Mário tomou Roma em 87 a.C.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Referências

Precedido por:
Quinto Cecílio Metelo Nepote e Tito Dídio
Cônsul da República Romana
com Cneu Cornélio Lêntulo

97 a.C.
Sucedido por:
Cneu Domício Enobarbo e Caio Cássio Longino