Pequena central hidrelétrica

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Pequena central hidrelétrica (PCH), segundo definição da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), é uma usina de pequeno porte.

A Resolução da ANEEL nº 673/2015 define que:

Serão considerados empreendimentos com características de PCH aqueles empreendimentos destinados a autoprodução ou produção independente de energia elétrica, cuja potência seja superior a 3.000 kW e igual ou inferior a 30.000 kW e com área de reservatório de até 13 km², excluindo a calha do leito regular do rio.

O aproveitamento hidrelétrico com área de reservatório superior a 13 km², excluindo a calha do leito regular do rio, será considerado como PCH se o reservatório for de regularização, no mínimo, semanal ou cujo dimensionamento, comprovadamente, foi baseado em outros objetivos que não o de geração de energia elétrica.

Legislação anterior (Res. ANEEL n. 652/2003), dizia que o limite do reservatório da PCH é não podia ultrapassar os 3 km².[1]

As PCH's compõem uma importante parte da geração de energia no Brasil e sua regulamentação é feita através da resolução nº 394 - 04-12-1998 da ANEEL.[2]

Comparando com as UHE's (Usinas Hidrelétricas com potência superior a 30 MW), as PCH's têm vantagens e desvantagens. Por serem menores, são mais baratas e mais rápidas de se construir, causam um impacto ambiental menor, podem ser construídas em rios com menor vazão e contribuem para a descentralização da geração de eletricidade. Por outro lado, elas podem gerar uma energia mais cara, pois nem sempre haverá fluxo d'água suficiente para fazer girar as turbinas, devido à falta de chuva em algumas épocas do ano, o que não acontece nas usinas maiores com reservatórios, onde sempre haverá água no período de estiagem.

A ANEEL classifica as centrais geradoras de energia elétrica como:

Referências

  1. «Portal PCH - O que é uma PCH ?». Consultado em 19 de agosto de 2011 
  2. «AAgência Nacional de Energia Elétrica - Resolução 652 de 9 de dezembro de 2003» (PDF). Consultado em 19 de agosto de 2011