Vila Amazônia

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A Gleba da Vila Amazônia é composta por várias comunidades que se interligam por estradas. A principal comunidade e a Vila Amazônia, distante de 374 km em linha reta da capital do Estado do Amazonas Manaus, e cerca 5 km distante da sede do município Parintins/AM ligada por meio fluvial.

A Comunidade da Vila Amazônia recebeu no ano de 1929, a imigração de colonos japoneses que ali se instalaram e desenvolveram na aérea da agricultura e extrativismo um bom número de produtos entre eles a juta, arroz e a pimenta do reino, gerando uma economia familiar naquela localidade.

Com o advento da Segunda Guerra Mundial, a imigração japonesa foi interrompida e a Vila Amazônia foi desapropriada, extinguindo-se, desse modo, uma experiencia agrícola de estrangeiro que fora bem sucedida. Mas os “caboclos” já haviam assimilado as técnicas de cultivos, de colheita e de preparo da juta. [...] (Santos, Francisco Jorge dos, 2010, v. 1, p. 252).  

Em 1942 os imigrantes japoneses foram convidados a se retirarem daquela comunidade em virtude da grande Guerra Mundial, as terras passaram a ser administrada pela união que em seguida foram repassadas ao Grupo JG. Araújo empresa que a muito trabalhava no comércio de produtos regionais. Com a saída da empresa, as terras voltaram para o poder União com administração do INCRA que loteou e repassou as terras aos pequenos agricultores para a produção de produtos regionais e a introdução de produtos de outras regiões.

A Produção Agrícola como cita Jenane Ribeiro Rodrigues:

Contudo a existência da PA requer uma ampliação das demandas de infraestrutura coletiva e de serviços necessária a viabilização econômica, social das unidades de produção familiar neste processo é a recriação deste espaço que os assentados se tornem sujeitos do lugar que habitam. Assim como é possível um assentamento que aconteça a reforma agraria se as condições dos assentamentos enfrentam são precárias e ineficaz. (REVISTA CIENTIFICA DO CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE PARINTINS, 2018, p, 49).

Hoje a gleba da Vila Amazônia conta com uma população aproximadamente de 5 mil habitantes onde a maioria trabalham na agricultura, pesca artesanal e no plantio de plantas frutíferas como acerola, cupuaçu, goiaba e guaraná, etc. No extrativismo o tucumã, açaí, castanha do Pará entre outros, e etc. Também trabalham na extração controlada da madeira para fabricação de moveis e moradias, a pecuária também está presente na comunidade como a criação do gado bovinos onde é extraído o leite e o corte de carne. A Gleba e bastante visitada por moradores principalmente de Parintins para desfrutarem dos banhos dos balneários formados por igarapés e as praias no período da vazante. Tendo em toda sua extensão uma estrada rodoviária que liga a comunidade até a cidade de Juruti no Estado do Para, passando pela comunidade da Valeria, localidade está bastante visitada por possuir um grande número de sítios arqueológicos. A gleba possui um bom números de escolas municipais que levam a educação das series iniciais até ao 9ª ano do ensino fundamental, por falta de escola do ensino médio regular nas comunidades foi implantada pelo Estado do Amazonas  o Ensino Médio Mediado por Tecnologia, dando aos jovens e adultos a oportunidade o termino do ensino médio, proporcionando-os alunos a ingressar em uma faculdade ou em um curso profissionalizante, proporcionando uma economia e avanço cultural na comunidade.

Artigo: Jorge Monteiro

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