Companhia Telefônica Brasileira

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Companhia Telefônica
Brasileira -
CTB
Atividade Telecomunicações
Fundação 28 de novembro de 1923 (96 anos)
Encerramento 22 de fevereiro de 1976 (43 anos)
Sede Rio de Janeiro
Área(s) servida(s)  Rio de Janeiro e
 São Paulo
Proprietário(s) Brazilian Traction Light and Power Co. Ltd. (1923-1956)
Brascan (1956-1966)
Embratel (1966-1972)
Telebras (1972-1976)
Antecessora(s) Rio de Janeiro and São Paulo Telephone Company
Sucessora(s) Telecomunicações do Rio de Janeiro (TELERJ)
Telecomunicações de São Paulo (TELESP)

Companhia Telefônica Brasileira - CTB foi uma empresa de telefonia fixa que atendia os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, além de Minas Gerais e Espírito Santo através das subsidiárias CTMG e CTES[1]. A CTB fez parte do sistema Telebras[2] de 1972 até o encerramento de suas atividades em 1976.

História[editar | editar código-fonte]

Antecessoras[editar | editar código-fonte]

Rio de Janeiro

Pelo Decreto nº 7.539 de 15 de novembro de 1879 é concedida pelo Imperador Dom Pedro II a Charles Paul Mackie, representante da Bell no Rio de Janeiro, a primeira autorização no Brasil para a exploração de serviços telefônicos. Em 17 de abril de 1881 é autorizada a funcionar a Brazilian Telephone Company (Companhia Telefônica do Brasil), a primeira empresa que receberia este nome, e que em 1883 já tinha instalado no Rio de Janeiro cinco estações de 1000 assinantes cada uma.

A partir daí várias empresas se sucederam no fornecimento do serviço telefônico no Rio de Janeiro: Companhia União Telefônica do Brasil (1885), Empresa Obras Públicas do Brasil (1889), Companhia Telefônica Industrial (1890), Siemens & Halsk (1897) e Brasilianische Elektrizitäts Gesellschaft (1899), sendo esta última adquirida em 1905 pela empresa de capital canadense Rio de Janeiro Tramway, Light and Power Company, passando a se chamar Rio de Janeiro Telephone Company em 1907[3]. No ano de 1910 é criada a Interurban Telephone Company, que começa a operar nas cidades de Niterói e Petrópolis.

São Paulo

Em 1883 foi instalada a primeira estação telefônica na cidade de Santos, com 75 assinantes, sendo talvez a primeira do estado de São Paulo[4]. Em 5 de janeiro de 1884 é criada em Campinas a Empresa Telefônica Campineira, a primeira empresa do estado de São Paulo[5]. No dia 7 de janeiro de 1884 é a vez de São Paulo entrar na era da telefonia com a Companhia de Telégrafos Urbanos, quando foram instalados os 22 primeiros telefones da cidade[6].

Só que essas companhias não detinham exclusividade na concessão dos serviços. Em 1889 foram iniciados em São Paulo e Santos os serviços da Companhia União Telefônica do Brasil, que foram transferidos em 1898 para a Companhia Telefônica do Estado de São Paulo, empresa que também adquiriu em 1911 os serviços telefônicos de Campinas[7]. No ano de 1896 é criada em Bragança Paulista a Companhia Rede Telefônica Bragantina, que viria a se tornar um império da telefonia em 15 anos, envolvendo 98 cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais[8].

Unificação das empresas

Em 1912 é criada a holding canadense Brazilian Traction Light and Power Co. Ltd., que passa a controlar a São Paulo Tramway, Light and Power Company e a Rio de Janeiro Tramway, Light and Power Company no setor de energia, além da Rio de Janeiro Telephone Company no setor de telecomunicações. Com o objetivo de integrar os serviços telefônicos nos principais centros urbanos do país, a holding incorpora em 1914 a Interurban Telephone Company e em 1916 a Companhia Telefônica do Estado de São Paulo e a Companhia Rede Telefônica Bragantina, constituindo a Rio de Janeiro and São Paulo Telephone Company[1], que já tinha sido autorizada a funcionar através do Decreto nº 11.500 de 23 de fevereiro de 1915[9]. Também em 1916 incorpora a Companhia de Telefones Interestaduais, empresa telefônica que operava em diversas cidades nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro[10].

Início da CTB[editar | editar código-fonte]

Em 15 de janeiro de 1923, em assembleia realizada pela direção da empresa Brazilian Traction Light and Power Co. Ltd. em Toronto, ficou resolvido que a Rio de Janeiro and São Paulo Telephone Company mudaria de nome para Brazilian Telephone Company, sendo a segunda empresa a receber este nome, e o Decreto nº 16.222 de 28 de novembro de 1923[11] autorizou a empresa a continuar operando no país, agora sob a nova denominação, mas facultada a tradução do nome para o português como Companhia Telefônica Brasileira. Neste momento, o Brasil já possuía 100 mil telefones, 75% dos quais controlados pela CTB[8].

No início de 1928 é lançada a Revista Sino Azul, publicação oficial da CTB, editada de forma contínua até o ano de 1989[12]. No final de 1929 o Brasil contava com pouco mais de 180 mil telefones, dos quais 105 mil operados pela CTB, sendo 44.000 no Rio de Janeiro (2.050 automáticos), 30.000 em São Paulo (13.173 automáticos), 4.700 em Santos, 3.650 em Niterói, 1.800 em Campinas, 1.600 em Petrópolis e 1.300 em Belo Horizonte. Em dezembro de 1936 a CTB operava 165.852 telefones, dos quais 99.988 já eram automáticos, sendo 62.538 no Rio de Janeiro (restando ainda 15.904 manuais) e 21.926 em São Paulo (restando ainda 18.939 manuais). Logo após em fevereiro de 1937 a CTB atinge a marca dos 100 mil telefones automáticos instalados[13].

Os primeiros telefones públicos na área da CTB foram instalados na cidade de Santos a partir de março de 1934, com a utilização de moedas, e em 1935 é instalado o primeiro telefone público do Rio de Janeiro. Mais tarde foram instalados telefones públicos em bares, farmácias e mercearias. Visando facilitar o uso, começaram a ser utilizadas fichas telefônicas no lugar das moedas[4].

Centrais telefônicas[editar | editar código-fonte]

Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro chegou a possuir no século XIX oito estações telefônicas, fechadas em janeiro de 1897 com o cancelamento do contrato entre a municipalidade e a Companhia Telefônica Industrial, que então explorava o serviço. Essas oito estações eram: Central, Largo do Machado, São Clemente, Estácio de Sá, São Cristóvão, Engenho Novo, Andaraí e Santa Teresa. Em fevereiro do mesmo ano foi feito novo contrato com empresas alemãs que instalaram provisoriamente uma central telefônica na cidade até a inauguração definitiva da primeira central em 3 de novembro de 1899 em um prédio na praça Tiradentes, sendo denominada estação Central, e que é considerada a célula mater da CTB. Em 9 de março de 1906 um incêndio destruiu todas as instalações da central, sendo reinaugurada em setembro de 1906[14].

Até 1929 a cidade do Rio de Janeiro possuía nove centrais telefônicas manuais. Em 31 de dezembro de 1929, com a inauguração da central telefônica Norte automática, a CTB procedeu a primeira mudança de números telefônicos da cidade, onde os números das centrais telefônicas foram antecedidos por prefixos de um algarismo que as identificava, formando um conjunto com cinco algarismos: Central (estação "2"), Norte automática (estação "3"), Norte manual (estação "4"), Beira Mar (estação "5"), Sul (estação "6"), Ipanema (estação "7"), Vila (estação "8"), Ramos (estação "8-8"), Piedade (estação "8-9") e Jardim (estação "9")[15]. Em 13 de janeiro de 1935 nova mudança dos números telefônicos da cidade, dessa vez com a inclusão do algarismo 2 no início de cada prefixo telefônico[16].

  • 31 de dezembro de 1929 - inaugurada a primeira central telefônica automática da cidade - Floriano (estação "3", alterada para "23" em 1935)[17][18];
  • 1930 - automatizadas Ipanema (estação "7", alterada para "27" em 1935) e Engenho de Dentro (estação "9", alterada para "29" em 1935);
  • 1931 - automatizada Tiradentes (estação "2", alterada para "22" em 1935)[19]; inaugurada satélite Cascadura (estação "9-8", alterada para "29-8" em 1935) em substituição a central manual Piedade[20];
  • 1935 - inaugurada Maracanã (estação "48"); automatizada satélite Ramos (estação "48-6", em substituição a estação manual "29-6" - antiga "8-8");
  • 1936 - automatizadas Floriano (estação "43", em substituição a estação manual "24" - antiga "4") e Botafogo (estação "26" - antiga "6"); inauguradas Tiradentes (estação "42") e Ipanema (estação "47");
  • 1938 - automatizada Maracanã (estação "28" - antiga "8");
  • 1939 - inauguradas Grajaú (estação "38") e Ramos (estação "30" - em substituição a satélite Ramos);
  • 1940 - automatizada Flamengo (estação "25" - antiga "5");
  • 1946 - inauguradas Tiradentes (estação "32"), Copacabana (estação "37") e Engenho de Dentro (estação "49");
  • 1948 - inauguradas Flamengo (estação "45") e Botafogo (estação "46");
  • 1949 - inauguradas Tiradentes (estação "52") e Grajaú (estação "58");
  • 1953 - inauguradas Maracanã (estação "54") e Copacabana (estação "57");
  • 1954 - inaugurada Maracanã (estação "34");
  • 1956 - inaugurada Copacabana (estação "36");
  • 1959 - inaugurada Tiradentes (estação "31").

Centrais telefônicas na cidade do Rio de Janeiro em fevereiro de 1966: Tiradentes (22, 42, 32, 52 e 31), Floriano (23 e 43), Flamengo (25 e 45), Botafogo (26 e 46), Ipanema (27 e 47), Copacabana (37, 57 e 36), Maracanã (28, 48, 34 e 54), Grajaú (38 e 58), Engenho de Dentro (29 e 49), satélite Cascadura (29-8) e Ramos (30)[21].

São Paulo

Até 1928 a cidade de São Paulo possuía oito centrais telefônicas manuais (Central, Cidade, Avenida, Brás, Água Branca, Cambuci, Santana e Osasco). Em 7 de janeiro de 1928 a CTB procedeu a primeira mudança de números telefônicos da cidade, onde os números das quatro principais centrais telefônicas foram antecedidos por prefixos de um algarismo que as identificava, formando um conjunto com cinco algarismos: Central (estação "2"), Cidade (estação "4"), Avenida (estação "7") e Brás (estação "9")[22].

Centrais telefônicas na cidade de São Paulo em fevereiro de 1966: Avenida (31), Benjamin Constant (32, 33, 34, 35, 36 e 37), satélite Santana (3-8), Palmeiras (51 e 52), satélite Lapa (5-0), Santo Amaro (61), Perdizes (62 e 65), Ipiranga (63), Vila Mariana (7 e 70), Jardins (8 e 80), Brás (92 e 93), satélite Tatuapé (9-0), Guaianases, Itaquera e São Miguel Paulista (manuais)[38].

Interior de São Paulo

  • 22 de janeiro de 1930 - inaugurado o serviço telefônico automático em Campinas (SP)[39], onde a central automática foi instalada em um novo prédio na rua José Paulino, desativando a central manual que ficava em outro local; em 1962 o serviço é ampliado[40], com a inauguração da estação "8" que foi instalada em outro prédio construído ao lado do primeiro, mas com frente para a rua Benjamin Constant, e ao mesmo tempo os números telefônicos da primeira central foram alterados, passando a ser estação "9"; em 1964 o serviço é ampliado mais uma vez[41], com a inauguração da estação "2" que foi instalada no mesmo prédio da rua Benjamin Constant;
  • 31 de maio de 1930 - inaugurado o serviço telefônico automático em Jaú (SP)[42];
  • 14 de janeiro de 1934 - inaugurado o serviço telefônico automático em Santos (SP)[43][44], onde a central automática foi instalada em um novo prédio na rua Brás Cubas, desativando a central manual que ficava instalada na rua Itororó; em 1948 o serviço é ampliado através de um corte de área[45], com a inauguração da estação "4" que foi instalada em outro prédio localizado na rua Tocantins, para atender a região das praias, e ao mesmo tempo os números telefônicos da central Brás Cubas foram alterados, passando a ser estação "2", atendendo ao centro da cidade e a região do porto.
  • 15 de dezembro de 1940 - inaugurado o serviço telefônico automático em Marília (SP)[46];
  • 5 de julho de 1941 - inaugurado o serviço telefônico automático em Pompeia (SP)[47].

Em 1954 a CTB perde para a Companhia Telefônica da Borda do Campo (CTBC) a importante concessão dos municípios do ABC Paulista, pois a insuficiência do serviço telefônico entre essas cidades com São Paulo acarretava graves conseqüências econômicas para essa região, que na época estava num acelerado crescimento industrial[48]. Em 1955 a CTB atendia 174 municípios no estado de São Paulo, além da capital[49].

Outras localidades

Expansão[editar | editar código-fonte]

Entre 1952 e 1966 outras cidades em sua área de atuação tiveram seus sistemas telefônicos automatizados. A Brazilian Traction Light and Power Co. Ltd. reorganizou também os serviços de telefonia no Espírito Santo e em Minas Gerais, com a fundação da Companhia Telefônica do Espírito Santo (CTES) em 1951 e da Companhia Telefônica de Minas Gerais (CTMG) em 1953, sendo que ambas tornaram-se subsidiárias da CTB[1]. Em 1958 a CTB inaugura o primeiro sistema de discagem direta automática do Brasil, entre as cidades de São Paulo e Santos, e em 1959 inaugura o mesmo sistema entre as cidades do Rio de Janeiro e Niterói.

Em meados de 1966 a CTB possuía em sua área de cobertura, excluindo-se as subsidiárias, 583.595 terminais telefônicos instalados, sendo 244.580 na Guanabara, 183.055 em São Paulo, 77.199 no interior de São Paulo e 33.761 no estado do Rio de Janeiro[58]. Desse total, 528.530 terminais telefônicos estavam em serviço e haviam 816.751 telefones instalados[59].

Nacionalização e intervenção[editar | editar código-fonte]

Greve na CTB (Rio de Janeiro) em 1964.

Com a grande crise econômica mundial e a Segunda Guerra, os equipamentos telefônicos param de chegar ao Brasil e começam a surgir a partir de 1940 os pedidos em carteira (filas de espera) por linhas. Em 1945 a fila no Rio de Janeiro era de 29 mil pessoas e em São Paulo de 21 mil pessoas[60].

A crise foi piorando com a alta alíquota de importação de equipamentos. O poder de fixação de tarifas permaneceu dividido entre as três áreas de governo, impedindo o estabelecimento de critérios uniformes, tanto técnicos como econômicos. Reclamando das baixas tarifas, a empresa deixa de investir na ampliação e na modernização de plantas, provocando sérios atritos com os poderes concedentes. Em 1956 a fila de espera já chegava a 139 mil pessoas no Rio de Janeiro e a 151 mil pessoas em São Paulo[60].

Durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek, através do Decreto nº 40.439 de 28 de novembro de 1956[61], foi concedida a Brazilian Telephone Company a nacionalização, agora sob a denominação oficial de Companhia Telefônica Brasileira, tendo em vista a transferência de sua sede para o Brasil (de Toronto para o Rio de Janeiro), e o seu capital dividido entre sete acionistas, sendo seis brasileiros natos, detentores cada um de uma única ação, e o sétimo era a holding Brazilian Traction Light and Power Co. Ltd., agora denominada Brascan - Brasil Canadá Ltda., com quase um milhão de ações.

Em 1961, a alta demanda reprimida de linhas telefônicas constituía grave problema nos principais centros urbanos. Somente São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília eram interligados por enlaces de microondas, sendo que a comunicação para a maioria dos estados era assegurada por serviços radiotelegráficos e radiotelefônicos, a maioria a cargo de concessionárias estrangeiras (Telégrafo Nacional, Radiobrás, Radional, Western, All América e Italcable)[62]. As ligações interurbanas demandavam horas de espera. As comunicações telefônicas com o exterior também não atendiam às necessidades de inserção internacional da economia brasileira em expansão.

As mudanças institucionais no setor de telecomunicações começam efetivamente em 1962, com a instituição do Código Brasileiro de Telecomunicações[63] no governo do presidente João Goulart, em meio à forte campanha nacionalista contra o grupo Brascan e outros grupos estrangeiros. O governo federal, que desde dezembro de 1961, mantinha contatos com a direção da CTB tendo em vista a compra da empresa, resolveu adiantar-se, decretando em 31 de março de 1962 a intervenção na empresa por um período de seis meses, prorrogado sucessivamente até 1966[1].

Nova CTB[editar | editar código-fonte]

Embora tenha demonstrado interesse em abrir espaço para a participação do capital privado no setor, o governo do presidente Castelo Branco acabou promovendo a estatização da CTB, após longa negociação com o grupo Brascan. Em março de 1966 a Embratel assume o controle acionário da companhia, responsável por dois terços do sistema telefônico brasileiro, operando numa área que abrigava 45% da população brasileira.

Em 1967 a nova Constituição Brasileira cria o Ministério das Comunicações, que faz um levantamento da situação da telefonia no país, lança um plano de soluções de emergência e de soluções a longo prazo e decide dividir a área de atuação da CTB, que ficaria com a responsabilidade de atender os estados da Guanabara e do Rio de Janeiro[8].

Planos de expansão[editar | editar código-fonte]

Poço de visita com logotipo da CTB.

Primeiro plano de expansão

A partir do momento em que passou a ser regida pela política de comunicações do governo brasileiro, a CTB deu início ao seu primeiro plano de expansão, que ocorreu entre os anos de 1966 e 1971, através do esquema de autofinanciamento das linhas telefônicas, institucionalizado em 1967 e que foi único em todo o mundo[1]. O plano de expansão procurou atender primeiramente a longa fila de inscritos que aguardavam serem chamados desde as décadas de 40 e 50[64].

De início foram ampliadas algumas centrais eletromecânicas já existentes do tipo "rotativa" (rotary) na cidade do Rio de Janeiro e do tipo "passo-à-passo" (step-by-step) na cidade de São Paulo que ainda não tinham atingido sua capacidade máxima. A partir daí, para cada nova estação automática que era instalada em sua área de cobertura foram utilizadas centrais eletromecânicas do tipo “barras-cruzadas” (crossbar). Nesse primeiro plano de expansão foram instalados:

  • 128.650 terminais telefônicos na cidade do Rio de Janeiro entre 1966 e 1971[21]: ampliação das centrais "rotativas" e instalação de novas centrais "barras-cruzadas" do tipo Pentaconta 1000 (Standard Electrica)[65], sendo essas já preparadas para o sistema DDD. A primeira central do plano foi inaugurada em dezembro de 1966 em Copacabana (estação “56”). A primeira central crossbar foi instalada em julho de 1968 em Engenho Novo (estação "61")[66]. Em 1969 foram alterados todos os números telefônicos do Rio de Janeiro com a inclusão do algarismo 2 no início dos prefixos, passando eles a ser de três algarismos. Foram construídos 11 novos edifícios, sendo 10 deles ampliações dos centros telefônicos já existentes, além da inauguração em 1968 do centro telefônico Engenho Novo. O plano foi finalizado em 1971 com a instalação das centrais telefônicas Tiradentes (estação "224") Copacabana (estação “255”), Engenho Novo (estação "281") e Ipanema (estação "287")[67];
  • 205.700 terminais telefônicos na cidade de São Paulo entre 1966 e 1970[38][68]: ampliação das centrais "passo-à-passo" e instalação de novas centrais "barras-cruzadas" do tipo ARF (Ericsson)[69], sendo essas já preparadas para o sistema DDD. O plano foi iniciado na cidade em março de 1966 com a ampliação da central telefônica Ipiranga (estação "63"). A primeira central crossbar foi instalada em março de 1967 em Jardins (estação “282”), sendo esta a primeira vez em que se utilizou prefixo de três algarismos no Brasil[70]. Foram construídos 16 novos edifícios, sendo inaugurados em 1968 os centros telefônicos do Jabaquara, Lapa (desativando a central satélite)[71], Penha (desativando a central satélite Tatuapé), Santa Ifigênia e Santana (desativando a central satélite), em 1969 os centros telefônicos do Anhangabaú, Casa Verde, Consolação, Liberdade, Paraíso (desativando a central Avenida)[72] e Santo Amaro (o centro telefônico inaugurado em 1953 passou a ser chamado Campo Belo), e em 1970 os centros telefônicos de Pinheiros, São Miguel Paulista, Itaquera, Guaianases e Ermelino Matarazzo[73]. O plano foi finalizado em setembro de 1970 com a instalação da central telefônica Brás (estação "292")[68];
  • 35.400 terminais telefônicos no interior de São Paulo entre 1970 e 1971: ampliação de centrais automáticas já existentes em 8 cidades, instalação de novas centrais "barras-cruzadas" do tipo 5005 (Plessey)[74][75] para a automatização do sistema telefônico de 19 cidades, sendo essas já preparadas para o sistema DDD e contando com prefixos de um algarismo, além da inauguração da estação "3" em Santos que foi instalada em um novo prédio localizado na av. Washington Luiz[73][76].

Depois da implantação do plano de expansão a CTB começou a pensar na maneira de levar seus telefones para a periferia, sendo lançados os "vilafones", aparelhos semelhantes aos convencionais mas instalados em locais públicos[77].

Plano de um milhão de telefones

Em 31 de dezembro de 1971 estavam em operação em toda a rede da CTB, excluindo-se as subsidiárias, 898.537 terminais telefônicos, com um total de 1.124.892 telefones em serviço[59]. Pouco antes, em outubro de 1971, a CTB e suas subsidiárias deram início ao plano de um milhão de telefones em suas áreas de atuação para serem instalados até 1975[67], meta prioritária do Governo Federal no setor de telecomunicações, dos quais 855 mil terminais telefônicos para a área da própria CTB, alterados para 920 mil em 1972, assim distribuídos[78]:

Para a execução desse plano foram contratados 500 mil terminais da Ericsson do Brasil, 300 mil terminais da Standard Electrica e 160 mil terminais da NEC do Brasil[80]. No mesmo período houve a inauguração para o público dos primeiros orelhões do Brasil, sendo no dia 20 de janeiro de 1972 na cidade do Rio de Janeiro e no dia 25 de janeiro de 1972 na cidade de São Paulo[89].

Sistemas DDD/DDI[editar | editar código-fonte]

No início da década de 70 o sistema de Discagem Direta à Distância (DDD) começou a ser implantado em todo o país, sendo que as seguintes cidades foram integradas entre 1970 e 1973:

Já o sistema de Discagem Direta Internacional (DDI) foi implantado nessas cidades pela TELERJ e pela TELESP.

Integração operacional[editar | editar código-fonte]

Como o Ministério das Comunicações estabeleceu como política básica para realização dos grandes planos de expansão a integração operacional nos estados e territórios, a CTB iniciou a incorporação ou a administração de várias empresas telefônicas locais[67][80]:

Tentou incorporar também a Companhia de Telecomunicações do Estado de São Paulo (COTESP), que cobria grande área do estado de São Paulo, mas não obteve sucesso[95].

Cisão e fim da empresa[editar | editar código-fonte]

Para colocar em prática a nova política de telecomunicações e para funcionar como empresa holding foi criada em 1972 a Telebras. Ainda nesse ano a CTB transferiu para a Telebras o controle acionário das suas subsidiárias CTMG e CTES[1]. Em abril de 1973 foi criada a Telecomunicações de São Paulo (TELESP) para ser a empresa-pólo no estado de São Paulo e no mês seguinte a CTB transferiu todo seu acervo neste estado para a nova empresa[96][97], conforme já havia sido determinado anos antes pelas diretrizes do Ministério das Comunicações.

A partir de então a CTB passou a dedicar sua atenção para a expansão e modernização dos serviços na área formada pelos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro[98], onde foram incorporadas mais algumas empresas telefônicas. Enfim, após a fusão dos dois estados em 1975, a CTB foi extinta e incorporada pela Telecomunicações do Rio de Janeiro (TELERJ) em fevereiro de 1976[99]. Quando houve a incorporação, a CTB operava na cidade do Rio de Janeiro 649.400 terminais telefônicos, distribuídos em 57 centrais que estavam instaladas em 14 centros telefônicos[82].

Os prédios dos centros telefônicos construídos pela CTB, inclusive os mais antigos, são utilizados até hoje pela Vivo no estado de São Paulo e pela Oi no estado do Rio de Janeiro, mas são bens imóveis passíveis de reversão (bens reversíveis)[100][101][102][103].

Área de cobertura[editar | editar código-fonte]

Guanabara[editar | editar código-fonte]

Localidades atendidas pela CTB no estado da Guanabara e que foram transferidas para a Telerj em 1976:

Com centrais automáticas (Rio de Janeiro):[79]

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Localidades atendidas pela CTB no estado de São Paulo e que foram transferidas para a Telesp em 1973:[104]

Com centrais automáticas (Capital):[83][105]

Com centrais automáticas:[106]

Com centrais manuais:

Com PS ou vilafones:

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f «TELEBRÁS (Telecomunicações Brasileiras S. A.)». FGV / CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil 
  2. «LEI Nº 5.792, DE 11 DE JULHO DE 1972 - Autoriza o Poder Executivo a constituir a empresa Telecomunicações Brasileiras S/A. - TELEBRÁS». Presidência da República 
  3. «Sino Azul (RJ) - 1934 - edição 80». memoria.bn.br. Consultado em 26 de setembro de 2019 
  4. a b «Um século de telecomunicações». www.novomilenio.inf.br. Consultado em 25 de outubro de 2019 
  5. «Um século de telecomunicações - A vez de São Paulo». www.novomilenio.inf.br. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  6. «Como era São Paulo sem lista telefônica - noticias - Estadao.com.br - Acervo». Estadão - Acervo. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  7. «Sino Azul (RJ) - 1929 - edição 20». memoria.bn.br. Consultado em 4 de outubro de 2019 
  8. a b c «História da telefonia no Brasil e da Companhia Telefônica Brasileira». Página arquivada Telesp 
  9. «DECRETO N. 11.500 – DE 23 DE FEVEREIRO DE 1915». Senado Federal 
  10. «História do Telefone». Portal São Francisco. Consultado em 5 de setembro de 2019 
  11. «DECRETO N. 16.222 – DE 28 DE NOVEMBRO DE 1923». Senado Federal 
  12. «Sino Azul (RJ) - 1928 a 1989». memoria.bn.br. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  13. «Sino Azul (RJ) - 1937 - edição 110». memoria.bn.br. Consultado em 5 de outubro de 2019 
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