Paróquia Nossa Senhora Achiropita

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Paróquia Nossa Senhora Achiropita
Vista frontal da Paróquia
Estilo dominante românico
Construção 4 de março de 1926
Diocese Arquidiocese de São Paulo
Bispo Odilo Pedro Scherer
Local Rua Treze de Maio,
São Paulo, SP

A Paróquia Nossa Senhora Achiropita localiza-se no bairro do Bixiga, região central da cidade de São Paulo. Foi fundada por imigrantes italianos em 4 de março de 1926. Pertence ao setor Sé da Arquidiocese de São Paulo.

Porque Achiropita?[editar | editar código-fonte]

Como o título de Nossa Senhora Achiropita é tão diferente dos nomes conhecidos atribuídos à Mâe de Jesus Cristo, devemos explicar muitas vezes o seu significado. Sempre o fazemos contando uma bonita história, que pertence à tradição do povo italiano, vindo da Calábria para o Brasil, no final do século XIX. Eis a nossa história:

    No ano de 580, um certo capitão Maurício enfrentou uma grande tempestade no mar. Gritava por socorro a Nossa Senhora e prometeu que, se fosse salvo com sua tripulação, contruiria um grande santuário em sua homenagem. Desviado pelos ventos, por milagre, conseguiu salvar-se e, numa aldeia encontrou um monge que lhe disse: "Não foram os ventos que te trouxeram para este lugar. Foi Maria, para que lhe contruas um santuário, quando fores eleito imperador". A profecia cumprui-se e o santuário foi construído em Rossano Calabro.

   Um grande artista iniciou a pintura da imagem de Maria. Ocorria, no entenato, que tudo o que pintava durante o dia, desaparecia durante a noite. Foi assim colocando um vigilante para impedir a entrada de possíveis intrusos, que estavam "fazendo a brincadeira". Numa certa noite, uma formosa mulher, com uma criança no colo, pediu para entrar e rezar. Após insistir, obteve a permissão. Que mal poderia fazer aquela gentil senhora

    Passaram longos minutos e a mulher nunca saia da igreja. Eis que quando o vigilante entrou na igreja, viu a imagem da mulher e o menino estampada no lugar da pintura. Assim, Maria Achiropita: a - kirós - pita (não pintada por mãos humanas). O vigilante saiu gritando pelas ruas: Nossa Senhora Achiropita! Nossa Senhora Achiropita!

    Está é a devoção Mariana que nossos irmãos italianos trouxeram para o Brasil e que nós veneramos como protetora e Mãe dos cristãos. Sua festa é celebrada no dia 15 de agosto, dia da Assunção de Nossa Senhora. No Brasil, é a padroeira da paróquia Nossa Senhora Achiropita, em São Paulo. É a maior festividade religiosa da cidade. Que a Mãe de Deus, Achiropita, nos proteja como filhos e cuide-nos com amor.

Da Capelinha à Igreja[editar | editar código-fonte]

    A devoção à Mãe Achiropita, cuja festa é celebrada no dia 15 de agosto, surgiu em Rossano Cálabro e data do século XII. Veio com os italianos que deixaram seu país em busca de melhores condições e se estabeleceram em São Paulo, mais precisamente no bairro do Bixiga. A imagem da N. Sra. Achiropita foi trazida pelos imigrantes calabreses nos primeiros anos deste século.

Ficava na casa de José Falcone, onde várias pessoas se reuniam para fazer novenas à Santa, e saía somente durante os festejos de agosto. Era colocada em um altar de madeira erguido na rua Treze de Maio, no qual as missas dos dias 13, 14 e 15 costumavam ser celebradas, e depois voltava ao seu lugar de origem. Essas primeiras manifestações de rua em louvor à Madonna Achiropita começaram em 1910, quando a primeira comissão de festas foi formada. Os calabreses haviam decidido comprar um terreno para construir uma capela para Nossa Senhora e precisavam angariar os recursos necessários. Deu-se início às quermesses de rua e à procissão de N. Sra. Achiropita. A imagem da santa percorria as ruas com fitas nas mãos e os fiéis colocavam sua contribuição, pregando as cédulas de dinheiro com alfinetes.

Em 1918, com o dinheiro arrecadado nas comemorações de agosto foi erguida uma capelinha de construção simples, sem qualquer imagem, que mais parecia um quarto grande. Quase não havia lugar para sentar; por isso, quando se realizavam novenas, geralmente as mulheres levavam seus banquinhos de dois pés. Posteriormente, os festeiros compraram uma casa ao lado da pequena capela e puderam ampliar o espaço. Faltava à construção grande parte do telhado, somente a nave central estava coberta. Não havia vidros na maioria das janelas. Durante alguns anos, a comissão encarregada das obras, dividida, não deu continuidade aos trabalhos.

Graças à doação de 500 réis feita por uma senhora do bairro e um laudo precatório que rendeu mais 500 réis, reiniciaram-se as obras e o telhado foi concluído. A imagem de N. Sra. Achiropita, que antes ficava nas casas dos fiéis, foi então instalada no pequeno altar e missas começaram a ser celebradas na igrejinha. Com o decreto de 4 de março de 1926 e elevada à condição de paróquia, a igreja obteve o direito de ter sacrário, batistério, pia batismal, livro do tombo e livro de registros de batizados, casamentos e óbitos. O lucro resultante dos festejos daquele ano serviu para saldar as dívidas anteriores. Um grupo de calabreses fez a doação do altar-mór de mármore. Dois anos mais tarde, comprou-se a casa atrás da igreja, que também seria usada nas funções paroquiais. Em junho de 29, foi colocada a pedra fundamental da fachada da igreja e o sino. Aos poucos foram sendo doadas diversas imagens de santos.

A igreja foi perdendo os ares de capela e ganhando altares e novas construções. São José era oficialmente o padroeiro, mas o altar principal continuava a ser ocupado por N. Sra. Achiropita. A Santa da devoção dos cerignolanos, N. Sra. da Ripalta, ganhou o altar lateral. Importantes movimentos começaram a se formar na paróquia a partir de 1931 e a revigorar a espiritualidade. Foram fundados a Congregação Mariana de rapazes e, mais tarde, a de moças, a Pia União das Filhas de Maria e a Obras das Vocações Sacerdotais, que vieram juntar-se ao Apostolado da Oração. A Sociedade de São Vicente de Paulo, que existia desde 1916 no bairro, teve inaugurada sua nova sede do Conselho Particular na paróquia no final de 1948. Dom Orione, fundador da congregação responsável pela paróquia, esteve no Bixiga pela segunda vez em 1937 e impulsionou o trabalho desenvolvido pelos padres orionitas desde o começo da década de 20. A comunidade estava ganhando forças. Procissões, romarias e retiros eram realizados freqüentemente e mostravam que a fé do povo continuava a crescer.  ☁

A Festa da Padroeira[editar | editar código-fonte]

A Festa de Nossa Senhora Achiropita, uma das festas italianas mais tradicionais de São Paulo, região central da cidade. São mais de 950 voluntários, que trabalharão durante os finais de semana de agosto.   A festividade é uma homenagem da comunidade italiana à padroeira do bairro, Nossa Senhora Achiropita, e que começou com a chegada dos primeiros grupos de imigrantes que se instalaram no Bixiga no início do século passado. Trinta barracas são instaladas nas ruas 13 de Maio, São Vicente e Doutor Luiz Barreto para oferecer diversos pratos tipicamente italianos aos visitantes.   A festa atrai cerca de 250 mil pessoas durante todo o mês, que tem como destaque a culinária italiana.Toneladas de alimentos são utilizadas para preparar diversos pratos, como as 12 mil fogazzas consumidas em apenas uma noite. Todo dinheiro da festa é revertido para as obras sociais da Igreja.

Obras Sociais[editar | editar código-fonte]

C.E.D.O - Centro Educacional Dom Orione[editar | editar código-fonte]

    O Centro Educacional Dom Orione - CEDO, núcleo das Obras Sociais Nossa Senhora Achiropita, atende 450 crianças e adolescentes no contra turno escolar, com idade entre 6 e 18 anos. Vem de famílias de baixa renda moradores principalmente no bairro da Bela Vista, em geral residindo somente com a mãe que necessitam de um respaldo enquanto a mãe ou os pais trabalham. Na ausência dos pais, durante o dia ficariam sozinhos em casa ou soltos nas ruas em total vulnerebilidade.

Nosso projeto, essencialmente preventivo desenvolve várias atividades que proporcionam um crescimento, pessoal, social, cultural, espiritual e profissional, culminando com o encaminhamento para o mercado de trabalho, dos adolescentes a partir dos 15 anos de idade, como Jovens Aprendizes.

As principais atividades desenvolvidas são:

Aprendizado de instrumentos de orquestra, coral, iniciação e teoria musical; esportes em geral; orientação nas atividades escolares; literatura; raciocínio lógico; artes e artesanato, entre outras.

Recebem também 2 refeições por período.

Uma das principais marcas do Projeto CEDO é um trabalho de reflexão em filosofia e espiritualidade, realizada diariamente, fortalecendo a ligação de todos os educadores e alunos com os valores Cristãos, tendo como ponto de vista a Pedagogia Sistêmica.

Casa Dom Orione[editar | editar código-fonte]

Casa Dom Orione, fonte da caridade!      A Casa Dom Orione, fundada em 1994, é o grande tesouro da Rua Treze de Maio, bairro da Bela Vista.  Desde a sua gestação até hoje, a grande preocupação da Casa tem sido sempre atender pessoas em situação de vulnerabilidade, buscando  assim, prover as suas mais diversas necessidades.        Todos os dias – incansavelmente todos os dias mesmo – são atendidos cerca de duzentos  moradores em situação de rua, que procuram a Casa, lugar onde podem lavar suas roupas, tomar seu banho, alimentar-se, participar de oficinas artesanais, aulas de capacitação profissional,  ter acesso a aulas de Música e Informática, participar de jogos e de diversos tipos de entretenimento. Nesse espaço são, ainda, orientados e encaminhados para o mercado de trabalho. Participam, enfim, de tantas outras atividades promovidas pela Casa, cujo objetivo primeiro é transformar a vida do ser humano, para de torná-la mais humana e digna possível, uma vez que a sociedade e as contingências de sua trajetória particular já atrapalharam e desnortearam  tanto o seu viver neste mundo de nosso Deus.        Tantas pessoas consideram e valorizam o trabalho desta Casa, pelo que realiza junto à população de rua! Recebemos, afinal, de muitas pessoas o carinho e aquele “abrir das mãos”, para que a caridade se concretize e as bênçãos de Deus sejam derramadas, no atendimento do dia a dia, nesse trabalho tão bonito – e corajoso! – que a Casa realiza.         Temos a certeza de que a graça de Deus é e será sempre abundante na nossa vida, porque o Reino é feito das pequenas sementes que vamos plantando pelo caminho que trilhamos, lado a lado com nosso irmão mais pobre.

Creche Mãe Achiropita[editar | editar código-fonte]

O Centro de educação Infantil Mãe Achiropita atende diariamente 194 crianças de 01 à 04 anos de idade das 07:00 às 17:00 horas. São oferecidas cinco refeições diárias, hábitos saudáveis de higiene e saúde, linguagem oral e escrita, noções de matemática, conhecimentos sobre natureza e sociedade, iniciação musical, artes visuais, festas comemorativas, passeios temáticos, contos infantis, desenvolvimento da espiritualidade, e o brincar , constante em nosso trabalho, que é fundamental para o desenvolvimento global da criança.

Para as famílias, reunião de pais a cada dois meses, visando o acompanhamento do desenvolvimento da criança e grupo terapêutico com psicólogo se necessário.

Para a saúde das crianças, parcerias com os hospitais Menino Jesus, Ambulatório de Pediatria Social do Hospital Sírio Libânes e Posto de Saúde Nossa Senhora do Brasil.

“No sorriso de cada criança, encontramos a confirmação do amor de Deus por nós”

Casa São José (Espaço de convivência para idosos)[editar | editar código-fonte]

Se a vida não começa aos 40, tampouco se encerra aos 60 ou mais. Envelhecer não é abdicar de tudo. Ao contrário, pode ser o marco de um recomeço".

Com ofertas que propiciem a convivência objetivando um envelhecimento saudável e ativo, o Núcleo de Convivência para idosos Dom Orione, sob a orientação do Plano Municipal de Assistência Social - parceria com a Prefeitura de São Paulo - atende cerca de 180 idosos mensais em situação de vulnerabilidade social, física e financeira.

Através de atividades que favoreçam a inclusão, a proteção social, o fortalecimento dos vínculos pessoais e familiares, a autonomia, o respeito por si mesmo, todas as tardes, idosos se reúnem para realizar:

-atividades sócio-educativas: Biodança, Musicoterapia, Envelhecimento e Cidadania, Lazer e Leitura;

-atividades Corporais: Ginástica, Dança de Salão e Ioga;

-atividades recreativas: tarde de convivência, bailes temáticos, passeios, Projeto Co-Gerações; cinema, participação na Festa de Nossa Senhora Achiropita, participação na Rede de Proteção e Defesa da Pessoa Idosa – RPDI

-atividades artesanais; e ainda:

- Acolhida: escuta individual e de grupo;

- Atendimento jurídico, Psicológico e Social e Espiritualidade.

MOVA - Movimento De Alfabetização Para Adultos[editar | editar código-fonte]

As Obras Sociais Nossa Senhora Achiropita, desde o ano de  2004, tem recebido  muitos pedidos de auxílio no sentido de atender  jovens e  adultos que querem aprender a ler e a escrever.

                             Dando início ao MOVA – Movimento de Alfabetização para Jovens e Adultos, montamos uma equipe de professores, nos orientamos junto à Secretaria Municipal da Educação e iniciamos um trabalho comunitário que perdura até hoje, e que  tem mostrado excelentes resultados na participação, no aproveitamento e  na inserção de sua clientela no mercado do trabalho. O acesso às letras é algo de tal valor para o  alfabetizando, que contribui sobremaneira para o aumento de sua autoestima. Imagine-se o quão realizada se torna uma pessoa que não conseguia, até então, estudar no período escolar regular, e que passa a ter a capacidade de ler o nome do ônibus que costumeiramente deve pegar, ler um jornal ou um panfleto de propaganda, ler a bula do medicamento que deve tomar, escrever uma carta, anotar um recado ou uma receita culinária...

                              Muitos jovens e adultos aderiram ao projeto e vieram participar das aulas e atividades que a Escola Mova Achiropita vem organizando ano após ano. A satisfação é de todos: alunos e direção. Os alunos podem aprender e continuar sua vida escolar como e onde quiserem...  Temos visto, com satisfação, estampado no rosto de cada um deles, o brilho da alegria de receber o Certificado de Conclusão de Curso, sem medo de ser feliz, e o sentimento de alívio de poder riscar de uma vez de sua vida, este pensamento que tanto os oprimia: “Nunca iremos aprender a ler e a escrever”.                                 

                              Saber ler e escrever é dizer um “não” para a discriminação e um “sim” para uma cidadania mais justa e mais humana, quando e onde todos podem agir com igualdade de ação, na sociedade em que vivemos. Ser alfabetizado é um direito de todos. Inclui a todos nas ações sociais, torna as pessoas mais participativas, mais dinâmicas, mais úteis ao meio social porquanto libera seus talentos e artes, promovendo-se e ajudando a promover... Faz de cada indivíduo um cidadão comprometido com as causas de sua comunidade, numa sociedade em contínua e rápida transformação. 

                               Todos podem e têm a oportunidade de estudar. É só querer. De segunda a sexta-feira, no horário de 19 às 20 horas, na rua Dr. Luís Barreto, 315 – Bairro Bela Vista. Informações podem ser obtidas no local ou pelo fone: 3106-7235. O período estudo (série) é semestral, ou seja, se você conseguir apreender todo o conteúdo de uma série num semestre dará continuidade aos seus estudos no mesmo ano, podendo completar o Ensino Fundamental em dois anos consecutivos. É necessário muito esforço e grande força de vontade e um pouco de tempo a mais para poder verificar a matériaem casa. Ocomplemento fica sob a responsabilidade da escola e dos professores.

Querer estudar é querer crescer como pessoa, na sociedade e na própria vida.

Centro Jurídico[editar | editar código-fonte]

Considerando que grande parte da população residente na região central da capital não possui condições de contratar advogado, ter acesso à assistência psicológica e assistência social, as Obras Sociais Nossa Senhora Achiropita vislumbraram a necessidade de firmar parceria com o Governo do Estado de São Paulo com vistas ao preenchimento dessa lacuna e suprimento dessa necessidade tão premente.

             Assim, celebraram convênio, primeiramente com a Procuradoria Geral do Estado e posteriormente com a Defensoria Pública do Estado, através da qual é mantido na Casa Dom Orione o Centro de Atendimento Jurídico Dom Orione, um serviço de atendimento jurídico, psicológico e também serviço social, à população em situação de vulnerabilidade da região central da cidade de São Paulo.

O Centro de Atendimento Jurídico Dom Orione, mantido pelas Obras Sociais Nossa Senhora Achiropita, existe há onze anos com atuação e atendimento ininterrupto, possibilitando acesso rápido e gratuito à Justiça, orientando, prevenindo e mediando conflitos, de modo a assegurar a defesa dos direitos e garantias individuais dos cidadãos.

              Em apoio ao trabalho dos profissionais do setor jurídico, atuam também os da área de psicologia, tendo por atribuição primária dar suporte ao atendimento jurídico prestado pela equipe multidisciplinar. A atuação ocorre na intermediação de conflitos, acolhimento, escuta, e a necessária orientação psicológica, principalmente em casos que envolvem questões de família e menores.

Foram atendidas 28.838 pessoas, às quais foi disponibilizada plena assistência, com atuação de todo o quadro de profissionais do Centro: advogados, psicólogos e assistente social.

             A média mensal de atendimentos tem sido de 2.500 pessoas por mês.

Através do Centro de Atendimento Jurídico Dom Orione, as Obras Sociais têm procurado viabilizar aos menos favorecidos o acesso à Justiça e aos bens sociais, haja visto ser isto um direito de todo cidadão brasileiro.

Casa Rainha da Paz[editar | editar código-fonte]

A casa de acolhida Rainha da Paz, espaço que abriga e auxilia homens em situação de dependência química, já é uma realidade para nossa comunidade. Situada em Campos do Jordão, filiada à comunidade Nossa Senhora Achiropita de São Paulo, tem capacidade para abrigar 30 pessoas em um conjunto de 12 casas além de área social, capela, refeitório e muito espaço verde. Diante de tantos desafios, as drogas vêm fazendo parte da dura realidade não só de nossa cidade, mas de todo o país. A Casa acolherá dependentes químicos que se achegarem desejosos de uma nova oportunidade. Nosso objetivo é integrar o dependente químico e seus familiares em um novo contexto social, educacional e familiar, visando sua reinteração através de acompanhamento e orientação psicológica, Lazer, esporte, oficinas e espiritualidade. A adesão ao acolhimento se dá de forma voluntária, pois a conscientização do dependente é parte fundamental em sua recuperação. Esta obra nasce e ganha forma graças à generosidade e trabalho de muitos benfeitores e amigos. Uma verdadeira corrente de esperança e fé. Um presente que Deus nos confia.

Buscamos parceiros que compartilhem deste nosso sonho. Entre em contato conosco e saiba como ajudar.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]