Pluvial (veste litúrgica)

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Disambig grey.svg Nota: Se procura pelo automóvel, consulte Fiat Palio; caso procure pela cobertura utilizada em procissões, veja Pálio (cobertura).
Papa Inocêncio III revestido de um pálio omóforo e com a tiara de uma única coroa, representado num afresco do claustro do Sacro Speco.

Pálio (do latim pallium: capa ou manto que cobre os ombros, e este de palla romana: manto romano de lã, que vem do grego Πάλλω: mover ligeiramente) é uma espécie de colarinho de branca, com cerca de 5 cm de largura e dois apêndices – um na frente e outro nas costas, com 6 cruzes bordadas ao seu longo e que expressa a unidade com o sucessor de Pedro.

Originalmente, era exclusivo dos papas, sendo depois estendido aos metropolitas e primazes, como símbolo de jurisdição delegada a eles pelo pontífice.

Destinado, portanto, aos bispos que assumem uma arquidiocese, o pálio simboliza o poder na província e sua comunhão com a Igreja Católica, ministério pastoral dos arcebispos e sua união com o Bispo de Roma.

Disambig grey.svg Nota: Se procura por chuva, veja Pluvial.
Pluvial en Amberes, Belgica
Koorkap kaproen.jpg

Pluvial ou capa de asperges (latim: cappa, pluviale, casula processaria) é um paramento litúrgico usado sobretudo no exterior, mas também dentro das igrejas para bençãos e aspersões com água benta, casamentos sem missa e para os solenes ofícios divinos.

Na parte da frente do paramento, há o "alamar", que funciona como um broche que une as duas partes do manto; esse pode ser fixo ou removível do Pluvial.

O Pluvial recebe também o nome de "Capa de Asperges" porque no Rito Tridentino, ele era usado pelo sacerdote para o rito de aspersão de água benta sobre o povo. Também pode ser chamado de "Casula Processional", já que era usado nas procissões pelos bispos.

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Na sua origem a capa ou pluvial confunde-se com a casula. É a antiga casula por comodidade rasgada adiante, com o apêndice dum capuz, ao qual se dava o nome de cappa. Introduziram-lhe estas modificações para melhor se acomodar aos atos litúrgicos realizados fora dos templos, tais como as procissões. Do emprego a que foi destinada tomou o nome de casula processional, ou casula especial para as procissões; do capuz estendeu-se a todo o manto o nome de capa; por abrigar da chuva apelidou-se pluvial. O apêndice, que ainda hoje conserva ao meio [atrás], representa o antigo capuz. VASCONCELOS, Dr. António Garcia Ribeiro de, Compêndio de liturgia romana, vol. I, p. 109.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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