Petrolina

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Município de Petrolina
"Califórnia Sertaneja"
"Capital do São Francisco"
"Capital da Uva"
"Capital das Frutas"
Montagem Petrolina(3).jpg

Bandeira de Petrolina
Brasão de Petrolina
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1870
Gentílico petrolinense
Padroeiro(a) Nossa Senhora Rainha dos Anjos
Prefeito(a) Julio Emílio Lóssio de Macedo (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Petrolina
Localização de Petrolina em Pernambuco
Petrolina está localizado em: Brasil
Petrolina
Localização de Petrolina no Brasil
9° 23' 34" S 40° 30' 28" O9° 23' 34" S 40° 30' 28" O
Unidade federativa  Pernambuco
Mesorregião São Francisco Pernambucano IBGE/2008 [1]
Microrregião Petrolina IBGE/2008 [1]
Região metropolitana PoloPetrolina-Juazeiro
Municípios limítrofes Juazeiro, Sobradinho, Casa Nova (BA); Lagoa Grande e Afrânio e Dormentes (PE)
Distância até a capital 721 km[2]
Características geográficas
Área 4 561,872 km² [3]
População 319 893 hab. (PE: 5°) –  IBGE/2013[4]
Densidade 70,12 hab./km²
Altitude 376 m
Clima Semiárido [5]  BSh
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,697 (PE: 6°) – médio PNUD/2010 [6]
PIB R$ 3 310 559 mil (PE: 7°) – IBGE/2011[7]
PIB per capita R$ 11 044,33 IBGE/2011[7]
Página oficial
Prefeitura Prefeitura de Petrolina
Câmara Câmara Municipal de Petrolina

Petrolina é um município brasileiro no interior do estado de Pernambuco, Região Nordeste do país. Situa-se na mesorregião do Sertão Pernambucano e microrregião homônima, distante 721 km a oeste de Recife, capital do estado.[2] Possui uma extensão territorial de 4 561 872 km², estando 244 800 km² em perímetro urbano e os 4 317 072 km² restantes integrando a zona rural.[8] Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, em 2013 sua população foi estimada em 319 893 habitantes,[9] sendo o quinto maior município de Pernambuco e o segundo do interior pernambucano, atrás apenas de Caruaru.[10] O município é integrante da Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento do Polo Petrolina e Juazeiro.[11]

O município tem uma temperatura média anual de 26,4 °C,[12] tendo a caatinga como sua vegetação nativa e predominante.[13] Com uma taxa de urbanização de 74,57 %, no ano de 2009 o município possuía 141 estabelecimentos de saúde.[14] Em 2010, sua Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) era de 0,697, considerado médio e acima da média pernambucana, ocupando o sexto lugar no ranking estadual.[15] Sua RIDE é formada por oito municípios, que totalizam uma população de cerca de 700 mil habitantes.[11]

Petrolina foi fundada em 1870. A sua região era frequentada assiduamente pelo capuchinho italiano frei Henrique, que realiza intensas prédicas missionárias pelos povoados ribeirinhos do Rio São Francisco. Em uma delas, o frei resolveu construir uma capela dedicada à Nossa Senhora Rainha dos Anjos, sendo a partir dessa construção que houve o crescimento populacional na região em que se localiza a sede municipal.[16] Por volta da década de 1980, foram surgindo suas primeiras vinícolas irrigadas pelas águas do São Francisco, com isso, indústrias relacionadas à produção de vinho foram aparecendo.[17] Atualmente, o município é constituído por três distritos, além da sua sede, sendo subdividida em 5 regiões com vários bairros.[18]

Sétimo município mais rico de Pernambuco, Petrolina foi apontada como uma das 20 cidades brasileiras do futuro na edição 2180 do dia 1 de setembro de 2010.[19] Com o melhor índice de saneamento básico do Nordeste, Petrolina conta com 95% de coleta de esgoto e 100% de tratamento do que é coletado.[20] Petrolina foi reconhecida como a maior rede hoteleira da região turística do sertão do São Francisco e do Pajeú, contando com 2.115 leitos, distribuídos em 24 hotéis; diversos restaurantes, bares, centros comerciais, hospitais, Universidades e cursos de Turismo em níveis técnico e superior, segundo um estudo de competitividade realizado pelo Ministério do Turismo, Fundação Getúlio Vargas e o Sebrae Nacional.[17]

História[editar | editar código-fonte]

Matriz – Igreja Nossa Senhora Rainha dos Anjos.

Era uma passagem de Juazeiro, onde pelo caminho das águas, o capuchinho italiano frei Henrique realizava prédicas missionárias, provavelmente por todas as povoações ribeirinhas, inclusive, pelas ilhas: do Pontal, do Jatobá, do Fogo e do Massangano, entre outras banhadas pelo rio São Francisco, no trecho compreendido entre a "Villa de Coripós" e a "Passagem", hoje municípios de Santa Maria da Boa Vista e Petrolina.

Em meados do século XIX, por conta da distância e da exaustiva viagem frei Henrique lança a ideia da construção de uma capela ao então vigário de Coripós, atualmente Santa Maria da Boa Vista. No ano de 1858, dá-se início a construção de uma capela como marco do Cristianismo para os moradores da pequena povoação da passagem localizada na margem esquerda do Rio São Francisco, cujo local tinha uma área coberta de rocha que posteriormente serviu na construção da Igreja Catedral de Petrolina, conhecida como a "Pedra Grande", considerado hoje o marco zero, atual Praça do Centenário.

Catedral – Igreja Sagrado Coração de Jesus. O estilo arquitetônico da Catedral de Petrolina é neogótico, com vitrais franceses.

Em 1860, a capela foi aberta aos moradores parcialmente concluída, faltando ainda uma torre, recebendo a atual imagem de Nossa Senhora Rainha dos Anjos. A imagem que teria vindo, apenas para a inauguração, ficou definitivamente como padroeira do município.

Em 1862 a Capela de Santa Maria Rainha dos Anjos foi elevada à condição de Igreja Matriz ficando a povoação "Passagem de Juazeiro", elevada à categoria de freguesia pela lei nº 530, de 7 de junho de 1862, através do empenho do tenente-coronel da Guarda Nacional José Crispiniano Rodrigues Coelho Brandão – presidente da vila de Petrolina até 1875, recebendo a localidade a denominação de Petrolina em homenagem ao Imperador D. Pedro II e sua esposa Maria Leopoldina, tendo a Freguesia a invocação de Santa Maria Rainha dos Anjos; vila pela lei nº 921, de maio de 1870; Comarca pela lei nº 1.444, de 8 de junho de 1879; município em 25 de abril de 1893.

O primeiro prefeito de Petrolina foi o tenente-coronel Manuel Francisco Sousa Júnior, tendo como subprefeito Febrônio Martins de Sousa. O referido prefeito, iniciou seu mandato em 25 de abril de 1893, um político que entrou na história de Petrolina como seu maior interessado na emancipação política do município. Em 28 de julho de 1895, através da Lei nº 130, a sede municipal foi elevada à categoria de Cidade, instalada oficialmente em 21 de setembro do mesmo ano. Foi empossado o segundo prefeito, Agostinho Albuquerque Cavalcanti. Estes prefeitos como os que lhes sucederam, realizaram um pesado trabalho de organização e infraestrutura do município. Em 30 de novembro de 1923 instala-se a diocese, pela Bula Papal (Dominicis Gregis), sendo seu primeiro bispo D. Antônio Maria Malan.[21] [22]

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município possui uma área de 4 558 398 km²,[23] sendo 244 800 km² de perímetro urbano e os 4 313 598 km² restantes formando a zona rural do município.[8] É o maior município em extensão territorial de Pernambuco.[23] Situa-se a 09º 23' 55" de latitude sul e 40º 30' 03" de longitude oeste,[24] estando a 721 km a oeste da capital estadual.[2] Os municípios limítrofes são: Dormentes, a norte; estado da Bahia, ao sul; Lagoa Grande, a leste e Afrânio e o estado da Bahia, a oeste.[13]

RIDE Petrolina e Juazeiro[editar | editar código-fonte]

Ponte Presidente Dutra e Ilha do Fogo, com Petrolina ao fundo.

Instituída pela lei complementar nº 113, de 19 de setembro de 2001, foi regulamentada pelo decreto nº 4366, de 9 de setembro de 2002. A região detém uma área de aproximadamente 35 000 km² englobando uma população de cerca de 700 000 mil habitantes. A RIDE abrange quatros municípios pernambucanos: Petrolina, Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista e Orocó; e quatro municípios baianos: Juazeiro, Casa Nova, Curaçá e Sobradinho. O acesso entre as duas maiores cidades da região é feita pela Ponte Presidente Dutra.[25]

Relevo e hidrografia[editar | editar código-fonte]

Ilha do Fogo.

O município se localiza na unidade geoambiental da Depressão Sertaneja, unidade que é formada pelas principais características do semiárido nordestino. Seu relevo é marcado por uma superfície de pediplanação muito monótona, sendo predominantemente suave-ondulado e atravessado por vales estreitos com vertentes dissecadas. Na linha do horizonte também pontuam elevações residuais, cristas com/sem outeiros. Esse tipo de relevo são testemunhas dos ciclos intensos de erosão que atingiram o sertão nordestino.[13] A altitude média do distrito-sede do município é de 376 metros acima do nível do mar.[24]

Petrolina está inserido na macro bacia hidrográfica do Rio São Francisco, do Rio Pontal e do grupo de Bacias de Pequenos Rios Interiores. Todos seus cursos d'água, com exceção do São Francisco são intermitentes e tem como padrão de drenagem o dendrítico. Ao sul do município se localizam algumas das principais ilhas do São Francisco, como: a Ilha do Fogo, Massangana e Rodeador. Os principais riachos são: Baixa Salina, da Pedra Preta, Baixa do Procópio, Bom Jesus, Terra Nova, da Grota Grande, do Maçarico, Baixa do Coveiro, Baixa do Boi, do Estandarte, da Formosa e da Areia. Os açudes de maior importância do município são: Vira Beiju (11 800 000 m³), Salina (4 021 375 m³) Baixa do Icó (1 300 000 m³) e Barreira Alegria com capacidade de 2 880 000 m³ de água. Ainda se conta com as lagoas: da Craíba, do Junco, da Areia e da Tapera.[13]

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de chuva registrados em 24 horas em Petrolina por meses
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 151,3 mm 01/01/1978 Julho 29,6 mm 18/07/1975
Fevereiro 133 mm 12/02/1964 Agosto 6,5 mm 12/08/1983
Março 105,4 mm 18/03/2008 Setembro 20,8 mm 18/09/2001
Abril 90,9 mm 28/04/1974 Outubro 78,3 mm 01/10/1973
Maio 40 mm 19/05/1977 Novembro 97,6 mm 30/11/1976
Junho 10,4 mm 05/06/1977 Dezembro 83 mm 04/12/1983
Fonte: Rede de dados do INMET. Período: 04/12/1962 a 31/12/2013.[26]

O clima petrolinense é classificado como semiárido (do tipo BSh na classificação climática de Köppen-Geiger), com regime de chuvas de primavera-verão. Este clima é caracterizado pela escassez e irregularidade de chuvas, assim como a forte evaporação por conta das altas temperaturas.[27] A temperatura média anual é de cerca de 26,4 °C, possuindo verões quentes e úmidos e invernos mornos e secos. O mês com o maior valor de temperatura média é o de novembro, com 28,4 °C e o mês de junho o mais morno, com temperatura média de 24,9 °C. O mês com maior temperatura média máxima é o de novembro, com 34 °C e o de menor valor de temperatura mínima o de julho, com 19,5 °C.[28]

Petrolina foi citada numa matéria do site "O Globo" como a sétima cidade mais quente do país no verão, com 11 registros de maior valor de temperatura máxima absoluta nos dias de verão no Brasil. O município ainda foi o quinto do nordeste, atrás apenas das cidades de Bom Jesus, no Piauí; Caicó, no Rio Grande do Norte; Jaguaribe, no Ceará e São João do Piauí, também no Piauí. O estado de Pernambuco ficou na oitava posição, com treze recordes e sendo o quarto mais quente do nordeste.[29]

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), entre dezembro de 1962 e dezembro de 2013, a menor temperatura já registrada em Petrolina foi de 12,4 °C, no dia 30 de junho de 1981,[30] enquanto que o maior valor foi de 44,1 °C, no dia 3 de janeiro de 1964.[31] Os maiores acumulados de chuva registrados em 24 horas foram de 151,3 milímetros em 1º de janeiro de 1978, 133 milímetros em 12 de fevereiro de 1964, 112,4 milímetros em 12 de fevereiro de 1976, 109,6 milímetros em 22 de fevereiro de 1994, 108,2 milímetros em 18 de janeiro de 1964, 107,7 milímetros em 13 de fevereiro de 2007 e 105,4 milímetros em 18 de março de 2008.[26] O maior acumulado mensal foi de 416,8 milímetros em janeiro de 2004.[32]

Dados climatológicos para Petrolina
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima registrada (°C) 44,1 39,3 40,1 41,2 39,3 39,1 38,8 38,8 41,2 40,4 41,7 41,1 44,1
Temperatura máxima média (°C) 29,8 31,5 32,4 31,3 30,9 29,7 31,3 30,8 32,5 33,8 34 33,1 31,8
Temperatura média (°C) 26,9 27 26,6 25,8 25,4 24,5 24,7 24,8 26,2 27,8 28,2 27,1 26,3
Temperatura mínima média (°C) 22,3 22,3 22,2 22,0 21,1 20,2 19,5 19,7 20,7 22,1 22,9 22,5 21,4
Temperatura mínima registrada (°C) 13,4 17,5 18,1 18,8 14,7 12,4 13,4 13,1 15,3 18,2 15,8 18,1 12,4
Precipitação (mm) 72,2 90,3 147,9 81,7 28,5 10,1 13,5 4,3 6,2 21,3 50,3 83,9 609,8
Umidade relativa (%) 58 63 67 70 64 61 60 53 48 48 50 54 58
Horas de sol 238,7 218,4 223,2 219 232,5 207 232,5 263,5 264 257,3 255 238,7 2 849,8
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET - recordes de temperatura: período de 03/12/1962 a 31/12/2013;[30] [31] médias de temperatura e precipitações mensais: 1961-1990);[33] [28]
Fonte #2: Observatório de Hong Kong (horas de sol)[33] e Weatherbase (umidade relativa).[34]

Ecologia e meio ambiente[editar | editar código-fonte]

O órgão responsável pela formulação, implementação e execução da Política Municipal de Meio Ambiente é a Agência Municipal de Meio Ambiente de Petrolina, a AMMA. No ano de 2011 a atual secretaria foi desmembrada da Secretaria de Planejamento, Urbanismo e Meio Ambiente, ganhando uma sede própria. Entre suas atribuições estão a concessão de licença ambiental, controle, monitoramento e fiscalização das atividades empreendedoras e processo com grande potencialidade de poluição e danos ao meio ambiente. Também lhe compete criar ações de educação ambiental, desenvolver e executar projetos e atividades que visem a proteção ambiental nas áreas de preservação e a melhoria da qualidade do meio ambiente e gestão dos recursos do Fundo Municipal do Meio Ambiente.[35]

No início do 2014, a Agência Municipal de Meio Ambiente de Petrolina anunciou a aprovação do projeto que criará duas unidades de conservação, que têm como objetivo a preservação do bioma da caatinga. Por 22 votos a favor e apenas dois contra, foram criados o Parque Estadual Serra do Areal e o Refúgio de Vida Silvestre Riacho do Pontal. Petrolina vislumbra ainda a implantação de outras iniciativas voltadas à preservação ambiental, entre os projetos, a criação do Parque Tatu-Bola do Semiárido, que deve haver um acordo entre várias instituições como a Prefeitura de Petrolina, Prefeitura de Lagoa Grande, Prefeitura de Santa Maria da Boa Vista, além, também, da Universidade Federal do Vale do São Francisco e do governo pernambucano. A implantação das Unidades de Conservação da Caatinga (UCCa) e do Parque do Capim ainda estavam em discussão no primeiro trimestre de 2014.[36] [37]

A vegetação nativa e predominante do município é a caatinga, que é composta por espécies hiperxerófilas, com a forte presença de arbustos com galhos retorcidos e com raízes profundas. As espécies mais encontradas são os cactos, caroá, aroeira, angico, juazeiro, mandacaru e xique-xique. Ao contrário do que muitos pensam, a fauna da caatinga é bastante rica, tendo centenas de espécies vivendo nesse bioma, como: veado-catingueiro, preá, gambá, sapo-cururu, cutia, tatu-peba, ararinha-azul, asa-branca, sagui-de-tufos-brancos, entre outros.[38]

Vista panorâmica da Orla de Petrolina.
Vista panorâmica da Orla de Petrolina.

Demografia[editar | editar código-fonte]

A população do município de Petrolina, de acordo com o último censo realizado pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgado no ano de 2010, apresentava 294.081 habitantes, dos quais 217.132 vivem na cidade (população na zona urbana na sede municipal).[39]

Atualmente, Petrolina é o sexto município mais populoso de Pernambuco, sua população estimada em 2013 foi 319.893 habitantes.

Evolução demográfica de Petrolina[40] [41] [4]


Administração municipal[editar | editar código-fonte]

Prefeitura[editar | editar código-fonte]

Prefeitura de Petrolina

O médico Nilo de Sousa Coelho, entrou para a política aos 26 anos de idade em 1947 para ser deputado estadual. Teve quatro mandatos como deputado federal. Foi governador de Pernambuco de 1967 a 1971 e senador de 1979 a 1983.

O município desde meados da década de 50 era governado por integrantes ou aliados da família Coelho, tendo isto mudado quando no início de 2007 assumiu o ex-vice-prefeito Odacy Amorim de Sousa, devido ao afastamento do ex-prefeito Fernando Bezerra de Sousa Coelho para ocupar a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Pernambuco.

Em janeiro de 2009, assumiu como prefeito o médico oftalmologista Júlio Lóssio (PMDB), após ter derrotado expressivamente o deputado Gonzaga Patriota (PSB), por uma diferença de 26.500 votos. O atual prefeito sucedeu Odacy Amorim de Sousa (PSB). Reeleito, governará a cidade até 2016.

Bandeira[editar | editar código-fonte]

A bandeira de Petrolina foi idealizada pelo cidadão petrolinense Armindo Trajano Maia e adotada em 26 de setembro de 1971. Suas cores significam: VERDE - esperança e a riqueza através da irrigação do sertão; AMARELO - as riquezas trazidas pelo Rio São Francisco; VERMELHO - o sangue nordestino, bravo, lutador e aguerrido; REMOS - a população que vive às margens do rio e o próprio rio; MANDACARU (Cereus Peruvianus - L) - simboliza o sertão e o sertanejo, que não se curvam ante as adversidades.

Segurança pública[editar | editar código-fonte]

Petrolina é sede do 5º Batalhão de Polícia Militar de Pernambuco. Tem como patrono o ex-governador Nilo Coelho, político renomado, pertencente à tradicional família “Coelho”, à qual se atribui boa parte dos investimentos que alavancaram o desenvolvimento da cidade de Petrolina. O 5º BPM é conhecido como a “Sentinela avançada do Sertão”. Tem como responsabilidade o policiamento ostensivo nos municípios de Petrolina, Afrânio e Dormentes, que ocupam uma área de 7.588 Km²[42] .

Defesa nacional[editar | editar código-fonte]

Petrolina é sede do 72º Batalhão de Infantaria Motorizado, unidade de elite do Exército brasileiro, subordinado à 10ª Brigada de Infantaria Motorizada, e pertencente à 7ª Região Militar e 7ª Divisão de Exército (7ª RM/7ª DE). O 72º BI Mtz é a única Unidade do Exército Brasileiro a formar o combatente para o ambiente operacional de caatinga, conhecida como a Casa do Combatente de Caatinga.

Foi criado por transformação da 2ª Companhia de Fuzileiros do 35° Batalhão de Infantaria, de Feira de Santana (BA), e iniciou oficialmente suas atividades em 1975[43] . Possui um Centro de Instrução de Operações na Caatinga, abrangendo uma área com aproximadamente 28.000 km². Abriga também as instalações do Centro de Instrução de Operações na Caatinga (CIOpC).

Economia[editar | editar código-fonte]

Composição econômica do (PIB) de Petrolina em 2008 [44]
Serviços
53%
Agropecuária
28%
Indústria
15%

Produto Interno Bruto (PIB)

  • Dados do IBGE de 2008

R$ 2,362 bilhões

Setor primário[editar | editar código-fonte]

Agricultura
Uvas no Vale do São Francisco, Pernambucano.

A região de Petrolina, devido ao clima seco e a irrigação, tornou-se a maior exportadora de frutas e o segundo maior centro vinícola do país.[45] [46] A apreciação dos vinhos e frutas do Vale do São Francisco se dá à sua temperatura elevada quase o ano todo, que expõe as frutas ao estresse contínuo e, assim, atribuindo gostos diferentes.[47]

Área de fruticultura irrigada em Petrolina.

Na lista dos melhores vinhos do Brasil – escolhidos em criteriosa avaliação de especialistas de várias partes do mundo, durante concurso internacional realizado em Petrolina, em setembro de 2009 – o Vale do São Francisco marcou presença, tendo alguns vinhos premiados. Políticas de incentivo aplicadas nas últimas décadas tornaram a região um celeiro de frutas tropicais, que são exportadas para as principais regiões do país e também para a América do Norte, Europa e a Ásia (particularmente o Japão). É a terceira maior cidade agropecuária do País.[47]

Petrolina foi a cidade brasileira que mais produziu frutas em 2010, com uma receita de US$ 619 milhões, acréscimo de 24,5% em relação a 2009. O município é um dos principais produtores de uva, manga, acerola, banana e goiaba do Brasil.[48]

Setor secundário[editar | editar código-fonte]

Indústria

A atração de novas indústrias tem sido tentada nos últimos anos, com bons resultados, através da (AD-Diper), órgão do Governo de Pernambuco detentor de áreas para fins industriais no Distrito Indústrial de Petrolina, a dinamização do setor agrícola no município tem estimulado significativamente o setor industrial. Um dos sub-setores da indústria que mais cresce é o da agroindústria de alimentos, há várias agroindustrias implantadas entre pequenas, médias e grandes, destacando-se a agroindústria alimentar de sucos, polpas, e doces. Atualmente o Distrito Industrial de Petrolina se prepara para receber oito novas indústrias, juntando-se as já existentes. Os ramos de atividades das indústrias que adquiriram os lotes são: química, água envasada, vidro e mecânica.[49]

Setor terciário[editar | editar código-fonte]

Comércio

O comércio de Petrolina é diversificado e descentralizado. O centro da cidade se caracteriza por lojas de diferentes ramos. Já nas principais avenidas que circundam a cidade pode-se encontrar principalmente o comércio de materiais de construção, peças e serviços para automóveis. Os bairros contam com estruturas complexas de comércio. Petrolina é cidade-tronco e seu comércio abastece a vizinhança o que a torna um centro atacadista de alimentícios, medicamentos e vestuário.

Bairros[editar | editar código-fonte]

Fórum da Justiça Federal em Petrolina.
Fórum da Comarca de Petrolina.

A cidade de Petrolina é dividida em: Zona Norte, Oeste, Leste e Central (inclui a Zona Sul). Devido ao grande crescimento da cidade, surgiram novos bairros com o passar dos anos. A lista abaixo não mostra todos os bairros, mas os mais conhecidos. Oficialmente, segundo registro do IBGE, Petrolina possui 54 bairros. Porém, o crescimente da cidade fez surgir novos bairros dentro da área demarcada dos bairros catalogados em levantamento feito no ano 2000 pelo IBGE. [50] [51]

Administrativamente, o município é composto pelos distritos Sede, Curral Queimado, Rajada e pelos povoados de Cristália, Nova Descoberta, Tapera, Izacolândia, Pedrinhas, Uruas, Lagoa dos Carneiros, Caatinguinha, Caititu, Cruz de Salinas, Pau Ferro, Atalho, Caiçara, Barreto, Lagoa dos Cavalos, Barreiro, Varzinha, Lagoa da Pedra, Lajedo, Jatobá, Amargosa, Aranzel e Angico Alto (Sítio dos Moreira).


Zona Norte[editar | editar código-fonte]

Na Zona Norte se localiza o Aeroporto de Senador Nilo Coelho, o IFSertão-PE (Instituto Federal do Sertão Pernambucano) e o maior bairro da cidade, o João de Deus.

Bairros:

  • Antônio Casimiro
  • Cosme e Damião
  • Quati 1 e 2
  • João de Deus
  • Loteamento Santo André
  • Ipsep
  • Vale Dourado
  • Vila Esperança
  • Jardim Maravilha
  • Jardim São Paulo
  • Pedra Linda
  • Alto do Cocar
  • Jardim Amazonas
  • Pedro Raimundo
  • Cacheado
  • Loteamento Bela Vista
  • Santa Luzia

Zona Oeste[editar | editar código-fonte]

A Zona onde se localiza o Distrito Industrial do Município. Possui bairros de classe média.

Bairros:

  • Cohab Massangano
  • Cohab 6
  • Rio Claro
  • Rio Corrente
  • Ouro Preto
  • São Gonçalo
  • Alto da Boa Vista
  • Jardim Guanabara
  • Jardim Imperial
  • Jardim Guararapes
  • Parque Massangano

Zona Leste[editar | editar código-fonte]

Umas das zonas em termo de economia mais desenvolvida devido o fato de ser próximo do Centro. É a zona onde se localiza o Presídio, o Cemitério Campo da Paz, o Senai, a Tv Grande Rio, o Batalhão 72 BI, Faculdades UPE, FACAPE, e muitas distribuidoras de produtos, concentra o bairro mais famoso do município o Areia Branca.

Bairros:

Orla I da cidade.
Edifícios na Orla I.
Orla II.
Edifícios na Orla II.
  • Areia Branca
  • Caminho do Sol
  • Cidade Jardim
  • Jose e Maria
  • Padre Cícero
  • Vila Débora
  • Dom Avelar
  • Terras do Sul
  • Cidade Universitária
  • Condomínio Sol Nascente I, II, III
  • Loteamento Eduardo
  • Vila Eduardo
  • Loteamento Nova Iorque
  • Condomínio Iate
  • Condomínio Água viva
  • Condomínio Portal das Águas
  • Fernando Idalino
  • Henrique Leite
  • Horizonte
  • Loteamento Geovana
  • Loteamento Recife
  • Vila Marcela
  • Maria Auxiliadora
  • Park Jatobá 1
  • Park Jatobá 2
  • Rio Jordão
  • Terras Alpha
  • Vila Carolina
  • Vila Eulália
  • Vila Vitória

Zona Central e Zona Sul[editar | editar código-fonte]

A Zona Sul é integrada com a Zona Central e juntas concentram grande parte da economia da cidade. Estão inclusos nessa zona: a Orla, River Shopping, UNIVASF, Parque municipal Josepha Coelho, Museu do Sertão, Hospital de Traumas, Centro de Convenções. É a Zona que mais possui Hotéis, Edifícios e apartamentos.

Bairros:

  • Atrás da Banca
  • Maria Auxiliadora
  • Centro
  • Gercino Coelho
  • Palhinhas
  • Pedrinhas
  • São José
  • Vila Mocó
  • Km 2

Zona rural[editar | editar código-fonte]

Na zona rural, têm importância os núcleos habitacionais dos projetos públicos de irrigação, notadamente o Projeto Senador nilo Coelho, o maior deles. Os núcleos habitacionais são conhecidos pela forma abreviada, constituída pelo número do núcleo agrícola a que está ligado: de N1 a N11, ordenados de Oeste para Leste, ao Norte do centro urbano da cidade.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Educação[editar | editar código-fonte]

Praça Maria Auxiliadora e Colégio Nossa Senhora Auxiliadora.

As escolas mais importantes da região são: Escola Sesi - Unidade Governador Nilo Coelho, Colégio Aplicação, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, Colégio da Polícia Militar de Pernambuco, Colégio Dom Bosco, Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, Colégio GEO, Colégio Vivência, Escola Ana Nery, Escola de Referência em Ensino Médio Professora Osa Santana de Carvalho, Escola de Referência em Ensino Médio Clementino Coelho, Escola Emaaf, Escola Otacílio Nunes de Souza, Escola Saber, Escola Dom Malan, Escola Jesuino Antonio D'avila.

Universidade Federal do Vale do São Francisco - Campus Petrolina (sede da instituição).
Universidades

Transportes[editar | editar código-fonte]

Aeroporto[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto de Petrolina — Senador Nilo Coelho se firma como um dos principais do Nordeste, impulsionado pela produção do Vale do São Francisco, maior exportador de frutas do Brasil e responsável pela maior taxa de crescimento econômico da região. O Aeroporto serve aos municípios de Petrolina, Lagoa Grande, Afrânio e Dormentes, em Pernambuco, e aos municípios de Juazeiro, Casa Nova, Sobradinho e Curaçá, na Bahia. E também a 53 municípios dos estados de Pernambuco, Bahia, Piauí.

Ônibus de transporte coletivo na cidade.
Um dos pontos de aluguel de bicicleta de Petrolina.

Investimentos federais transformaram o aeroporto no segundo maior de Pernambuco e a pista de pouso e decolagem na segunda maior do Nordeste. Possuindo também o maior terminal de cargas refrigeradas do país com seis câmaras frigoríficas, capacidade de armazenamento de 17 mil caixas cada uma, e dois túneis de resfriamento o aeroporto está preparado para atender a demanda de exportação de frutas da região.Com 3.250 metros de extensão, a pista recebe grandes aviões cargueiros, com capacidade para até 110 toneladas. Contando com 19 pontos comerciais dentro do conceito de Aeroshopping. O aeroporto de Petrolina oferece caixas eletrônicos, telefones públicos e acesso Wi-Fi, restaurantes e cafés, lojas de artesanato e produtos regionais. Atualmente, 4 empresas aéreas atuam nesse aeroporto: Azul Linhas Aéreas, Avianca, TRIP e Gol. Existem 8 voos diários, sendo 4 para Recife, 2 para Salvador,1 para Brasília e 1 para Campinas ligando a cidade ao resto do país.[carece de fontes?]

Transporte coletivo[editar | editar código-fonte]

Atualmente em Petrolina há vinte linhas de ônibus, administradas pela Empresa Petrolinense de Trânsito e Transporte Coletivo (EPTTC). São 2 as empresas de transporte coletivo: Joalina e Viva Petrolina. A Passagem custa R$ 2,45. Os ônibus coletivos de Petrolina são considerado os mais modernos de toda a sua região: desde 2004 todos possuem catraca eletrônica, e mais de 60 por cento dos ônibus têm letreiros digitais. Petrolina também possui ônibus articulados (conhecidos como "ônibus-sanfona"). A Setranvasf estima que cerca de 1 milhão de passageiros circulam mensalmente no sistema de transporte coletivo em Petrolina. O maior número de veículos é de motos (36.253) e de carros (28.767); enquanto o menor número é o de tratores de roda: especiais (2) e tratores normais (156). 272 ônibus coletivos atendem a população.

Tipo de Veículo Quantidade
Motocicleta 44.030
Automóvel 36.900
Caminhonete 5.929
Motoneta 5.232
Caminhão 3.315
Camioneta 3.408
Ônibus 437
Micro-Ônibus 243
Trator 211
TOTAL 102.051

Dados de AGOSTO/2013, Fonte: DETRAN-PE.

Mídia e telecomunicações[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

São ao todo 10 emissoras de televisão na cidade. A mais conhecida é a TV Grande Rio, afiliada à Rede Globo.

Torres de transmissão em Petrolina.
Emissora Cidade-sede
Canal 19 UHF - TV Grande Rio/Globo Petrolina
Canal 06 VHF - TV Jornal/SBT Caruaru
Canal 07 VHF - TV São Francisco/Globo Juazeiro
Canal 10 VHF - TV Itapoan/Record Salvador
Canal 13 VHF - TV Pernambuco/Cultura Caruaru
Canal 25 UHF - RIT TV Petrolina
Canal 23 UHF - TV Clube/Record Pernambuco

Rádio[editar | editar código-fonte]

Todas as rádios da cidade têm sede no próprio município, com exceção da Rio Pontal FM que tem sede em Afrânio. Há 10 rádios na cidade:

Emissora Cidade-sede
Rádio Jornal FM 90,5 Recife
Petrolina FM Petrolina
Ponte FM Petrolina
Canaã FM Petrolina
Nova Educativa FM Petrolina
Rio Pontal FM Afrânio
Tabajara FM Petrolina
Grande Rio FM 100,7 Petrolina
Grande Rio AM Petrolina
Emissora Rural AM Petrolina
Rádio Comunicação AM Petrolina

Imprensa[editar | editar código-fonte]

Por conta da proximidade a Juazeiro, há também jornais baianos. A cidade conta com três filiais de jornais sediados no Recife:

Jornal Cidade-sede
Jornal do Commercio Recife
Jornal Diário de Pernambuco Recife
Jornal Folha de Pernambuco Recife
Jornal A Tarde Salvador
Jornal Tribuna da Bahia Salvador
Jornal Correio da Bahia Salvador
Jornal Gazzeta do São Francisco Petrolina
Jornal Diário da Região Juazeiro

Operadoras[editar | editar código-fonte]

Torre da Embratel.

Operadoras de Telefonia Fixa

Operadoras de Telefonia Móvel

Bancos[editar | editar código-fonte]

Internacionais

  • Banco Inter American Express S/A

Relação de Bancos obtidos em: http://www.webbusca.com.br/pagam/petrolina/bancos_petrolina.asp

Cultura[editar | editar código-fonte]

Lendas da região[editar | editar código-fonte]

Mitos que povoam a mente dos habitantes da região desde sua infância. São histórias passadas ritualmente de pai para filho e um dos grandes patrimônios das duas cidades. Entre essas lendas, a carranca se destaca como a mais importante. Sua representatividade é tão grande que sua imagem se tornou um dos símbolos locais.

Junto a este símbolo se destaca Ana das Carrancas, uma artesã consagrada em todo o Brasil, considerada Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco. Ana das Carrancas faleceu em 1 de outubro de 2008.[52]

Festas e eventos[editar | editar código-fonte]

  • Festival da Primavera
  • Festival de ARTES ALDEIA DO VELHO CHICO
  • Congresso Pedagógico do São Francisco
  • AnimeKai (Encontro de Animação Japonesa em Petrolina/Juazeiro)
  • AnimeKome
  • KonbanWa
  • ERAS (Encontro de RPG e Ação Social)
  • River Shopping Collection Week
  • São João
  • Carnaval Cultural Pernambucano.
  • Festival da Primavera (Acontece em Setembro - Aniversário do Município)
  • R.P.V (Rock Para Você)
  • MotoChico
  • Inmusic (Festival de Música Eletrônica)
  • Trai Experiment (Festival de Música Eletrônica)
  • Raíz & Remix
  • Petrolina Fashion
  • Copa TV Grande Rio de Futsal
  • Forro das Antigas
  • Papa Noiz
  • Arena Schin
  • Skol beats
  • Forro no Beco
  • Vaquejada de Petrolina - Parque Geraldo estrela
  • Dia 15 de agosto Dia da padroeira da cidade Nossa Senhora Rainha Dos Anjos
  • Festival Internacional da Sanfona
  • Copa Petrolina de Tênis(Torneio de Tênis que soma pontos pro ranking nacional)
  • Regata da Ponte(Acontece entre Petrolina e Juazeiro e agrega praticantes de kitesurf,windsurf e veleiros)
  • Encontro de Velas(Competição náutica na Ilha do Maroto)
  • Facape Fashion Night

Esporte[editar | editar código-fonte]

Futebol[editar | editar código-fonte]

Petrolina já teve um futebol amador: Times como Caiano, América, Náutico, Ferroviário, Palmeiras e outros abrilhantavam as tardes de domingo no então Estádio da Associação Rural (hoje Estádio Paulo Coelho). Hoje são os clubes Petrolina Social Futebol Clube e 1º de Maio Esporte Clube, os quais se revezam entre a primeira e a segunda divisão do Campeonato Pernambucano de Futebol.O Petrolina Social Futebol Clube Participa do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D e conquistou o campeonato Pernambucano de Futebol da 2ª Divisão 2010.

Atletismo[editar | editar código-fonte]

Em Petrolina destacam-se atletas como Francisco Coelho, campeão brasileiro paraolímpico e medalhista de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de 2011 nos 1500 m T37.

Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

  • Antiga Estação Ferroviária da Leste Brasileira
  • Arena Manga Rosa
  • Balneário de Pedrinhas
  • Barcarola (restaurante)
  • Bodódromo
  • Calçada da Fama
  • Caldinho Ele e Ela (Cohab Massangano)
  • Catedral - Igreja Sagrado Coração de Jesus
  • Central de Artesanato
  • Centro de Artes Ana das Carrancas
  • Centro de Artesanato Celestino Gomes
  • Centro de Convenções Nilo Coelho
  • Concha acústica
  • Espaço Cultural Lula Cardoso Aires (antigo açougue - sede dos Matingueiros e ponto de cultura)
  • Espaço de Ciência e Cultura UNIVASF
  • Espaço Trevo
  • Galinhódromo (Cohab Massangano)
  • Iate Clube
  • Igreja Nossa Senhora Rainha dos Anjos – Matriz
  • Ilha do Fogo
  • Ilha do Massangano
  • Ilha do Rodeadouro (ou Rodeadouro)
  • João de Barro (restaurante)
  • Memorial Dom Bosco
  • Memorial Nilo Coelho
  • Mirante do Serrote do Urubu
  • Museu do sertão
  • Oficina do Artesão Mestre Quincas
  • Orla antiga e orla nova (alguns barezinhos e restaurantes)
  • Palácio episcopal
  • Parque Aquático Ilha do Sol
  • Parque municipal Josepha Coelho
  • Parque Zôo-botânico da Caatinga
  • Pedra do Bode
  • Pesqueiro Lorena (BR 407)
  • Petrolina Antiga
  • Pizza Punto (forno a lenha)
  • Portal do Rio
  • Praça do Centenário
  • Rio São Francisco
  • River Shopping
  • Serra da Santa

Orquestras[editar | editar código-fonte]

  • Orquestra Sinfonica do Sertão Opus 68 (If-Sertão Pe)
  • Orquestra Filarmônica de Petrolina
  • Orquestra Fernando Junior
  • Orquestra de Câmara Novos Talentos[53]
  • Orquestra de Percussão do Vale do São Francisco
  • Orquestra de Câmara e Coro Senador Nilo Coelho[54]
  • Orquestra Filarmônica Harmonia Celeste

Música[editar | editar código-fonte]

  • Geraldo Azevedo - compositor, cantor e violonista petrolinense[55]
  • Zé Manoel - pianista e compositor nascido em Petrolina[56]
  • Banda Desejo de Menina - Banda de forró formada em Petrolina e Juazeiro[57]
  • Grupo Matingueiros - grupo de Música e dança Popular nordestina sediado em Petrolina[58]
  • Andréa Vitória - cantora, compositora e violonista petrolinense[59]
  • M- XV - Banda formada em meados de 1998, mistura rock com música pernambucana, teve crítica do primeiro cd na revista Guitar Player e uma música lançada na coletânea internacional Rock4Life da produtora americana Quickstar Productions. http://tnb.art.br/rede/matheus-xv

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Petrolina possui a seguinte cidade-irmã:

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. a b c Geógrafos. Distância Entre as Cidades Petrolina e Recife. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  3. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 de dezembro de 2010.
  4. a b ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2013 (HTML). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (01 de julho de 2013). Página visitada em 30 de setembro de 2013.
  5. Diagnóstico do município de Petrolina
  6. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 07 de agosto de 2013.
  7. a b Produto Interno Bruto dos Municípios - 2011. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 17 de dezembro de 2013.
  8. a b CNPM. Urbanização. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  9. IBGE. Estimativa da população - 2013. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  10. IBGE. Estimativa da população residente - 2013. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  11. a b Blog Salão Juazeiro. Mais de meio milhão de pessoas vivem em Juazeiro e Petrolina, revela IBGE. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  12. Jornal do Tempo. Climatologia para Petrolina - PE. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  13. a b c d CPRH. Diagnóstico para o município de Petrolina. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  14. IBGE. Serviço de saúde - 2009. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  15. PNUD. Ranking IDHM Municípios 2010. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  16. IBGE. Infográfico: histórico. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  17. a b Prefeitura Municipal de Petrolina. Vale do São Francisco é destaque no Jornal O Estado de São Paulo. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  18. JFMG. Bairros em Petrolina, PE. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  19. Prefeitura Municipal de Petrolina. Petrolina é destaque na Revista National Geographic Brasil. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  20. João Alves Filho. Nordeste: estratégias para o sucesso. Arquivado do original em 4 de abril de 2014. Página visitada em 4 de abril de 2014.
  21. História de Petrolina.
  22. História de Petrolina.
  23. a b BDE. Áreas dos municípios - 2010. Arquivado do original em 25 de fevereiro de 2014. Página visitada em 25 de fevereiro de 2014.
  24. a b Geógrafos. Coordenadas geográficas de Petrolina. Arquivado do original em 7 de abril de 2014. Página visitada em 7 de abril de 2014.
  25. Integração. Região Integrada de Desenvolvimento – RIDE Petrolina-Juazeiro. Arquivado do original em 7 de abril de 2014. Página visitada em 7 de abril de 2014.
  26. a b Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm) - Petrolina. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 12 de abril de 2014.
  27. Climate Summary - Petrolina, Brazil. Weatherbase. Arquivado do original em 12 de abril de 2014. Página visitada em 12 de abril de 2014.
  28. a b Dados Mensais da Climatologia: Petrolina - PE. Tempo Agora (1961-1990). Arquivado do original em 12 de abril de 2014. Página visitada em 1º de fevereiro de 2014.
  29. O Globo. As cidades mais quentes do Brasil no verão. Arquivado do original em 7 de abril de 2014. Página visitada em 7 de abril de 2014.
  30. a b Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (ºC) - Petrolina. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 12 de abril de 2014.
  31. a b Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (ºC) - Petrolina. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 12 de abril de 2014.
  32. Série Histórica - Dados Mensais - Precipitação Total (mm). Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 12 de abril de 2014.
  33. a b Climatological Information for Petrolina, Brazil (em inglês). Observatório de Hong Kong (1961-1990). Arquivado do original em 12 de abril de 2014. Página visitada em 1º de fevereiro de 2014.
  34. Petrolina, Brazil (em inglês). Weatherbase. Arquivado do original em 12 de abril de 2014. Página visitada em 1º de fevereiro de 2014.
  35. Prefeitura de Petrolina. Agência Municipal de Meio Ambiente de Petrolina tem novo endereço. Arquivado do original em 7 de abril de 2014. Página visitada em 7 de abril de 2014.
  36. Blog do Ricardo Banana. Conselho Estadual do Meio Ambiente discute criação da Unidade de Conservação da Serra do Areal em Petrolina. Arquivado do original em 7 de abril de 2014. Página visitada em 7 de abril de 2014.
  37. CBN Recife. Petrolina vai ganhar duas unidades de Conservação da Caatinga. Arquivado do original em 7 de abril de 2014. Página visitada em 7 de abril de 2014.
  38. Sua Pesquisa. Vegetação - Caatinga. Arquivado do original em 11 de fevereiro de 2014. Página visitada em 11 de fevereiro de 2014.
  39. IBGE Censo 2010.
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  41. cnm.org.br/demografia.
  42. http://www.amigosdo5bpm.com.br/site/institucional
  43. http://www.tropasdeelite.xpg.com.br/BRASIL_CAATINGA.htm
  44. http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1
  45. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas noticias.terra.com.br
  46. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas integracao.gov.br
  47. a b Título não preenchido, favor adicionar.
  48. Fruticultura cresceu 2,41% em 2010
  49. Título não preenchido, favor adicionar.
  50. IBGE - Agência Petrolina
  51. http://www.ibge.gov.br/home/disseminacao/locaisdeatendimento/locais_atendimento.php?uf=pe
  52. Corpo de artesã Ana das Carrancas é enterrado em Pernambuco.
  53. Fundação Nilo Coelho.
  54. Fundação Nilo Coelho.
  55. Biografia Geraldo Azevedo.
  56. Nação cultural Zé Manoel.
  57. Desejo de Menina FM93.
  58. Título não preenchido, favor adicionar.
  59. Andréa Vitória no SBT.
  60. Uma breve descrição do Semiárido Brasileiro e das duas cidades irmãs: PETROLINA - PE e JUAZEIRO - BA.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]