Porta-bandeira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Atleta alemão Waldemar Cierpinski, porta-bandeira da Alemanha Ocidental nos Jogos Olímpicos de Verão de 1980 em Moscovo, União Soviética.

Porta-bandeira ou porta-estandarte designa o cargo, tarefa ou incumbência de alguém que tem a tarefa de levar uma bandeira que represente um Estado, um território ou uma unidade ou organização militar ou civil, sendo tal considerado normalmente uma honraria, porque se age como representante do país ou organização que a bandeira está a simbolizar.

Até à Primeira Guerra Mundial usava-se um porta-estandarte da unidade militar em batalha. A bandeira era usada como referência para os soldados da unidade. A bandeira não caía em mãos inimigas pois tal era considerado um desprestígio e sinal de derrota em batalha, sendo protegida a todo o custo.

Hoje apenas há porta-bandeiras em contextos cerimoniais, como um desfile — vejam-se os desfiles de escolas de samba cariocas e desfiles das forças armadas brasileiras no Sete de Setembro[1] — ou as cerimónias de abertura dos Jogos Olímpicos.

Desfile militar com porta-bandeira na Polónia.
Casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola de samba Unidos de Vila Isabel, no carnaval de 2006.

Referências

  1. Exército Brasileiro. Guarda Bandeira. Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército (nº 04).. Página visitada em 12 de dezembro de 2012. Assim determina o referido texto oficial: "No Dia da Pátria (7 de setembro) e no Dia do Soldado (25 de agosto), o Estandarte do Exército deverá estar presente em solenidade especial de comemoração e formaturas solenes."
Ícone de esboço Este artigo sobre Cultura é um esboço relacionado ao Projeto Cultura. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.