Luiz Gonzaga

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Luiz Gonzaga
O Rei do Baião
Informação geral
Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento
Também conhecido(a) como
Nascimento 13 de dezembro de 1912
Local de nascimento Exu, Pernambuco
Morte 2 de agosto de 1989 (76 anos)
Local de morte Recife, Pernambuco
Nacionalidade brasileiro
Gênero(s)
Filho(s) Gonzaguinha
Instrumento(s) vocal
acordeão
zabumba
triângulo
Modelos de instrumentos 120 baixos[1]
Período em atividade 1940-1989 (49 anos)
Outras ocupações Foi soldado do Exército Brasileiro por dez anos. Era corneteiro.[1]
Gravadora(s) RCA
EMI-Odeon
Discos Copacabana
Afiliação(ões)
Página oficial http://www.gonzagao.com.br/

Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor e cantor brasileiro.[2] Conhecido como o Rei do Baião, ele foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira.[3]

Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou as festas juninas e os forrós pé-de-serra, bem como o relato sobre a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o baião, o xote e o xaxado.

Admirado por músicos como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, o genial instrumentista e sofisticado criador de melodias e harmonias ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).[4][2]

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Em 1957.

Nasceu na sexta-feira, dia 13 de dezembro de 1912, numa casa de barro batido na Fazenda Caiçara povoado do Araripe, a 12 km da área urbana do município de Exu, extremo noroeste do estado de Pernambuco, cidade localizada a 610 km da capital pernambucana, Recife, a 69 km do Crato e a 80 km de Juazeiro do Norte (as duas últimas já situadas no Ceará, estado com o qual Exu faz divisa). Foi o segundo filho de Ana Batista de Jesus Gonzaga do Nascimento, conhecida na região por ‘Mãe Santana’, e oitavo de Januário José dos Santos do Nascimento. O padre José Fernandes de Medeiros o batizou na matriz de Exu em 5 de janeiro de 1920.[5][6]

Deveria ter o mesmo nome do pai, mas na madrugada em que nasceu, seu pai foi para o terreiro da casa, viu uma estrela cadente muito luminosa e mudou de ideia. Era também o dia de Santa Luzia e também mês do Natal, o que explica seu nome, "Luiz",que foi dado em homenagem a Santa Luzia, a estrela cadente e ao natal. Este nome tem tudo a ver com a época que nascera, e quer dizer "brilho, luz".

A cidade que nascera fica ao sopé da Serra do Araripe, e inspiraria uma de suas primeiras composições, "Pé de Serra". Seu pai trabalhava na roça, num latifúndio, e nas horas vagas tocava acordeão; também consertava o instrumento. Foi com ele que Luiz aprendeu a tocá-lo. Não era adolescente ainda quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai. Autêntico representante da cultura nordestina, manteve-se fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sudeste do Brasil.[4] O gênero musical que o consagrou foi o baião.[2] A canção emblemática de sua carreira foi Asa Branca, composta em 1947 em parceria com o advogado cearense Humberto Teixeira.

Antes dos dezoito anos, Luiz teve sua primeira paixão: Nazarena, uma moça da região. [7] Foi rejeitado pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, que não o queria para genro, pois ele não tinha instrução, era muito jovem e sem maturidade para assumir um compromisso. Revoltado com o rapaz, ameaçou-o de morte. Mesmo assim Luiz e Nazarena namoraram por meses escondidos e planejavam casar-se. Januário e Ana, pais de Luiz, lhe deram uma surra ao descobrirem que ele se envolveu com a moça sem a permissão da família dela, e ainda mais por Luiz tê-la desonrado: Os dois disseram isto propositalmente, com o intuito de serem obrigados a se casar. Na época, a moça tinha que casar virgem e se houvesse relação sexual antes do matrimônio o homem era obrigado a casar-se ou morreria. Nazarena revelou ao pai o ocorrido e foi espancada por ele. Por sorte Nazarena não engravidou de Luiz. O Coronel Raimundo ficou enfurecido e tentou matar Luiz, que o enfrentou na luta. Raimundo revela que, mesmo desonrada, iria arrumar um casamento para a filha com um amigo mais velho que já sabia da situação dela, ou a internaria num convento, mas com Luiz ela não se casaria. Revoltado por não poder casar-se com Nazarena, e por não querer morrer nas mãos do pai dela, Luiz Gonzaga saiu de casa e ingressou no exército no Crato. Durante nove anos viajou por vários estados brasileiros, como soldado, sem dar notícias à família. A partir de então passou a se relacionar com diversas mulheres, mas sem compromisso de namoro.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Estátua de bronze que, ao lado da escultura de Jackson do Pandeiro, está em frente ao Açude Velho de Campina Grande.

Antes de ser o rei do baião, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. A partir daí começou a se interessar pela área musical.

Em 1939, deu baixa do exército na cidade do Rio de Janeiro: Estava decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou tocando em bares, cabarés e programas de calouros. No início da carreira, apenas solava acordeão em choros, sambas, foxtrotes e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata. Até que, em 1941, no programa de Ary Barroso, foi aplaudido executando Vira e Mexe, com sabor regional, de sua autoria.[8] O sucesso lhe valeu um contrato com a gravadora RCA Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Vira e mexe foi a primeira música que gravou em disco.

Veio depois sua primeira contratação, pela Rádio Nacional. Lá conheceu o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava trajes típicos da sua região. Daí surgiu a ideia de apresentar-se vestido de vaqueiro, figurino que o consagrou como artista.

Em 11 de abril de 1945, gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.

Entre 1951 e 1952 o Colírio Moura Brasil celebrou um contrato de puro teor promocional com o cantor, então o maior nome de cultura de massa no Brasil, custeando-lhe a excursão por todo o país, fato este registrado por Gilberto Gil.[9]

Vida pessoal e familiar[editar | editar código-fonte]

Em 1970.

Em 1945 conheceu em uma casa de shows da área central do Rio, uma cantora de coro e samba, chamada Odaléia Guedes dos Santos, conhecida por Léia, por quem se apaixonou. A moça estava grávida de um filho que não era de Luiz. Foram morar em uma casa alugada, e Luiz assumiu a paternidade da criança, um menino, dando-lhe seu nome: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior. A relação entre eles foi bem no começo, mas depois começou a se desestabilizar e tornar-se conflituosa, levando Odaléia a sair de casa com o filho, e assim, o casal separou‐se com menos de dois anos de convivência. Luiz a buscou na pensão onde ela voltou a viver, e não aceitava que ela saísse de casa, mas depois decidiu deixá-la lá com o filho. Léia, então, voltou a trabalhar como dançarina e cantora, e criou o filho sozinha, mas Luiz a ajudava financeiramente e visitava o menino.[2]

Em 1946, Luiz voltou pela primeira vez a Exu, sua cidade natal e reencontrou seus pais, Januário e Ana, que havia anos não sabiam nada sobre o filho e sofreram muito esse tempo todo. O reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, em parceria com Humberto Teixeira. Ele ficou meses vivendo com os pais e irmãos, mas logo voltou ao Rio de Janeiro.

Ao chegar ao Rio, ainda em 1946, conheceu a professora pernambucana Helena Cavalcanti, em um show que fez, e começaram a namorar, apaixonando-se novamente. Ele precisava de uma secretária para cuidar de sua agenda de shows e de seu patrimônio financeiro, e antes de a pedir em namoro, quis estreitar mais os laços e tirar a timidez dela, a convidando para ser sua secretária. Helena precisava de um salário extra para ajudar os pais, já idosos, com quem ainda morava, e aceitou. Nos dias em que não dava aula para crianças do primário, cuidava das finanças de Luiz em um escritório que ele montara. Eles noivaram em 1947 e casaram-se em 1948, permanecendo juntos até o fim da vida de Luiz. Não tiveram filhos biológicos. Helena tentou não conseguia engravidar e então adotaram uma criança, uma menina recém nascida, a quem batizaram de Rosa Cavalcanti Gonzaga do Nascimento.[10]

Ainda em 1947, a sua primeira companheira Léia morreu de tuberculose, quando seu filho Gonzaguinha tinha dois anos e meio. Luiz queria levar o menino para morar com ele e pediu para Helena criá-lo como se fosse dela, mas Helena não aceitou, assim como sua mãe Marieta. O casal na época ainda não tinham adotado Rosa, e Helena queria uma filha, não um filho, e também não queria nenhuma ligação com o passado do marido, e mandou ele escolher entre ela ou a criança. Luiz, muito abalado, decidiu manter o casamento, e não viu saída: entregou Gonzaguinha para seus compadres, os padrinhos de batismo da criança, Leopoldina, apelidada de Dina, e Henrique Xavier Pinheiro. Este casal, apesar de muito pobre, criou o menino com seus outros filhos no Morro do São Carlos. Luiz sempre visitava Gonzaguinha e o sustentava financeiramente. Xavier o considerava filho de verdade e lhe ensinava viola, e o menino considerava Dina como sua mãe.[10]

Os anos passaram e Gonzaguinha jamais aceitou o pai ter ficado com a esposa e não tê-lo criado. Luiz passou a visitar cada vez menos o rapaz durante a sempre que se encontravam, discutiam. Dina e Xavier tentavam unir pai e filho, mas Helena passou a espalhar para todos que Luiz era estéril e não era o pai do rapaz. Isso acarretava brigas entre ele e Helena, que usava a filha Rosa, dizendo que se ele não parasse de visitar o filho, Luiz não veria mais a menina. Luiz Gonzaga ficava furioso com os ataques de ciúme e chantagem de Helena, e sempre desmentia para todos a história da paternidade de Luizinho, já que não queria que ninguém soubesse que o menino era seu filho somente no registro civil. Amava o menino de fato, independente de não ser seu filho de sangue.[10]

Gonzaguinha tornou-se rebelde e não aceitava o pedido do pai de ir morar com ele, mesmo que para isso ele tenha que se separar da esposa. O rapaz considerava seus padrinhos como seus pais. Tudo piorou quando ele ouvia boatos sobre sua paternidade, e enfim, após uma grande explosão de raiva e discussão, descobriu não ser filho verdadeiro de Luiz Gonzaga, que tentou desmentir a história, até que teve uma conversa franca, revelando toda a verdade. Gonzaguinha revoltou-se e parou de falar com o Luiz. Apesar da infância pobre, cresceu feliz ao lado dos irmãos de criação e dos pais de acolhimento. Nesta época Gonzaguinha contraiu tuberculose, aos 14 anos, e quase morreu. O tempo passou e aos 16 anos, Luiz o pegou para o criar e o levou a força para a Ilha do Governador, onde morava, mas por ser muito autoritário e a esposa destratar o garoto, o que gerava brigas entre Luiz e Helena, Gonzaga mandou o filho ao internato. Luiz Gonzaga enfrentou a esposa, e disse que se quisesse, ela poderia ir embora, mas que Luizinho ficaria morando com eles, e que se ela tentasse tirar Rosa dele, iria na justiça. Helena saiu de casa com a filha e ficou alguns meses morando com os pais e a filha, e Luiz ia visitá-las, até que voltou para seu lar. Helena detestava o rapaz e vivia implicando com ele, humilhando, e por isso Gonzaguinha também não gostava da madrasta, o que os afastou e causou mais brigas entre pai e filho, quando o rapaz passou a beber e trazer amigos e mulheres para dentro de casa na ausência da família, o que fez com que Luiz passasse dar razão à esposa. Não vendo saída, internou o jovem em um colégio interno, para desespero de Dina e Xavier. Logo depois ele voltou, mas Luiz o internou novamente e ele só saiu de lá aos 18 anos.[4]

Ao crescer, a relação ficou mais tumultuada, com Gonzaguinha entregando-se ao vício do álcool. Depois de buscar tratamento, conseguiu concluir a universidade (nessa época ele morava na Tijuca), tornando músico como o Luiz Gonzaga. Os dois ficaram mais unidos quando, em 1979, viajaram o Brasil, compondo juntos.

Últimos anos, morte e legado[editar | editar código-fonte]

Mural do artista visual Eduardo Kobra em homenagem a Luiz Gonzaga no edifício da prefeitura do município onde o músico faleceu, Recife.

Luiz Gonzaga sofreu de osteoporose por anos. Em 2 de agosto de 1989, morreu vítima de Parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana.[4]. Seu corpo foi velado na Assembleia Legislativa de Pernambuco, em Recife e posteriormente sepultado em seu município natal.[11]

Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga é uma homenagem ao cantor.[12]

Em 2012 Luiz Gonzaga foi tema do carnaval da GRES Unidos da Tijuca, no Rio de Janeiro, com o enredo "O Dia em Que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão", fazendo com que a escola ganhasse o carnaval carioca daquele ano.[13]

Ana Krepp, da Revista da Cultura escreveu: "O rei do baião pode ser também considerado o primeiro rei do pop no Brasil. Pop, aqui, empregado em seu sentido original, de popular. De 1946 a 1955 foi o artista que mais vendeu discos no Brasil, somando quase 200 gravados e mais de 80 milhões de cópias vendidas. 'Comparo Gonzagão a Michael Jackson. Ele desenhava as próprias roupas e inventava os passos que fazia no palco com os músicos', ilustra [o cineasta] Breno [Silveira, diretor de Gonzaga — De pai para filho]. Foi o cantor e músico e também o primeiro a fazer uma turnê pelo Brasil. Antes dele, os artistas não saíam do eixo Rio-SP. Gonzagão gostava mesmo era do showbiz: viajar, fazer shows e tocar para plateias do interior."[14]

Em 2012, o filme de Breno Silveira, Gonzaga - De Pai pra Filho, narrando a relação conturbada de Luiz com o filho Gonzaguinha, em três semanas de exibição já alcançara a marca de um milhão de espectadores.[15]

Filatelia[editar | editar código-fonte]

Em 13 de dezembro de 2012 o Correio Brasileiro, seguindo uma tradição filatélica, emitiu um selo postal em homenagem ao centenário de nascimento de Luiz Gonzaga.[16]

Sucessos[editar | editar código-fonte]

  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1950), A dança da moda 
  • Almeida, Onildo (1957), A feira de Caruaru 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1953), A letra I 
  • ———; Barbalho, Nelson (1963), A morte do vaqueiro 
  • do Assaré, Patativa (1964), A triste partida 
  • Cordovil, Hervé; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1953), A vida do viajante 
  • Dantas, José ‘Zé’ (1952), Acauã 
  • ——— (1962), Adeus, Iracema 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1953), Á-bê-cê do sertão .
  • Cordovil, Hervé; Araújo, Manuel ‘Manezinho’ (1952), Adeus, Pernambuco 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1953), Algodão 
  • Beduíno; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1951), Amanhã eu vou 
  • Sampaio, Raul (1960), Amor da minha vida  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  • Teixeira, Humberto; Gonzaga, Luiz (1947), Asa Branca 
  • ———; Gonzaga, Luiz (1950), Assum-preto 
  • Ricardo, Júlio; de Oliveira (1964), Ave-maria sertaneja  Parâmetro desconhecido |firt2= ignorado (ajuda)
  • Teixeira, Humberto; Gonzaga, Luiz (1946), Baião 
  • Nasser, Davi; de Morais, Guio (1951), Baião da Penha 
  • Araújo, Manuel ‘Manezinho’; Renato, José ‘Zé’ (1952), Beata Mocinha 
  • Gonzaga júnior, Luiz ‘Gonzaguinha’; Gonzaga, Luiz (1965), Boi bumbá 
  • Cavalcanti, Armando; Caldas, Clécius (1950), Boiadeiro 
  • Gonzaga, Luiz (1964), Cacimba Nova  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  • Portela, Jeová; Gonzaga, Luiz (1946), Calango da lacraia 
  • Roxo, Amorim; Gonzaga, José ‘Zé’ (1998), «O Cheiro de Carolina», Sua Sanfona e Sua Simpatia 
  • Lobo, Fernando (1950), Chofer de praça  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  • Cavalcanti, Armando; Caldas, Clécius (1951), Cigarro de paia 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1950), Cintura fina 
  • Portela, Jeová; do Nascimento, Luiz Gonzaga; Lima, Miguel (1945), Cortando pano  Parâmetro desconhecido |authors3-link= ignorado (ajuda)
  • Silva, João; Oseinha (1987), De Fiá Pavi 
  • Barroso, Carlos; Teixeira, Humberto (1950), Dezessete légua e meia 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1954), Feira de gado 
  • do Nascimento, Alcebíades (1948), Firim, firim, firim  |último1= e |último= redundantes (ajuda); |nome2= sem |sobrenome2= em Authors list (ajuda)
  • Marcolino, José; do Nascimento, Luiz ‘Lua’ Gonzaga (1965), Fogo sem fuzil 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga (1964), Fole gemedor 
  • ———; Dantas, José ‘Zé’ (1950), Forró de Mané Vito 
  • Dantas, José ‘Zé’ (1962), Forró de Zé Antão 
  • Ramos, Severino, Forró de Zé do Baile  Texto " year 1964" ignorado (ajuda)
  • de Castro, Jorge; Ramos, José ‘Zé’ (1955), Forró de Zé Tatu 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga (1957), Forró no escuro 
  • ——— (1944), Fuga da África 
  • Queiroga, Luiz; Almeida, Onildo (1967), Hora do adeus 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1952), Imbalança 
  • Gonçalves, Alcides; Rodrigues, Lupicínio (1952), Jardim da saudade 
  • Rodrigues, Lupicínio (1952), Juca 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1954), Lascando o cano 
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1949), Légua tirana 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga ‘Gonzaguinha’ júnior (1964), Lembrança de primavera 
  • Granjeiro, Raimundo (1963), Liforme instravagante 
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1949), Lorota boa 
  • Torres, Raul (1948), Moda da mula preta 
  • de Araújo, Sílvio Moacir; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1953), Moreninha tentação 
  • de Morais, Guio (1950), No Ceará não tem disso, não 
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1947), No meu pé de serra 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1954), Noites brasileiras 
  • Marcolino, José; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1964), Numa sala de reboco 
  • Guimarães, Luiz (1965), O maior tocador 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1953), O xote das meninas 
  • Cavalcante, Rosil (1962), Ô véio macho 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; padre Gothardo (1981), Obrigado, João Paulo 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Valença, Nelson (1973), O fole roncou 
  • Barros, Antônio (1967), Óia eu aqui de novo 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Peter Pan (1951), Olha pro céu 
  • Soares, Elias (1967), Ou casa, ou morre 
  • Lima, Miguel; Paraguaçu (1946), Ovo azul 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Granjeiro, Raimundo (1955), Padroeira do Brasil 
  • Valente, Assis; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1946), Pão-duro 
  • Marcolino, José; do BNascimento, Luiz Gonzaga (1962), Pássaro carão 
  • de Morais, Guio; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1952), Pau-de-arara 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1955), Paulo Afonso 
  • ——— (1942), Pé de serra 
  • ———; Lima, Miguel (1945), Penerô xerém 
  • ———; Lima, Miguel (1946), Perpétua 
  • de Araújo, Sílvio Moacir (1952), Piauí 
  • Albuquerque; Silva, João (1965), Piriri 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Simon, Vítor (1950), Quase maluco 
  • ———; Lima, Miguel (1947), Quer ir mais eu? 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga (1965), Quero chá  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  • Pantaleão (1964), Padre sertanejo  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1950), Respeita Januário 
  • Ramalho, Luiz; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1974), Retrato de Um Forró 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1955), Riacho do Navio .
  • ———; Dantas, José ‘Zé’ (1951), Sabiá 
  • ———; Guimarães, Luiz (1964), Sanfona do povo 
  • Almeida, Onildo (1962), Sanfoneiro Zé Tatu 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1952), São-joão na roça 
  • ———; Dantas, José ‘Zé’ (1956), Siri jogando bola 
  • Asfora, Raimundo; Cavalcante, Rosil, Tropeiros da Borborema 
  • do Nascimento, Luiz Gonzaga; Dantas, José ‘Zé’ (1950), Vem, morena 
  • ——— (1941), Vira-e-mexe 
  • Teixeira, Humberto; do Nascimento, Luiz Gonzaga (1950), Xanduzinha 
  • Clementino, José (1967), Xote dos cabeludos  |nome2= sem |sobrenome2= em Authors list (ajuda)

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ano Álbum
1951 Olha pro Céu
1954 A História do Nordeste
1954 Luiz Gonzaga e Januário
1956 Aboios e Vaquejadas
1957 O Reino do Baião
1958 Xamego
1961 Luiz "LUA" Gonzaga
1962 Ô Véio Macho
1962 São João na Roça
1963 Pisa no Pilão (Festa do Milho)
1964 A Triste Partida
1964 Sanfona do Povo
1965 Quadrilhas e Marchinhas Juninas
1967 O Sanfoneiro do Povo de Deus
1967 Óia Eu Aqui de Novo
1968 Canaã
1968 São João do Araripe
1970 Sertão 70
1971 O Canto Jovem de Luiz Gonzaga
1971 São João Quente
1972 Aquilo Bom!
1972 Volta pra Curtir (Ao Vivo)
1973 Luiz Gonzaga
Ano Álbum
1974 Daquele Jeito...
1974 O Fole Roncou
1976 Capim Novo
1977 Chá Cutuba
1978 Dengo Maior
1979 Eu e Meu Pai
1979 Quadrilhas e Marchinhas Juninas, vol. 2 — Vire Que Tem Forró
1980 O Homem da Terra
1981 A Festa
1981 A Vida do Viajante — Gonzagão e Gonzaguinha
1982 Eterno Cantador
1983 70 Anos de Sanfona e Simpatia
1984 Danado de Bom
1984 Luiz Gonzaga & Fagner
1985 Sanfoneiro Macho
1986 Forró de Cabo a Rabo
1987 De Fiá Pavi
1988 Aí Tem
1988 Gonzagão & Fagner 2 — ABC do Sertão
1989 Vou Te Matar de Cheiro
1989 Aquarela Nordestina
1989 Forrobodó Cigano
1989 Luiz Gonzaga e sua Sanfona, vol. 2

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Videografia[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Ventura, Thiago (2 de agosto de 2009). «MPB completa 20 anos sem Luiz Gonzaga». Divirta‐se. Uai. Consultado em 30 de maio de 2012. 
  2. a b c d «Luiz Gonzaga — Biografia». R7. Letras.com. 17 de fevereiro de 2009. Consultado em 2 de agosto de 2012. 
  3. «O baião de Luiz Gonzaga na sala de aula». Nova Escola 
  4. a b c d «Luiz Gonzaga». Educação (biografia). UOL. Consultado em 2 de agosto de 2012. 
  5. José Fábio da Mota. «Rei do baião». Consultado em 1 de novembro de 2012.. Arquivado do original em 24 de agosto de 2007 
  6. Aparecida Carvalho. «Rei do baião». Consultado em 1 de novembro de 2012.. Arquivado do original em 18 de agosto de 2010 
  7. {{citar web|url= http://www.pe-az.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1399:gonzag%C3%A3o-reencontrou-seu-primeiro-amor&catid=39&Itemid=193%7Ctítulo= Gonzagão reencontrou seu primeiro amor|arquivourl= http://archive.is/7RKCY%7C arquivodata= 13 de junho de 2018|urlmorta= sim
  8. Rocha, Tatiana. «Luiz Gonzaga». BR: MPB net. Consultado em 30 de maio de 2012. 
  9. Jurema Mascarenhas Paes (2014). «Luiz Gonzaga: tradutor da discursividade do Nordeste». revista Algazarra, PUC-SP, nº 2/2014. Consultado em 15 de abril de 2016. 
  10. a b c Echeverria, Regina (2006). Gonzaguinha e Gonzagão. Uma história brasileira. [S.l.]: Ediouro. p. 15. 379 páginas. ISBN 85‐00‐02074‐1 Verifique |isbn= (ajuda) 
  11. Nordeste lembra 20 anos da morte de Luiz Gonzaga Diário do Nordeste, 1/8/2009
  12. «Descrição do Aproveitamento de Luíz Gonzaga». CHESF. Consultado em 24 de janeiro de 2013. 
  13. «Unidos da Tijuca é a campeã do Carnaval carioca de 2012». Terra Networks. 22 de fevereiro de 2012. Consultado em 24 de janeiro de 2013. 
  14. Krepp, Ana. «O Rei do Brasil Eleito pelo Povo». Revista da cultura. BR. Cópia arquivada em 31 de dezembro de 2012 
  15. «'Gonzaga — De Pai Pra Filho' chega a 1 milhão de ingressos». Veja. Rio: Abril. Arquivado do original em 22 de novembro de 2012 
  16. «Centenário do Nascimento de Luiz Gonzaga». Arquivado do original em 22 de maio de 2013 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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