Claro

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Claro
Razão social Claro Brasil S.A.
Subsidiária
Slogan Você merece o novo.
Indústria Telecomunicações
Fundação 19 de setembro de 2003 (14 anos)
Fundador(es) Carlos Slim
Sede Rua Florida, 1970, Brooklin, São Paulo, SP.
Área(s) servida(s) América Latina
Proprietário(s) América Móvil
Presidente
  • Paulo Cesar Teixeira (no Brasil)
  • Carlos Slim (América Latina)
Empregados Mais de 100 mil
Produtos
Subsidiárias
Antecessora(s)
Website oficial claro.com.br
  • Notas de rodapé / referências
  • [1]

Claro é uma empresa operadora de telecomunicações que foi criada no Brasil, resultado da união de seis operadoras regionais: Americel (Acre, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins), ATL (Espírito Santo e Rio de Janeiro), BCP (São Paulo, Pernambuco, Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte), Claro Digital (Rio Grande do Sul) e TESS (interior e litoral de São Paulo). Em 19 de setembro de 2003, foi anunciada a consolidação de todas essas operadoras sob uma única marca, a Claro. É controlada pela empresa mexicana América Móvil, um dos maiores grupos de telefonia móvel do mundo que, a partir de 2006, passou a adotar a marca Claro em 16 países da América Latina: Argentina, Uruguai, Paraguai, Brasil, Chile, Costa Rica, Equador, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Guatemala, Panamá, Peru, Porto Rico, República Dominicana e Colômbia e no dia 06 de junho de 2018 começou a operar nos Estados Unidos sob caráter empresarial, com planos B2B.[2]

A empresa foi acusada de formação de cartel, juntamente com Oi, Vivo e Tim. O grupo teria poder o suficiente para fazer a Agência Nacional de Telecomunicações impedir que novos competidores entrem na concorrência. O empresário Roberto Mello declarou ao Ministério Público: “a Anatel está sendo pressionada por um cartel formado pelas quatro grandes operadoras, impedindo a entrada no mercado de um quinto competidor”.[3]

Em Janeiro de 2015, a Claro incorporou as empresas Embratel e NET e passou a ser uma companhia aberta, com razão social "Claro S.A.", porém mantendo as marcas das empresas, diferente do que ocorreu na incorporação das operações da Telefónica no Brasil pela sua subsidiária Vivo.

Países cobertos pela Claro[editar | editar código-fonte]

A Claro atende 17 países, que estão localizados na América do Sul, Central e do Norte: Brasil, Argentina, Honduras, Venezuela, Porto Rico, Peru, Panamá, Paraguai, Republica Dominicana, Uruguai, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Nicarágua,Costa Rica e Estados Unidos.

No Brasil a Claro é uma das maiores operadoras do país com mais de 67 milhões de clientes devido a sua fusão com a operadora NET[4] e Embratel. As outras operadoras são a Vivo,[5] TIM e Oi. A operadora está presente atualmente em mais de 3.560 municípios com as tecnologias GSM, 3G e 4G.[6]. Líder na oferta de conteúdos e serviços inovadores, a Claro possui acordos de roaming em mais de 160 países para serviços de voz e em mais de 140 para tráfego de dados, nos cinco continentes.

A Claro também foi a primeira a fechar acordo para trazer o iPhone 3G da Apple Inc. para o Brasil. Além disso, foi a primeira operadora a comercializar no Brasil o Motorola DEXT, LG Watch Phone (celular em forma de relógio), além do Dell Mini 3 (primeiro Smartphone da Dell)[7] e as tecnologias 3G e 4G.

Na área de responsabilidade corporativa, a operadora mantém o Instituto Claro, que tem como objetivo estruturar seu investimento social privado e estimular o uso de novas tecnologias na educação. A Claro adapta e moderniza os canais já existentes. Bons exemplos disso são o atendimento em Libras para surdos e por mensagem (*1052#).

Claro TV[editar | editar código-fonte]

No dia 1° de março de 2012 é criada a Claro TV a partir da mudança no nome da Via Embratel.

Claro Fixo[editar | editar código-fonte]

A partir do dia 1º de março de 2012, é criado o Claro Fixo a partir da mudança no nome do Livre da Embratel, fundada pioneiramente na cidade de Curitiba - Paraná. Um serviço que usa a rede CDMA e também GSM para seus clientes.

Rumores[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2015, houve fusão entre Claro, NET e Embratel (Empresas do Grupo América Móvil). Enquanto a integração não for finalizada, as operações móveis mostram saúde. A base pós-paga da Claro e assinatura de dados tem aumentado a cada ano. A utilização do Facebook, Twitter e WhatsApp tem promovido o crescimento dos serviços de dados no Brasil, mas por outro lado houve recuo nas receitas de SMS e de serviços para BlackBerry. A decisão a respeito da realização da operação dependerá, dentre outros aspectos, da conclusão satisfatória dos estudos e análises que serão realizados e do posicionamento a ser adotado pela Anatel em face da mesma. Atualmente as empresas trabalham em conjunto, Claro e NET comercializam o Combo Multi (NET Virtua, NET Digital HD e NET Fone com o Celular Claro) e em conjunto com a Embratel comercializa o Claro Combo (Claro TV, Claro Fixo e Claro Internet Casa).

Quiosque da Claro em um shopping em Belo Horizonte.
Sede da Área de Relações com Investidores da Claro no Centro, Rio de Janeiro

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Em 18 de julho de 2012 a Anatel anunciou que as operadoras TIM, Claro e Oi deveriam ficar impedidas de comercializar chips em diversos estados devido as altas reclamações a partir do dia 23 de julho de 2012. A TIM superou com dezenove estados, a Oi com cinco e a Claro em três estados.[8]

Em dezembro de 2015, a associação Proteste entrou com ação civil pública na Justiça Federal contra a Claro/NET, Vivo, GVT, Oi e TIM devido ao serviço de má qualidade oferecido por essas empresas na internet banda larga. A associação também pedia por transparência e descontos nas faturas dos clientes lesados. Em nota, a Proteste completou dizendo que "as empresas não cumprem nem 60% das metas fixadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quanto à velocidade contratada e a efetivamente oferecida (...) Milhões de consumidores vêm sendo lesados há anos, ao pagar por um serviço em desacordo com as regras e que não oferece a qualidade esperado". Também chamou o serviço de banda larga no Brasil de "ineficiente" e "incapaz de garantir o desenvolvimento dos níveis de qualidade de prestação do serviço".[9]

Referências

  1. «Claro entrega plano de ação à Anatel; Oi e TIM reafirmam investimentos». Agência Estado. Estado de S. Paulo. 19 de julho de 2012. Consultado em 19 de julho de 2012. 
  2. «Claro passa a atender nos Estados Unidos, com foco no empresarial». Telesíntese 
  3. https://www.tecmundo.com.br/anatel/36882-anatel-e-acusada-de-favorecer-cartel-formado-por-vivo-tim-claro-e-oi.htm
  4. http://www.telesintese.com.br/anatel-aprova-aumento-de-capital-da-claro
  5. Felipe Demartini (18 de Maio de 2012). «Vivo ainda é a maior operadora celular do Brasil». Tecmundo. Consultado em 4 de setembro de 2012. 
  6. «Sobre a Claro». Consultado em 24 de janeiro de 2015. 
  7. Anderson Costa (1 de novembro de 2009). «Ex-clu-si-vos! São três aparelhos que só a Claro traz pra você!». Claro Blog. Consultado em 23 de fevereiro de 2012. 
  8. Rodrigues, Eduardo (18 de junho de 2012). «Anatel suspende venda de chips de Claro, Oi e TIM». Agência Estado. Estadão. Consultado em 18 de julho de 2012. 
  9. Redação (15 de dezembro de 2015 - 18h10). «Operadoras brasileiras são processadas por má qualidade da banda largaInternet». IDG. IDGNow.com.br. Consultado em 13 de janeiro de 2016.  Verifique data em: |data= (ajuda)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]