Paradoxo de Tolman

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Paradoxo de Tolman (também conhecido por teoria do Antitelefone Taquiônico) é um dispositivo hipotético da física teórica que poderia ser usado para enviar sinais para o passado[1]. Tal dispositivo foi imaginado por Richard Chace Tolman em 1917 em uma demonstração de como sinais mais rápidos que a luz podem levar a uma paradoxo de causalidade[2].

Hipótese[editar | editar código-fonte]

O exemplo do antitelefone é um teoria que se destina a demonstrar como uma partícula mais rápida que a velocidade da luz poderia conduzir a violações da causalidade (relação de causa e efeito dos eventos). De acordo com o entendimento atual da física, é impossível elevar a velocidade de uma partícula para além da velocidade da luz, segundo a teoria da relatividade restrita.

Por outro lado, hipoteticamente, poderiam existir partículas que já se encontram em velocidade superior à da luz, chamados de Táquions. Devido à extrema velocidade dos Táquions, não há nenhuma evidência experimental que sugira que eles realmente existam.

Contudo, levando-se em conta as definições da teoria da relatividade, uma partícula mais rápida que a luz poderia se deslocar para trás no tempo, neste caso, a causa precederia seu respectivo efeito[3] criando assim um paradoxo temporal[4].

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Springer Netherlands (7 de Dezembro de 2004). «Time-reversed information transmission». Consultado em 3 de Fevereiro de 2010. 
  2. Erasmo Recami (30de Agosto de 1995). «The Tolman "Antitelephone" Paradox: Its Solution by Tachyon Mechanics». Consultado em 3 de Fevereiro de 2010. 
  3. Springer Netherlands (13 de Dezembro de 2004). «Are tachyon causal paradoxes solved?». Consultado em 3 de Fevereiro de 2010. 
  4. Builder, G. (26 de Novembro de 1956). «The Resolution of the Clock Paradox». Consultado em 3 de Fevereiro de 2010. 
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