Boi Caprichoso

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Boi Caprichoso
Fundação
  • 20 de outubro de 1913, segundo a própria diretoria[1]
  • Ano de 1925, de acordo com Odineia Andrade, Maria Inácia Gonzada e Maria do Carmo Monteverde[2]
Cores Azul e Branco
Símbolo Estrela
Bairro Francesa
Presidente Joilto Azêdo (triênio 2014-2016)
Apresentador Junior Paulain
Levantador de toadas David Assayag
Pajé Waldir Santana
Cunhã-poranga Maria Azêdo
Sinhazinha da Fazenda Karyne Medeiros
Porta-Estandarte Jéssica Tavares
Rainha do Folclore Brena Dianná

A Associação Cultural Boi-Bumbá Caprichoso, mais conhecida como Boi Caprichoso, é representada pela cor azul e é uma das duas agremiações de boi-bumbá rivais que competem anualmente no Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas.

Símbolo, cores, origem do nome, curral[editar | editar código-fonte]

O Caprichoso defende as cores azul e branco. Seu símbolo é a estrela azul, a qual exibe em sua testa. É o Guardião da Floresta, do folclore parintinense, do imaginário caboclo e do lendário dos povos indígenas. O nome, Caprichoso, teria um significado intrínseco a ele, isto é, pessoas cheias de capricho, trabalho e honestidade. O sufixo “oso”, significando provido ou cheio de glória. Quando somados, “capricho” mais “oso”, poder-se dizer que é extravagante e primoroso em sua arte.

Para compreender o surgimento do Caprichoso e do folclore de Parintins, ler a obra "A verdadeira História do festival de Parintins" de Raimundinho Dutra, versador tradicional deste bumbá, oriundo de uma família tradicional do boi azul. O local de realização dos festejos particulares, conhecido popularmente como curral, é chamado de Zeca Xibelão, uma homenagem ao primeiro tuxaua do boi-bumbá Caprichoso, falecido em 1988, e se localiza na parte considerada como azul da cidade. Quem separa os lados de cada bumbá é a Catedral de Nossa Senhora do Carmo.

História[editar | editar código-fonte]

Há muita controvérsia sobre a história do Boi-Bumbá Caprichoso, uma vez que os bois folclóricos do Amazonas não eram associações legalmente registradas nem possuíam farta cobertura da imprensa até a criação do Festival. Tudo o que se sabe atualmente foi levantado por pesquisadores a partir de entrevistas a membros das duas entidades, além de consultas a outros registros da tradição oral parintinense.[1]

Some-se a isso o fato que a extrema rivalidade com o contrário faz com que ambas as entidades busquem se afirmar como a mais antiga, o que leva seus torcedores e integrantes a defenderem teses que sugerem datas de fundação mais remotas.[1]

A diretoria do Caprichoso afirma, baseada em algumas versões da tradição oral, que o boi foi fundado por João Roque, Félix e Raimundo Cid, em 20 de outubro de 1913.[1] [3] Os três fundadores seriam irmãos, nascidos em Crato, que se mudaram para Parintins devido ao Ciclo da Borracha. Ainda segundo esta versão, o boi recebeu esse nome devido à sugestão de um advogado, de nome José Furtado Belém, que conhecida um outro boi, de nome Caprichoso, que existia no bairro da Praça 14 de Janeiro, em Manaus, capital do estado. Defensores desta tese alegam ainda que "Touro Galante" seria o apelido do Caprichoso à época.

Por outro lado, alguns moradores antigos da cidade afirmam que na verdade, o Galante era um boi fundado em 1913, boi este que foi citado em canções de Lindolfo Monteverde, fundador do contrário, como seu então rival. O Galante teria sido criado por Emílio Vieira, o "Tracajá". Após uma briga com os irmãos Cid, estes teriam criado o Caprichoso, em substituição ao Galante[4] , de forma que seria o Caprichoso uma dissidência do Boi Galante, criado, não se sabe exatamente se em 1925 ou 1929.[5]

A professora e folclorista parintinense Odinéia Andrade afirma que o bumbá foi fundado em 1925 pelos irmãos Cid, que vindo do Ceará, passaram pelos estados do Maranhão e Pará, até chegarem à ilha, onde fizeram uma promessa a São João Batista para obterem prosperidade na novo município. Isso teria sido moti­vado pelas influências recebidas pelos Cid durante a trajetória até a ilha, quando puderam conhecer vários folguedos juninos por onde passaram. Duas manifestações folclóricas chamaram a atenção: o Bumba-Meu-Boi, maranhense, e a Ma­rujada paraense. Odinéia Andrade (2006) afirma que o Boi Caprichoso assimilou elementos desses dois folguedos, uma vez que o bumbá adotou como cores oficiais o azul e o branco, usadas nos trajes dos marujos, e denominou seu grupo de batuqueiros, responsáveis pelo ritmo na apresentação do boi de Marujada de Guerra.

No entanto, a controvérsia maior fica por conta dos descendentes do parintinense Luiz Gonzaga[2] (sem qualquer relação com o "rei do baião"), que em 2013 realizaram manifestação buscando o reconhecimento deste como fundador do boi. Maria Inácia Gonzaga, filha do suposto fundador, afirmou que os irmãos Cid foram na realidade fundadores do Boi Galante, em 1913, enquanto seu pai teria fundado o Caprichoso em 1925.[2] Sua versão foi confirmada por Maria do Carmo Monteverde, filha do fundador do contrário, que afirmava que Luiz Gonzaga e seu pai, Lindolfo, eram amigos.[2]

Segmentos[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Nome Mandato Ref.
Joilto Azêdo 1997 - 1998 (primeiro mandato)
Joilto Azêdo 1999 - 2000 (segundo mandato)
Dodózinho Carvalho 2001 - 2002
César Oliveira 2003 - setembro de 2005
Carmona Oliveira Filho setembro de 2005 - setembro de 2007 (primeiro mandato)
Carmona Oliveira Filho setembro de 2007 - setembro de 2010 (segundo mandato)
Márcia Baranda setembro de 2010 - setembro de 2013
Joilto Azêdo setembro de 2013 - setembro de 2016 [6]

Elementos[editar | editar código-fonte]

As toadas[editar | editar código-fonte]

Até o final dos anos 80 as toadas eram músicas cujas letras exaltavam o boi e demais personagens como Pai Francisco, a Sinhazinha, dentre outros, além de exaltarem a cultura cabocla parintinense.

No início dos anos 90, a temática indígena que foi introduzida com sucesso no Boi Bumbá de Parintins,ganhou mais força, principalmente com o advento dos rituais indígenas, que se tornaram o ponto alto do Festival.O Boi Caprichoso foi o que melhor utilizou a temática, alcançando grande destaque graças ao sucesso que crítica e público concederam a toadas indígenas como Fibras de Arumã, Unankiê, e Kananciuê.

Com o sucesso de tais toadas, O público da capital, Manaus, que gostava timidamente do ritmo, passou a abraçar a toada e a adotou como símbolo da cultura amazonense.

No ano seguinte, o grupo Canto da Mata, composto por Geraldo Brasil, Cabá, Pampa, Aluízio Brasil, Alex Pontes, Maílzon Mendes, Alceo Ancelmo e Neil Armstrong, iniciou um outro estilo de toada que também tomaria conta do grande público de Manaus e de Parintins, a Toada Comercial. Em 1995, com o uso dos teclados - que tinham sido usados pela primeira vez de maneira tímida em 1994 - o grupo compôs a toada Canto da Mata, que foi um grande sucesso nas rádios e ajudou o Boi Caprichoso a vencer o Festival. Em 1997, compuseram uma toada que se tornou fenômeno no Amazonas: Ritmo Quente, grande sucesso nos ensaios do boi e também em eventos turísticos da Capital Manaus, como o Boi Manaus e o Carnaboi.

A galera[editar | editar código-fonte]

Em 1988, ano de inauguração do Bumbódromo oficial de Concreto Armado e Alvenaria. Antes, o local era todo feito de madeira -, o jovem Arlindo Júnior assumiu o posto de Levantador de Toadas, em 1989, iniciando um trabalho de evolução da galera. Durante os primeiros anos da década, Arlindo fez a galera executar diversas coreografias novas com as mãos. A partir de 1996, iniciaram os chamados Medleys, mistura de vários arranjos durante os quais a galera executava coreografias com os braços que causavam grande impacto na arena. No ano de 2010, o levantador de toadas David Assayag (ex-Contrário), que sempre teve raíz azul e branca - pois iniciou no Caprichoso (1991) e só em 1995 foi para o contrário - volta ao Boi Caprichoso como Levantador Oficial de Toadas.

Os rituais[editar | editar código-fonte]

Em 1994 o Boi Bumbá Caprichoso, deu um espetáculo inesquecível com belíssimas alegorias, tudo culminando num momento mágico: o ritual indígena. Naquele ano foram encenados os rituais Unankiê, Fibras de Arumã e Urequeí.

Em 1995 foram outros três grandes rituais: Lagarta de Fogo, Templo de Monan e o inesquecível ritual Kananciuê, que mostrava um Urubu-Rei lutando com o pajé, Valdir Santana. Durante esse ritual, a Marujada parou e pela primeira vez houve texto em uma apresentação de ritual: o pajé perguntava "onde está a luz" e o urubu-rei respondia "eu não sei". No momento em que o urubu foi derrotado, um espetáculo pirotécnico saiu de dentro da alegoria representando a libertação da luz, para delírio e êxtase da galera.

Os campeonatos[editar | editar código-fonte]

O primeiro título conquistado pelo Boi Caprichoso foi em 1969, na segunda edição do Festival Folclórico de Parintins em que houve a disputa entre as duas agremiações folclóricas. Na década de 1970, o Caprichoso foi o primeiro boi a conquistar uma sequência arrebatadora de títulos, tendo faturado um tetracampeonato (1976 a 1979. A história desse feito é curiosa: depois de ser derrotado em 1976 e em 1977, no ano seguinte, em 1978, o boi contrário se evadiu da disputa oficial, alegando que o novo local das apresentações (à época o Parque das Castanholeiras) era impróprio, sagrando como tricampeão o Boi Caprichoso, que tornou-se tetracampeão em 1979[7] .

Na década de 1980, venceu os festivais de 1985 e 1987. Em 1982, o Boi Caprichoso, em protesto por ter demorado a receber as verbas públicas, uma vez que o boi contrário havia recebido da prefeitura com bastante antecedência, decidiu não participar no festival, alegando que a disputa seria injusta, dado o tempo restado para a confecção de um boi que pudesse competir à altura.

A década de 1990 representou um dos melhores momentos da história do Boi Caprichoso. De 1990 a 1999, ganhou seis dos dez festivais disputados, tendo faturado um tricampeonato (1994-1996) na época em que a festa de Parintins ganhava o Brasil e o mundo. Teria conquistado o seu tetracampeonato em 1997, levando em consideração apenas a soma dos pontos dados pelos jurados à apresentação na arena. A derrota, porém, adveio de uma penalidade imposta pelos jurados ao apresentador Gil Gonçalves. No entanto, o Touro Negro deu a volta por cima sagrando-se campeão no ano seguinte, em 1998 - uma conquista indiscutível em que um dos fatos mais marcantes foi o cantor Arlindo Júnior ter ocupado o posto de apresentador e levantador de toadas ao mesmo tempo, e ainda ter vencido nos dois itens.

Em 2000, protagonizou com o boi contrário o primeiro empate da história do Festival de Parintins em uma apuração controversa (um jurado não deu uma nota ao Boi Caprichoso). Ainda nessa década, faturou o festival de 2003 e um bicampeonato (2007 e 2008).

De 2010 até hoje, o Boi Caprichoso tem protagonizado disputas equilibradas com o boi contrário. Foi campeão em 2010, 2012 e em 2015 - ganhando, assim, o título definitivo de campeão do cinquentenário do Festival de Parintins.

Itens que concorrem no Festival[editar | editar código-fonte]

Levantador de toada[editar | editar código-fonte]

o levantador de toadas, com sua extensão de voz afinada, é quem tem a missão de entoar as toadas que sustentam o espetáculo, por toda sua duração, a qual da harmonia ao desenvolvimento do tema.Esse item está no contexto das festas em Parintins desde o início, quando o boi

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saia na rua e eram entoadas verdadeiras declarações de amor, exaltando o Caprichoso. Também eram versados os desafios e provocações para os bois contrários da época.

Apresentador[editar | editar código-fonte]

É o mestre de cerimônia que conduz o espetáculo. Ao seu comando, conduz a tradicional chamada "olha o boi, olha o boi, olha o boi..." dando inicio a apresentação. Esse item também efetua o trabalho de narrador, fazendo a introdução às lendas, rituais e demais itens, apresentando-os convenientemente. É função do apresentador chamar a atenção dos jurados e demais presentes para os itens em suas evoluções na arena.

Amo do Boi[editar | editar código-fonte]

É o personagem que representa o dono da fazenda aonde brinca o boi Caprichoso. O amo busca na herança nordestina dos repentes e versos de improviso, a inspiração para cantar e contar em falsetes a poesia cabocla, a história do boi de Parintins. É um personagem do auto do boi, oriundo também das brincadeiras nordestinas, migradas para Parintins junto com os fundadores, os irmãos Cid.Com isso o amo do boi Caprichoso, representa a figura de Roque Cid, o criador e primeiro dono do Boi Caprichoso.

Sinhazinha da Fazenda[editar | editar código-fonte]

Representa a filha do Amo do Boi, cujo brinquedo de estimação é o Boi Caprichoso.Ela evolui com graça e alegria, exibindo sua indumentária que representa toda a pujança dos vestidos das sinhás dos tempos coloniais, reverenciando as influências da cultura do branco, importante na formação do povo parintinense.

Cunhã-Poranga[editar | editar código-fonte]

É a mulher mais bela das tribo do Caprichoso, tem na sua essência a garra, o mistério e o espírito guerreiro das lendárias Amazonas, expressando em sua dança os sentimentos de amor e paixão.

Porta-Estandarte[editar | editar código-fonte]

Responsável por conduzir, o símbolo do boi em movimento, o estandarte azul e branco.A paixão e o encanto pelo azul influenciam sua evolução na arena, sempre caracterizadas pela elegância, garra e simpatia na maneira de reverenciar o estandarte, representação da sabedoria cabocla da parintinense, da tradição popular e da cultura indígena da Amazônia.

Rainha do Folclore[editar | editar código-fonte]

Ela personifica a geografia de mistérios e beleza do folclore da Amazônia, reinando absoluta nesse universo de sonhos, encantando a todos com seu bailado e pela exuberância de suas indumentárias.A rainha é a guardiã do folclore, traz a alegria e a magia de brincar de boi em sincronia com a diversidade cultural da vida existente na floresta.Sua presença na arena significa que todos os entes da mata compactuam dessa mesma alegria e sentimento de respeito pela cultura e pela natureza.

Pajé[editar | editar código-fonte]

O pajé é um item importante na regionalização da festa. Aqui nas representações do auto do boi, mãe Catirina, grávida, deseja comer a língua do boi preferido do patrão, forçando o seu marido, o Pai Francisco, a matar o boi e arrancar a língua para satisfazer os desejos da grávida. Ao fim o boi é ressuscitado pelo curandeiro local, com poderes sobrenaturais, o poderoso Pajé.O Pajé interpreta em sua apresentação o feiticeiro, o curandeiro, o mago das transmutações, fascinando pelos cantos, pelas rezas, danças e rituais.Com o poder mágico das ervas, repete o gesto de invocar os espíritos sagrados pedindo proteção aos ancestrais para expulsar o ser maléfico. Após anos de evolução da festa, o Pajé ganhou importância no enredo do espetáculo, migrando em definitivo para a parte tribal da festa, encenando os ritos e lendas indígenas. Sendo a aparição desse item um dos momentos mais aguardados de cada noite.

Projeto social[editar | editar código-fonte]

Desde 1997 o Boi Caprichoso mantém através de sua fundação, a Escola de Artes Irmão Miguel de Pascalle, conhecida também como "Escolinha de Artes Caprichoso", criada na gestão do então presidente Joilto Azedo. Inicialmente de forma tímida como um projeto experimental envolvia cerca de 50 crianças. Nos dias Atuais, a escola de artes atende mais de 700 jovens entre 07 a 20 anos no compromisso de iniciação artística, no apoio aos esportes e auxilio no reforço escolar. Este Projeto já atende a demanda interna do boi Caprichoso em praticamente todos os seus setores, que concorrem o festival e em especialmente na parte artística e musical.

Para participar das atividades e laboratórios da escola, é preciso apenas estar matriculados na rede de ensino formal. As crianças e adolescentes não precisam torcerem para o Caprichoso para serem aceitas, tanto que a escola já revelou itens inclusive para o boi contrário.

Temas[editar | editar código-fonte]

É a temática que o boi desenvolve ao longo de suas apresentações no Festival Folclórico de Parintins, a seguir os temas defendidos pelo Boi Caprichoso de 1980 a 1987 na era pré Bumbódromo, e a partir de 1988 na era Bumbódromo.

  • 1980 - Diamante Negro (Autor: Acinelcio Pereira Vieira)
  • 1981 - Diamante Negro (Autor: Acinelcio Pereira Vieira)
  • 1982 - Diamante Negro (Autor: Acinelcio Pereira Vieira)
  • 1983 - O Indomável (Autores: Odinéia Andrade e José Maria Pinheiro)
  • 1984 - O Infinito (Autor: Acinelcio Pereira Vieira)
  • 1985 - Negrão Maravilha (Autores: Acinelcio Pereira Vieira e José Maria Pinheiro)
  • 1986 - Arte, Amor e Paz (Autor: Jair Mendes)
  • 1987 - Revolução da Arte no Mundo (Autor: Odinéia Andrade)
  • 1988 - Rei Negro, Tributo a Liberdade (Autores: João Afonso do Amaral)
  • 1989 - A Força da Natureza (Autores: Odinéia Andrade, Valda, Milca Maia, Laura)
  • 1990 - Raízes de um Povo (Autores: Antônio Amadeu O. Lopes, Antônio José Cansanção)
  • 1991 - Cultura Cabocla (Autor: Odinéia Andrade)
  • 1992 - A Arte de Folclorear (Inspirada na música de Chico da Silva)
  • 1993 - No Silêncio da Mata, Rufa Tamurá (Autor: Júnior de Souza)
  • 1994 - Capricho dos Deuses (Autor: Hélio Omar Conceição Ribeiro)
  • 1995 - Luz e Mistérios da Floresta (Autor: Maria Ednelza Ferreira Cid)
  • 1996 - Criação Cabocla (Autores: Mirtes Fernandes e Cora Carro Carvalho)
  • 1997 - O Boi de Parintins (Autor: Simão Elias Assayag)
  • 1998 - 85 Anos de Cultura (Autor: Simão Elias Assayag)
  • 1999 - Faz da Arte Sua História
  • 2000 - A Terra é Azul
  • 2001 - Amor e Paixão
  • 2002 - Amazônia Cabocla de Alma Indígena
  • 2003 - 90 Anos de Raízes e Tradições na Amazônia
  • 2004 - Amazonas Terra do Folclore, Fonte de Vida
  • 2005 - A Estrela do Brasil
  • 2006 - Amazônia Solo Sagrado
  • 2007 - O Eldorado é Aqui
  • 2008 - O Futuro é Agora
  • 2009 - Amazonas, Onde o Verde Encontra o Azul
  • 2010 - O Canto da Floresta
  • 2011 - A Magia Que Encanta
  • 2012 - Viva a Cultura Popular!
  • 2013 - O Centenário de uma Paixão
  • 2014 - Amazônia Táwapayêra
  • 2015 - Amazônia
  • 2016 - Viva Parintins!

Vitórias[editar | editar código-fonte]

1969, 1972, 1974, 1976, 1977, 1979, 1985, 1987, 1990, 1992, 1994, 1995, 1996, 1998, 2000 (empate), 2003, 2007, 2008, 2010, 2012, 2015.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d Leandro Tapajós (11 de Junho de 2012). «O nascer do boi-bumbá de Parintins e seu crescimento». Consultado em 15/06/2013. 
  2. a b c d Amazônia na Rede (09/06/2013). «Família Gonzaga exige reconhecimento do Patriarca como fundador do Boi Caprichoso». Arquivado desde o original em 10/03/2014. Consultado em 16/06/2013. 
  3. Aldaci Castro - Historiadora / Boi Caprichoso. «Nossa História». Consultado em 16/06/2013. 
  4. BRAGA, Sérgio Ivan. Os Bois-Bumbás de Parintins. EDUA, 2002. pág 358. Tese de Doutoramento apresentada ao programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP como requisito parcial à obtenção do grau de Doutor em Antropologia.
  5. CUNHA, P. J. & VALENTIN, A. Caprichoso, A Terra é Azul
  6. A Crítica. «Joilto é o novo presidente do Boi-Bumbá Caprichoso». Arquivado desde o original em 03/04/2014. Consultado em 03/04/2014. 
  7. Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti (agosto de 1999). O Boi-Bumbá de Parintins, Amazonas: breve história e etnografia da festa. Visitado em 11/07/2015

Ligações externas[editar | editar código-fonte]