Temporada de furacões no Atlântico de 1978

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Temporada de furacões no Atlântico de 1978
1978 Atlantic hurricane season map.png
Primeiro sistema1 formado: Tempestade subtropical 1 - 18 de janeiro
Sistemas ativos1: Temporada encerrada
Total de tempestades nomeadas: 12
Total de furacões: 5
Grandes furacões (Cat. 3+): 3
Tempestade mais forte: Greta - 215 km/h, 947 mbar
Número de sistemas1 que atingiram terras emersas: 4
Danos totais: 45 milhões de dólares (valores em 1978)
ECA Total:
Fatalidades confirmadas: 37
1Inclui depressões tropicais e depressões subtropicais

A temporada de furacões no Atlântico de 1978 foi um evento no ciclo anual de formação de ciclones tropicais. A temporada começou em 1 de junho e terminou em 30 de novembro de 1978. No entanto, a formação da tempestade subtropical Um marcou o início bem antecipado da temporada ao se formar em 18 de janeiro. Estas datas delimitam convencionalmente o período de cada ano quando a maioria dos ciclones tropicais tende a se formar na bacia do Atlântico.

A atividade da temporada de furacões no Atlântico de 1978 ficou pouco acima da média, com um total de 12 tempestades dotadas de nome e cinco furacões, sendo que dois destes atingiram a intensidade igual ou superior a um furacão de categoria 3 na escala de furacões de Saffir-Simpson.

No final de julho e início de julho, a tempestade tropical Amelia formou-se ao largo da costa do Texas, Estados Unidos, atingindo a costa poucas horas depois. Amelia causou mais de 20 milhões de dólares em prejuízos e 30 fatalidades. No final de agosto, a tempestade tropical Debra atingiu a costa do golfo dos Estados Unidos, causando duas fatalidades. Em meados de setembro, o furacão Greta afetou o norte da Venezuela e atingiu com severidade a América Central, e causou cinco fatalidades e 75 milhões de dólares em prejuízos.

Nomes das tempestades[editar | editar código-fonte]

Os nomes abaixo foram usados para dar nomes às tempestades que se formaram no Atlântico Norte em 1978. Essa foi a última vez que apenas nomes femininos foram usados para dar nome a sistemas tropicais no Atlântico. A partir de 1979, nomes masculinos foram introduzidos em uma série de seis listas, sendo que cada lista é usada a cada seis anos.

  • Amelia
  • Bess
  • Cora
  • Debra
  • Ella
  • Flossie
  • Greta
  • Hope
  • Irma
  • Juliet
  • Kendra
  • Louise (sem usar)
  • Martha (sem usar)
  • Noreen (sem usar)
  • Ora (sem usar)
  • Paula (sem usar)
  • Rosalie (sem usar)
  • Susan (sem usar)
  • Tanya (sem usar)
  • Vanessa (sem usar)
  • Wanda (sem usar)

Devido à relativa ausência de impactos, nenhum nome foi retirado da lista.[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Furacão Catrina Portal da
meteorologia

Referências

  1. «1991 Atlantic hurricane season» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 17 de dezembro de 2002. Consultado em 13 de janeiro de 2010 
Ícone de esboço Este artigo sobre ciclones tropicais é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.