Capitania de Sergipe
| Capitania de Sergipe | ||||
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Brasão
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| Continente | América do Sul | |||
| Capital | São Cristóvão | |||
| Língua oficial | Português | |||
| Religião | Catolicismo | |||
| Governo | Monarquia absoluta | |||
| Governador | ||||
| • 1590 - ? | Cristóvão de Barros (Primeiro) | |||
| História | ||||
| • 1590 | Criação da Capitania | |||
| • 28 de fevereiro de 1821 | Mudança de Capitania para Província | |||
A Capitania de Sergipe del-Rei foi criada em 1590, durante a União Ibérica, pelo rei de Portugal Filipe I e subordinada diretamente à Capitania da Baía de Todos os Santos. Seu primeiro mandatário foi Cristóvão de Barros. À época contava com um território de aproximadamente o dobro do atual estado de Sergipe.
A capitania tornou-se autônoma por decreto régio de João VI em 8 de julho de 1820. O primeiro governador da nova capitania autônoma foi Carlos César Burlamaqui.
Menos de um ano depois, em 28 de fevereiro de 1821 torna-se uma província (juntamente com todas as outras capitanias), e, posteriormente, o atual estado de Sergipe, após a Proclamação da República Brasileira.
A noção de colônia na historiografia
[editar | editar código]Embora frequentemente descrita como parte do Brasil Colônia, as capitanias não eram compreendidas por seus contemporâneos como integrante de uma entidade político-administrativa denominada "colônia". Durante o século XVIII, os documentos oficiais da Coroa Portuguesa referiam-se aos territórios ultramarinos americanos como partes do Império Português, subordinadas ao Estado do Brasil ou diretamente à administração régia.[1]
Na historiografia contemporânea, o termo colônia é utilizado como uma categoria analítica destinada a descrever as relações políticas, econômicas e administrativas estabelecidas entre as monarquias europeias e seus domínios ultramarinos. Nesse sentido, a expressão Brasil Colônia constitui uma construção historiográfica posterior, empregada para designar o período em que os territórios americanos sob domínio português encontravam-se subordinados à Coroa e integrados ao sistema imperial luso.[2][3]
Ver também
[editar | editar código]Bibliografia
[editar | editar código]- NUNES, Maria Thetis; SANTOS, Lourival Santana (orgs.). Catálogo de Documentos Manuscritos Avulsos da Capitania de Sergipe (1619-1822). São Cristóvão: Ed. UFS, 1999.
Ligações externas
[editar | editar código]- Projeto Resgate: Inventário de documentos manuscritos avulsos referentes à Capitania de Sergipe existentes no Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa
- Mecanismo de busca no banco de dados do Projeto Resgate
- ↑ Novais, Fernando A. (1979). Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1777–1808). São Paulo: Hucitec
- ↑ Novais, Fernando A. (1979). Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1777–1808). São Paulo: Hucitec
- ↑ Bicalho, Maria Fernanda (2003). A Cidade e o Império: o Rio de Janeiro no século XVIII. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira