Claro

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Claro
Razão social Claro Telecom Participações S.A.
Subsidiária
Slogan Você merece o novo.
Indústria Telecomunicações
Fundação 19 de setembro de 2003 (15 anos)
Fundador(es) Carlos Slim
Sede São Paulo, SP, Brasil
Área(s) servida(s) América Latina
Proprietário(s) América Móvil
Presidente
  • Paulo Cesar Teixeira (no Brasil)
  • Carlos Slim (América Latina)
Empregados Mais de 100 mil
Produtos
Subsidiárias
Antecessora(s)
Website oficial claro.com.br

Claro é uma empresa operadora de telecomunicações que foi criada no Brasil em 19 de setembro de 2003, resultado da união de seis operadoras regionais sob uma única marca. É controlada pela empresa mexicana América Móvil, um dos maiores grupos de telefonia móvel do mundo. A operadora figura-se no mercado, no 2º lugar, possuindo 58.954 milhões de clientes.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Sede da Área de Relações com Investidores da Claro no Centro, Rio de Janeiro

Formação[editar | editar código-fonte]

Teve origem na aquisição das seguintes operadoras de celular[2]:

Banda B:

Licenças adquiridas posteriormente[3]:

Banda D:

Banda E:

  • Área 4 - Claro S/A (já operando como Claro em Minas Gerais)
  • Área 9 - Stemar Telecomunicações Ltda (já operando como Claro na Bahia e Sergipe)

Claro TV[editar | editar código-fonte]

No dia 1° de março de 2012 é criada a Claro TV a partir da mudança no nome da Via Embratel. O serviço possui gravador digital, NOW integrado ao aparelho (decoder) e é líder no mercado de TV por assinatura, junto a sua irmã NET. Possui mais de 8,8 milhões de clientes.[4]

Claro Fixo[editar | editar código-fonte]

A partir do dia 1º de março de 2012, é criado o Claro Fixo a partir da mudança no nome do Livre da Embratel, fundada pioneiramente na cidade de Curitiba - Paraná. Um serviço que usa a rede CDMA e também GSM para seus clientes.

Incorporações[editar | editar código-fonte]

Em Janeiro de 2015, a Claro incorporou as empresas Embratel e NET e passou a ser uma companhia aberta, com razão social "Claro S.A.", porém mantendo as marcas das empresas, diferente do que ocorreu na incorporação das operações da Telefónica no Brasil pela sua subsidiária Vivo.

Cobertura[editar | editar código-fonte]

Além do Brasil, a partir de 2006 a América Móvil passou a adotar a marca Claro em 15 países da América Latina: Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Costa Rica, Equador, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Guatemala, Panamá, Peru, Porto Rico, República Dominicana e Colômbia e no dia 06 de junho de 2018 começou a operar nos Estados Unidos sob caráter empresarial, com planos B2B.[5]

Tecnologia[editar | editar código-fonte]

Quiosque da Claro em um shopping em Belo Horizonte.

No Brasil a Claro é uma das maiores operadoras do país com mais de 67 milhões de clientes devido a sua fusão com a operadora NET[6] e Embratel. As outras operadoras são a Vivo,[7] TIM e Oi. A operadora está presente atualmente em mais de 3.560 municípios com as tecnologias GSM, 3G e 4G.[8] Líder na oferta de conteúdos e serviços inovadores, a Claro possui acordos de roaming em mais de 160 países para serviços de voz e em mais de 140 para tráfego de dados, nos cinco continentes.

A Claro também foi a primeira a fechar acordo para trazer o iPhone 3G da Apple Inc. para o Brasil. Além disso, foi a primeira operadora a comercializar no Brasil o Motorola DEXT, LG Watch Phone (celular em forma de relógio), além do Dell Mini 3 (primeiro Smartphone da Dell)[9] e as tecnologias 3G e 4G.

Na área de responsabilidade corporativa, a operadora mantém o Instituto Claro, que tem como objetivo estruturar seu investimento social privado e estimular o uso de novas tecnologias na educação. A Claro adapta e moderniza os canais já existentes. Bons exemplos disso são o atendimento em Libras para surdos e por mensagem (*1052#).

Rumores[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2015, houve fusão entre Claro, NET e Embratel (empresas do Grupo América Móvil). Enquanto a integração não for finalizada, as operações móveis mostram saúde. A base pós-paga da Claro e assinatura de dados tem aumentado a cada ano. A utilização do Facebook, Twitter e WhatsApp tem promovido o crescimento dos serviços de dados no Brasil, mas por outro lado houve recuo nas receitas de SMS e de serviços para BlackBerry. A decisão a respeito da realização da operação dependerá, dentre outros aspectos, da conclusão satisfatória dos estudos e análises que serão realizados e do posicionamento a ser adotado pela Anatel em face da mesma. Atualmente as empresas trabalham em conjunto, Claro e NET comercializam o Combo Multi (NET Virtua, NET Digital HD e NET Fone com o Celular Claro) e em conjunto com a Embratel comercializa o Claro Combo (Claro TV, Claro Fixo e Claro Internet Casa).

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Em 18 de julho de 2012 a Anatel anunciou que as operadoras TIM, Claro e Oi deveriam ficar impedidas de comercializar chips em diversos estados devido as altas reclamações a partir do dia 23 de julho de 2012. A TIM superou com dezenove estados, a Oi com cinco e a Claro em três estados.[10][11]

A empresa foi acusada de formação de cartel, juntamente com Oi, Vivo e Tim. O grupo teria poder o suficiente para fazer a Agência Nacional de Telecomunicações impedir que novos competidores entrem na concorrência. O empresário Roberto Mello declarou ao Ministério Público: “a Anatel está sendo pressionada por um cartel formado pelas quatro grandes operadoras, impedindo a entrada no mercado de um quinto competidor”.[12]

Em dezembro de 2015, a associação Proteste entrou com ação civil pública na Justiça Federal contra a Claro/NET, Vivo, GVT, Oi e TIM devido ao serviço de má qualidade oferecido por essas empresas na internet banda larga. A associação também pedia por transparência e descontos nas faturas dos clientes lesados. Em nota, a Proteste completou dizendo que "as empresas não cumprem nem 60% das metas fixadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quanto à velocidade contratada e a efetivamente oferecida (...) Milhões de consumidores vêm sendo lesados há anos, ao pagar por um serviço em desacordo com as regras e que não oferece a qualidade esperado". Também chamou o serviço de banda larga no Brasil de "ineficiente" e "incapaz de garantir o desenvolvimento dos níveis de qualidade de prestação do serviço".[13]

Referências

  1. «Market Share das operadoras - Claro em 2º lugar». Teleco. Consultado em 12 de novembro de 2018 
  2. BNDES - Área de Projetos de Infra-Estrutura Urbana (Julho de 2001). «Cadernos de Infra-Estrutura (Fatos-Estratégias), número 19» (PDF). Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES 
  3. Teleco.com.br. «Aquisições da Claro» 
  4. «TV Paga perde 25 mil assinantes em Setembro. Claro continua líder com sua 'irmã' NET». Telesíntese. Consultado em 12 de novembro de 2018 
  5. «Claro passa a atender nos Estados Unidos, com foco no empresarial». Telesíntese 
  6. http://www.telesintese.com.br/anatel-aprova-aumento-de-capital-da-claro
  7. Felipe Demartini (18 de Maio de 2012). «Vivo ainda é a maior operadora celular do Brasil». Tecmundo. Consultado em 4 de setembro de 2012 
  8. «Sobre a Claro». Consultado em 24 de janeiro de 2015 
  9. Anderson Costa (1 de novembro de 2009). «Ex-clu-si-vos! São três aparelhos que só a Claro traz pra você!». Claro Blog. Consultado em 23 de fevereiro de 2012 
  10. Rodrigues, Eduardo (18 de junho de 2012). «Anatel suspende venda de chips de Claro, Oi e TIM». Agência Estado. Estadão. Consultado em 18 de julho de 2012 
  11. «Claro entrega plano de ação à Anatel; Oi e TIM reafirmam investimentos». Agência Estado. Estado de S. Paulo. 19 de julho de 2012. Consultado em 19 de julho de 2012 
  12. TecMundo (22 de fevereiro de 2013). «Anatel é acusada de favorecer cartel formado por Vivo, TIM, Claro e Oi» 
  13. Redação (15 de dezembro de 2015). «Operadoras brasileiras são processadas por má qualidade da banda largaInternet». IDG. IDGNow.com.br. Consultado em 13 de janeiro de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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