TIM Brasil

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TIM
TIM Participações S.A.

Telecom Italia Mobile S.A.

Slogan Evoluir é fazer diferente
Tipo Sociedade anônima
Cotação BM&F Bovespa: TIMP3
NYSE: TSU
Indústria Telefonia móvel, banda Larga
Gênero Telecomunicações
Fundação 15 de julho de 1995 (21 anos)[1]
Sede Rio de Janeiro,  Rio de Janeiro,  Brasil
Áreas servidas 2,977 Cidades sendo 89% da população
Proprietário(s) Telecom Italia, através da TIM International N.V.
Presidente Rodrigo Abreu[2]
Pessoas-chave Mário César Pereira de Araújo (ex-CEO)[3], Luca Luciani (ex-CEO)[4]
Empregados 10.300
Produtos CDMA, GSM, 3G, 4G, Fibra ótica, TIM TV (apenas para celulares),Infinity Pré, Liberty Controle
Subsidiárias Live TIM
Lucro Lucro R$ 1,285 bilhões (2011)[5]
LAJIR Lucro R$ 1,305 bilhão (2011)[5]
Renda líquida Baixa R$ 4,7 bilhões (2011)[5]
Significado
da sigla
Telecom
Italia
Mobile
Página oficial www.tim.com.br

TIM Brasil ou TIM Participações (BM&F Bovespa: TIMP3; NYSE: TSU) é uma empresa de telefonia brasileira subsidiária da Telecom Italia e opera nas redes GSM, EDGE, WCDMA, HSDPA, 3G e 4G. No Brasil, foi fundada em 1998, mas seu conceito de rede se deu em 2002, quando sua cobertura já atingia o patamar de 2.500 municípios. Foi pioneira no lançamento da tecnologia EDGE no país, nos serviços multimídia (MMS) e primeira empresa a disponibilizar a internet 3G na modalidade pré-paga. A TIM chegou a ser a segunda maior empresa de celular do Brasil em número de clientes e líder em receita líquida de serviços[6] até 2008, em seguida perde a sua posição para a Claro, permanecendo em 2010 com o terceiro lugar em número de clientes.[7] Em julho de 2011 a operadora retornou a segunda posição ficando apenas atrás da Vivo.[8] Até agosto de 2015 a operadora possuía 73,38 milhões (26,21%)[9] de linhas ativas no país e ainda mantém a vice-liderança atrás apenas da Vivo[10].

História[editar | editar código-fonte]

Loja da TIM no Shopping Recife.

1995-2005: Origem e aquisições[editar | editar código-fonte]

A TIM foi fundada no Brasil em 15 de julho de 1995, após a divisão das atividades de telefonia fixa e móvel da Telecom Italia.[1]

Em 22 de maio de 1998 o governo brasileiro transferiu para a empresa Tele Celular Sul Participações as propriedades Telepar Celular, Telesc Celular e a CTMR Celular. Para a Tele Nordeste Celular Participações as companhias Telpe Celular, Telepisa Celular, Teleceará Celular, Telern Celular, Telpa Celular e Telasa Celular.[11]

Em 28 de novembro de 2000 a TIM anuncia a compra total da Maxitel, passando a deter 96,6% das participações acionárias da empresa.[12]

Em 30 de outubro de 2002 a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprova a compra das ações da Maxitel pela TIM Participações.[13]

Em 18 de novembro de 2003, a operadora anuncia o funcionamento da sua rede EDGE em Campinas e São Paulo.[14] Ainda no mesmo ano a TIM Nordeste e a TIM Sul investem R$ 152,8 milhões de reais em investimentos em melhoria da rede GSM. No mesmo ano a empresas consegui 4 milhões de clientes.[15]

Em 2004 foram efetivadas as incorporações das empresa TIM Nordeste pela TIM Sul e meses após da Tele Nordeste Celular (Tim Nordeste) para a TIM Participações.[11]

Em 25 de abril de 2005, a TIM Participações anunciou a proposta de incorporar as totalidades das ações das ações da TIM Sul e TIM Nordeste.[16]

2006-2008: Unificação da empresa e possível venda[editar | editar código-fonte]

Em 1 de fevereiro de 2006 a TIM unifica todas as operações no Brasil, sobre apenas uma empresa a TIM Participações. Sendo aprovada pelo conselho de administração da TIM Participações S.A. e TIM Celular S.A.[17]

Em 16 de fevereiro de 2007 a Telecom Italia desiste de vender a TIM Brasil.[18] No mesmo ano o consórcio Telco composto pelos bancos italianos Mediobanca, Assicurazioni Generali e Intesa e pelas empresas Sintonia (do Gruppo Benetton) e Telefónica, adquiriu a empresa Olímpia, que detém a fatia de 18% da Telecom Italia.[19] A nova composição acionária foi aprovada pela Anatel, órgão regulador do setor de telecomunicações no Brasil, em outubro de 2007.[20][21]

Em maio de 2007, a TIM adquiriu a licença para oferecer telefonia fixa STFC (Serviço Telefônico Fixo Comutado) obtida pela Anatel.[22][23] O serviço foi descontinuado em 2009, sendo substituído pelo Tim Fixo, com o serviço fixo restrito a um aparelho separado do celular, com mobilidade restrita ao endereço de instalação (abrangendo toda a região de mesmo código de área do endereço cadastrado).

2009-2011: Compra da Intelig e AES Atimus[editar | editar código-fonte]

Em 16 de abril de 2009 a TIM Brasil compra a Intelig, sua principal rival no ramo de telecomunicações. A compra obteve a partir da composição acionária que inclui a Holdco Participações e pela TIM Participações.[24]

Em 8 de julho de 2011 a TIM compra a empresa AES Atimus por 1,6 bilhões de reais,[25] com isso a operadora pretende adicionar 1 milhão de clientes pelo TIM Fiber.[26] No mesmo mês a TIM ultrapassa a Claro e passou a ser a segunda maior operadora de telefonia celular do país.[27]

Em outubro de 2011, a TIM começou a oferecer também o plano Beta,[28] voltado especialmente ao público jovem e que foi criado de forma colaborativa por meio de uma ação inédita de crowdsourcing nas redes sociais.

Em dezembro do mesmo mês a TIM negociou parceria com a SKY para vender seus produtos em conjunto.[29]

2012-2013: Demissão de Luca Luciani[editar | editar código-fonte]

No início do ano de 2012 a operadora entrega a Anatel a proposta da compra da frequência 4G na faixa 2,5 GHz.[30] Assim ficando com o terceiro lote presente no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina, o valor estimado foi de 340 milhões de reais.[31]

No cargo de presidência desde 2009, Luca Luciani[32] pediu demissão em 5 de maio de 2012 de todas as suas atividades na TIM do Brasil e da Itália, pelos encargos referentes a fraudes sobre a ativação de cartões SIM para pessoas falecidas e não-existentes.[33][34]

Um dia após a suspensão da vendas de cartões SIM em dezenove estados a operadora escolheu o ex-diretor financeiro da TIM Italia, Andrea Mangoni para a presidência.[2]

Em 2012, a TIM lançou o site Portas Abertas[35], com o objetivo de conferir maior transparência[36] a sua operação e se aproximar mais de seus clientes. Na página, é possível verificar o que a operadora está fazendo para aprimorar os serviços, além de acessar o mapa de cobertura da empresa e colaborar para a melhoria da rede[37].

2014-presente: Nova possível venda[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2014, o magnata egípcio Naguib Sawiris, que em 2009 já havia tentado comprar a Brasil Telecom, expressou interesse em comprar a TIM Brasil. A negociação é impulsionada pelo impasse no aumento da participação da Telefónica na Telecom Italia, visto que a empresa espanhola já lidera no mercado de telefonia móvel brasileiro com a Vivo.[38]

Resultados financeiros e operacionais[editar | editar código-fonte]

Ano Financeiros Operacionais
Lucro líquido
(R$ bilhões)
Receita líquida
(R$ bilhões)
EBITDA
(R$ bilhões)
Acessos móveis
(milhares)
Acessos fixos ARPU
(R$)
Minutos de Uso
(MOU)
Empregados
2014[39][40] 1,54 19,49 5,53 75.721 402 18,0 130 12.860

Produtos e serviços[editar | editar código-fonte]

Captura de tela do aplicativo TIM Music para Android.

A empresa oferece serviços como o TIM Communicator e TIM Music.[41]

Em junho de 2000, o blah! foi lançado sendo o percursor dentre as comunidades virtuais.[42] No final de 2011, o blah! foi modificado para ser um plano teste, direcionado aos jovens.[43] Em 2014, foi lançado um aplicativo móvel de mesmo nome que oferece troca de mensagens usando os dados da rede.[44]

Internet de fibra óptica[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 2012 o Live TIM foi lançado, oferecendo serviços de acesso à internet, que usa a tecnologia VDSL2, atualmente disponível apenas em alguns locais de São Paulo e Rio de Janeiro, nas velocidades de 35 Mbps (20 Mbps de upload) e 50 Mbps (30 Mbps de upload).[45] A empresa divulgou que está investindo por volta de R$ 100 milhões ao ano, dentro dos cerca de R$ 3 bilhões do plano de investimento do grupo TIM Participações. A aquisição da rede da AES Atimus por mais de R$ 1,5 bilhão permitiu em grande parte essa operação. Ainda não há previsão para quando o serviço será expandido para novos municípios, o que ainda está sendo estudado pela operadora.[46]

No Rio de Janeiro a Live Tim já atende (total ou parcialmente) em Abolição, Andaraí, Bento Ribeiro, Benfica, Bonsucesso, Cachambi, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Estácio, Grajaú, Humaitá, Lins de Vasconcelos, Madureira, Maracanã, Meier,Olaria, Pechincha, Penha, Penha Circular, Pilares, Praça Seca, Ramos, Riachuelo, Rio Comprido, Rocha, São Cristóvão, Taquara, Tijuca, Todos os Santos, Urca, Vila Izabel, Vila Valqueire e no município de Duque de Caxias e Nova Iguaçu. E está em expansão para Campo Grande, Pavuna e São João de Meriti.

No site da empresa é possível encontrar uma página do Alerta Live TIM, onde mostra os locais em que houve interrupções de rede e manutenção. E lá consta locais onde a rede LIVE TIM, provavelmente, poderia estar se expandindo no Rio de Janeiro, como Botafogo, Freguesia, Cordovil, Bom Retiro, Camara, Jardim Botânico, Higienópolis, Brás de Pina, Ilha do Governador, Recreio dos bandeirantes, Itapeba e etc.

Telefonia fixa[editar | editar código-fonte]

A operadora possui um acentuado estilo empresarial, alguns dos serviços diferenciais da TIM são, por exemplo, o TIM Fixo, que permite ao cliente contratar um pacote de minutos para usar em ligações para telefone fixo quando está especificamente na residência. Também há o TIM Torpedo Internacional, serviço para que os clientes enviem mensagens de texto (SMS) para mais de 200 países do mundo.

Prêmios[editar | editar código-fonte]

O Folha Top of Mind desenvolvido pelo instituto Datafolha elegeu a TIM pelo quarto ano consecutivo a "Operadora de Telefonia Celular Top of Mind" em três anos (2003, 2005 e 2006). O prêmio é baseado na pesquisa do instituto realizada em todos os estados do Brasil. Em 2010 a Tim foi a operadora brasileira menos lembrada pelos participantes da pesquisa, ficando atrás da Claro, Vivo e Oi, respectivamente.

Concedido pelo terceiro ano consecutivo a TIM foi eleita o destaque entre as "Empresas mais admiradas do Brasil" na categoria Operadora de Telefonia Móvel. A premiação é uma avaliação conduzida anualmente pelo Instituto InterScience Informações e Tecnologia Aplicada e pela Revista Carta Capital.

Em 2010 a TIM foi eleita como a "Melhor operadora da América Latina", pela revista World Finance.

Patrocínios[editar | editar código-fonte]

A TIM patrocina 13 dos grandes clubes brasileiros: Atlético Mineiro, Atlético Paranaense, Bahia, Corinthians, Coritiba, Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, Internacional, Palmeiras, São Paulo, Vasco e Vitória.

Críticas, reclamações e multas[editar | editar código-fonte]

Espaço Tim UFMG do Conhecimento, em implantação na Praça da Liberdade, Belo Horizonte.

De acordo com o site de reclamações contra serviços prestados por empresas, o Reclame Aqui, a operadora em 2008 recebeu avaliação de "empresa não recomendada", no ano seguinte, como empresa "ruim" e em 2010 como "regular". A qualidade decaiu e em 2013, a reputação da empresa no Reclame Aqui, estava novamente como "empresa não recomendada".[47]

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2009, a empresa foi multada pelo Procon em R$ 1,78 milhão devido ao corte das linhas telefônicas da Casa Civil e Casa Militar do Paraná. Foi atingido pela ação dos cortes telefônicos inclusive o governador na época, Roberto Requião.[48]

No mês de fevereiro ela foi condenada a pagar R$ 7 mil por danos morais a um cliente por ter seu celular bloqueado. Todavia, o juíz apenas determinou o seu desbloqueio.[49]

Em março de 2009 ela recebeu multas do Ministério da Justiça em R$ 650 mil por não incluir a opção de reclamação no menu principal de atendimento em seu SAC, em desrespeito ao Decreto nº 6.523/08.[50]

No mês de abril de 2009 foi divulgado que uma cliente recebeu indenização no valor R$ 4 mil devido uma cobrança indevida em sua conta. O 6º Juizado Especial Cível de Brasília entendeu que a cobrança de ligações para o serviço disponibilizado no número *144, a central de atendimento à clientes, não deveria ser cobrado mesmo que realizado em roaming internacional. A Tim também incluiu o nome desta cliente no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) aonde foi determinada a retirada do nome da cliente da lista de devedores assim como o desbloqueio de sua linha.[51]

Em 2009 também foi proibida de transmitir SMS com propaganda do serviço TimCafé para seus clientes, pois o conteúdo é voltado para o público adulto, que de acordo com o Ministério Público levava o consumidor a erro.[52]

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2010 a operadora foi condenada a pagar R$ 12 mil a uma cliente por ostentar, durante 8 meses, a frase: "Catarina quer chorar ela tem um gatinho" na fatura de uma cliente em lugar de seu nome.[53]

Em outubro de 2010 o ranking de atendimento da Anatel colocava a TIM como a pior operadora do Brasil em atendimento ao cliente no serviço fixo,[54] no mesmo mês a operadora classificada entre os serviços móveis como a quarta pior operadora do Brasil,[55] segundo ranking da Anatel,[56] em posição inferior a Vivo, Claro e Oi, respectivamente, tendo inclusive relatos de overbooking.[57]

Em 23 de janeiro de 2011, a Justiça Federal do Rio Grande do Norte proibiu a TIM de vender, habilitar e fazer portabilidade de novas linhas no Rio Grande do Norte.[58] Enquanto a proibição esteve em vigor, quem tentava habilitar linhas nas lojas do RN ouvia que o "sistema estava fora do ar". A Justiça Federal fixou um prazo de 30 dias para a TIM entregar um plano de expansão da rede para o RN. Após a apresentação do plano, a justiça liberou a TIM para vender, habilitar e fazer a portabilidade de novas linhas.

Em 18 de abril de 2011 foi impedida pelo Procon de Florianópolis[59] de comercializar novas ativações no mesmo município durante 48 horas devido ao elevado número de reclamações sem solução registradas naquele órgão. Por descumprir esta determinação, foi multada em R$ 1 milhão.[60]

Em 24 de fevereiro de 2012 a operadora foi impedida pela 2ª Vara da Justiça Federal de Pernambuco de comercializar novas linhas no estado. A operadora deveria apresentar investimentos no estado que deem conta dos serviços, se fosse descumprida a decisão a operadora teria que pagar uma multa de R$ 10 mil para cada linha disponibilizada e R$ 100 mil por dia de descumprimento.[61]

Em 18 de julho de 2012 a Anatel divulgou que as operadoras TIM, Claro e Oi ficarão impedidas de comercializar cartões SIM em diversos estados devido ao alto número de reclamações de usuários do serviço móvel. A medida da Anatel pune a operadora com mais reclamações em cada estado, impedindo-a de comercializar cartões SIM no estado em questão a partir do dia 23 de julho do mesmo ano. A TIM foi a operadora que mais recebeu reclamações em dezoito estados e no Distrito Federal, a Oi em cinco e a Claro em três. A multa por descumprimento da medida é de R$ 200 mil por dia.[62]

Em 2 de maio de 2013, a Anatel multou a Tim em R$ 9,6 milhões por má qualidade de serviço prestado, dentro de um processo que acusava a empresa de provocar quedas nas ligações nas quais era cobrado um valor único por chamada, no plano pré-pago Infinity. Segundo o relatório final do processo, a Tim descumpriu regulamentos que determinam padrões mínimos de qualidade na prestação de serviço, além de normas do Código de Defesa do Consumidor.[63]

Em 19 de setembro de 2013, a Secretaria de Justiça do Distrito Federal e o Procon/DF anunciaram a aplicação de uma multa de mais de R$ 3 milhões à Tim, em função do descumprimento do Código de Defesa do Consumidor. Segundo o Procon, a multa é referente a 87 reclamações feitas por consumidores; todas elas foram agrupadas num único processo, o que possibilitou a aplicação de uma penalidade mais severa. Dentre as irregularidades, constavam cobranças indevidas, descumprimento de ofertas, negativa de restituições e não-exclusão de nomes do cadastro de inadimplência.[64]

Em 15 de outubro de 2013, o Procon do estado do Rio de Janeiro aplicou uma multa à Tim de cerca de R$ 300 mil, relativa à execução de 10 processos judiciais não mais passíveis de recurso. Os processos abrangiam irregularidades diversas, tais como propaganda enganosa, descumprimento de oferta e má prestação de serviço.[65]

Em 19 de novembro de 2013, o Procon de Londrina multou a Tim em R$ 7 milhões por descumprimento de contrato com dois clientes. Na semana seguinte, no dia 25, aplicou uma nova multa, de mais R$ 7 milhões, relativa ao descumprimento de ofertas feitas pela empresa. Segundo o coordenador do Procon, as multas são resultado de uma operação realizada em agosto daquele ano, onde a Tim chegou a ter proibida a comercialização de novos pacotes, mas conseguiu uma liminar para continuar vendendo.[66]

Em dezembro de 2015, a associação Proteste entrou com ação civil pública na Justiça Federal contra Claro a NET, Vivo, GVT, Oi e TIM devido ao serviço de má qualidade oferecido por essas empresas na internet banda larga. A associação também pedia por transparência e descontos nas faturas dos clientes lesados. Em nota, a Proteste completou dizendo que "as empresas não cumprem nem 60% das metas fixadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quanto à velocidade contratada e a efetivamente oferecida (...) Milhões de consumidores vêm sendo lesados há anos, ao pagar por um serviço em desacordo com as regras e que não oferece a qualidade esperado". Também chamou o serviço de banda larga no Brasil de "ineficiente" e "incapaz de garantir o desenvolvimento dos níveis de qualidade de prestação do serviço".[67]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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