Paraná

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Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Paranã. Para outros significados, veja Paraná (desambiguação).
Estado do Paraná
Bandeira do Paraná
Brasão de Armas do Paraná
Bandeira Brasão
Hino: Hino do Paraná
Gentílico: paranaense

Localização do Paraná no Brasil

Localização
 - Região Sul
 - Estados limítrofes Mato Grosso do Sul (NO)
São Paulo (N e L)
Santa Catarina (S)
 - Mesorregiões 10
 - Microrregiões 39
 - Municípios 399
Capital Brasão de Curitiba.svg Curitiba
Governo
 - Governador(a) Beto Richa (PSDB)
 - Vice-governador(a) Cida Borghetti (PP)
 - Deputados federais 30
 - Deputados estaduais 54
 - Senadores Álvaro Dias (Podemos)
Gleisi Hoffmann (PT)
Roberto Requião (PMDB)
Área  
 - Total 199 307,922 km² (15º) [1]
População 2016
 - Estimativa 11 242 720 hab. ()[2]
 - Densidade 56,41 hab./km² (12º)
Economia 2014
 - PIB R$ 348.1 bilhões ()
 - PIB per capita R$ 31.411 ()
Indicadores 2010/2015[3][4]
 - Esper. de vida (2015) 76,8 anos ()
 - Mort. infantil (2015) 9,7‰ nasc. (25º)
 - Alfabetização (2010) 94,2% ()
 - IDH (2010) 0,749 () – elevado [5]
Fuso horário UTC−03:00
Clima subtropical Cfa/Cfb
Cód. ISO 3166-2 BR-PR
Site governamental http://www.pr.gov.br

Mapa do Paraná

O Paraná é uma das 27 unidades federativas do Brasil, localizado ao norte da Região Sul, da qual é o único a ter área limítrofe com estados de outras regiões. Faz divisa com Mato Grosso do Sul a noroeste, São Paulo ao norte e ao leste, Santa Catarina ao sul, Argentina a sudoeste, Paraguai a oeste e oceano Atlântico a leste. Sua área é de 199 307,922 km², um pouco menor que a Romênia, país com formato semelhante. Está dividido em 39 microrregiões e 10 mesorregiões, subdivididos em 399 municípios. Sua capital é o município de Curitiba. Outros municípios importantes são Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, São José dos Pinhais e Foz do Iguaçu. É o quinto estado mais rico do Brasil pelo PIB, ficando atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.[6]

Seu território, que abrange toda a extensão da antiga República do Guairá à época do Império Espanhol, era a província mais nova do Império do Brasil, desmembrada de São Paulo em 1853, sendo seu primeiro presidente Zacarias de Góis. Foi criada por motivos diversos, podendo ser citados uma punição pela participação dos paulistas na Revolta Liberal de 1842, um acordo pelo apoio oferecido pelos paranaenses à Revolução Farroupilha e o cultivo lucrativo da erva-mate. É também o mais novo estado da Região Sul do Brasil, logo depois do Rio Grande do Sul (1807) e Santa Catarina (1738).

O estado é historicamente conhecido por sua grande quantidade de pinheirais espalhados pela porção do planalto sul, onde o clima é subtropical úmido, como nos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul enquanto o resto do Brasil é tropical. A espécie predominante na vegetação é a Araucaria angustifolia. Os ramos dessa árvore aparecem na bandeira e no brasão, símbolos adotados em 1947. Atualmente, esse ecossistema encontra-se muito destruído devido à ocupação humana.

O relevo do Paraná é dos mais altos do Brasil: 52% do território estadual tem altitude superior a seiscentos metros e somente 3% do território tem altitude inferior a trezentos metros. Os rios mais importantes do Paraná são o Paraná, o Iguaçu, o Ivaí, o Tibagi, o Paranapanema, o Itararé e o Piquiri e o clima do estado é classificado como temperado.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome do estado é derivado de "Paraná", termo da língua geral paraná, que significa "rio".[7] Refere-se ao rio Paraná, que delimita a fronteira oeste de seu território, onde ficava o salto de Sete Quedas (hoje submerso pela represa da Usina Hidrelétrica de Itaipu) na divisa com Mato Grosso do Sul, já na Região Centro-Oeste,[8] e com o Paraguai. O rio Paraná nasce da confluência dos rios Paranaíba e Grande, quase mais a oeste de Minas Gerais.[9] O potamônimo[nota 1] deu o nome à região, que foi elevada à categoria de província autônoma em 1853, desmembrando-se da Província de São Paulo, e à categoria de estado em 1889. A pronúncia "Paranã" era encontrada até há pouco tempo.[10][11] Os naturais do estado do Paraná são denominados paranaenses.[12]

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História do Paraná

Período colonial[editar | editar código-fonte]

Capitanias hereditárias (Luís Teixeira. Roteiro de todos os sinais..., c. 1586. Lisboa, Biblioteca da Ajuda

No período pré-cabralino, a região que atualmente constitui o estado do Paraná era habitada por diversos povos indígenas brasileiros por milhares de anos antes da chegada dos primeiros exploradores europeus à região.[13] Estes incluíam os carijós, no litoral, do grupo tupi, e os caingangues, no interior, do grupo .[13]

No período pré-colonial, a região ficou, no século XVI, esquecida por Portugal[14] e foi explorada por demais países, que buscavam especialmente madeira de lei. As mais importantes expedições foram as espanholas, trazendo os religiosos da Companhia de Jesus, que fundaram centros de povoamento no oeste do Paraná, estado cujo território pertencia em grande parte à coroa Espanhola. Em 1554, Ontiveros, a uma légua do Salto das Sete Quedas, foi fundada por Domingo Martínez de Irala, Governador do Paraguai.[15] Posteriormente, a três léguas de Ontiveros, foi fundada a Ciudad Real del Guayrá, na foz do Rio Piquiri.[15] E em 1576, os espanhóis fundaram à margem esquerda do rio Paraná, Vila Rica do Espírito Santo.[15] Com três cidades e diversas "reduções" ou "pueblos" a região era à época conhecida como "Provincia Real del Guaira".[16]

Nos primeiros anos do século XVII, depois de se descobrir ouro em terras paranaenses, os luso-brasileiros iniciaram a ocupação da região, por meio de bandeiras que saíam de São Vicente. Já em 1629, os estabelecimentos dos padres jesuítas, exceto Loreto e Santo Inácio, sofreram destruição completa dos bandeirantes paulistas[17] e, em 1632, Vila Rica, último reduto espanhol com capacidade para que fosse oferecida resistência, sofreu cerco e destruição por Antônio Raposo Tavares.[18] No Paraná, uma região aurífera foi descoberta, antes de Minas Gerais. Os povoadores foram fixados assim no litoral como no primeiro planalto paranaense. O povoamento era mais concentrado em Paranaguá, núcleo, por certa época, da sociedade mais meridional da América Portuguesa. Quarenta e quatro anos depois da fundação de Paranaguá (1648), em 1693, Curitiba foi elevada à categoria de vila, sendo transformada no centro que comandaria a expansão territorial do Paraná. Era muito difícil explorar o ouro, porque não eram conhecidos métodos de exploração decentes, e também porque a mão de obra era escassa. Dessa forma, durante a descoberta de ouro em Minas Gerais, o ouro do Paraná deixou de ser totalmente importante.[14] Apenas em 1820 o território ocidental do Paraná foi entregue à coroa portuguesa passando a ser politicamente anexo à Província de São Paulo, recebendo o nome de "Comarca de Curitiba".[19]

A Capitania de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá, fundada pelo Marquês de Cascais em 1656,[20] substituiu a Capitania de Santana,[21][22] que teve início na foz da baía de Paranaguá e fim na atual cidade catarinense de Laguna,[21][23][24][25] tendo como limites a Capitania de Santo Amaro (parte da segunda seção de Capitania de São Vicente) ao norte,[21] as águas salgadas do oceano Atlântico a leste[26] e o Governo do Rio da Prata e do Paraguay a oeste,[27] estados extintos delimitados pelo Tratado de Tordesilhas.[26][28] O povo parnanguara começou a dedicar-se à lavoura e o curitibano, à pecuária. Curitiba prosperou porque era necessário alimentar e transportar os mineradores das Minas Gerais. Depois que o Caminho Viamão-Sorocaba, o qual fazia a ligação entre o Rio Grande do Sul e São Paulo por meio da região de Curitiba, foi aberto, teve início uma fase nova no histórico paranaense: o tropeirismo, o qual se prolongou pelos séculos XVIII e XIX. Espalharam-se as fazendas de pecuária e a figura humana principal começou a ser o fazendeiro tropeiro, ou seja, aquele que vendia tropas de gado, principalmente muar.[14]

Período imperial[editar | editar código-fonte]

Dom Pedro II por volta dos 25 anos, dois anos antes da criação da província.

A comarca de Paranaguá e Curitiba, que integrava a Capitania de São Paulo, foi fundada em 19 de novembro de 1811. Mesmo depois que a independência do Brasil foi proclamada, a região submetia-se continuamente à Província de São Paulo. Em 6 de fevereiro de 1842, Curitiba foi elevada à categoria de cidade por uma lei provincial paulista. Em 29 de agosto de 1853, enfim, o imperador Pedro II do Brasil assinou a Lei Imperial nº 704, que criou a Província do Paraná, a qual foi criada por motivos diversos, podendo ser citados uma punição pela participação dos paulistas na Revolta Liberal de 1842, um acordo pelo apoio oferecido pelos paranaenses à Revolução Farroupilha e o cultivo lucrativo da erva-mate; Curitiba foi transformada em capital e Zacarias de Góis foi nomeado como o primeiro presidente da província. Naquele tempo, bem como o comércio de gado, a produção de erva-mate se expandiu muito. Devido à reduzida população provincial, foi iniciado um programa oficial de imigração europeia (especialmente poloneses, alemães e italianos), o qual colaborou para que fossem expandidas a colonização e o aparecimento de novas economias.[14]

No final do século XIX, a prosperidade econômica paranaense foi novamente impulsionada quando as ferrovias foram implantadas, porque isso possibilitou que a indústria de madeira crescesse, já que certas ferrovias faziam a ligação das matas de araucárias aos portos, como Paranaguá, e a São Paulo. Em igual tempo, o transporte de muares desapareceu, e isso causou uma crise na sociedade pastoril.[14]

Período republicano[editar | editar código-fonte]

Para listas mais abrangentes, consulte Lista de governadores do Paraná.
Panteon dos Heroes, onde jazem os corpos dos legalistas que combateram no Cerco da Lapa.

Depois que a República foi proclamada (1889), intensificou-se o povoamento do Paraná, principalmente na região das terras roxas do norte do estado. Ali fazendas cafeeiras e cidades foram estabelecidas nos talvegues dos rios Paranapanema, Cinzas e Jataí. Durante a administração do presidente Floriano Peixoto, a Revolução Federalista e a Revolta da Armada repercutiram no Paraná, no qual foram travadas uma grande variedade de combates. Em 1912, iniciou-se a Guerra do Contestado, conflito de oposição entre os habitantes empobrecidos da região que situa-se dentre os rios Uruguai, Pelotas, Iguaçu e Negro e as forças oficiais. Bem como isso, o Paraná e Santa Catarina disputavam a região, motivando a denominação Contestado. A guerra somente acabou completamente em 1916.[14]

Os revolucionários de 1930, os quais puseram Getúlio Vargas como presidente do Brasil, não precisaram encarar grande resistência no Paraná. Na administração de Vargas, o único governante foi Manuel Ribas (duas vezes como interventor, uma como eleito), o qual mereceu destaque por realizar obras de importância, como a Estrada do Cerne, o reaparelhamento do Porto de Paranaguá, além de rodovias interligando algumas cidades do estado e da melhoria da infraestrutura no quesito educação, saúde e demais áreas.[29] Nos anos 50, a ocupação territorial, que concluiu-se nos anos 60, foi efetivada.[14]

Antes de 1961, o Paraná era politicamente controlado por Moisés Lupion, por duas vezes governador (1947-1950, 1956-1961).[29] Lupion foi sucedido por Nei Amintas de Barros Braga, amigo dos militares,[30] também, ocupante do cargo por duas vezes (1961-1966; 1979-1982).[30] Escolhido por voto popular nas eleições de 1982, José Richa foi governante do estado antes de 1986.[31] Depois vieram os governantes eleitos Álvaro Dias (1987-1991)[32] e Roberto Requião (desde 1991).[33] Requião ficou no cargo até abril de 1994,[33] data de sua substituição por Mário Pereira, que concluiu o mandato.[34] Em 1994, foi eleito o candidato pedetista, Jaime Lerner, que assumiu em janeiro de 1995, e foi reeleito em 1998.[35] Requião venceu as eleições em 2002, permanecendo no cargo até 2007, um ano depois de ser reeleito em 2006. Em 2010,[33] assumiu seu vice Orlando Pessuti, que completou o mandato.[36] Beto Richa, filho do fluminense José Richa, foi eleito governador em 2010,[37][38][39][40] sendo reeleito em 2014.[41] O governo Beto Richa foi marcado por manifestações numa greve de professores e alunos da rede pública estadual em 2015.[42][43][44][45][46][47][48]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Geografia do Paraná
Pico Paraná, o ponto culminante da região Sul.

O Paraná é uma das 27 unidades federativas do Brasil, localizado a norte da região Sul, tendo como limites São Paulo ao norte e nordeste; com Santa Catarina ao sul; com Mato Grosso do Sul a noroeste; com os departamentos paraguaios de Canindeyú e Alto Paraná a oeste; e com a província argentina de Misiones a sudoeste.[49]

Com 199 307,922 km² de área, o estado possui 98 km de litoral, o segundo menor do Brasil, superado apenas pelo Piauí, com 68 praias.[50] Cortado a norte pelo Trópico de Capricórnio, o Paraná está situado entre os paralelos 22º30'58" de latitude norte e 26º43'00" de latitude sul e entre os meridianos 48º05'37" de longitude leste e 54º37'08" de longitude oeste, tendo como pontos extremos a cachoeira do Saran Grande, em Jardim Olinda, a norte; a nascente do rio Jangada, em General Carneiro, a sul; a leste a foz do rio Ararapira, em Guaraqueçaba, e a oeste o Porto Palacim em Foz do Iguaçu.[51]

Mais de 52% do território do Paraná localiza-se numa altitude superior a 600m e 89% superiores a 300m; apenas 3% localiza-se numa altitude inferior a 200 metros. As áreas aplainadas que dispõem-se às altitudes de maior elevação, as quais compõem planaltos de escarpas formando as serras do Mar e Geral, dominam o relevo do estado. Os terrenos mais baixos estão situados na baixada litorânea, que abrange planícies de aluvião e areias, em como morros cristalinos; a parte norte encontra-se fragmentada dando origem à baía de Paranaguá, com aspecto em formato de dedo.[52]

A terra roxa, o solo de maior fertilidade do Brasil, cobre 40% do território, no Norte do Paraná. Ela expandiu a cafeicultura, no estado, desde 1920. Tanto os solos das florestas como das formações campestres são inférteis. Nestes últimos, os agricultores estão usando tecnologias inovadoras para aproveitar melhor os solos.[53]

Rio Iguaçu (esquerda) desembocando no Paraná, na tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.
Curitiba é a capital mais fria do Brasil.[54]

Suas principais bacias fluviais são: a bacia do rio Paraná, no oeste, a bacia do rio Paranapanema no norte, a bacia do rio Iguaçu no sul e as bacias do Atlântico Sudeste e do Atlântico Sul no leste.[55] A maioria dos rios do estado é afluente do rio Paraná, dos quais os de maior extensão são o Paranapanema, que separa a divisa norte do Paraná com São Paulo, e o Iguaçu, que delimita parcialmente o Paraná com Santa Catarina e a Argentina. A oeste, o rio Paraná separa o estado do Paraguai e a noroeste, Mato Grosso do Sul. Alguns rios, de menor extensão, descem em direção ao litoral, sendo que os de maior comprimento correm em direção ao estado de São Paulo, desembocando no rio Ribeira de Iguape.[56]

Clima[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clima do Paraná

O Paraná caracteriza-se por três tipos climáticos: os climas Cfa, Cfb e Cwa da classificação de Köppen. O clima subtropical Cfa acontece na planície litorânea e no oeste do estado (áreas menos elevadas do planalto) e apresenta temperaturas médias anuais em torno dos 19 °C e índice pluviométrico de 1 500 milímetros por ano.[57]

O clima Cfb, subtropical com boa distribuição de chuvas anuais e verões suaves, acontece na porção de maior elevação e abrange os planaltos cristalino, paleozoico e a porção leste do planalto basáltico, com temperaturas médias anuais por volta de 17 °C e chuvas regulares durante todo o ano, em torno de 1 200 milímetros.[57]

O clima Cwa, subtropical com verões de calor e invernos de estiagem, tem como área de ocorrência a parte noroeste do território estadual, característico dos regimes tropicais, com diminuição das chuvas no inverno; a média térmica é um pouco mais elevada, por volta de 20 °C e o índice pluviométrico atinge 1 300 mm por ano. Em determinadas épocas do ano, em especial no inverno acontecem geadas, mais frequentes nas áreas mais altitude onde, em algumas ocasiões, ocorrem quedas de neve, um fenômeno raramente visto na região de Curitiba.[57]

Meio ambiente[editar | editar código-fonte]

As florestas de araucárias são típicas da região Sul, principalmente do Paraná.

As florestas tropicais, uma porção da Mata Atlântica, abrangiam primitivamente quase metade (46%) do Paraná,[58] sendo parte dela composta por formações latifoliadas e coníferas, nas partes de menor altitude ou de mais baixa latitude (incluindo-se aí toda a porção norte do território estadual) e outra mista, abundante na porção mais extensa do planalto cristalino e, em menores porções, no extremo leste do planalto basáltico e uma pequena porção do planalto paleozoico. Nos dias atuais, é a floresta mais economicamente explorada, sendo os últimos remanescentes encontrados na planície litorânea, na encosta da serra do Mar e nos vales dos rios Iguaçu, Piquiri e Ivaí. O pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) é uma das principais espécies encontradas, além de outras espécies latifoliadas, entre os quais imbuia, cedro e erva-mate.[58]

Os campos limpos abrangem mais de 9% do território do Paraná e predominam na parte leste do planalto paleozoico, bem como em partes de Curitiba e Castro, no planalto cristalino; Guarapuava, Palmas e demais, pequenas, no planalto basáltico. Os campos cerrados constituem pequenas manchas no planalto paleozoico e no planalto basáltico e são pouco expressivos, abrangendo menos de 1% superfície estadual.[58]

Gralha-azul (Cyanocorax caeruleus), declarada ave-símbolo do Paraná pela lei estadual nº 7.957, de 21 de novembro de 1984.[59]

Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, no Paraná existem 29 unidades de conservação, criadas com o objetivo de preservar ecossistemas bastante degredados, bem como conservar a flora, a fauna, os recursos hídricos e promover o desenvolvimento sustentável, dentre vários motivos. Do total, quatorze reservas biológicas, cinco parques nacionais, três florestas nacionais, duas estações ecológicas, duas áreas de proteção ambiental e um refúgio de vida silvestre. Quinze delas são administradas pelo governo federal, através do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), órgão vinculado pelo Ministério do Meio Ambiente.[60]

A fauna paranaense varia conforme o ambiente geográfico e é formado por espécies terrestres, que habitam as florestas e os campos, e aquáticas, que vivem nos rios ou no mar, além de espécies de anfíbios, que possuem habitat tanto na terra como na água. Entre as espécies terrestre destacam-se, entre várias espécies, a anta ou tapir, guará, guaraxaim, caititu, bugiu, onça, gato-do-mato, jaguatirica, tatu, paca, veado e quati, cobras, além das aves, como papagaio, tucano, gralha, pica-pau, bem-te-vi, etc. Na fauna aquática destacam-se os alguns tipos de peixes: jaú, dourado, pintado e o surubim, encontrados especialmente no rio Paraná e afluentes. Da fauna do mar existem: pescada, tainha, robalo, linguado e uma grande quantidade de demais peixes, além do boto, o qual é um mamífero. Dentre os anfíbios existem a capivara, cágado, tartaruga-marinha, lontra, ariranha e o próprio jacaré, este que se encontra no rio Paraná e certos rios litorâneos.[59]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Demografia do Paraná
Crescimento populacional
Censo Pop.
1872 126 722
1890 249 491 96,9%
1900 327 136 31,1%
1920 685 711 109,6%
1940 1 236 276 80,3%
1950 2 115 547 71,1%
1960 4 296 375 103,1%
1970 6 997 682 62,9%
1980 7 749 752 10,7%
1991 8 443 299 8,9%
2000 9 558 454 13,2%
2010 10 444 526 9,3%
Fonte: IBGE[61]

A população do estado do Paraná no censo demográfico de 2010 era de 10 444 526 habitantes, sendo a sexta unidade da federação mais populosa do país, concentrando aproximadamente 5,5% da população brasileira[62] e apresentando uma densidade demográfica de 52,4 habitantes por quilômetro quadrado (a décima segunda maior do Brasil).[63] De acordo com este mesmo censo demográfico, 85,33% dos habitantes viviam na zona urbana e os 14,67% restantes na zona rural.[64] Ao mesmo tempo, 50,87% eram do sexo feminino e 49,13% do sexo masculino, tendo uma razão de sexo de 96,56.[65] Em dez anos, o estado registrou uma taxa de crescimento populacional de 9,27%.[66]

Densidade demográfica do Paraná.
  0-25 hab/km²
  25-50 hab/km²
  50-100 hab/km²
  100-150 hab/km²
  150-200 hab/km²
  200-300 hab/km²
  300-400 hab/km²
  400-500 hab/km²
  > 500 hab/km²

Dos 399 municípios paranaenses, apenas dois tinham população acima dos quinhentos mil: Curitiba, a capital, e Londrina, no norte do estado. Outros dezesseis tinham entre 100 001 e 500 000 (Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Colombo, Guarapuava, Paranaguá, Araucária, Toledo, Apucarana, Pinhais, Campo Largo, Arapongas, Almirante Tamandaré, Umuarama, Piraquara e Cambé), quatorze de 50 001 a 100 000, 55 de 20 001 a 50 000, 109 de 10 001 a 20 000, 105 de 5 001 a 10 000, 93 de 2 001 a 5 000 e cinco até dois mil (Esperança Nova, Miraselva, Santa Inês, Nova Aliança do Ivaí e Jardim Olinda).[67] A maior parte da população do estado se concentra na Mesorregião Metropolitana de Curitiba, que corresponde à região leste paranaense, com mais de 30% da população paranaense.[68] Curitiba, sozinha, abrigava 16,8% do total de habitantes,[69] além de possuir a maior densidade demográfica em relação aos demais municípios (4 024,84 hab./km²), enquanto Alto Paraíso, no noroeste, detinha a menor (3,31 hab./km²).[70]

O Índice de Desenvolvimento Humano do Paraná é considerado alto conforme o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Segundo o último Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, divulgado em 2013, com dados relativos a 2010, o seu valor era de 0,749, estando na quinta colocação a nível nacional e na segunda a nível regional, depois de Santa Catarina. Considerando-se o índice de longevidade, seu valor é de 0,830 (), o valor do índice de de renda é 0,757 () e o de educação é de 0,668 ().[71] O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, é de 0,47 e a incidência da pobreza de 39,07%.[72] A taxa de fecundidade do Paraná é de 1,86 filhos por mulher, uma das mais baixas do Brasil.[73]

Religiões[editar | editar código-fonte]

Catedral de Maringá, o segundo monumento mais alto da América do Sul.

De acordo com o censo demográfico de 2010, a população do Paraná é formada por católicos apostólicos romanos (69,596%); protestantes ou evangélicos (22,176%); espíritas (1,042%); Testemunhas de Jeová (0,576%); mórmons (0,205%); católicos apostólicos brasileiros (0,19%); budistas (0,146%); novos religiosos orientais (0,096%), dentre os quais os messiânicos (0,054%); islâmicos (0,083%); católicos ortodoxos (0,069%); umbandistas (0,067%); judaístas (0,039%); espiritualistas (0,025%); tradições esotéricas (0,024%); tradições indígenas (0,019%); candomblecistas (0,018%) e hinduístas (0,002%). Outros 4,644% não tinham religião, incluindo-se aí os ateus (0,322%) e agnósticos (0,065%); 0,537% seguiam outras religiosidades cristãs; 0,35% não tinham religião determinada; 0,07% não souberam, 0,012% praticavam outras religiosidades; 0,007% outras religiões orientais e 0,005% não declararam.[74]

Segundo a divisão da Igreja Católica no Brasil, o Paraná pertence à Regional Sul II e seu território é dividido em quatro províncias eclesiásticas, formadas pelas arquidioceses de Cascavel, Curitiba, Londrina e Maringá, e mais quatorze dioceses sufragâneas destas.[75]

O Paraná também possui os mais diversos credos protestantes ou reformados, sendo a Igreja Universal do Reino de Deus, a congregação cristã, a igreja batista e a Assembleia de Deus as maiores denominações. Como mencionado, 22,176% da população paranaense se declararam evangélicos, sendo que 13,3% pertenciam às igrejas de origem pentecostal, 4,832% a evangélicas não determinadas e 4,03% às evangélicas de missão (4,26%).[74]

Composição étnica, migração e povos indígenas[editar | editar código-fonte]

De Immigrant (O Imigrante), moinho em estilo holandês na colônia neerlandesa de Castrolanda, em Castro.

A população do Paraná é composta basicamente por caucasianos, pardos, afro-brasileiros e povos indígenas.[76] No Brasil colonial, os colonizadores espanhóis foram os primeiros a iniciar o povoamento no território paranaense.[77] O Paraná foi colonizado por portugueses e demais imigrantes europeus (italianos, alemães, neerlandeses, franceses, ingleses, poloneses e ucranianos) e asiáticos (japoneses, coreanos e árabes).[76]

Atualmente vivem no estado do Paraná pouco mais de nove mil indígenas, distribuídos em dezenove grupos, que ocupam área de 85 264,030 hectares de extensão. Um total de dezessete áreas já se encontram demarcadas definitivamente pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI), órgão do governo brasileiro responsável pela questão, e nelas se encontra a totalidade dos indígenas residentes no estado.[78] Dessas, destaca-se a de maior população, a reserva indígena Rio das Cobras, que abrange os municípios de Nova Laranjeiras e Espigão Alto do Iguaçu.[78]

Conforme pesquisa de autodeclaração do censo de 2010, 70,06% dos paranaenses declararam-se brancos, 25,35% pardos, 3,15% pretos, 1,19% amarelos e 0,25% indígenas, além dos sem declaração (0,00%).[79] 99,73% eram brasileiros (99,52% natos e 0,21% naturalizados) e 0,27% estrangeiros.[80] Entre os brasileiros, 88,50% nasceram no Sul (82,98% no próprio estado) e 11,5% em outras regiões, sendo 7,61% no Sudeste, 1,92% no Nordeste (1,92%), 0,7% no Centro-Oeste e 0,25% no Norte.[81] Muitas pessoas migram de outros estados brasileiros para Paraná em busca de trabalho ou melhores condições de vida. Dentre os estados, São Paulo tinha o maior percentual de residentes (5,29%), seguido por Santa Catarina (2,84%) e Rio Grande do Sul (2,68%).[82]

De acordo com um estudo de 2006, a composição genética do Paraná é a seguinte: 79% de herança europeia, 14% de herança africana e 7% de herança indígena.[83] Um estudo mais recente, de 2013, encontrou 71,0% de contribuição europeia, 17,5% africana e 11,5% ameríndia.[84]

Hierarquia urbana e regiões metropolitanas[editar | editar código-fonte]

Regiões metropolitanas do Paraná

O território do Paraná situa-se dentro da área influenciada pela cidade de São Paulo. A metrópole paulista lidera a economia paranaense através das cidades de Ourinhos, em São Paulo, e Jacarezinho, Maringá, Londrina e Curitiba, no Paraná. Ourinhos e Jacarezinho exercem domínio, em grupo, sobre a parte leste do norte do Paraná; Londrina a parte central da região, e Maringá, o oeste.[85]

Curitiba domina o total do restante do estado do Paraná e ainda quase o total do estado de Santa Catarina, menos na porção oriental a região de Tubarão e, na parte ocidental, a de Chapecó. A capital age, na área influenciada pelo Paraná, diretamente ou através dos centros intermediários de Ponta Grossa e Pato Branco. A área de influência direta compreende o total das porções oriental e sul-oriental do estado. Pato Branco domina a parte sul-ocidental, e Ponta Grossa, o total das porções central e ocidental.[85]

A Região Metropolitana de Curitiba, instituída pela lei complementar federal nº 14 de 1973, foi a primeira do Paraná a ser criada, inicialmente com quatorze municípios, até chegar aos 29 atuais, sendo também a mais populosa do estado, com mais de 3,5 milhões de habitantes, e a oitava maior do Brasil.[86] Em 1998, através de lei complementar estadual, foram instituídas as regiões metropolitanas de Londrina[87] e Maringá.[88] A Região Metropolitana de Umuarama, a quarta do estado, foi criada em agosto de 2012[89] e, em janeiro de 2015, foram criadas mais outras quatro: Apucarana, Campo Mourão, Cascavel e Toledo, passando para as oito atuais.[90]

Governo e política[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Política do Paraná
Ver artigo principal: Lista de governadores do Paraná

O estado do Paraná, assim como uma república, é governado por três poderes, todos com sede na capital: o executivo, representado pelo governador, o legislativo, representado pela Assembleia Legislativa do Paraná, e o judiciário, representado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná e outros tribunais e juízes.[91] Também é permitida a participação popular nas decisões do governo através de referendos e plebiscitos.[92] A atual constituição do estado foi promulgada em 1989, acrescida das alterações resultantes de posteriores emendas constitucionais.[91] Constituem símbolos estaduais a bandeira, o brasão e o hino, além do sinete.[91]

Beto Richa, do PSDB, é o atual governador.

O poder executivo paranaense está centralizado no governador do estado, que é eleito em sufrágio universal e voto direto e secreto, pela população para mandatos de até quatro anos de duração, e pode ser reeleito para mais um mandato. Ele é o responsável pela nomeação dos secretários de estado, que auxiliam no governo.[91] A sede do governo estadual, o Palácio Iguaçu, foi inaugurada em 1953, em homenagem às comemorações do centenário da emancipação política do estado,[93] sendo transferida temporariamente para o Palácio das Araucárias, desde 14 de maio de 2007 até 18 de dezembro de 2010, quando o Palácio Iguaçu voltou a abrigar a sede do governo paranaense.[94] A residência oficial do governador do estado é a Granja do Canguiri.[95]

Desde o começo do período republicano, assumiu pela primeira vez o governo do estado o fluminense Francisco José Cardoso Júnior, que esteve no poder entre 17 de novembro e 4 de dezembro de 1889. Foi apenas no ano de 1947 onde ocorreu a posse do primeiro governador eleito por sufrágio universal, Moisés Lupion, eleito pela segunda vez para um mandato entre 1956 e 1961.[96] O atual chefe do executivo paranaense é Carlos Alberto Richa, conhecido por Beto Richa, eleito em 2010 e 2014,[97] tendo como vice Cida Borghetti. O vice-governador substitui o governador caso este renuncie sua posição, seja afastado do poder ou precise afastar-se do cargo temporariamente.[98]

O poder legislativo estadual é unicameral e exercido pela Assembleia Legislativa do Paraná (Centro Legislativo Presidente Aníbal Khury),[nota 2] formada por 54 deputados estaduais, eleitos de forma direta para mandatos quadrienais. Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento estadual (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).[91] No Congresso Nacional, a representação paranaense é de três senadores e trinta deputados federais.[99]

O poder judiciário tem a função de julgar, conforme leis criadas pelo legislativo e regras constitucionais brasileiras, sendo composto por desembargadores, além dos tribunais de júri, juizados especiais e juízes de direito, substitutos e de paz.[91] A maior corte do Poder Judiciário paranaense é o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, localizado no Centro Cívico.[100] Representações deste poder estão espalhadas pelo território estadual por meio de unidades denominadas de comarcas. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, o Paraná possuía, em novembro de 2016, 7 864 377 eleitores, representando 5,376% do eleitorado brasileiro, o sexto maior do país.[101]

Política do Paraná
O Palácio Iguaçu, em Curitiba, foi a sede do governo do Paraná de 1953 a 2007 e desde 18 de dezembro de 2010 voltou a ser novamente o que é hoje.
A Assembleia Legislativa como vista da Avenida Cândido de Abreu, em Curitiba.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Mais informações: Litígio territorial do Paraná
Imagem mostrando a divisão do Paraná em mesorregiões, microrregiões e municípios.

O Paraná surgiu como unidade administrativa em 1853 com duas cidades, sete vilas, seis freguesias e quatro capelas curadas, sendo o município mais antigo, Paranaguá, fundado em 1648, e o último desse período foi Araucária, criado em 1890.[102] Com a Independência do Brasil as províncias foram organizadas em 1823 e nesse ano o território já pertencia à São Paulo.[103] Durante todo o período republicano o estado passou de dezenove localidades para 399 municípios, sendo a quinta unidade de federação com o maior número de municípios e a segunda da Região Sul, atrás do Rio Grande do Sul e à frente de Santa Catarina.[104]

Os municípios são unidades constitutivas da união em patamar igual aos estados[105] e são agrupados pelo IBGE em mesorregiões e microrregiões. As mesorregiões congregam diversos municípios de uma área geográfica com similaridades econômicas e sociais, não constituindo uma entidade política ou administrativa, sendo utilizada apenas para fins estatísticos. As dez mesorregiões do Paraná são: Centro Ocidental Paranaense, Centro Oriental Paranaense, Centro-Sul Paranaense, Metropolitana de Curitiba, Noroeste Paranaense, Norte Central Paranaense, Norte Pioneiro Paranaense, Oeste Paranaense, Sudeste Paranaense e Sudoeste Paranaense.[106]

As mesorregiões se subdividem em microrregiões, que constituem um agrupamento de municípios limítrofes, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. O Paraná é dividido em 39 microrregiões: Apucarana, Assaí, Astorga, Campo Mourão, Capanema, Cascavel, Cerro Azul, Cianorte, Cornélio Procópio, Curitiba, Faxinal, Floraí, Ibaiti, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Goioerê, Guarapuava, Ivaiporã, Irati, Jacarezinho, Jaguariaíva, Lapa, Londrina, Maringá, Palmas, Paranaguá, Paranavaí, Pitanga, Pato Branco, Ponta Grossa, Porecatu, Prudentópolis, Rio Negro, São Mateus do Sul, Telêmaco Borba, Toledo, União da Vitória, Umuarama e Wenceslau Braz.[107]

O governo do Paraná divide o território estadual em regiões de gestão e planejamento, estabelecidas com o objetivo de centralizar a atividades das secretarias estaduais. Seus limites nem sempre coincidem com os das mesorregiões e microrregiões.[108] As vinte e duas regiões administrativas do estado são: Paranaguá, Curitiba, Ponta Grossa, Jacarezinho, Londrina, Apucarana, Cianorte, Maringá, Paranavaí, Umuarama, Campo Mourão, Cascavel, Cornélio Procópio, Francisco Beltrão, Pato Branco, Guarapuava, União da Vitória, Irati, Toledo, Ivaiporã, Laranjeiras do Sul, e Pitanga.[108]

Economia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Economia do Paraná
Ver também: Turismo no Paraná
Exportações do Paraná - (2012)[109]

Em 2013, o Paraná possuía o quinto PIB do Brasil, com 179 270 000 bilhões de reais, representando 5,90% do PIB nacional no ano de 2005, contra 6,4% em 2003. Entretanto o crescimento do PIB paranaense vem apresentando sinais de desaquecimento nos últimos dois anos. Em 2003 a variação real foi de 5,2% em relação ao ano anterior. No ano seguinte, 2004, houve variação de 3,2%. Em 2005 a variação estimada pelo IPARDES é de apenas 0,3%. Essa desaceleração pode ser atribuída às crises no campo que vêm atingindo o estado nos últimos anos, e que acabam refletindo no comércio, serviços e até indústria. Cerca de 15% do PIB paranaense provém da agricultura. Outros 40% vem da indústria e os restantes 45% vem do setor terciário. Em 2007 apresenta um crescimento de mais de 7% do PIB, um dos melhores do país naquele ano.[110] Quanto a sua pauta de exportações, no ano de 2012 os principais produtos exportados foram a Soja (18,73%), Carne de Aves (10,50%), Açúcar in Natura (8,09%), Farelo de Soja (8,00%) e Milho (6,36%).[111]

As principais atividades econômicas são a agricultura (cana-de-açúcar, milho, soja, trigo, café, tomate, mandioca), a indústria (agroindústria, indústria automobilística, papel e celulose) e o extrativismo vegetal (madeira e erva-mate).[112] o Paraná tinha em 2009, o quarto maior PIB do Brasil, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.[113]

Setor primário[editar | editar código-fonte]

Plantação de trigo em Céu Azul

O setor primário é o menos relevante para a economia paranaense: em 2013, a agropecuária representava somente 10,4% do valor total adicionado à economia de todo o estado.[110] O setor agropecuário do Paraná tem grande diversificação e alta produtividade, bem como um progressivo setor industrial.[114][115] É o estado brasileiro que mais produz milho e soja e o segundo produtor de cana-de-açúcar.[116]

Plantação de soja em Guarapuava.

Os mais importantes produtos da agricultura paranaense são o trigo, o milho e a soja,[116] riquezas das quais foram obtidos recordes de safra, competindo com os demais estados.[116] O cultivo da soja é a de menor antiguidade das três e foi expandida tanto no norte como no oeste do estado, e depois no sul.[117] Tem importância, também, que o algodão herbáceo é especialmente produzido no norte.[117] A cafeicultura, que é uma das principais atividades agrícolas do estado, caso não desfrute da mesma grandiosidade de antigamente (o Paraná, sozinho, já chegou a produzir 60% do café de todo o mundo), ainda faz com que o Paraná continue sendo um dos principais produtores da federação brasileira.[118] As plantações mais densas de café revestem a área a oeste de Apucarana.[117] Em segundo lugar, o café é produzido nos terrenos da área zoneada de Bandeirantes, Santa Amélia e Jacarezinho.[117]

No que se refere à pecuária, o Paraná dispõe de uma imensa bovinocultura e é um dos estados brasileiros que mais criam porcos, principalmente no centro, sul e leste do estado.[119] Nos últimos vinte anos, a bovinocultura e a suinocultura foram muito expandidas.[117] Como nos demais estados da região Sul do Brasil, diferem, no Paraná, os modos de utilização das terras campestres ou florestais.[117] Geralmente, nas zonas campestres, a pecuária extensiva é praticada; nas zonas florestais, as plantações e pastos artificiais para engordar o gado são desenvolvidas.[117] No Paraná, a quantidade produzida de ovos, de casulos do bicho-da-seda, mel e cera de abelha ainda é expressiva.[119]

O subsolo paranaense possui grandes riquezas minerais. Há reservas significativas de areia, argila, calcário, caulim, dolomita, talco e mármore, bem como demais menores (baritina, cálcio). A bacia carbonífera é a terceira do Brasil, e a de xisto, a segunda. Em relação aos minerais metálicos, mediram-se depósitos de chumbo, cobre e ferro.[120]

Setor secundário[editar | editar código-fonte]

Centro financeiro de Curitiba.

Embora o estado possua um grande parque industrial, na economia paranaense o setor secundário é atualmente o segundo menos relevante: em 2013, a participação da indústria representava somente 26,02% do valor total adicionado à economia de todo o estado.[110]

Em meados do século XX, as atividades econômicas da indústria impulsionaram consideravelmente a economia do Paraná.[121] Foi em consequência desse impulso que a urbanização cresceu, não somente na área ao redor de Curitiba, como em polos interioranos, exemplificando, Ponta Grossa — maior parque industrial do interior —, Londrina, Cianorte e Cascavel.[117] Os mais importantes gêneros industriais são o de alimentos e o madeireiro.[117] Curitiba é o município que possui mais indústrias e os mais importantes setores de sua atividade industrial são os de alimentos e de móveis, o madeireiro, de minerais não-metálicos, de produtos químicos e de bebidas.[117] Na Região Metropolitana de Curitiba, em São José dos Pinhais, encontram-se ainda unidades industriais (montadoras) da Volkswagen-Audi e da Renault, ambas de grande porte.[122] O setor madeireiro espalha-se no interior, com importantes centros em União da Vitória, Guarapuava e Cascavel.[117]

O centro mais expressivo dos alimentos produzidos é Londrina, sendo também muito importante a atividade em Ponta Grossa, considerado um dos maiores parques moageiros de milho e soja da América Latina.[117] A mais importante indústria do estado é a Companhia Fabricadora de Papel do grupo Klabin, que instalou-se no conjunto da Fazenda Monte Alegre, no município de Telêmaco Borba.[123]

Setor terciário[editar | editar código-fonte]

O Porto de Paranaguá é responsável pela maior parte das exportações paranaenses para o comércio exterior.

O setor terciário é o maior e mais relevante setor da economia paranaense: em 2013, a participação dos serviços representava 63,4% do valor total adicionado à economia de todo o estado.[110]

Segundo a Pesquisa Anual de Serviços (PAS) realizada pelo IBGE em 2013, existiam no estado 94 352 empresas,[124] das quais 4 413 eram empresas locais.[125]

Em 2013, trabalharam para todas essas empresas 712 191 trabalhadores, que totalizavam ao todo uma receita bruta de 75 551 590 mil reais, juntos com salários e outras remunerações que somavam um total de 13 442 569 reais.[124]

No Paraná, existiam, em 2015, 1 559 agências (instituições financeiras), que renderam R$ 143 521 153 112 mil em operações a crédito, R$ 211 648 844 mil em depósitos à vista do governo, R$ 8 972 412 757 mil em depósitos à vista privados, R$ 37 528 225 778 mil em poupança, R$ 42 277 904 694 mil em depósitos a prazo e R$ 327 991 725 mil reais em obrigações por recebimento.[126]

Turismo[editar | editar código-fonte]

O Paraná é um dos estados os quais possuem maior quantidade de parques nacionais, sendo destacados o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Nacional de Superagui.[127] Foz do Iguaçu, com mais de 270 cachoeiras[128] e 80m de altura,[129] é mundialmente conhecida.[130] A Garganta do Diabo é um dos atrativos do mais extenso grupo de cataratas do mundo. Bem como a chegada de visitantes às atrações naturais, é um passeio de grande cotação visitar a hidroelétrica de Itaipú.[131]

Outra atração turisticamente interessante é o Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, na qual as pedras que os ventos e as águas esculpiram consideram-se aparentemente ruínas de um imenso centro urbano. Ainda em Ponta Grossa pode-se visitar o Buraco do Padre,[132] a Capela de Santa Bárbara (construída pelos Jesuítas)[133] e a Cachoeira da Mariquinha.[134]

Em Maringá existe a Catedral de Maringá (Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória), segundo monumento mais alto da América do Sul e décimo do mundo.[135] Crescente visitação tem ocorrido na região do Cânion Guartelá, (6° maior do mundo e o maior do Brasil) em Tibagi.[136]

Curitiba é hoje um importante destino turístico brasileiro, especialmente procurado por turistas oriundos de estados vizinhos que chegam à cidade por via terrestre.[137] Um importante aumento no "turismo de negócios" tem também se verificado nas últimas décadas.[138] Seja por razões de lazer ou trabalho, o fluxo de visitantes estimado no ano de 2006 chega a ser surpreendente: mais de 1 800 000 pessoas, ou seja, maior que o número de habitantes da cidade.[139]

Durante o ano inteiro, são realizadas feiras e festivais, sendo destacadas a Munchen Fest de Ponta Grossa,[140] a Oktoberfest de Rolândia,[141] Carnaval de Rua de Tibagi,[142] o Festival Internacional de Londrina,[143] Festival de Teatro de Curitiba (o principal do país),[144] Festival Folclórico e de Etnias do Paraná,[145] e a Feira de Móveis do Paraná (Movelpar).[146] Atraem ainda considerável interesse as feiras agropecuárias de grande porte, em especial a Expo Londrina.[147]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Mortalidade infantil 20,0 por mil nascimentos (2005)[148]
Médicos 16,9 por 10 mil hab. (2005)[148]
Leitos hospitalares 2,3 por mil hab. (2005)[148]
Hospital Evangélico de Curitiba, um dos mais modernos e bem equipados do Paraná.

Consideram-se ótimas as condições de saúde do estado, o que torna elevado o nível de economia da população. Em 2005, funcionavam 4 780 estabelecimentos hospitalares,[149] os quais contavam com 28 340 leitos[149] e eram atendidos, em 2007, por 40 187 médicos,[150] 5 832 enfermeiros[150] e 19 229 auxiliares de enfermagem.[150] Em 2005, da população, 86,1% dos paranaenses possuem acesso à rede de água,[151] enquanto 68,5% são beneficiados pela rede de esgoto sanitário.[151]

De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2008, 77,0% da população paranaense avalia sua saúde como boa ou muito boa; 67,4% da população realiza consulta médica periodicamente; 48,1% dos habitantes consultam o dentista regularmente e 8,3% da população esteve internado em leito hospitalar nos últimos doze meses. 33,4% dos habitantes declararam ter alguma doença crônica e apenas 27,0% tinham plano de saúde. Outro dado significante é o fato de 52,2% dos habitantes declararem necessitar sempre do Programa Unidade de Saúde da Família - PUSF.[152]

Na questão da saúde feminina, 40,4% das mulheres com mais de 40 anos fizeram exame clínico das mamas nos últimos doze meses; 53,0% das mulheres entre 50 e 69 anos fizeram exame de mamografia nos últimos dois anos; e 78,7% das mulheres entre 25 e 59 anos fizeram exame preventivo para câncer do colo do útero nos últimos três anos.[152]

Educação[editar | editar código-fonte]

Resultados no ENEM
Ano Português Redação
2006[153]
Média
38,07 (6º)
36,90
53,77 (3º)
52,08
2007[154]
Média
53,65 (8º)
51,52
56,15 (9º)
55,99
2008[155]
Média
43,50 (8º)
41,69
58,53 (13º)
59,35
Faculdade Estadual de Direito do Norte Pioneiro na década de 1970, hoje CCSA da UENP.

Em 2009, foram registradas matrículas de 1 677 128 discentes , nas 6119 escolas de ensino fundamental do estado, das quais 769 073 eram municipais, 744 913 estaduais, 162 621 particulares e 521 federais.[156] Quanto ao corpo docente era o mesmo formado de 82 217 professores, sendo que 11 923 eram particulares.[156] Em 2009, ministrava-se o ensino médio, em 1713 estabelecimentos, com 74 114 discentes matriculados e 34 457 docentes.[156] Dos 474 114 alunos, 3560 estavam na escola pública federal, 418 117 na escola pública estadual, e 52 437 na escola particular.[156]

Em 2013, o total de alunos do ensino médio passou a 479.519 (queda de 1,06% em relação a 2012, quando havia 484.633 estudantes). Destes, 4.272 (0,9%) estavam na rede pública federal, 411.299 (85,8%) na estadual e 63.948 (13,3%) na particular.[157]

Em 2013, as instituições de ensino públicas e privadas da Educação Básica do Paraná atenderam 10.721 alunos portadores de necessidades especiais, representando um aumento de 10,6% em relação a 2012. Deste total, 13 (0,12%) estavam matriculados na rede federal, 1.540 (14,36%) na estadual, 3.601 (33,59%) na municipal e 5.567 (51,93%) na particular.[158]

Ensino Superior[editar | editar código-fonte]

Quanto ao ensino superior, em 2009, o estado tinha 183 estabelecimentos, onde foram registradas matrículas de 109 592 discentes, sendo 35 494 alunos em escolas públicas federais, 71 419 em escolas públicas estaduais, 2679 em escolas públicas municipais e 177 291 em escolas particulares.[159]

De acordo com o PNUD do ano 2010 o IDH-Educação do Paraná é de 0,668, o quinto maior índice entre os estados brasileiros, perdendo apenas para Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.[160] Dentre os municípios do estado, o melhor resultado foi de Curitiba com 0,768 e o pior foi Doutor Ulysses com 0,362.[161] Ainda de acordo com a pesquisa, o índice de analfabetismo no estado em adultos acima de 25 anos era de 7,86%,[161] sendo o menor índice de 1,48%, registrado em Quatro Pontes,[161] e o maior de 24,51% no município de Itaúna do Sul.[161]

Em 1912 é fundada a Universidade Federal do Paraná, a primeira universidade do Brasil e a primeira da região Sul do país.[162] Além da UFPR, o Paraná tem universidades espalhadas pelo estado nas principais cidades de cada região.[163] Ainda em Curitiba, encontra-se a sede da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR[164] e do Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA), entidade sucessora da Faculdade de Direito de Curitiba criada em 1950.[165] O estado conta com uma universidade federal multicampi, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR.[166]

Em Ponta Grossa a universidade estadual é a UEPG, em Londrina é a UEL, Maringá conta com a UEM, Guarapuava é sede da UNICENTRO, Cascavel é a cidade-base da UNIOESTE, que ainda conta com câmpus espalhados por vários outros municípios, Jacarezinho é a cidade-base da UENP.[163]

O estado conta ainda a UNESPAR, Universidade Estadual do Paraná, em processo de implantação, a qual é composta por sete centros universitários, nas cidades de Apucarana, Campo Mourão, Curitiba, Paranaguá, Paranavaí e União da Vitória.[163]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Transportes do Paraná
Ver artigo principal: Rodovias do Paraná

No estado existem seis aeroportos comerciais, dos quais dois internacionais: o Aeroporto Governador José Richa, em (Londrina), o Aeroporto Internacional Afonso Pena e o Aeroporto do Bacacheri, de Curitiba, e o Aeroporto Internacional Cataratas, administrados pela Infraero, além dos aeroportos de Cascavel e Maringá, administrados pelas respectivas municipalidades.[167][168][169][170]

A rede de rodovias pavimentadas abrange duas estradas que penetram no estado, de leste a oeste: a conexão Ourinhos/SP-Londrina-Apucarana-Maringá-Paranavaí (BR-369/BR-376) e a conexão Paranaguá-Curitiba-Ponta Grossa-Guarapuava-Cascavel-Foz do Iguaçu (BR-277). Em direção transversal, aparecem as conexões Apucarana-Ponta Grossa (BR-376), Sorocaba-Curitiba e São Paulo-Curitiba-Rio Negro. Esta última encontra-se prolongada até o extremo sul do Rio Grande do Sul e pertence à BR-116.[171]

Rodovia BR-277, próximo ao município de Matelândia, no extremo oeste do estado.

O sistema ferroviário paranaense participa notavelmente da vida econômica do estado. No setor sul, as linhas da Ferroeste (Antiga Ferropar), a Ferrovia da Soja, que a iniciativa privada em 1997 começou a operar e que o governo retomou no início de 2007, no trecho de Guarapuava a Cascavel, estendendo-se (em projeto) até Guaíra e Foz do Iguaçu. Uma outra estrada de ferro liga do Porto de Paranaguá até Curitiba, Guarapuava, Londrina, Ponta Grossa e Maringá. De norte a sul, são encontradas as linhas da Rumo ALL, ex-América Latina Logística, que corresponde à malha sul da ex-Rede Ferroviária Federal, que também privatizou-se na década de 1990, que liga o Paraná com aos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.[171]

O Paraná é ligado ao Brasil e ao exterior através dos portos de Paranaguá e Antonina.[172] Os moradores das vilas e povoados encontrados nas ilhas e às margens da baía de Paranaguá são servidos pelos serviços de barcos.[172] Alguns dirigem-se para a Ilha do Mel, demais para Guaraqueçaba, demais ainda para Cananéia e Iguape no estado de São Paulo, usando-se do canal do Varadouro.[172] Fazem-se serviços de ferry-boat na baía de Guaratuba, fazendo a ligação entre a cidade de igual nome (Porto Damião de Souza) e Caiobá (Porto da Passagem).[173] Faz-se o transporte fluvial em grande escala no rio Paraná, fazendo a ligação entre a cidade de Guaíra e o estado de São Paulo e, por meio de ferry-boat, com Mato Grosso do Sul.[172] A navegação fluvial também há em Foz do Iguaçu, ligando o Brasil com a Argentina.[172]

Serviços e comunicações[editar | editar código-fonte]

O estado conta com outros serviços básicos. No Paraná, existem várias empresas responsáveis pelo abastecimento de água. Em 345 dos 399 municípios paranaenses, a empresa responsável por água e saneamento básico (esgoto) é a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).[174]

Em relação à energia elétrica, existe uma empresa no estado, a Companhia Paranaense de Energia.[175] Bem como as hidrelétricas de Capivari-Cachoeira, no rio Capivari, a nordeste de Curitiba, e de Júlio Mesquita Filho, no rio Chopim, no sudoeste do estado,[176] opera no Paraná a Usina Hidrelétrica de Itaipu, a segunda maior do mundo em produção de energia (depois da Hidrelétrica de Três Gargantas, na China), mas ainda a maior em tamanho, na fronteira Brasil-Paraguai,[177] e erguida em grupo com este país.[178] Terminada em 1991, somente a partir daí o total da sua capacidade, de 12 000 MW, começou a ser utilizado, o que fez do Paraná o estado brasileiro que mais produz energia.[179] Mas o Paraná também é enriquecido de energia produzida pelas usinas de açúcar e álcool, produtoras de eletricidade desde a queima do bagaço da cana-de-açúcar.[180]

DDDs[181]
Cidade DDD
Curitiba 41
Ponta Grossa 42
Londrina 43
Maringá 44
Foz do Iguaçu 45
Pato Branco 46

Existem serviços de internet discada e banda larga (ADSL) sendo oferecidos por diversos provedores de acesso gratuitos e pagos. O serviço de telefonia fixa é oferecido por algumas operadoras, como a Brasil Telecom e a Sercomtel.[182] O código de área (DDD) do estado varia, desde 041 até 046.[183] No dia 2 de fevereiro de 2009, as regiões oeste e sudoeste passaram a serem servidas pela portabilidade, juntamente com outras cidades de DDDs 45 e 46, 19 (São Paulo), 93 e 04 (Pará).[184]

Sede da TV Iguaçu de Curitiba, afiliada à Rede Massa em março de 2008 e ao Sistema Brasileiro de Televisão desde 1981.

A secretaria responsável pelas comunicações em todo o Paraná é a Secretaria da Comunicação Social, que atua tanto na assessoria da imprensa, quanto no marketing e na Internet.[185] Existem diversos jornais presentes em vários municípios do estado, como por exemplo, Tribuna do Norte (em Apucarana), Tribuna do Interior (em Campo Mourão), Diário Popular (em Curitiba), Gazeta do Iguaçu (em Foz do Iguaçu), Diário dos Campos (em Ponta Grossa), Jornal do Oeste (Toledo), A Tribuna do Povo (Umuarama), Tribuna de Cianorte (Cianorte), entre outros.[186] Dois dos mais influentes jornais do país,[187] Gazeta do Povo e O Estado do Paraná, são paranaenses e mantém suas sedes na capital do estado. O Paraná também concentra um grande número de editoras que produzem algumas das principais publicações do estado. Entre elas destaca-se a Imprensa da Universidade Federal do Paraná, editora de livros didáticos, técnicos e científicos, teses, revistas e periódicos e encadernadora de brochuras e confeccionadora de impressos de qualquer natureza, de interesse aos setores, cursos, departamentos e unidades aos membros do corpo docente da UFPR.[188]

No campo da televisão, o estado foi pioneiro com a criação da primeira emissora do estado, a atual RPC TV Paranaense, pelo advogado e empresário Nagib Chede, em 29 de outubro de 1960.[189] Com o passar do tempo, várias outras emissoras desenvolveram-se no estado e ganharam projeção nacional e regional, como foi o caso da Central Nacional de Televisão,[190] a Rede Massa[191] e a Rede Mercosul,[192] todas com sede na região metropolitana de Curitiba. Além disso, há transmissão de canais nas faixas Very High Frequency (VHF) e Ultra High Frequency (UHF). O Paraná é sede de alguns canais/emissoras de televisão, como a RIC TV Cornélio Procópio,[193] a RPC Foz do Iguaçu,[194] a TV Educativa de Ponta Grossa,[195] a TV Carajás (em Campo Mourão)[196] e a TV Beltrão (em Francisco Beltrão).[197]

Segurança pública e criminalidade[editar | editar código-fonte]

As mais importantes unidades das Forças Armadas no Paraná são: no Exército Brasileiro, o Paraná é parte integrante do Comando Militar do Sul (junto com o estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina), sediado em Porto Alegre, pertencendo à 5ª Região Militar e 5ª Divisão de Exército (com o estado de Santa Catarina);[198] merecem destaque no estado o 13º Batalhão de Infantaria Blindado (Ponta Grossa)[199] e o 20º Batalhão de Infantaria Blindado (Curitiba);[200] na Marinha do Brasil, o Paraná pertence ao 5º Distrito Naval, sediado em Rio Grande;[201] e na Força Aérea Brasileira, o Paraná é parte integrante do V Comando Aéreo Regional (com o Rio Grande do Sul e Santa Catarina), cujo quartel-general está em Canoas (Rio Grande do Sul),[202] merecendo destaque no estado o Cindacta II, sediado em Curitiba, que se encarrega do radar na região Sul, o total do Mato Grosso do Sul e porção sul de São Paulo.[202]

A Polícia Militar do Estado do Paraná (PMPR) tem por função primordial o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública no Estado do Paraná. Ela é Força Auxiliar e Reserva do Exército Brasileiro, e integra o Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Brasil.[203] Seus integrantes são denominados Militares dos Estados,[204] assim como os membros do Corpo de Bombeiros do Paraná.[203]

O Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná é um comando Intermediário da PMPR, cuja missão consiste na execução de atividades de defesa civil, prevenção e combate a incêndio, buscas, salvamentos e socorros públicos, no âmbito do Estado do Paraná.[205] A corporação é força auxiliar e tropa reserva do Exército Brasileiro, e integra o sistema de segurança pública e defesa social do Brasil. Seus integrantes são denominados militares dos Estados pela Constituição Federal de 1988, assim como os demais membros da Polícia Militar do Paraná.[206]

A Polícia Civil do Estado do Paraná é órgão do sistema de segurança pública ao qual compete, nos termos do artigo 144, § 4º, da Constituição Federal e ressalvada competência específica da União, as funções de polícia judiciária e de apuração das infrações penais, exceto as de natureza militar.[207] As principais instituições penitenciárias do estado são a Penitenciária Central do Estado[208] e a Colônia Penal Agrícola.[209]

Desde o final de 2014, o estado do Paraná utiliza tornozeleiras eletrônicas para fiscalização do cumprimento de pena por parte de presos do regime semiaberto.[210] O uso desta tecnologia era estudado deste 2007, quando um modelo tornozeleira desenvolvido por uma empresa privada junto ao Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento, órgão subordinado ao governo estadual, foi apresentada ao então governador, Roberto Requião.[211] Além de monitorar presos em regime semiaberto do estado, o governo do Paraná fornece parte de suas tornozeleiras para uso da polícia federal,[212] mesmo que os monitorados tenham residência em outro estado, como é o caso do ex-diretor da Petrobrás preso durante a Operação Lava Jato, Paulo Roberto Costa, que cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro.[213]

Críticas severas tem sido feitas à falta de efetivos tanto da polícia civil quanto da polícia militar e se mostrado uma preocupação dos paranaenses, os efetivos são os mesmos da década de 80 para quase o dobro de população.[214][215][216]

Mapa da violência no Paraná.

De acordo com dados do "Mapa da Violência 2012", publicado pelo Instituto Sangari e pelo Ministério da Justiça, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes, que era de 10,8 em 1980, subiu para 35,1 em 2009 (ficando acima da média nacional, que era de 27,0). Entre 2000 e 2009, o número de homicídios subiu de 1766 para 3 588. Em geral, o Paraná subiu sete posições no ranking nacional dos estados e Distrito Federal por taxa de homicídios, passando da décima-sexta posição em 2000 para a nona em 2010. Curitiba e região metropolitana possuíam taxas doze vezes maiores que a do estado (47,0), enquanto que, no interior, o mesmo era um pouco menor que a média estadual (24,8).[217]

Em 2000, 168 municípios não registravam nenhum caso de homicídios do estado, número caindo para 130 em 2010. Considerando-se todos os municípios com mais de cem mil habitantes, que em 2000 eram 60, passaram, em 2010, para 101 do total do mesmo. Entre os municípios acima de 50 000 e abaixo de 100 000 habitantes, destacam-se Pinhais e Piraquara, que apresentaram forte crescimento nos níveis de violência. Ao mesmo tempo, a região metropolitana da capital registrou um forte aumento de 126,7% nas taxas de homicídios, enquanto no interior do estado registrou uma queda de 24,8%.[217][218]

Conforme o "Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros 2008", também publicado pelo Instituto Sangari, os municípios paranaenses que apresentavam as maiores taxas de homicídios por grupo de cem mil habitantes eram Foz do Iguaçu (98,7), Guaíra (94,7), Tunas do Paraná (90,1) e Rio Bonito do Iguaçu (80,1).[219]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Cultura do Paraná

Em sua composição étnica, a cultura do Paraná soma uma grande variedade de etnias como de origem latina (portuguesa, espanhola e italiana), germânica (alemã e neerlandesa), eslava (polonesa e ucraniana), asiática (árabe, coreana e japonesa) e brasileira (gaúcha, catarinense, paulista, mineira e nordestina), indígena e africana, as quais colaboraram substancialmente para que a alma do povo paranaense fosse consolidada. Possivelmente observamos a cultura do estado no artesanato, na culinária, no folclore, quer dizer, nas diferentes maneiras dos paranaenses se expressarem.[220]

No começo, os hábitos e a lendas dos índios redimensionaram a cultura da Europa, de Portugal e da Espanha. Uma grande quantidade dos hábitos, como os costume de consumo de ervas, milho, mandioca, mel e tabaco. Depois, os tropeiros colaboraram com a cultura de consumir o chimarrão, o café e o feijão tropeiro e os escravos africanos trouxeram como legado a feijoada, a cachaça e suas danças e ritos. Posteriormente, os imigrantes europeus, fixados especialmente no sul e leste do Paraná, deixaram manifestações próprias misturadas à cultura popular do estado que existia antes das recentes contribuições culturais de outros países. Tradições polonesas, alemãs, ucranianas, libanesas e japonesas, como é o caso, foram somadas às manifestações originárias dos povos indígenas, da África, de Portugal e da Espanha, diversificando ainda mais a cultura do Paraná. Dessa forma, o Paraná é uma imensa formação cultural de influência por grupos deslocados de seus países ou Estados por diversos motivos. E essa miscigenação total faz parte da cultura paranaense, que se manifesta e se representa na arquitetura, na literatura, na música e em demais artes cênicas e visuais.[220]

Entre os principais paranaenses ilustres podemos destacar: David Carneiro, um dos mais renomados historiadores brasileiros[221] e pai do historiador David Carneiro Júnior;[222] Moysés Paciornik, médico curitibano;[223] Michel Teló, medianeirense, ex-integrante do Grupo Tradição;[224] Tony Ramos, araponguense, ator da Rede Globo;[225] Dalton Trevisan, escritor curitibano e autor de O Vampiro de Curitiba;[226] Sônia Braga, maringaense, atriz da Rede Globo;[227] a dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó, astorguense;[228] Jaime Lerner, político, Arquiteto e urbanista curitibano, autor da ideia do Ligeirinho;[229] Anízio Alves da Silva, inventor do supletivo (atualmente conhecido como Educação de Jovens e Adultos);[230] Deivid Willian da Silva, londrinense, jogador do Clube Atlético Paranaense;[231] Dirceu José Guimarães, jogador da Confederação Brasileira de Futebol entre as décadas de 1970 e 1980;[232] Fábio Campana, natural de Foz do Iguaçu, jornalista;[233] Aramis Millarch, curitibano, editor do jornal O Estado do Paraná;[234] os ex-governadores Roberto Requião de Mello e Silva[235] e Moysés Lupion;[236] Laurentino Gomes, maringaense, escritor, jornalista e autor dos livros 1808 e 1822;[237] Grazi Massafera, atriz e modelo;[238] Maria Fernanda Cândido, atriz e modelo;[239] dentre vários outros.

Instituições e bibliotecas[editar | editar código-fonte]

O Museu Paranaense, em Curitiba.

A Universidade Federal do Paraná foi criada em 1912,[162] e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em 1959.[240] Dos museus que existem no estado, o de maior importância é o Museu Paranaense, em Curitiba, criado em 1876 pelo historiador Agostinho Ermelino de Leão, com coleções históricas, etnográficas e arqueológicas, bem como sua biblioteca especializada.[241]

Outra instituição de importância é o Museu Coronel Davi Antônio da Silva Carneiro, também na capital.[242] O Patrimônio Histórico e Artístico Nacional tombou suas coleções, como as do Paranaense.[243] Seu acervo tem peças arqueológicas, etnográficas e numismáticas.[242] Em Paranaguá, dois museus constituem um atrativo aos visitantes: o Museu de Arqueologia e Artes Populares, vinculado à Universidade Federal do Paraná e cujo local de funcionamento é no antigo Colégio dos Jesuítas, e o Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá.[244]

A Biblioteca Pública do Paraná é a maior biblioteca pública do estado e da Região Sul em número de acervo bibliográfico.

As maiores bibliotecas encontram-se em Curitiba: a Biblioteca Pública do Paraná, com mais de 600 mil volumes,[245] a Biblioteca do Museu Paranaense, com cerca de 7 mil publicações,[246] as bibliotecas dos setores de Ciências Jurídicas (aproximadamente 42 mil fontes impressas) e Ciências da Saúde (acima de 32 mil obras paginadas) da Universidade Federal do Paraná[247] e a Biblioteca Central do Campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná em Curitiba.[248] Há também bibliotecas especializadas, como a do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural, que possui um grande acervo relacionado com tecnologias agrícolas,[249] e a do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, especializada em assuntos relacionados com o cooperativismo.[250]

Patrimônio cultural, festivais e culinária[editar | editar código-fonte]

O Patrimônio Histórico catalogou, no estado, uma grande diversidade de monumentos arquitetônica e historicamente valiosos, como a igreja matriz de São Luís, em Guaratuba,[251] a igreja matriz de Santo Antônio, a antiga casa da praça Coronel Lacerda, a casa na qual faleceu o general Carneiro, na rua Francisco Cunha, o pavimento de cima da Casa da Cadeia, em Lapa,[178] a histórica residência dos jesuítas, na rua Quinze de Novembro, e a fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres (ou da Barra), na ilha do Mel, em Paranaguá.[178]

As principais festas religiosas do estado são a de Nossa Senhora da Luz, em Curitiba,[252] e a de Nossa Senhora do Rocio, em Paranaguá, que se acompanha de grande procissão.[253] A principal festa popular é a Congada da Lapa, originária da África e que homenageia São Benedito, na cidade de Lapa.[254] A quantidade de eventos artístico-culturais paranaenses é riquíssima e variada e apresenta o Festival Folclórico e de Etnias do Paraná,[255] o Festival Internacional de Música de Londrina,[256] o Festival de Música de Cascavel,[257] Festival de Dança de Cascavel,[258] Festival de Teatro de Curitiba,[259] Festival de Teatro de Cascavel[260] e Festival de Inverno de Antonina.[261]

As diversas origens de sua população são testemunhadas pela cozinha paranaense.[262] A exemplo da feijoada brasileira, o prato mais característico é o barreado, que aprecia-se no total do litoral e cujo ingrediente principal é o cozimento da carne, por uma grande quantidade de tempo, em panela de barro, até ser desmanchado.[262][263] O churrasco é, como no sul inteiro, um dos pratos mais típicos do interior, junto com os das comunidades de imigrantes alemães, poloneses e italianos.[262]

Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

A Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá no caminho entre Curitiba e Morretes.

Atravessado por estradas e por pontilhar-se de restaurantes, o Paraná é um estado de grande atrativo ao turismo.[264] São merecedoras da atenção do turista a capital, com seus museus, jardins e universidades, o teatro Guaíra, o Passeio Público (com o jardim zoológico),[265] os monumentos históricos de Guaratuba, Lapa e Paranaguá, e especialmente a Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá, uma das obras de maior fama da engenharia brasileira. Dos trens que a cortam, um grandioso panorama envolvente de paisagens serranas e litorâneas é descortinado ao mesmo tempo.[266]

Quem projetou a ferrovia, no segundo reinado, foi o engenheiro Antônio Rebouças, irmão (prematuramente morto) do engenheiro, monarquista e abolicionista André Rebouças.[267] Contrária à hipótese de peritos estrangeiros convidados pelo governo, a estrada, que abriu-se ao trânsito em 1885,[268] foi erguida em um traço em linha de simples aderência.[266] Possui 111 km de extensão, 41 pontes e treze túneis,[268] doze dos quais escavaram-se na rocha viva, bem como o arrojado viaduto Vicente de Carvalho, com 84m de extensão.[268] Várias destas obras de arte, criadas para superar os trechos de maior dificuldade, ainda consideram-se muito audaciosas, para a topografia da região.[266]

São inúmeros os acidentes naturais turisticamente interessantes no Paraná, como as rochas de arenito vermelho de Vila Velha, os quais têm aparência de dólmens, na periferia de Ponta Grossa; as grutas de calcário de Campinhos, em Tunas do Paraná, gruta da Lancinha (maior em biodiversidade do sul do Brasil em Rio Branco do Sul, e do Monge, em Lapa; as cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu; o Parque Nacional do Iguaçu, com suas florestas; a ilha do Mel, com seu balneário, o farol, a gruta e a antiga fortaleza da Barra, em Paranaguá; as praias de Pontal do Sul, Praia de Leste, Matinhos, Caiobá e Guaratuba.[266]

Esportes[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Esporte do Paraná
Estádio Joaquim Américo Guimarães (ou Arena da Baixada) durante o jogo entre Irã e Nigéria durante a Copa do Mundo FIFA de 2014.
Entrada do Autódromo Internacional de Curitiba, localizado em Pinhais.

O futebol é o esporte mais popular no estado de Paraná, seguido por vôlei, basquete, ginástica, artes marciais e automobilismo.[269] O futebol foi introduzido no início do século XX, tendo como principais equipes o Clube Atlético Paranaense, o Coritiba Foot Ball Club e o Paraná Clube, além de outros times menores. O Campeonato Paranaense, realizado anualmente desde 1915, é o principal evento de futebol no estado, organizado pela Federação Paranaense de Futebol, contando com a participação de doze equipes na primeira divisão.[270] Os estádios Major Antônio Couto Pereira e a Arena da Baixada, ambos em Curitiba, são o maiores estádio de futebol do Paraná.[271]

O Paraná é sede de eventos esportivos nas mais diversas modalidades, seja de importância local, nacional e até mesmo internacional, entre os quais os Jogos Oficiais do Paraná, realizados pela secretaria estadual do esporte e que reúne os Jogos Abertos do Paraná, os Jogos Colegiais (JOCOPS), os Universitários (JUPS), os da Juventude (JOJUPS) e da Primavera (JEP);[272] o Campeonato Mundial de Carros de Turismo, a Fórmula Truck, a GT3 Cup, a Stock Car Brasil e a SuperBike Brasil, eventos que são realizados no Autódromo Internacional de Curitiba.[273] O Paraná sediou quatro jogos da Copa do Mundo de 2014, realizados no Estádio Joaquim Américo Guimarães (Arena da Baixada), em Curitiba.[274] Há ainda diversos incentivos à prática de esportes.[275]

Dentre as principais personalidades do esporte paranaense estão: no futebol, Rogério Ceni (ex-goleiro do São Paulo Futebol Clube) e Pedro Ken; Dalila Bulcão Mello, Joyce Batista e Rolando Ferreira Júnior, no basquete; Clésio Prado, Elisângela Oliveira, Emanuel Rego, Ericléia Bodziak (Filó), Gilberto Amauri Godoy Filho (Giba), no vôlei; e Angélica Kvieczynski, Ana Paula Scheffer, Daiane dos Santos, Khiuani Dias, Nicole Müller, na ginástica; nas artes marciais: Anderson Silva (muay thai), Camila Coninck Costa (judô), Marcelo Barreto (taekwondo), Rosilette dos Santos (judô) e Volnei Cláudio Mânica (kung fu); David Muffato e seu pai Pedro Muffato, ambos no automobilismo.[269]

Feriados[editar | editar código-fonte]

O Paraná não possui data magna nem feriados estaduais. Em 2014 foi apresentado e aprovado na Assembleia Legislativa do Paraná uma lei que instituía a dissolução do polêmico feriado da emancipação política do estado, passando a ser ponto facultativo. O feriado não era cumprido pelas empresas públicas e particulares.[276]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Postscript-viewer-blue.svgVer também as categorias: Paranaenses e Naturais do Paraná

Notas

  1. Potamônimo ou potamónimo é um vocábulo que define um topónimo que tem origem num nome de um rio.
  2. O nome oficial do prédio do poder legislativo é uma homenagem ao ex-deputado estadual do Paraná e catarinense de nascimento, falecido em 30 de agosto de 1999.

Referências

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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