Energia maremotriz

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Energia maremotriz, ou energia das marés, é o modo de geração de energia por meio do movimento das marés. Dois tipos de energia maremotriz podem ser obtidos: energia cinética das correntes devido às marés e energia potencial pela diferença de altura entre as marés alta e baixa.[1]

O aproveitamento da energia das marés pode ser feito a partir de centrais elétricas que funcionam por ação da água dos mares. É necessária uma diferença de 7[2] metros entre a maré alta e a maré baixa para que o aproveitamento desta energia seja renovável. Atualmente na Europa existem pelo menos duas destas centrais:Uma no norte de França e outra na Rússia.

Entendimento da energia das marés[editar | editar código-fonte]

Maquete representativa da aplicação de uma turbina de bulbo, numa usina geradora de energia maremotriz.

Apesar de ser considerada uma energia "renovável", a energia das marés está longe disso, e é sim uma fonte de energia totalmente possível de um dia acabar. O que acontece, é que levaria um período de tempo muito longo até ocorrer algum efeito significativo no planeta, ou seja, a curto prazo, pode-se considerar inesgotável.

O Sol e da Lua interferem nas marés (mudanças no nível do mar) por meio da força gravitacional. O potencial energético das marés é utilizado desde o séc. XI, na costa da Inglaterra e da França, para a movimentação de pequenos moinhos.[3]

No sistema Lua-Terra-Sol, três diferentes corpos permanecem se movimentando um em relação ao outro graças a energia potencial contida neste sistema. A energia das marés, pega exatamente essa energia potencial e transforma em outros tipos de energia para o consumo humano.[4].

Vantagens[editar | editar código-fonte]

Considerado um investimento de longo prazo sem o esgotamento de recurso, pois a diferença entre marés é constante. É comum nas áreas de litoral – local onde as usinas devem estar –  possuir grandes variações nos ventos, dias nublados e chuvosos. Isso descresse a taxa de bom aproveitamento de fontes de energia solar e eólica.[5]

Desvantagens[editar | editar código-fonte]

Pouca popularidade. Alto custo de construção e manutenção. Rápida depreciação das instalações por causa da água do mar. Muitos fatores necessários para tornar a instalação viável. Muito esforço para a verificação da viabilidade, sendo complexo e trabalhoso.[5]

Referências

  1. energia maremotriz Ministério do Meio Ambiente do Brasil - acessado em 2 de março de 2015
  2. Energia das Marés Site Brasil Escola - acessado em 2 de março de 2015
  3. «Energia das Marés». Consultado em 11 de janeiro de 2018 
  4. A energia que vem do mar UOL Apoio Escolar
  5. a b «ENERGIA MAREMOTRIZ: GUIA BÁSICO». Consultado em 11 de janeiro de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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