Mossoró

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Município de Mossoró
"Capital do Oeste Potiguar"[1]
"Capital Cultural do Rio Grande do Norte"[1]
"Terra de Santa Luzia"[2]
"Capital do semiárido"[3]
"Terra do Sol, do Sal e do Petróleo"[4]
"Terra da Liberdade[5]"
Centro de Mossoró, com a Praça Vigário Antônio Joaquim e, ao fundo, a câmara municipal de vereadores (esquerda) e Catedral de Santa Luzia (direita)

Centro de Mossoró, com a Praça Vigário Antônio Joaquim e, ao fundo, a câmara municipal de vereadores (esquerda) e Catedral de Santa Luzia (direita)
Bandeira de Mossoró
Brasão de Mossoró
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 15 de março de 1852 (165 anos)
Gentílico mossoroense
Padroeiro(a) Santa Luzia
Prefeito(a) Rosalba Ciarlini Rosado (PP)
(2017–2020)
Localização
Localização de Mossoró
Localização de Mossoró no Rio Grande do Norte
Mossoró está localizado em: Brasil
Mossoró
Localização de Mossoró no Brasil
05° 11' 16" S 37° 20' 38" O05° 11' 16" S 37° 20' 38" O
Unidade federativa  Rio Grande do Norte
Região
intermediária

Mossoró IBGE/2017[6]

Região
imediata

Mossoró IBGE/2017[6]

Municípios limítrofes Tibau e Grossos (ao norte), Areia Branca (a nordeste), Serra do Mel (a leste), Assu (a sudeste), Upanema e Governador Dix-Sept Rosado (ao sul), Baraúna (a oeste) e Aracati (CE) (a noroeste).
Distância até a capital 281 km[7]
Características geográficas
Área 2 099,36 km² (RN: 1º)[8]
População 295 619 hab. (RN: 2º) –  estatísticas IBGE/2017[9]
Densidade 140,81 hab./km²
Altitude 16 m[10]
Clima Semiárido BSh
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,720 (RN: 3°) – elevado PNUD/2010[11]
PIB R$ 6 538 346 mil IBGE/2013[12]
PIB per capita R$ 23 325,08 IBGE/2013[12]
Página oficial
Prefeitura www.prefeiturademossoro.com.br
Câmara www.mossoro.rn.leg.br

Mossoró(ver ortografia) é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, situado no oeste Potiguar, Região Nordeste do país. Ocupa uma área de aproximadamente 2 100 km², sendo o maior município do estado em área, estando distante 281 quilômetros da capital estadual, Natal. Em 2017 sua população foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 295 619 habitantes, sendo o segundo mais populoso do Rio Grande do Norte (ficando atrás somente da capital) e o 93º de todo o país.

Localizada entre duas capitais, Natal e Fortaleza, às quais são ligadas pela BR-304, Mossoró é uma das principais cidades do interior nordestino,[13] e atualmente vive um intenso crescimento econômico e de infraestrutura,[14] considerada uma das cidades de médio porte brasileiras mais atraentes para investimentos no país.[15] O município é o maior produtor em terra de petróleo no país,[16] como também de sal marinho.[17] A fruticultura irrigada, voltada em grande parte para a exportação, também possui relevância na economia do estado, tendo um dos maiores PIB per capita da região. As festividades realizadas na cidade anualmente atraem uma enorme quantidade de turistas, como o Mossoró Cidade Junina, um dos maiores arraiás do Brasil,[18] e o Auto da Liberdade, o maior espetáculo brasileiro em palco ao ar livre.[19]

Reduto cultural,[1] o município marca pelo Motim das Mulheres, pelo primeiro voto feminino do país, por ter libertado seus escravos cinco anos antes da Lei Áurea, sem falar da resistência histórica ao bando de Lampião. O município foi desmembrado de Assu em 1852 e tinha o nome de Vila de Santa Luzia de Mossoró. Hoje, conhecida como a "Capital do Oeste", destaca-se também pelo turismo de negócios.

Toponímia[editar | editar código-fonte]

Não se sabe ao certo a origem do topônimo "Mossoró", mas existem várias versões contadas a respeito desse assunto. Conta-se que o nome provém de "Monxoró", nome atribuído aos primeiras indígenas que habitavam a região. Outros dizem que o nome vem de "Mororó", árvore resistente e flexível.[20]

De acordo com as atuais regras de ortografia da língua portuguesa, a grafia correta é Moçoró, pois prescreve-se o uso da letra "ç" para palavras de origem tupi. O nome vem do tupi e quer dizer erosão, corte, ruptura (referindo-se ao Rio Moçoró). Ao longo dos anos, a grafia foi alterada para mo-so-'roka, mossoró e finalmente para moçoró. Do mesmo vocábulo vem moçoroense, que é o natural do município.[21][22]

História[editar | editar código-fonte]

Origens e emancipação[editar | editar código-fonte]

Por volta de 1600, por meio de cartas e documentos que faziam referência às salinas existentes na região, acredita-se que, pela primeira vez, o território que hoje corresponde ao município de Mossoró teria sido povoado. De acordo com Luís da Câmara Cascudo, historiador potiguar experiente e notório, os holandeses Gedeon Morris de Jonge e Elbert Smiente extraíam o sal existente na região até meados de 1644.[23]

D. Fernando Martins Mascarenhas, que era governador de Pernambuco, concedeu, em 1701, terras em Paneminha ao Convento do Carmo de Recife, com sesmarias de entrada em volta, que ainda hoje pertencem ao município de Mossoró. Do mesmo modo, foram sendo concedidas mais terras a brasileiros e portugueses.[23] Durante o século XVIII, às margens de um rio, várias fazendas instaladas por proprietários vindos de outras regiões. A população desses lugares era restrita somente aos vaqueiros, criadores e procuradores da fazenda, uma vez que seus donatários moravam geralmente fora de suas propriedades, como em Natal ou em outras províncias vizinhas, como a Paraíba e o Ceará. Acredita-se que as primeiras pessoas a se instalarem de forma definitiva em suas propriedades foram as famílias Gamboa, Guilherme e Ausentes, que habitavam locais situados às margens do Rio Mossoró, e foram se espalhando para outros lugares até chegarem a Apodi.[24]

Ainda no século XVIII, mudou-se para o mesmo lugar o sargento-mor português Antônio de Souza Machado e sua família, em meados de 1760, com anseio de povoar aquele lugar. Ele foi proprietário da fazenda Santa Luzia e mandou construir uma capela de Santa Luzia, um dos marcos fundamentais ao surgimento de Mossoró. A capela foi fundada oficialmente no dia 5 de agosto de 1772.[23][24]

Em 1842, o pequeno povoado tornou-se uma freguesia, cuja população se restringia a um quadro em frente à capela de Santa Luzia.[24] Em 15 de março de 1852, a lei n° 246 concedeu autonomia ao povoado de Mossoró, que foi elevado à categoria de vila, desmembrando-se de Assu (na época "Princesa") e tornando-se um novo município do Rio Grande do Norte. Dez anos depois, a capela de Santa Luzia foi reconstruída e tornou-se uma matriz. Mais tarde, em 9 de novembro de 1870, a vila de Mossoró foi elevada à categoria de cidade.[23]

Conforme já citado anteriormente, a capela de Santa Luzia foi demolida e reconstruída para se tornar uma igreja matriz, em 1862. Ela foi reconstruída novamente entre os anos de 1878 e 1880. Tempos depois, o povoado de Mossoró foi experimentando um crescimento, quando a viúva do sargento-mor Antônio de Souza Machado doou terras para o povoamento do município.[24]

Abolição da escravatura[editar | editar código-fonte]

A abolição da escravatura ocorreu em 30 de setembro de 1883, cinco antes da lei áurea. A luta para a libertação dos escravos do intenso trabalho e dos castigos físicos começou muito tempo antes. Mossoró foi, em geral, o primeiro município potiguar a abolir a escravidão. O estado do Rio Grande do Norte não chegou a ser uma unidade da federação dependente da mão de obra escrava para que pudesse ocorrer o desenvolvimento.[25]

Em 1º de setembro de 1848, um deputado geral do Rio Grande do Norte fez um discurso geral durante uma assembleia. Em suas palavras, ele destacou e afirmou:[25]

Em 1862, a população total de Mossoró era de 2 493 pessoas, entre os quais 153 eram escravos.[25] Um dos pontos que teria justificado o movimento de abolição do movimento escravista teria sido a grande seca devastadora ocorrida no Brasil de 1877 e 1878, onde milhares de pessoas sofreram, inclusive os donos e proprietários dos escravos. A partir daí, esses donatários começaram a mandar seus escravos para serem vendidos, em municípios litorâneos. Além disso, o comércio escravista também estava sendo estabelecido em Mossoró. Ao todo, várias casas de comércio foram lugares destinados à comercialização dos escravos, como, por exemplo, a Mossoró & Cia, pertencente ao Barão de Ibiapaba. Esses escravos, ao serem vendidos, eram mandados para Fortaleza, capital do Ceará, e depois enviados para províncias do sul. A ideia de abolir a escravidão ocorreu por volta de 1881, na capital cearense.[25]

Finalmente, em 30 de setembro de 1883, o principal objetivo do movimento abolicionista foi alcançado e a escravidão foi oficialmente abolida. Essa data é considerada importante na história de Mossoró e, desde 1913, é considerado como feriado municipal.[25] Em homenagem a este acontecimento, Mossoró foi, entre 28 e 30 de setembro de 2011, capital do Rio Grande do Norte, sendo o governo estadual transferido temporariamente de Natal para Mossoró, instalado no Casarão Lili Duarte, que é atualmente sede da vice-prefeitura de Mossoró.[26][27]

Motim das mulheres e primeiro voto feminino[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Motim das Mulheres
Celina Guimarães, primeira mulher mossoroense a tirar o título de eleitor, votando onde atualmente funciona a Biblioteca Municipal de Mossoró, em 1928.

Denomina-se "motim das mulheres" o movimento liderado Anna Floriano,[28] cujo O principal palco do motim foi a sede do jornal O Mossoroense, que ocorreu em 30 de agosto de 1875, quando cerca de trezentas mulheres saíram pelas ruas da cidade em passeata com o objetivo de protestar contra a obrigatoriedade do alistamento militar.[29] As mulheres fizeram de refém o escrivão de paz e em praça pública rasgaram o livro e os papéis que recrutavam os homens mossoroenses para lutar na Guerra do Paraguai.[25] Revoltadas, mulheres nordestinas invadiram repartições públicas e delegacias, armadas com pedras e pedaços de pau, para rasgar documentos que convocavam seus maridos para o Exército ou para a Marinha.[25] Atualmente, o Motim das Mulheres é apresentado em um espetáculo encenado no Auto da Liberdade.[30]

Outro ato libertário considerado importante para toda a história de Mossoró foi o primeiro voto feminino do Brasil, ocorrido em 1928, um episódio considerado de grande relevância no mundo, uma vez que a maioria dos países também proibia o voto feminino. Na época, a constituição brasileira, datada de 1891, permitia apenas aos ricos o direito ao voto. As mulheres, escravos, analfabetos e pobres não tinham esse direito. Foi em 1928 que Celina Guimarães Viana, professora e árbitra de futebol, obteve o primeiro título eleitoral e o primeiro voto feminino do país. Isso levou mulheres potiguares e de outros nove estados brasileiros a fazerem um grande movimento nas ruas das cidades para reivindicarem o direito ao voto, que já havia sido conquistado no Rio Grande do Norte. No Brasil, as mulheres só ganharam o direito ao voto somente seis anos depois, em 1934, durante o governo do presidente Getúlio Vargas.[25]

Resistência ao bando de Lampião[editar | editar código-fonte]

Memorial da Resistência Mossoroense, museu que conta com exposições que destacam a invasão ao bando de Lampião à cidade em 1927.[31]

Mais um importante ato libertário ocorrido em Mossoró, ano de 1927, foi a resistência ao bando do cangaceiro mais famoso do nordeste brasileiro: Virgulino Ferreira da Silva, popularmente conhecido como "Lampião". Nesse mesmo ano, o município experimentava um crescimento tanto no comércio e na indústria. O bando entrou no Rio Grande do Norte pelo município de Luís Gomes, entre os dias 9 de 10 de junho, percorrendo várias cidades do oeste do Rio Grande do Norte, chegando até Mossoró poucos dias depois. Nesse ataque, Lampião e seu bando sofreram sua única derrota desde o seu início da vida como cangaceiro. No dia 12 de junho, o cangaceiro e seus companheiros chegaram ao distrito de São Sebastião, atual município de Governador Dix-Sept Rosado, na época um distrito de Mossoró, hoje. Lá, ele enviou um telegrama à população de Mossoró, avisando sobre o ataque do bando, fazendo com que a cidade entrasse em desespero e levando o prefeito Rodolfo Fernandes a organizar um êxodo, montando trincheiras para conter os invasores.[25][32]

Lampião e seu bando em Mossoró

Já em 13 de junho, Lampião e seu bando chegaram ao Sítio Saco. Lá, ele enviou um bilhete, que pedia uma quantidade total de 400 réis em dinheiro, para poupar a cidade de Mossoró. O prefeito de Mossoró negou e depois recebeu um segundo bilhete ameaçador. O ataque a Mossoró só começou de fato às quatro horas da tarde, quando o líder do bando dividiu seus cangaceiros em três grupos diferentes, cada um com a função de atacar um local diferente: o primeiro grupo atacou a casa do prefeito, que hoje abriga a sede da prefeitura municipal; o segundo grupo atacou a estação ferroviária de Mossoró, enquanto o terceiro teve a função de atacar o cemitério. Um hora depois, o bando recuou, deixando Colchete (morto no momento do confronto) e Jararaca para trás. Este último foi ferido, preso e morto 3 dias depois do ataque[33] e encontra-se enterrado no mesmo cemitério que havia sido invadido pelo bando de Lampião, sendo depois um elemento de culto pelos mossoroenses.[25][32]

Formação administrativa[editar | editar código-fonte]

A primeira formação administrativa mossoroense ocorreu em 27 de outubro de 1842, quando foi criado o distrito de Mossoró, anexado e subordinado a Assu (na época chamada de "Princesa"), sendo, quase dez anos depois, elevado à categoria de vila e se emancipando de Assu, sendo elevada à categoria de cidade dezoito anos depois (1870).[23] No final do século XIX, foi desmembrada e elevada à categoria de vila o povoado de Areia Branca, hoje município.[34]

Em 10 de setembro de 1908, foram criados e anexados a Mossoró os distritos de Porto de Santo Antônio e São Sebastião, mas, vinte e cinco anos depois, esses distritos foram extintos e o município passou a ser formado apenas pelo distrito sede. Cinco anos depois, o distrito de São Sebastião é recriado e, em 1944, o nome desse mesmo distrito é alterado para "Sebastianópolis" e depois para "Governador Dix-Sept Rosado", em 1948. Em 1953, Mossoró ganha o distrito de Baraúna. Em 1963, foi desmembrado de Mossoró o distrito de Governador Dix-Sept Rosado e este tornou-se novo município potiguar. No final de 1981, também tornou-se município norte-rio-grandense desmembrado de Mossoró o distrito de Baraúna.[23]

O último desmembramento ocorreu em 1988, quando foi criado o município de Serra do Mel, que se emancipou de Areia Branca, Assu, Carnaubais e Mossoró, sendo instalado oficialmente em 1º de junho de 1989.[35] Até os dias atuais, Mossoró é formada apenas pelo distrito sede.[23]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Mapa político de Mossoró com os limites municipais.

De acordo com a divisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística vigente desde 2017,[36] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Mossoró.[6] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, o município fazia parte da microrregião de Mossoró, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Oeste Potiguar.[37] Dista 281 quilômetros de Natal, capital estadual,[7] 237 quilômetros de Fortaleza, Ceará (capital estadual mais próxima)[38] e 1 977 quilômetros de Brasília, capital federal.[39] Com uma área de 2 099,36 km², Mossoró é o maior município em extensão territorial do Rio Grande do Norte,[8][40] e se limita com os municípios de Aracati (Ceará), Tibau e Grossos a norte; Governador Dix-Sept Rosado e Upanema a sul; Areia Branca, Serra do Mel e Assu a leste e Baraúna a oeste.[41]

O relevo do município, com altitudes predominantes abaixo de cem metros, é formado pela Chapada do Apodi (que abrange terrenos cortados pelos rios Apodi-Mossoró e Piranhas-Açu e com tendência ligeiramente elevada), Depressão Sertaneja-São Francisco (terrenos entre a Chapada do Apodi e o Planalto da Borborema), depressão sublitorânea (terrenos de transição entre os tabuleiros costeiros e o Planalto da Borborema) e planícies fluviais (localizadas às margens dos rios).[40][41] O ponto culminante do município é a Serra Mossoró, a dezesseis quilômetros da cidade, com altitude em torno dos 250 metros.[42]

Os tipos de solo predominantes são o cambissolo eutrófico, que possui alto nível de fertilidade, textura de argila e drenagem de boa a moderada; a rendzina, semelhante ao cambissolo, mas com drenagem moderada a imperfeita; e o latossolo, do tipo vermelho amarelo eutrófico, com nível fertilidade entre médio a alto, textura média e drenagem de boa a extrema. Há ainda os solos podzólico vermelho amarelo equivalente eutrófico, o solonchak e o vertissolo.[41][43]

O município possui todo o seu território situado na Bacia Hidrográfica do Rio Apodi/Mossoró. Os principais rios que cortam o município são o Apodi/Mossoró e do Carmo. Os principais riachos são o Bonsucesso, do Cabelo Negro, de São Raimundo e do Pai Antônio. Os maiores reservatórios, com capacidade igual ou superior a cem mil metros cúbicos de água (m³) são o Açude Favela (500 000 m³), as barragens Lagoa de Paus (264 000 m³), de Baixo (250 000 m³), Mossoró e Santana dos Pintos (ambos com capacidade para 100 000 m³).[40][41]

A cobertura vegetal do município é formada pela caatinga hiperxerófila, formada por plantas de baixo porte adaptadas à seca, como o faveleiro, a jurema-preta e o mufumbo, além da vegetação halófila, com espécies adaptadas ao alto grau de salinidade (entre os quais o bredo e o pirrixiu), e dos carnaubais, vegetação que possui a carnaubeira e a palmeira como espécies predominantes. Os principais tipos de solo são o cambissolo eutrófico, bastante fértil, com textura formada por argila e drenagem entre boa e moderada; o latossolo vermelho amarelo eutrófico, com grau de fertilidade entre médio e alto, média textura e drenagem entre boa e extrema; e a rendzina, com alta fertilidade, textura argilosa e drenagem entre imperfeita e moderada.[40][41] Mossoró, junto com Baraúna, abriga o Parque Nacional da Furna Feia, área de preservação ambiental com 8 494 hectares de área e criado pelo decreto presidencial em 5 de junho de 2012 com o objetivo de preservar o bioma da caatinga local.[44]

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de precipitação em 24 horas
registrados em Mossoró por meses (INMET)[45]
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 163 mm 28/01/2004 Julho 50 mm 10/07/2004
Fevereiro 73 mm 28/02/2007 Agosto 49,5 mm 04/08/1973
Março 127,2 mm 29/03/1997 Setembro 16,8 mm 06/09/1979
Abril 118,4 mm 30/04/1985 Outubro 16,2 mm 11/10/1984
Maio 125,8 mm 14/05/1974 Novembro 21,8 mm 28/11/1982
Junho 42 mm 05/06/2003 Dezembro 28,6 mm 06/12/1974
Período: 01/01/1970 a 31/12/1970, 01/01/1973 a 31/12/1985 e 01/11/1993 a 17/09/2008.

O clima de Mossoró é caracterizado como semiárido quente (do tipo Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger),[41] com temperatura média anual de 28 °C[46] e índice pluviométrico de 788 mm/ano, concentrados entre os meses de fevereiro e maio.[47] As precipitações ocorrem principalmente sob a forma de chuva e, mais raramente, de granizo,[48] podendo também virem acompanhadas de raios e trovoadas e ainda serem de forte intensidade.[49] O tempo médio de insolação é de aproximadamente 2 830 horas/ano,[50] com umidade relativa do ar em torno de 68%,[51] podendo ficar abaixo dos 30%, especialmente no período seco, durante a tarde, bem abaixo do ideal estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 60%.[52] Ao lado de Caicó e Pau dos Ferros, Mossoró está entre os municípios mais quentes do Rio Grande do Norte.[53]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1970, 1973 a 1985 e 1993 a 2008, a menor temperatura registrada em Mossoró foi de 16 °C em 7 de junho de 1996,[54] e a maior atingiu 39,6 °C em 14 de outubro de 1979.[55] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 163 mm em 28 de janeiro de 2004. Outros grandes acumulados foram 127,2 mm em 29 de março de 1997, 125,8 mm em 14 de maio de 1974, 118,4 mm em 30 de abril de 1985, 114,9 mm em 21 de março de 2006, 109,7 mm em 26 de maio de 1995, 107 mm em 27 de maio de 2002 e 100,1 mm em 15 de abril de 1985.[45] O índice mais baixo de umidade relativa do ar foi registrado na tarde de 5 de setembro de 1996, de 21%.[56]

Dados climatológicos para Mossoró
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 37,7 38,4 38,3 38,6 37,6 37,4 37,2 37,7 37,3 39,6 37,7 39,4 39,6
Temperatura máxima média (°C) 33,6 32,9 32,2 32,3 32,1 32,2 32,9 33,7 34,1 34,3 34,4 33,6 33,2
Temperatura média (°C) 28,6 28,2 27,8 27,7 27,3 27 27,3 27,8 28,3 28,6 28,9 28,3 28
Temperatura mínima média (°C) 23,6 23,5 23,5 23,2 22,5 21,9 21,7 21,9 22,5 23 23,5 23,1 22,8
Temperatura mínima absoluta (°C) 17,1 17,7 18,5 16,2 18 16 16,9 16,5 18,4 20 18,6 17,9 16
Precipitação (mm) 69,3 130,1 169,2 179,6 109,5 49,4 39,9 11,1 5,9 3,4 3,2 17,3 787,9
Umidade relativa (%) 67 72 78 74 76 72 69 62 61 62 63 66 68,5
Horas de sol 231,7 194,4 186,4 190,3 217,1 211,3 228,3 269,1 271,7 290,3 281 256,5 2 828,1
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (precipitação e horas de sol: normal climatológica de 1961-1990;[47][50] recordes de temperatura: 01/01/1970 a 31/12/1970, 01/01/1973 a 31/12/1985 e 01/11/1993 a 17/09/2008);[54][55] Climate Charts (umidade relativa, 1961-1990)[51] e Climate-Data (médias de temperatura).[46]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
1872 8 000
1900 12 602
1920 20 300 61,1%
1940 31 515 55,2%
1950 40 681 29,1%
1960 41 476 2,0%
1970 97 245 134,5%
1980 145 981 50,1%
1991 192 267 31,7%
2000 213 841 11,2%
2010 259 815 21,5%
Est. 2017 295 619 [9] 13,8%
Censos demográficos de 1872 a 2010.[57][58]

No censo demográfico de 2010, a população de Mossoró era de 259 815 habitantes, sendo o segundo município mais populoso do Rio Grande do Norte, atrás apenas de Natal, o 19º do Nordeste e o 92º do Brasil, apresentando uma densidade populacional de 123,76 km².[58] Desse total, 237 241 habitantes viviam na zona urbana (91,31%) e 22 574 na zona rural (8,69%). Ao mesmo tempo, 125 747 eram do sexo masculino (48,4%) e 134 068 do sexo feminino (51,6%), tendo uma razão de sexo de 93,79.[59][60] Quanto à faixa etária, 60 970 pessoas tinham menos de 15 anos (23,47%), 182 408 entre 15 e 64 anos (70,21%) e 16 437 possuíam 65 anos ou mais (6,33%).[61] Ainda segundo o mesmo censo, a população étnica era formada por 129 665 pardos (49,91%), 109 348 brancos (42,09%), 16 419 pretos (6,32%), 4 179 amarelos (1,61%) e 184 indígenas (0,07%), além de outros dezenove sem declaração (0,01%).[62]

A população de Mossoró é diversificada e formada por migrantes de outras regiões brasileiras. No censo de 2010, da população total, 254 518 eram nascidos na Região Nordeste (97,96%), 2 746 no Sudeste (1,06%), 822 no Norte (0,32%), 660 no Centro-Oeste (0,25%) e 420 no Sul (0,16%), além de 503 sem especificação (0,19%). 233 718 habitantes eram naturais do Rio Grande do Norte (89,96%) e, desse total, 174 873 eram nascidos em Mossoró (67,31%). Entre os naturais de outras unidades da federação, havia 9 355 cearenses (3,6%), 7 819 paraibanos (3,01%), 1 853 paulistas (0,71%), 1 251 pernambucanos (0,48%), 930 baianos (0,36%), 568 maranhenses (0,22%), 499 piauienses (0,19%), 481 paraenses (0,18%), 433 fluminenses (0,17%), 385 mineiros (0,15%), 335 brasilienses (0,13%), 229 alagoanos (0,09%), 216 goianos (0,08%), 170 amazonenses (0,07%), 159 paranaenses (0,06%), 149 sergipanos (0,06%), 136 gaúchos (0,05%), 125 catarinenses (0,05%), 94 rondonianos (0,04%), 83 sul-mato-grossenses (0,03%), 74 capixabas (0,03%), 43 acrianos (0,02%), 34 roraimenses (0,01%) e 27 mato-grossenses (0,01%).[63][64] Levando-se em conta a nacionalidade da população, 259 669 habitantes eram brasileiros natos (99,94%), 50 eram naturalizados brasileiros (0,02%) e 96 eram estrangeiros (0,04%).[65] Havia ainda, 328 emigrantes internacionais, sendo 231 para a Europa (70,43%), 56 para a América do Norte (17,07%), 22 para outros países da América do Sul, nove para a Ásia (2,74%), cinco para a África (1,52%), quatro para a Oceania (0,61%) e um para a América Central (0,3%). Entre os principais países de destino estavam a Itália, com 44 emigrantes (13,31%), a Espanha, com 38 (11,59%), e Portugal, com 36 (10,98%).[66] Para 2017, a estimativa populacional é de 295 619 habitantes.[9]

O Índice de Desenvolvimento Humano do município é considerado alto, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Segundo dados do relatório de 2010, divulgados em 2013, seu valor era de 0,720, sendo o terceiro maior do Rio Grande do Norte, atrás somente de Parnamirim (1º) e Natal (2º), e o 1 301 º do Brasil. Considerando-se apenas o índice de longevidade, seu valor é de 0,811, o valor do índice de renda é de 0,694 e o de educação é de 0,663.[11] De 2000 a 2010, o índice de Gini caiu de 0,57 para 0,52 e a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até R$ 140 reduziu em 60,6%, passando de 35,4% para 14%. Em 2010, 86% da população mossoroense vivia acima da linha de pobreza, 9,1% entre as linhas de indigência e de pobreza e 4,9% estava abaixo da linha de indigência. No mesmo ano, o índice de Gini era de 0,52 e a participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 57,6%, valor quinze vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 3,9%.[61][67]

Religião[editar | editar código-fonte]

Na Igreja Católica, o Mossoró é sede da Diocese de Santa Luzia, sufragânea da Arquidiocese de Natal, erigida canonicamente pelo Papa Pio XI em 28 de julho de 1934 e instalada em 18 de novembro do mesmo ano.[68] A diocese possui uma área de 18 847 km²,[69] abrange 56 municípios e se divide em 32 paróquias, oito delas localizadas em Mossoró: Santa Luzia, Nossa Senhora da Conceição, São Manoel, São José, São João Batista, São Paulo Apóstolo, Nossa Senhora de Fátima e Menino Jesus de Praga.[70] A sé episcopal é a Catedral de Santa Luzia, construída no século XVIII, entre 1772 e 1773 e reconstruída no século XIX, sendo inaugurada em 1830 e elevada à categoria de matriz no ano de 1842. Somente em 1934, quando da criação da Diocese de Mossoró, a igreja foi elevada à categoria de catedral diocesana.[71] No censo de 2010 o catolicismo romano era a religião da maioria da população, com 183 672 adeptos, ou 70,69% dos habitantes.[72]

Mossoró também possui os mais diversos credos protestantes ou reformados. Em 2010 47 964 mossoroenses se declararam evangélicos (18,46%), dos quais 28 186 pertenciam às evangélicas de pentecostal (10,85%), 7 985 às evangélicas de missão (3,07%) e 11 792 a igrejas evangélicas não determinadas (4,54%). Dentre o total de seguidores das igrejas evangélicas pentecostais, 20 326 pertenciam à Assembleia de Deus (7,82%), 520 à Congregação Cristã do Brasil (9,2%), 208 ao Evangelho Quadrangular (0,08%), 1 744 à Universal do Reino de Deus (0,67%), 274 à Igreja Deus é Amor (0,11%), 23 a comunidades evangélicas (0,01%), 94 à Casa da Bênção (0,04%), 76 à Maranata (0,03%) e 4 921 a outras evangélicas pentecostais (1,89%). Em relação às evangélicas de missão, 5 118 eram batistas (1,97%), 1 492 adventistas (0,57%), 1 019 presbiterianos (0,39%), 292 luteranos (0,11%), 39 congregacionais (0,02%) e 25 metodistas (0,01%). Havia ainda 1 484 pertencentes a outras religiosidades cristãs (0,57%).[72]

Além do catolicismo romano e do protestantismo, também existiam 22 356 pessoas sem religião (8,6%), dos quais 504 ateus (0,19%) e 59 agnósticos (0,02%); 1 618 espíritas (0,62%); 1 226 testemunhas de Jeová (0,47%); 627 mórmons (0,24%); 216 católicos apostólicos brasileiros (0,08%); 94 esotéricos, 71 messiânicos (0,03%); 35 umbandistas (0,01%); 25 judaístas (0,01%); 24 católicos ortodoxos (0,01%); dezesseis candomblecistas (0,01%) e seis budistas (0,00%). Outros 305 possuíam religião indeterminada ou múltiplo pertencimento (0,12%), 62 não souberam (0,02%) e treze declararam seguirem outras religiosidades (0,00%).[72]

Política e subdivisões[editar | editar código-fonte]

Secretaria Municipal de Tributação (2005), antiga sede da prefeitura

A administração municipal se dá através dos poderes executivo e legislativo. O primeiro é representado pelo prefeito, auxiliado seu gabinete de secretários.[73] O primeiro prefeito constitucional de Mossoró foi o padre Antônio Freire de Carvalho, em 1853,[74] e a atual é Rosalba Ciarlini Rosado, do Partido Progressista (PP), eleita em 1988 e 1996 e reeleita em 2000, sendo novamente eleita em 2016,[75] tendo como vice Nayara Gadelha (PP).[76] O legislativo, por sua vez, é representado pela câmara municipal,[73] que funciona no Palácio Rodolfo Fernandes e é composta por 21 vereadores,[77] cabendo à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).[73]

Em complementação ao processo legislativo e ao trabalho das secretarias, existem também alguns conselhos municipais em atividade: antidrogas, assistência social, conselho tutelar, cultura, defesa do meio ambiente, desenvolvimento econômico sustentável, direitos da mulher, educação, FUMAC, FUNDEF, saúde, trabalho comunitário e turismo.[41] O município se rege pela sua lei orgânica, promulgada em 3 de abril de 1990,[73] e abriga de uma comarca do poder judiciário estadual, de terceira entrância, localizada no Fórum Dr. Silveira Martins, tendo como termo o município de Serra do Mel.[78] Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o município possuía, em dezembro de 2016, 167 154 eleitores (6,965% do eleitorado potiguar), divididos em duas zonas eleitorais (33ª e 34ª)[79]

A zona urbana de Mossoró é dividida em cinco zonas, subdivididas em 27 bairros reconhecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O Abolição, situado na zona oeste, é o bairro mais populoso do município, com mais de 24 mil habitantes (2010). O bairro Alagados é o menos populoso, com apenas 164 residentes.[80]

Palácio da Resistência (prefeitura), sede do poder executivo municipal.
Palácio Rodolfo Fernandes (câmara de vereadores), a sede do legislativo.
Fórum Dr. Silveira Martins, sede da comarca, do poder judiciário estadual.

Economia[editar | editar código-fonte]

Mossoró, seguido pelos municípios de Quixeré, Baraúna e Icapuí, é o maior produtor de melão do Brasil.[81]
Extração de petróleo em território mossoroense. O município é o maior produtor de petróleo em terra do país.

O Produto Interno Bruto (PIB) de Mossoró é o segundo maior do Rio Grande do Norte e o maior da região oeste do estado. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2013, o PIB do município era de R$ 6 538 346 mil, dos quais R$ 2 648 585 mil do setor de serviços, R$ 1 988 062 mil da indústria, R$ 1 028 608 mil da administração municipal (excluindo-se a arrecadação de impostos), R$ 731 678 de impostos e R$ 141 413 mil da agropecuária. O PIB per capita é de R$ 23 325,08.[82][83]

Em 2010, considerando-se a população municipal com idade igual ou superior a dezoito anos, 64,1% eram economicamente ativas ocupadas, 25,8% economicamente inativa e 10,1% economicamente ativa desocupada. Ainda no mesmo ano, levando-se em conta população ativa ocupada a mesma faixa etária, 43,71% trabalhavam no setor de serviços, 19,72% no comércio, 9,78% na construção civil, 8,52% em indústrias de transformação, 5,67% na agropecuária, 4,5% em indústrias de extração e apenas 0,76% na utilidade pública.[61] Conforme a Estatística do Cadastral de Empresas de 2014, Mossoró possuía 5 891 unidades (empresas) locais, 5 577 delas atuantes.[84]

No setor primário do município, o destaque é a fruticultura irrigada. Mossoró forma, com os municípios vizinhos Assu e Baraúna, o Polo Mossoró/Baraúna/Assu, o maior produtor de melão do Brasil, seguido pela região do Médio Jaguaribe, já no vizinho estado do Ceará. O polo chegou, no ano de 2007, a produzir um total aproximado em 254 mil toneladas (t) da fruta, a maior parte (204 mil toneladas) exportadas para o mercado externo.[85][86] A região polarizada por Mossoró é, desde 1990, conhecida pelo Ministério da Agricultura como "Mosca da Fruta" ou "área livre da praga Anastrepha Grandis, condição que proporciona e facilita a entrada de produtos mossoroenses em outros mercados consumidores, entre os quais Estados Unidos, Japão e União Europeia.[87]

Segundo dados do IBGE, em 2015 o município produziu, na lavoura temporária, melão (187 600 t), melancia (56 000 t), milho (264 t), mandioca (240 t), feijão (190 t), cebola (1 170 t) e sorgo (19 t),[88] enquanto na lavoura permanente foram produzidos coco-da-baía (54 mil frutos), mamão (3 900 t, banana (1 100 t), manga (1 000 t), castanha de caju (829 t), laranja (54 t) e maracujá (38 t).[89] Na pecuária, o município também possuía um rebanho de 846 621 galináceos, 35 912 ovinos, 28 100 codornas, 24 108 caprinos, 19 102 bovinos, 18 900 e 3 812 equinos, tendo também produzido 23 800 dúzias de ovos de galinha, 7 750 mil litros de leite, 6 800 mil dúzias de ovos de codorna e 5 680 quilogramas de mel de abelha.[90]

Partage Shopping Mossoró, antigo Mossoró West Shopping, um dos principais centros comerciais do Rio Grande do Norte.[91]

Na indústria, Mossoró é tanto o maior produtor nacional de sal quanto de petróleo em terra, com uma produção diária de 47 mil barris e mais de 3 500 poços. Destacam-se ainda a produção de cimento e de cerâmica, sendo encontradas várias filiais de empresas de grande porte. O município é um dos principais polos industriais do Rio Grande do Norte, ao lado de Natal, abrigando uma grande concentração de indústrias têxteis, de confecção e de artigos essencialmente voltados ao turismo.[87][92] Nos últimos anos, a construção civil também tem ganhando força na economia de Mossoró.[87]

O comércio mossoroense é um dos mais dinâmicos do estado do Rio Grande do Norte.[93] A cidade possui alguns centros comerciais, entre os quais o Partage Shopping Mossoró, antigo Mossoró West Shopping, primeiro shopping center do município, inaugurado em 2007 e o maior centro de compras da região oeste do Rio Grande do Norte,[91] administrado, desde 2011, pelo grupo paulista Partage;[94] o Atacadão,[95] e o Hiper Bompreço,[96] além das micro e pequenas empresas. Também há o Mercado Público de Mossoró, o mais antigo centro comercial da cidade, que foi construído no século XIX, por volta de 1875, tendo seu acabamento final dois anos depois e sendo reconstruído três décadas mais tarde.[97]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

O serviço de abastecimento de água do município é feito pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).[98] A empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica é a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN).[99] A voltagem nominal da rede é de 220 volts.[100] Em 2010, o município possuía 95,15% de seus domicílios com água canalizada,[101] 99,54% com eletricidade[102] e 92,98% com coleta de lixo,[103] que é despejado em um aterro sanitário na zona rural, em operação desde 2008.[104]

O código de área (DDD) de Mossoró é 084[105] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) é 59600-000.[106] Há transmissão de canais nas faixas Very High Frequency (VHF) e Ultra High Frequency (UHF). Em 2008, Mossoró sediava nove emissoras de rádio, sendo quatro em modulação em amplitude (AM) e cinco em modulação em frequência (FM). Existiam ainda doze agências bancárias (sete públicas e cinco privadas), dois postos de atendimento da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) e quatro jornais em circulação,[41] dentre os quais destacam-se O Mossoroense, fundado em 1872, sendo um dos mais antigos da América Latina, e o Gazeta do Oeste. Ambos saíram de circulação na forma impressa desde 2016, estando hoje disponíveis apenas online na internet.[107]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Hospital de Olhos de Mossoró

Mossoró possuía, em 2009, 115 estabelecimentos de saúde, 68 privados e 47 públicos (43 estaduais e quatro municipais), com um total de entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos. Neles a cidade possuía 664 leitos para internação.[108] Em abril de 2010, a rede profissional de saúde do município era constituída por 977 médicos, 338 auxiliares de enfermagem, 209 enfermeiros, 196 cirurgiões-dentistas, 146 técnicos de enfermagem, 101 assistentes sociais, 95 farmacêuticos, 48 fisioterapeutas, trinta psicólogos, 27 nutricionistas e 22 fonoaudiólogos, totalizando 2 189 profissionais.[109]

No mesmo ano, a expectativa de vida ao nascer era de 73,64 anos, a taxa de mortalidade infantil de 17,9 por mil nascimentos e a taxa de fecundidade de 2,0 filhos por mulher.[61] Segundo dados do Ministério da Saúde, 536 casos de AIDS foram registrados em Mossoró entre 1990 e 2013 e, de 2001 a 2011, foram notificados 5 471 casos de dengue, 283 de leishmaniose e dois de malária.[110] Em 2014, 94,7% das crianças menores de um ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia[111] e, dentre as crianças menores de dois anos foram pesadas pelo Programa Saúde da Família (PSF), 0,7% estavam desnutridas.[67]

Mossoró é sede da II Unidade Regional de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (II URSAP).[112] O Hospital Regional Dr. Tarcísio Maia, inaugurado em 10 de maio de 1986, é o maior e principal hospital do município, considerado referência para a região do oeste potiguar, prestando serviços em várias especialidades.[113] Também se destaca o Hospital Rafael Fernandes.[114] Outros hospitais de Mossoró são: Almeida Castro (hospital maternidade), da LMECC, de Oftalmologia, de Olhos, do Rim, São Camilo de Léllis, da Polícia Militar, São Luiz Ltda, Unimed e Wilson Rosado.[115] Até 2016 havia o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, fechado pelo governo estadual.[116]

Educação[editar | editar código-fonte]

O fator "educação" do IDH no município atingiu em 2010 a marca de 0,663,[61] ao passo que a taxa de alfabetização da população acima dos dez anos indicada pelo último censo demográfico do mesmo ano foi de 87% (85,1% para os homens e 88,9% para as mulheres).[117] As taxas de conclusão dos ensinos fundamental (15 a 17 anos) e médio (18 a 24 anos) erma de 84,7% e 47,5%, respectivamente, e o percentual de alfabetização da população entre 15 e 24 anos de 96,7%.[118]

IDEB de Mossoró[118]
Ano Anos
iniciais
Anos
finais
2005 3,2 2,9
2007 3 3
2009 4,1 2,8
2011 4,5 3,3
2013 4,8 3,7
2015 5,2 3,7

Ainda em 2010, Mossoró possuía uma expectativa de anos de estudos de 9,97 anos, valor superior à média estadual (9,54 anos). O percentual de crianças de cinco a seis anos na escola era de 96,6% e de onze a treze anos cursando o fundamental de 87,18%. Entre os jovens, a proporção na faixa de quinze a dezessete anos com fundamental completo era de 57,96% e de 18 a 20 anos com ensino médio completo de 45,68%. Considerando-se apenas a população com idade maior ou igual a 25 anos, 51,55% tinham ensino fundamental completo, 37,84% o médio completo, 17,33% eram analfabetos e 9,89% possuíam ensino superior completo.[61]

Em 2015, a defasagem entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com idade superior à recomendada, era de 11,4% para os anos iniciais e 30,6% nos anos finais, sendo esse índice de 35,5% no ensino médio.[118] No mesmo ano o município possuía uma rede de 164 escolas de ensino fundamental (com 1 832 docentes), 123 do pré-escolar (385 docentes) e 37 de ensino médio (594 docentes).[119]

Mossoró abriga a reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)[120] e da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA),[121] Outras instituições de ensino superior no município são o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN),[122] a Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE),[123] a Faculdade Mather Christi,[124] a Faculdade Diocesana de Mossoró,[125] e a Universidade Potiguar (UNP).[126]

Destaca-se também no município diversas escolas técnicas como IFRN, SENAI, Apoena Cursos Técnicos[127] e Tereza Neo.

Criminalidade e segurança pública[editar | editar código-fonte]

Segundo o Mapa da Violência de 2014, com dados relativos a 2012, divulgados pelo Instituto Sangari, dos municípios com mais de vinte mil habitantes, a taxa de homicídios no município foi de 60,0 para cada 100 mil habitantes, ficando na quinta posição a nível estadual e na 162ª a nível nacional.[128] O índice de suicídios naquele ano para cada 100 mil habitantes era de 9,4, sendo o oitavo a nível estadual e o 289° a nível nacional.[129] Já em relação à taxa de óbitos por acidentes de trânsito, o índice foi de 43,5 para cada grupo de 100 mil habitantes, o primeiro a nível estadual e o 203° a nível nacional.[130]

Dados mais recentes da Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte (SESED/RN) mostram que 2016 foi o ano mais violento da história do município, com 217 homicídios,[131] sendo o bairro Santo Antônio o mais violento da cidade.[132] Segundo o Atlas da Violência 2016, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Mossoró possui uma taxa 71,5 homicídios para cada grupo de cem mil habitantes, sendo o nono município mais violento do país e o segundo a nível estadual, depois de Macaíba, na Região Metropolitana de Natal.[133]

Para tentar reduzir essas taxas de criminalidade, o 2° e o 12° batalhões da polícia militar do Rio Grande do Norte, sediados em Mossoró, junto com o poder público, buscam tomar medidas inerentes à segurança pública.[134] O município abriga uma penitenciária federal, inaugurada em 2009,[135] e possui uma guarda civil municipal, instituída pela lei complementar 37, de 14 de dezembro do mesmo ano, com o intuito de colaborar na segurança pública.[136]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Primeira locomotiva da Estrada de Ferro Mossoró-Porto Franco, em 1915.
Cruzamento da BR-304 (curva) com a RN-013 (ao fundo da imagem), que ligam Mossoró a Natal/Fortaleza e a Tibau (litoral).

A frota municipal em 2015 era de 134 270 veículos, sendo 52 178 automóveis, 45 992 motocicletas, 14 354 motoneta, 8 116 caminhonetes, 3 918 caminhões, 2 033 camionetas, 1 305 utilitários, 756 caminhões-trator, 309 micro-ônibus, 308 ônibus e dezessete tratores de rodas, além de 4 984 em outras categorias.[137]

Mossoró é atravessado por uma ferrovia, projetada no século XIX e inaugurada em 15 de março de 1915, inicialmente ligando o município a Porto Franco (atual Areia Branca). Com o passar do tempo, a ferrovia foi se expandindo até que, em 1950, a estrada de ferro já ligava Mossoró ao município paraibano de Sousa. Desde a década de 1970, a estrada de ferro foi desativada, embora trens destinados ao transporte de passageiros continuassem circulando no ramal de Mossoró até 1989. Nos dias atuais, parte dos trilhos desta ferrovia encontra-se em ruínas e a estação ferroviária foi transformada na estação das artes.

No transporte aeroviário, Mossoró é servido pelo Aeroporto Dix-Sept Rosado, localizado no bairro Aeroporto e administrado pela Departamento de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Norte (DER-RN).[138]

O município é cortado pelas seguintes rodovias federais: a BR-405, que se inicia em Mossoró começa atravessa toda a região oeste potiguar, estendendo-se até o Marizópolis, no sertão da Paraíba; a BR-304, que interliga Natal e Fortaleza e a BR-110, que tem início em Areia Branca, passa pela sede municipal e se estende até Catu, na Bahia. As rodovias estaduais que atravessam o território mossoroense são: a RN-013, que liga Mossoró a Tibau, recentemente duplicada;[139] a RN-015, que liga Mossoró a Baraúna;[140] e a RN-117, que liga a Mossoró a diversos municípios do oeste potiguar.[141]

A bicicleta é outro meio de transporte utilizado na zona urbana, embora existam poucos quilômetros de ciclovias. Há projetos que envolvem a construção de mais ciclovias, bem como de estacionamentos próprios para e exclusivos para bicicleta, a fim de melhorar a mobilidade urbana.[142][143]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Museu Municipal Jornalista Lauro da Escóssia

É notório que, apesar de ser um polo cultural, a cidade ainda não possua um centro histórico definido. A ONG Salv'Art - Instituto de Serviço e Apoio a Arte, Cultura, Cidadania e Meio Ambiente - tem buscado apoio junto aos poderes públicos para que ele se instale na antiga praça da Redenção, hoje praça Dorian Jorge Freire, visto que ali se encontram ainda intactos muito da arquitetura antiga na cidade.[144]

Espaços culturais e pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

O Teatro Municipal Dix-Huit Rosado, construído em 2003 pela prefeitura em conjunto com a parceria da Petrobras, possui capacidade para 740 lugares e é o principal teatro da cidade. Neste teatro, ocorrem diversos tipos de eventos, como danças, assembleias, encenações de peças teatrais e folclore.[145][146] Também há o Teatro Lauro Monte Filho, com capacidade para seiscentas pessoas,[147] mas que se encontra fechado devido a problemas estruturais.[148]

Mossoró conta com alguns museus. O Memorial da Resistência Mossoroense possui exposições que destacam o tema do cangaço e a resistência ao bando de Lampião durante sua invasão em 1927.[31][149] A Estação das Artes Elizeu Ventania, antiga estação ferroviária, abriga o Museu do Petróleo, com uma exposição diversa de materiais sobre a história do petróleo em Mossoró e no Rio Grande do Norte.[150] O Museu Municipal Jornalista Lauro Escócia já abrigou uma antiga cadeia pública e foi criado em 1948, sendo hoje um dos monumentos pertencentes ao centro cultural do município, abrangendo exposições referentes à sua história, além de documentos históricos.[151] O Museu de Paleontologia Vingt-Un Rosado, por sua vez, reúne espécies de fósseis da antiga ESAM (Escola Superior de Agricultura de Mossoró), hoje UFERSA.[152]

Mossoró também conta com alguns pontos turísticos, além dos espaços culturais, entre os quais a Capela de São Vicente, a Catedral de Santa Luzia, o Cemitério São Sebastião, o Mercado Municipal e o Mercado do Bode.[153] Principal cidade do Polo Costa Branca, Mossoró é um dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Norte.[154]

Estação das Artes Elizeu Ventania, onde tradicionalmente acontecem os principais eventos de Mossoró.

Atrativos culturais[editar | editar código-fonte]

Espetáculo "Chuva de Bala no País de Mossoró", realizado dentro do Mossoró Cidade Junina.

O Mossoró Cidade Junina, uma das maiores festas juninas do Nordeste brasileiro, chegando a atrair mais de um milhão de turistas,[155] acontece desde 1996 na estação das artes, ao longo do mês de junho. Conta com apresentações de quadrilhas e apresentações musicais, além de barracas com comidas típicas e projetos culturais.[18] Durante o evento acontece um espetáculo teatral, a Chuva de Bala no País de Mossoró, que lembra a trajetória do cangaceiro Lampião e seu bando na cidade (1927), é realizado desde 2003 em frente à capela de São Vicente, local dos confrontos entre o bando e a população local.[156]

A festa da padroeira Santa Luzia é um dos principais eventos religiosos do Rio Grande do Norte e acontece no mês de dezembro, em frente à catedral, começando no dia 3 com a missa de abertura e prosseguindo durante nove noites de novena. Ao longo da festa acontece o Oratório de Santa Luzia, uma encenação teatral que conta a história de Santa Luzia e acontece logo após o término das novenas. Também realizados diversos outros eventos, como a cavalgada de Santa Luzia, a pedalada da Luz e a Moto Romaria da Luz, além de apresentações musicais.[157] Os festejos se encerram no dia 13 de dezembro com missas e a tradicional procissão, chegando a atrair até cem mil fiéis de Mossoró e outros lugares. Através da lei estadual 10 114, de 7 de outubro de 2016, a festa passou a ser considerada patrimônio cultural, histórico e imaterial do Rio Grande do Norte.[158]

Outros eventos importantes do calendário cultural de Mossoró são:[159] a Festa do Bode, realizada no Parque de Exposição Armando Buá pelo governo do Rio Grande do Norte, em parceria com a prefeitura municipal e associações locais, cuja programação inclui exposições de bovinos, caprinos, ovinos e suínos, bem como de produtos artesanais, além de um festival gastronômico, apresentações artísticas, entre outras atrações;[160][161] a Feira Industrial e Comercial da Região Oeste (FICRO), que acontece desde 1987 e é promovida pela Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM);[162] a Feira do Livro de Mossoró, evento de incentivo à leitura que ocorre desde 2005, com exposições de livros e uma vasta programação;[163] a Feira Internacional de Fruticultura Tropical Irrigada (Expofruit), o principal evento da fruticultura irrigada do Brasil, contando com a participação de diversas empresas nacionais e internacionais[164] e o Auto da Liberdade, principal espetáculo teatral realizado dentro da Festa de Liberdade, no final de setembro, que recorda três dos quatro atos libertários de Mossoró: o motim das mulheres (1875), a abolição da escravidão (1883) e o primeiro voto feminino (1927), contando também desfiles e apresentações musicais.[165][166]

Esporte[editar | editar código-fonte]

Jogo entre o Baraúnas de Mossoró e o Campinense (de Campina Grande, Paraíba) no Nogueirão, pela série D do campeonato brasileiro de 2012. O Baraúnas venceu por 2 a 0.

O primeiro clube de futebol de Mossoró foi o Humaitá Futebol Clube, fundado em 14 de outubro de 1919.[167] O município conta com o Estádio Leonardo Nogueira, conhecido popularmente como Nogueirão, criado em 25 de janeiro de 1922,[168] e casa de dois tradicionais clubes de futebol da cidade, a Associação Cultural e Desportiva Potiguar (Potiguar de Mossoró) e a Associação Cultural Esporte Clube Baraúnas (Baraúnas), sendo o primeiro detentor de dois títulos (2004 e 2013) e três vice-campeonatos (1997, 2006 e 2008) no Campeonato Potiguar de Futebol e o último de apenas um título (2006) e dois vice-campeonatos (1981 e 1987).[169]

Anualmente acontecem diversos eventos no setor esportivo, entre os quais a Prova Ciclística Governador Dix-Sept Rosado, disputada desde 1949 em categorias e uma das mais antigas do Brasil na modalidade ciclismo, inicialmente realizada em um trajeto de Governador Dix-Sept Rosado (à época distrito e depois município) e Mossoró, sendo hoje realizada apenas em ruas da zona urbana;[170][171] e os Jogos Escolares Municipais (JEM's), que reúnem diversas modalidades e ocorre entre estudantes de várias escolas do município, com o objetivo de incentivar a prática de esportes.[170][172]

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

Em Mossoró há, além dos feriados nacionais, estaduais e dos pontos facultativos, dois feriados municipais, sendo eles o dia 30 de setembro, que comemora a libertação dos escravos, e o dia 13 de dezembro, dia de festa da padroeira Santa Luzia.[173] O dia em que Mossoró foi elevado à categoria de cidade, 9 de novembro, é considerado ponto facultativo.[174]

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Ver também[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]