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São Vicente (São Paulo)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Para outras cidades com este nome, veja São Vicente.
São Vicente
Estância Balneária de São Vicente
Hino
LemaCellula mater
"Célula-mãe"
Gentílicovicentino[1]
Localização de São Vicente em São Paulo
Localização de São Vicente em São Paulo
Localização de São Vicente em São Paulo
São Vicente está localizado em: Brasil
São Vicente
Localização de São Vicente no Brasil
Mapa
Mapa de São Vicente
Coordenadas23° 57′ 46″ S, 46° 23′ 31″ O
PaísBrasil
Unidade federativaSão Paulo
Região metropolitanaBaixada Santista
Municípios limítrofes6
Noroeste: São Paulo;
Norte: São Bernardo do Campo, Cubatão;
Leste: Santos
Sudoeste: Itanhaém, Praia Grande e Mongaguá.
Distância até a capital70 km[2]
Fundação22 de janeiro de 1532 (494 anos)
Governo
 • Prefeito(a)Kayo Amado (PODE, 2025–2028)
 • Vereadores15
Área
 • Total [3]148,151 km²
 • Urbana (IBGE/2019[3])26,23 km²
Altitude6 m
População
 • Total (Censo IBGE/2022[3])329 911 hab.
 • PosiçãoSP:22º
Densidade2 226,9 hab./km²
Climatropical (Aw)
Fuso horárioHora de Brasília (UTC−3)
CEP11300-000 até 11399-999
IDH (PNUD/2010[4])0,768 alto
PIB (IBGE/2020[5])R$ 5 728 474,24 mil
 • Per capita (IBGE/2020[5])R$ 15 551,50
Sítiosaovicente.sp.gov.br (Prefeitura)
saovicente.sp.leg.br (Câmara)

São Vicente, oficialmente Estância Balneária de São Vicente, é um município brasileiro do estado de São Paulo e primeira cidade do Brasil.[6] Pertencente à Região Metropolitana da Baixada Santista, sua população, no censo de 2022, era de 329 911 habitantes, sendo a terceira cidade mais populosa do litoral paulista, atrás apenas de Santos e Praia Grande. Sua área territorial é de 148,151 km², o que lhe confere uma densidade demográfica de 2 226,86 habitantes por km².[7]

São Vicente marca o início efetivo da colonização no Brasil e torna-se o primeiro núcleo institucionalizado em todo o território brasileiro, estando entre as cidades mais antigas continuadamente habitadas do continente americano.[8] Fundada em 1532 pelo militar e administrador colonial português Martim Afonso de Sousa, na Capitania de São Vicente, a criação da vila atendeu às ordens do Rei Dom João III de Portugal. A ilha onde a cidade se estabeleceu havia sido descoberta anteriormente, em 1502, durante a expedição de Gaspar de Lemos e Américo Vespúcio, que a batizaram em homenagem a São Vicente Mártir, tornando-a a primeira vila da América Portuguesa.[9][10][11] Em 22 de agosto de 1532, realizou-se ali a primeira eleição do continente americano, na qual foram escolhidos os primeiros oficiais da Câmara, função atualmente equivalente ao cargo de vereador.[12][13] Por todos esses marcos históricos, São Vicente é reconhecida como o "berço da colonização portuguesa"[14] e também como o "berço da democracia americana", tendo, inclusive, servido de inspiração para modelos democráticos posteriores, como o dos Estados Unidos.[6]

Com um PIB de mais de 6 bilhões de reais, sua economia é baseada nos serviços, comércio e no turismo, com boa infraestrutura hoteleira e gastronômica.[15][16] Segundo o Índice de Cidades Empreendedoras (ICE) de 2023, São Vicente é uma das melhores cidades para empreender no Brasil.[17] Parte do município se estende pelo continente, em duas porções distintas: o bairro de Japuí, ligado à cidade por uma ponte construída em 1914 pelo engenheiro Saturnino de Brito no caminho que ruma à Praia Grande, e o distrito de Samaritá, que inclui também os bairros do Humaitá, Parque Continental, Parque das Bandeiras, Jardim Rio Branco, Samaritá, Vila Nova São Vicente, Vila Ema e o Quarentenário, situados ao longo da Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, entre Cubatão, Praia Grande e os contrafortes da Serra do Mar, estendendo-se até a Terra Indígena Rio Branco, na divisa com os municípios de Itanhaém e São Paulo.[18]

São Vicente preserva diversos sítios e edifícios históricos construídos desde o século XVI, os quais testemunham o processo de ocupação e desenvolvimento do país. Entre eles, destaca-se a Casa de Taipa, a primeira casa do Brasil, construída entre 1516 e 1520;[19] o Parque Cultural Vila São Vicente, onde há apresentações no Teatro José Anchieta, espaço para apresentações artísticas e oficinas culturais que homenageia o jesuíta José de Anchieta, pioneiro da dramaturgia brasileira; a Igreja Matriz de São Vicente Mártir, no local onde havia sido construída a primeira igreja matriz do Brasil;[20] o Engenho dos Erasmos, que marca o início da cultura canavieira nacional, a qual se iniciou na Capitania de São Vicente,[21] a Biquinha de Anchieta, a Ponte Pênsil e a Encenação da fundação da Vila de São Vicente, considerada pelo Guinness World Records o "maior espetáculo teatral realizado em areia de praia do mundo".[22] Abriga o São Vicente Atlético Clube. Devido à sua importância histórica, política e cultural, além de suas belezas naturais e praias, cultura e culinária caiçara,[16] é um importante destino turístico do Brasil, sendo procurada, em especial, nos setores do turismo histórico, cultural, arquitetônico, ecoturismo e o turismo de sol e praia.[23][24][25][26] Anualmente, recebe mais de 2 milhões de turistas e é reconhecida como uma Estância Balneária.[27]

História

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Fundação de São Vicente (Benedito Calixto)

A Ilha de São Vicente originalmente era denominada Gohayó e teve como primeiros habitantes os indígenas tapuias, expulsos para o interior por volta do ano 1000 pelos tupis, que conquistaram a região.[28][29][30]

A Ilha de Gohayó foi descoberta em 22 de janeiro de 1502, pela expedição portuguesa comandada por Gaspar de Lemos e Américo Vespúcio, e, por ser o dia do santo mártir Vicente de Saragoça, foi batizada como Ilha de São Vicente.[9][10][11][30]

Nas primeiras décadas do século XVI, existiu, onde hoje é o centro de São Vicente, um povoado, fundado pelo enigmático Bacharel de Cananeia, um degredado português que se fixou no litoral de São Paulo provavelmente entre 1498 e 1502. Em 1526, essa povoação descrita como sendo "de dez ou doze casas, uma feita de pedra com seus telhados e uma torre para defesa contra os índios no tempo de necessidade. Estão providos de coisas da terra, de galinhas de Espanha e de porcos, com muita abundância de hortaliças". Dessa forma, o Bacharel de Cananeia pode ser considerado o verdadeiro fundador de São Vicente.[31][32]

Entre 1530 e 1532, a expedição liderada pelo fidalgo português Martim Afonso de Sousa explorou a costa brasileira. No dia 22 de janeiro de 1532, Martim Afonso e um grupo de colonos portugueses desembarcaram na Ilha de São Vicente e o fidalgo ordenou ali a construção de casas, igreja, pelourinho, fortim, estaleiro e edifícios de órgãos administrativos, assim fundando a vila de São Vicente, sob oposição dos indígenas locais. Em 22 de agosto de 1532, ocorreram as primeiras eleições do continente americano, para escolher os membros da Câmara Municipal de São Vicente, motivo pelo qual a cidade é conhecida como o berço da democracia nas Américas.[9][10][11][31][33]

"Sustentou, por espaço de três anos, contínuas guerras com os bárbaros índios carijós, guaianases e tamoios, que os conquistou apesar da oposição que neles achou, sendo-lhe necessário valer de todo o seu esforço contra a contumácia com que lhe resistiu; porque, na posse da liberdade natural, reputavam em menos as vidas que a sujeição do poder estranho; mas, vencidos em vários encontros, cedeu a rebeldia para que, com maior merecimento e glória, fundasse Martim Afonso a vila de S. Vicente".

Martim Afonso também introduziu a cultura canavieira na região de São Vicente, mas ela durou pouco tempo, devido às condições geográficas desfavoráveis.[31] As primeiras cabeças de gado a chegarem ao Brasil vieram do arquipélago de Cabo Verde, em 1534, para a capitania de São Vicente.

Biquinha de São Vicente

No início da colonização portuguesa, o Padre José de Anchieta contribuiu na catequização dos índios e na harmonização do povoado através do colégio vicentino. Ele ministrou suas aulas de catecismo junto à denominada "Bica da Fonte do Povoado", que, atualmente, é fonte histórica denominada afetivamente como "Biquinha".

A Guerra de Iguape ocorreu entre os anos de 1534 e 1536, na região de São Vicente. Em virtude de uma interpretação particular do Tratado de Tordesilhas, alguns espanhóis, liderados por Ruy Garcia de Moschera, instalaram-se nos arredores da província vicentina. Aliados aos índios carijós, fundaram uma vila (a I-Caa-Para) e venceram algumas batalhas contra corsários franceses. Quando as forças de defesa luso-brasileiras enfrentaram o contingente espanhol, foram prontamente derrotadas. Em contrapartida, Garcia de Moschera e seus seguidores embarcaram no navio francês e atacaram a vila de São Vicente, que saquearam e incendiaram, levando inclusive o Livro do Tombo, deixando-a praticamente destruída, matando dois terços dos seus habitantes. No entanto, em virtude das incursões sistemáticas das forças luso-brasileiras (que arregimentaram outros índios rivais, "de serra acima", cf. Donato, p. 89), os espanhóis foram forçados a se retirarem: primeiro, para a Ilha de Santa Catarina e, depois, para Buenos Aires.[35]

No final do ano de 1541, ocorreu o pior desastre natural em São Vicente, quando uma onda gigante, um possível maremoto, danificou seriamente a vila, destruindo essa povoação, que abrigava um total de 150 habitantes. O porto, que funcionava como fonte da economia, mudou-se para onde está hoje. A Igreja Matriz, a Casa do Conselho, a Cadeia, os estaleiros, o pelourinho e inúmeras casas foram destruídos. A Vila teve que ser reconstruída um pouco mais distante do mar.[36][37][38]

Em meados do século XVI, a vila de São Vicente entrou em decadência, o que se deve ao fracasso da cultura canavieira na região e a progresso de Santos. Com isso, muitos de seus moradores migraram para o Planalto Paulista, sobretudo para a vila de São Paulo de Piratininga, fundada pelos jesuítas em 1554.[31]

Por volta de 1560, São Vicente sofreu um ataque maciço dos tamoios, os quais se aproveitaram da ausência dos homens, que haviam sido chamados para uma missão de socorro no Rio de Janeiro, e queimaram as plantações, quebraram as ferramentas e utensílios agrícolas e destruíram as fazendas.[38]

Mapa holandês de São Vicente, de 1624

Em dezembro de 1591, a São Vicente foi saqueada pelo pirata inglês Thomas Cavendish, que retornava de um ataque a Santos. Ele e seus homens roubaram e atearam fogo em diversas partes da Vila, causando enormes prejuízos. O pirata fugiu, mas um temporal o impediu de seguir viagem, ele retornou e tentou uma nova investida, porém, desta vez, a população das duas vilas estava preparada e Cavendish foi repelido.[38]

Mapa da Capitania de São Vicente em 1641

Em 1615, outro pirata atacou São Vicente. O holandês Joris van Spielbergen dividiu seus homens e, enquanto um grupo saqueava a Vila para obter alimentos, o restante dos homens invadia a vila vizinha. Os piratas ocuparam o engenho e entraram em luta com os moradores locais. Os invasores foram expulsos e a vida, aos poucos voltou ao normal.[38]

Em 1624, devido a disputas entre os descendentes de Martim Afonso, a sede da Capitania de São Vicente foi transferida de São Vicente para Itanhaém. O berço da democracia nas Américas recuperou o título de sede da capitania em 1679, mas o perdeu para a vila de São Paulo dois anos depois.[31]

A Lei municipal n° 31, de 31 de dezembro de 1895, concedeu a São Vicente o título de cidade.[31]

Segundo a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, "São Vicente, que através dos séculos resistira a todas as vicissitudes, numa soberana vontade de sobreviver, venceu a sua própria decadência e ingressou no século XX. E aquilo que mais fortemente contribuiu para o seu declínio – a sua inadaptação para porto comercial – foi o que, aliado à suavidade do seu clima, deu impulso à urbe vicentina, transformando-a em uma das joias do nosso litoral".[31]

Geografia

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Imagem de satélite da ilha de São Vicente.

O Morro do Voturuá é um acidente geográfico explorado para a prática do voo livre, tem seu acesso a partir do Morro José Menino na divisa com Santos e permite a visão dessas cidades, além de Guarujá, Praia Grande e até Cubatão. O local, também conhecido como Morro da Asa Delta, também pode ser acessado por meio de um teleférico, localizado na orla da Praia do Itararé.[39]

Uma das características da região é a alta taxa de umidade relativa durante todo o ano, sempre superior a oitenta por cento. Essa taxa tão elevada resulta de intensa evaporação e das constantes inversões de massa de ar de origem polar associado ao relevo escarpado. As temperaturas médias durante o verão são em torno de 24 graus Celsius; no inverno, em torno dos dezessete graus Celsius.

Dados climatológicos para São Vicente
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 28,2 28,8 28 26,1 24,6 23 22,6 22,5 23,6 24,9 26,1 27 25,4
Temperatura média (°C) 25,1 25,4 24,3 22,2 20,4 18,8 18,8 19,3 20,3 21,7 22,8 23,5 21,9
Temperatura mínima média (°C) 22,1 22 20,7 18,4 16,2 14,7 15 16,2 17,1 18,5 19,6 20,1 18,4
Precipitação (mm) 324 318 317 229 160 110 103 101 150 231 222 286 2 551
Fonte: Climate-Data.[40]

Demografia

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Vista da orla da cidade.
A cidade a partir do Morro do Voturuá.

População

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Crescimento populacional
Ano População Total
18721 593
18902 54960,0%
19004 00457,1%
19107 57089,1%
19207 6561,1%
19258 92116,5%
193413 23848,4%
193714 1526,9%
194017 29422,2%
194624 23840,2%
195031 68430,7%
195849 51156,3%
196077 20855,9%
1970116 48550,9%
1980193 00865,7%
1991268 61839,2%
2000303 55113,0%
2010332 4459,5%
2022329 911−0,8%
Est. 2024338 407[41]2,6%
Fontes:[42][43][44][45]
Censos Demográficos IBGE e Estimativas SEADE

Religião

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O Cristianismo se faz presente na cidade da seguinte forma.[46] A Igreja Católica faz parte da Diocese de Santos.[47] Entre as igrejas protestantes históricas, pentecostais e neopentecostais, encontram-se na cidade:[48][49] Assembleia de Deus Ministério do Belém,[50][51] e Congregação Cristã no Brasil.[52] Segundo o censo brasileiro de 2022, a composição religiosa da cidade era de 45,72% católicos, 27,92% evangélicos ou protestantes, 3,42% espíritas, 2,39% umbandistas ou candomblecistas, 0,01% religião tradicional, 6,57% outras religiões, 13,8% irreligiosos, 0,06% desconhecidos e 0,1% não declarados.[53]

Política e administração

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Cidades-irmãs

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A cidade de São Vicente tem dez cidades em seis países diferentes que são consideradas suas irmãs.[54] São elas:

Infraestrutura

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Transportes

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Comunicações

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O sistema de telefones automáticos foi inaugurado na cidade em 1962 pela Cia. Telefônica do Litoral Paulista. Já o sistema de discagem direta à distância (DDD) foi implantado em 1974 pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP) com o código de área (0132).[56]

Na década de 90 o código DDD da cidade foi alterado para (013), para padronização do sistema telefônico com a telefonia celular que estava sendo implantada em todo o estado.[57]

Educação

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A Universidade Estadual Paulista (Unesp) possui o curso de Graduação em Ciências Biológicas, Pós-Graduação Stricto sensu e Pesquisa consolidada em quatro linhas: 1. Bioquímica, biologia molecular e moléculas biologicamente ativas; 2. Biologia de organismos aquáticos, ripários e costeiros; 3. Biologia populacional, pesqueira e aquicultura sustentável e; 4. Processos ecossistêmicos e gestão de ecossistemas aquáticos. [58]

Vista noturna da cidade.

Ver também

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Referências

  1. Editores do VOLP (2009). «Busca no vocabulário». Academia Brasileira de Letras. Consultado em 29 de abril de 2013 
  2. «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 24 de janeiro de 2011 
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  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 1 de agosto de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - São Vicente». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 
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  7. «São Vicente (SP)». Cidades e Estados - IBGE. Consultado em 7 de maio de 2024 
  8. Reis, Nestor Goulart (30 de maio de 1999). «Os engenhos da Baixada Santista e os do litoral norte de São Paulo». Revista USP (41): 62–73. ISSN 2316-9036. doi:10.11606/issn.2316-9036.v0i41p62-73. Consultado em 26 de agosto de 2025 
  9. a b c «A Expedição de Martim Afonso de Sousa (1530-1532)». As feitorias e a colonização acidental. MultiRio Multimeios RJ. Consultado em 14 de março de 2018 
  10. a b c «São Vicente, a primeira cidade brasileira». De Lá Pra Cá. TV Brasil. Consultado em 14 de março de 2018 
  11. a b c «A Fundação da Cidade de São Vicente». História do Brasil. História Mais. Consultado em 14 de março de 2018 
  12. «Brasil foi o primeiro país americano a fazer eleições, em 1532, para a Câmara de São Vicente». Senado Federal. 22 de setembro de 2006. Consultado em 14 de março de 2018 
  13. FERREIRA, Tito Lívio. História de São Paulo. vol. 2, pág. 94
  14. Miranda, Gustavo Gabriel (29 de março de 2025). «São Vicente carrega segredos da fundação do Brasil que poucos conhecem». O Antagonista. Consultado em 20 de maio de 2025 
  15. «São Vicente: Emprego, ocupações, empresas, dados demográficos e educação». Observatório DataMPE Brasil. Consultado em 27 de agosto de 2025 
  16. a b «Ponta da Praia, último reduto caiçara na Ilha de São Vicente». Memória Santista. 18 de março de 2015. Consultado em 20 de maio de 2025 
  17. «Quatro cidades da Baixada Santista estão entre as 101 melhores cidades para empreender no Brasil, diz pesquisa». G1. 2 de abril de 2023. Consultado em 27 de agosto de 2025 
  18. Paulo, Comissão Pró-Índio de São (29 de agosto de 2020). «Terra Indígena Rio Branco». Comissão Pró-Índio de São Paulo. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  19. «Você sabe qual é a casa mais antiga do Brasil?». Casa Vogue. 18 de agosto de 2022. Consultado em 26 de agosto de 2025 
  20. «Primeira Igreja Matriz do Brasil está no Litoral de SP; conheça a história». Diário do Litoral. Consultado em 27 de agosto de 2025 
  21. «Colônia: Cana-de-açúcar dominou o Nordeste por quatro séculos». Folha de S.Paulo. 11 de maio de 1999. Consultado em 27 de agosto de 2025 
  22. Ribeiro, Anna Gabriela (20 de janeiro de 2013). «Maior espetáculo em praia do mundo atrai milhares em São Vicente, SP». Santos e Região. Consultado em 27 de agosto de 2025 
  23. «Além do turismo de veraneio, São Vicente tem apelo histórico». Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 20 de maio de 2025 
  24. «Patrimônio: Lazer & Turismo». Universidade Católica de Santos. Consultado em 20 de maio de 2025 
  25. «Guia de turismo de São Vicente é sucesso na internet contando histórias de prédios». A Tribuna. 15 de março de 2022. Consultado em 20 de maio de 2025 
  26. «Cachoeiras de São Vicente passam por inspeção e podem virar pontos turísticos; entenda». G1. 14 de abril de 2025. Consultado em 27 de agosto de 2025 
  27. «Turismo em São Vicente: História, cultura e lazer na primeira cidade do Brasil». A Tribuna. 22 de janeiro de 2025. Consultado em 20 de maio de 2025 
  28. PORTELINHA, R. Trendalert. Disponível em http://trendalert.me/de-gohayo-a-s-vicente/ Arquivado em 23 de maio de 2013, no Wayback Machine.. Acesso em 6 de março de 2013.
  29. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
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  34. [[Pedro Taques de Almeida Leme|Taques, Pedro. História da Capitania de São Vicente. Brasília: Edições do Senado Federal, 2003.
  35. Barreto (1958) menciona o episódio do saque de São Vicente por Moschera, porém datando-o de 1537 (op. cit., p. 258).
  36. Gombata, Texto Marsílea (11 de outubro de 2020). «Como São Vicente, primeira vila do Brasil, acabou sendo devastada por uma onda em 1541». Aventuras na História. Consultado em 22 de abril de 2023 
  37. «Considerado o berço da democracia nas Américas, São Vicente completa 489 anos». www.al.sp.gov.br. Consultado em 22 de abril de 2023 
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  40. «Clima: São Vicente». Climate Data. Consultado em 10 de julho de 2015. Cópia arquivada em 10 de julho de 2015 
  41. «Estimativas da população residente para os municípios e para as unidades da federação (2024) | IBGE». www.ibge.gov.br 
  42. «Censos Demográficos (1991-2022) | IBGE». ibge.gov.br 
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  45. «Biblioteca Digital Seade | Fundação Seade». bibliotecadigital.seade.gov.br 
  46. O termo "cristão" (em grego Χριστιανός, transl Christianós) foi usado pela primeira vez para se referir aos discípulos de Jesus Cristo na cidade de Antioquia (Atos cap. 11, vers. 26), por volta de 44 d.C., significando "seguidores de Cristo". O primeiro registro do uso do termo "cristianismo" (em grego Χριστιανισμός, Christianismós) foi feito por Inácio de Antioquia, por volta do ano 100. Tyndale Bible Dictionary, pp. 266, 828
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  58. «Instituto de Biociências - Câmpus do Litoral Paulista - São Vicente». www.clp.unesp.br. Consultado em 7 de outubro de 2025 

Bibliografia

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  • BARRETO, Aníbal (Cel.). Fortificações no Brasil (Resumo Histórico). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1958. 368 p.
  • BUENO, Eduardo. Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. 288 p. il. ISBN 8573022523
  • DONATO, Hernâni. Dicionário das batalhas brasileiras. São Paulo: Ibrasa, 1987.
  • Luz Soriano, Simão José da. Historia da Guerra Civil e do estabelecimento do governo parlamentar em Portugal, comprehedendo a historia diplomática, militar e política d'este reino desde 1777 até 1834. Lisboa, Impr. Nacional, vol IV, 1870 p. 497.
  • YOUNG, Ernesto G. Esboço Histórico da Fundação da cidade de Iguape. Revista do IHGSP, vol II, São Paulo, 1896 pp. 49–151.
  • LÍVIO FERREIRA, Tito. História da Civilização Brasileira.
  • CONDEPHASV - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico, Cultural e Turístico de São Vicente.

Ligações externas

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