Capitania de Santo Amaro

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Capitania de Santo Amaro

Capitania Hereditária

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1534 – 1623 OrderOfCristCrossFlag.svg
Flag Brasão
Bandeira da Ordem de Cristo Brasão dos Sousa do Prado
Continente América do Sul
Capital Não especificada
Língua oficial Português
Religião Catolicismo
Governo Monarquia absoluta
Donatário
 • ? Pero Lopes de Sousa (primeiro)
 • ? D. Álvaro Pires de Castro (último)
História
 • 1534 Fundação
 • 1623 Dissolução

A Capitania de Santo Amaro foi criada em 1534 como uma das quinze parcelas do território brasileiro entregues pelo rei de Portugal, Dom João III de Portugal, a donatários em regime de hereditariedade. A capitania foi doada a Pero Lopes de Sousa e ia da foz do rio Juqueriquerê, em Caraguatatuba, a Bertioga (de norte a sul da costa paulista).

A capitania, sem recursos naturais de importância e sem ligações com o Planalto, não se desenvolve. As únicas ações visando a ocupar o território são a construção dos Fortes de São João e São Filipe, destinados a proteção do porto de Santos, uma beneficiadora de óleo de baleia no extremo norte da ilha, na desembocadura do canal de Bertioga e a ação de alguns grupos de jesuítas para a cataquese de índios.

Com o tempo, passou a ser, na prática, parte da Capitania de São Vicente - capitania essa que passou a compartilhar com Santo Amaro o mesmo donatário a partir da década de 1620, com o triunfo do Conde de Monsanto na disputa judicial com a Condessa de Vimieiro.

Lista dos donatários da capitania de Santo Amaro[editar | editar código-fonte]


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  1. SILVA, Maria Beatriz Nizza da; BACELLAR, Carlos de Almeida Prado; GOLDSCHMIDT, Eliana Maria Rea; NEVES, Lucia Maria Bastos Pereira Das (Org). História de São Paulo colonial. São Paulo: Editora UNESP, 2009.