Club de Regatas Vasco da Gama

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Vasco da Gama
Club de Regatas Vasco da Gama.png
Nome Club de Regatas Vasco da Gama
Alcunhas Gigante da Colina
Trem Bala da Colina
Vascão
Expresso da Vitória
Time da Virada
Torcedor/Adepto Vascaíno
Cruzmaltino
Mascote Almirante
Bacalhau
Principal rival Botafogo
Flamengo
Fluminense
Fundação 21 de agosto de 1898 (120 anos)
Estádio São Januário
Capacidade 21.880[1]
Localização Rio de Janeiro, Brasil
Presidente Alexandre Campello
Treinador Alberto Valentim
Material (d)esportivo Diadora
Competição Campeonato Brasileiro - Série A
Campeonato Carioca - Série A
Copa do Brasil
Copa Libertadores
Copa Sul-Americana
Ranking nacional Estável 13.º lugar, 9 322 pontos [2]
Website Vasco.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Club de Regatas Vasco da Gama MHM é uma entidade sócio-poliesportiva brasileira com sede na cidade do Rio de Janeiro, fundada em 21 de agosto de 1898 por um grupo de remadores. Inspirados nas celebrações do quarto centenário da descoberta do caminho marítimo para as Índias, ocorrida em 1498, batizaram a nova agremiação com o nome do herói português que alcançou tal feito, o navegador Vasco da Gama.

Apesar de ter sido fundado como um "Clube de Regatas", consagrando-se no remo como um dos maiores campeões do país, o Vasco da Gama ainda abrange outras modalidades como atletismo, vôlei de praia, basquete, futebol de areia, dentre outros, tendo como esporte mais tradicional o futebol. As cores do Vasco guardam forte significação: o preto remete aos mares desconhecidos do Oriente, desbravados por Vasco da Gama, enquanto o branco da faixa diagonal refere-se à rota descoberta pelo almirante. Além disso, estas são cores que se encaixam na ideia de uma comunhão de etnias (já que foi o primeiro clube do Brasil a lutar contra preconceitos raciais e sociais), tendo sido o primeiro na história dos clubes esportivos do Brasil a ter elegido um presidente "não-branco" (em 1904, numa época em que o racismo era prática comum no esporte, os vascaínos tiveram a honra de conduzir o mulato Cândido José de Araújo ao degrau mais alto do clube).[3] A Cruz, principal símbolo, tem forte aspecto religioso, porque a Ordem Militar de Cristo era ao mesmo tempo religiosa e guerreira.[4]

É o único clube carioca bicampeão em torneios intercontinentais de futebol de grande importância histórica (1953 e 1957). Em 1953, o Vasco venceu o Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer, competição oficial da CBD, organizada com o apoio do dirigente da FIFA, Ottorino Barassi,[5] competição sucessora da Copa Rio Internacional,[6] tratada na Europa como uma edição da Copa Rio[7][8][9][10][11][12] e almejada pelos 4 grandes clubes cariocas.[13][14][15] No Torneio Internacional de Paris de 1957, o Vasco entrou para a História como o primeiro e único clube não-europeu a derrotar um campeão da Copa dos Campeões da UEFA[16] desde o primeiro título desta competição europeia (vencido pelo Real Madrid em 13 de junho de 1956) até a 1ª disputa da Copa Intercontinental (em 3 de julho de 1960),[17][18][19][20] com a final do Torneio de Paris de 1957 sendo considerada pela imprensa francesa como a final entre o campeão europeu e a equipe considerada a melhor da América do Sul,[21] em uma apresentação que encantou o público e a imprensa francesa,[22][23] prestigiando o Vasco e o futebol brasileiro frente ao público europeu[16][24] e mundial.

É também o único clube carioca bicampeão sul-americano, vencendo a única competição reconhecida pela CONMEBOL como precursora da Copa Libertadores da América, o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948,[25] em status equivalente ao da Libertadores, tendo o Vasco participado em 1997 da Supercopa dos Campeões da Libertadores (competição reservada aos campeões da Libertadores) em função do título de 1948;[26][27][28] e a Copa Libertadores da América de 1998 (conquistada no ano do centenário). Em títulos sul-americanos, o Vasco venceria ainda a Copa Mercosul em 2000. O Vasco é até hoje o único clube carioca a ter conquistado duas edições de competições disputadas com o objetivo de indicar o campeão da América do Sul, em 1948 e 1998.

Em títulos nacionais, o Vasco conquistou quatro Campeonatos Brasileiros em 1974, 1989, 1997 e 2000, uma Copa do Brasil em 2011, diversos títulos estaduais oficiais (diversos campeonatos Carioca, da Copa Rio, e torneios Municipal, Extra, Início e Relâmpago) e 5 títulos interestaduais oficiais (3 Torneio Rio-São Paulo, 1 Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo e 1 Torneio João Havelange).[29][30] Conquistou ainda diversos torneios nacionais e internacionais.

O Vasco da Gama ainda tem, dentre o seu plantel de ídolos, os maiores artilheiros do Campeonato Brasileiro de todos os tempos, tendo como Roberto Dinamite, o maior, com a marca de 190 gols, seguido por Romário e Edmundo, com 154 e 153 gols respectivamente.[31] O primeiro grande ídolo do clube foi o atacante Ademir de Menezes, que liderou o memorável "Expresso da Vitória", tornando-se o maior artilheiro do Vasco com 301 gols marcados, número só superado por Dinamite e Romário décadas mais tarde.[32]

Segundo pesquisa realizada pela Paraná Pesquisas a pedido do Globoesporte.com em 2016, o Vasco possui a quinta maior torcida do Brasil, com 4,5% dos entrevistados com margem de erro de 1,50 p.p., empatado tecnicamente na quarta colocação com o Palmeiras.[33]

Em 2 de Julho de 2007, o então governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, sancionou o projeto de lei nº 5.052, que criou o Dia do Vasco, data comemorativa que homenageia a fundação do clube.

História

Um dos primeiros times de futebol do CRVG. "Os Camisas Negras"
Itália e Fausto, destaques em São Januário.

O Vasco foi fundado como um clube de remo em 1898, por um grupo de 63 rapazes, imigrantes portugueses e luso-descendentes, reunidos no bairro da Saúde.[34][35] O nome escolhido foi Club de Regatas Vasco da Gama, pois naquele ano eram comemorados os 400 anos da viagem do célebre almirante à Índia.[34][35][36][37] Já filiado à União de Regatas, a estreia do Vasco em competições oficiais ocorreu a 4 de junho de 1899, na enseada de Botafogo. Ali, a baleeira "Volúvel", de seis remos, venceu o primeiro páreo na categoria júnior, a primeira vitória do Vasco no remo.[34] Em 24 de novembro de 1905, o clube conquistou o primeiro Campeonato Carioca de Remo, numa competição que contou com o presidente Rodrigues Alves entre os assistentes. Já no ano seguinte o Vasco sagrou-se bicampeão.[34] Até 2012, o clube venceu o campeonato de remo um total de 46 vezes.[38]

Em novembro de 1915 o clube de futebol Lusitânia foi incorporado ao Vasco, dando origem ao departamento de futebol do Vasco da Gama, apesar da oposição dos remadores vascaínos.[34][35] O Vasco estreou a 3 de maio de 1916, na terceira divisão, perdendo por 10 a 1 contra o Paladino Foot-Ball Club.[34][35]

O clube incorporava aos seus quadros jogadores de qualquer origem étnica, com a condição que soubessem jogar futebol.[35][36] Em 1922, o Vasco conseguiu o primeiro título ao ganhar a série B da Primeira Divisão, o que lhe abriu a possibilidade de jogar na Primeira Divisão da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT).[34] A campanha do clube foi excelente, com onze vitórias, dois empates e uma derrota, sagrando-se assim campeão do Campeonato Carioca de Futebol de 1923 no seu ano de estreia.[34] O time vascaíno era composto por jogadores de várias origens, como negros, mulatos, portugueses e brancos pobres da classe operária.[34][35] Apesar de haver outros times com jogadores destas características (por exemplo o Bangu), essa era a primeira vez que os times mais elitistas da cidade eram incomodados por um time da periferia.[35]

O Vasco venceu o América e o Fluminense, conquistando o campeonato, em seu ano de estreia na primeira divisão, no dia 12 de agosto de 1923, deixando o Clube de Regatas Flamengo, na segunda colocação, o que acabou marcando significativamente a história do clube, do Rio de Janeiro e do Brasil, por ser o primeiro do Clube em uma campanha com integrantes afro-descendentes, pobres e operários a ser campeão. Rui Proença, português de nascimento e radicado no Rio, identifica o fato como uma verdadeira revolução, enfatizando os preconceitos e dificuldades inicialmente encontrados pelo Vasco, associando-se ao fato de o Flamengo, o Fluminense e o Botafogo não permitirem a entrada de negros em seus clubes. O autor conclui que o clube representaria o congraçamento entre negros e portugueses, grupos discriminados que, unidos, fizeram o Vasco.[39]

1929: Tinoco, Brilhante, Itália, Jaguaré, Fausto e Mola; Paschoal, Oitenta-e-Quatro, Russinho, Mário Mattos e Santana

Após a tentativa fracassada de ver o Vasco da Gama fora da competição em 1923, os clubes da zona sul (área de elite da cidade do Rio de Janeiro), Botafogo, Flamengo, Fluminense e alguns outros clubes encontraram a solução para se verem livres dos vascaínos no ano seguinte. Assim, se uniram, abandonaram a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT) e fundaram a Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA), deixando de fora o Vasco, que só poderia se filiar à nova entidade caso dispensasse doze de seus atletas (todos negros) sob a acusação de que teriam "profissão duvidosa". Diante da situação imposta, em 1924, o presidente do Club de Regatas Vasco da Gama, José Augusto Prestes, enviou uma carta à AMEA, que veio a ser conhecida como a "resposta histórica", recusando-se a se submeter à condição imposta e desistindo de filiar-se à AMEA. A carta entrou para a história como marco da luta contra o racismo no futebol.[40]

Desta forma em 1924 foram disputados dois campeonatos em paralelo, sendo o da LMDT vencido de forma invicta pelo Vasco, conquistando assim o bicampeonato estadual. No ano seguinte, o clube venceu as resistências da AMEA, conseguiu integrar-se à entidade e voltou a disputar o campeonato contra os grandes times sob a condição de disputar seus jogos no campo do Andarahy. Apesar disso, o Vasco decidiu construir o seu próprio estádio, para acabar com qualquer exigência. O local escolhido para a construção foi a chácara de São Januário, que fora um presente de Dom Pedro I à Marquesa de Santos. Em 21 de abril de 1927, o Vasco da Gama inaugurava o Estádio de São Januário e até 1930, quando da inauguração do Estádio Centenário em Montevidéu (para a primeira Copa do Mundo), era o maior das Américas. Até 1940, quando da inauguração do Pacaembu em São Paulo, o estádio era o maior do Brasil, e até 1950, na inauguração do Maracanã, era o maior do Rio de Janeiro. O estádio foi construído em dez meses e com dinheiro arrecadado através da 'Campanha dos dez mil' que recebia donativos de torcedores de toda a cidade. Dois anos depois seria inaugurada a sua iluminação, passando a ser o único clube do país com um estádio em condições de sediar jogos noturnos.

1938: Poroto, Rei, Zé Luiz, Calocero, Rapha e Zarzur; Lindo, Alfredo I, Niginho, Feitiço e Luna.

Em 1929 além do Torneio Início, o Vasco ganha seu terceiro Campeonato Carioca de Futebol em 7 anos de elite.

Em 1931, o Vasco se tornou o segundo clube brasileiro a ser convidado para uma excursão internacional, depois do Paulistano. Neste mesmo ano, o Vasco aplicou uma goleada histórica de 7 a 0 no seu arquirrival Flamengo, sendo esta, a maior goleada entre as duas equipes em todos os tempos.

Expresso da Vitória campeão invicto sobre o River Plate, tornando-se o primeiro campeão da América do Sul.

Em 1934, contando com craques como Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Russinho, Fausto e outros, o Gigante da Colina conquistou o Campeonato Carioca, sendo que naquele ano o campeonato foi disputado em duas ligas. O Vasco, assim, ganhou o direito de disputar a Taça dos Campeões Estaduais que era a disputa interestadual evolvendo os campeões do Rio de Janeiro e São Paulo, empatando na final com o Palestra Itália. Ainda neste ano, o Vasco ingressa na Confederação Brasileira de Desportos após esta aceitar o regime profissional e ainda em 1934 o Vasco da Gama seria campeão estadual de remo, tendo adquirido o título de Campeão de Terra e Mar de 1934.[41]

Após a conquista do Torneio Luís Aranha, em 1940, e novamente de um Torneio Início, em 1942, veio a formação de um grande e temido time: o "Expresso da Vitória", liderado pelo atacante Ademir de Menezes.[42][43] Em 1944 venceu o Torneio Relâmpago, superando os outros quatro grandes da época (Flamengo, Fluminense, Botafogo e América) e aplicando uma goleada de 5 a 2 na última rodada sobre seu futuro rival, o Flamengo. Em seguida, ganhou o Torneio Municipal, contra os mesmo clubes e outros do Rio de Janeiro, empatando com o Flamengo na última rodada e se sagrando campeão. Voltando a vencer este mesmo Torneio nos três anos seguintes, se tornando o único tetracampeão da competição carioca, vencendo ainda dois títulos cariocas invictos, em 1945 e 1947. Este último rendeu ao clube o convite para disputar o Campeonato Sul-Americano de Campeões, competição precursora da Copa Libertadores da América e reconhecida pela CONMEBOL[25] como de igual valor em 1996/1997[44][45][46][47][48][49] e 2013.[50]

Ademir de Menezes, líder do icônico Expresso da Vitória, marcou 301 gols com a camisa cruzmaltina.

Em função do seu título carioca de 1950, o Vasco se qualificou a participar da Copa Rio de 1951, competição recentemente reconhecida pela FIFA como a primeira competição de clubes em nível mundial, com a participação de clubes europeus e sul-americanos. O Vasco chegou às semifinais, sendo eliminado pelo Palmeiras na semifinal (que se sagraria campeão da competição), tendo um gol vascaíno legítimo (de Chico) sido incorretamente anulado pela arbitragem naquela semifinal.[43]

Em 14 de junho de 1957, a equipe de São Januário derrotou o Real Madrid, por 4 a 3 na final e levantou a taça da primeira edição do Torneio Internacional de Paris (França), com uma apresentação perante o Real Madrid com a qual o Vasco encantou o público e imprensa franceses[23][24][51]

Em 1966 o Torneio Rio-São Paulo, terminou empatado entre Vasco, Botafogo, Santos e Corinthians e o título foi dividido entre os quatro. Os anos 1960 marcaram uma profunda crise política no clube, que culminou em 1969, com a cassação do então presidente do Vasco.

Time do Vasco, 1970. Arquivo Nacional.

A década de 70 foi marcada pelo surgimento do grande ídolo Roberto Dinamite e pelo goleiro argentino Andrada. O Vasco começou a se recuperar, ainda que de forma tímida, conquistando o Campeonato Carioca. A maior conquista da década foi o Brasileiro de 1974, com Roberto Dinamite sagrando-se artilheiro e o Vasco da Gama sendo o primeiro time do Rio de Janeiro a conquistar tal competição.[43]

Na década surgiram alguns ídolos vascaínos como Acácio, Mazinho, Geovani (o Pequeno Príncipe), Bismarck e Romário. Durante a década de 1980 o Vasco conquistou 13 torneios Nacionais e Internacionais (dentre eles, o Troféu Colombino de Huelva na Espanha em 1980, o Torneio João Havelange em 1981, a Copa Ouro nos Estados Unidos em 1987 e o Tricampeonato do Troféu Ramón de Carranza em 1987, 1988 e 1989, nestes últimos em cima do Atlético Madrid, Cádiz da Espanha e Nacional do Uruguai), três títulos estaduais (1982, 1987 e 1988) e o bicampeonato Brasileiro em 1989, após montar um time que ficou conhecido como SeleVasco, com destaque para o atacante Bebeto, contratado do arquirrival Flamengo.

Edmundo, denominado pela torcida vascaína como o "Animal". O atacante é um dos maiores ídolos da história do Vasco.

A década de 1990 no Vasco ficou marcada pela despedida dos campos do ídolo Roberto Dinamite em 1993, e a ascensão de novos ídolos como Edmundo (o Animal), Felipe, Pedrinho, Carlos Germano, Pimentel, Valdir Bigode e Juninho Pernambucano. Em 1992, o clube ganhava seu primeiro título que marcaria o início da conquista dos cariocas de 1992, 1993 e 1994 ganhando o seu primeiro tricampeonato Estadual, para depois conquistar o Campeonato Estadual em 1998. Ainda em 1997, que foi um ano brilhante de Edmundo, o Vasco conquistou o tricampeonato Brasileiro.

A 18 de Agosto de 1997 foi feito Membro-Honorário da Ordem do Mérito de Portugal.[52]

O clube completava, em 1998, 100 anos. O Centenário do clube foi o tema do carnaval da Unidos da Tijuca, que compôs um samba-enredo que, até os dias atuais, é entoado pela torcida vascaína. O clube ainda se tornaria o campeão do Campeonato Carioca e da Copa Libertadores da América, sendo esta última conquistada no dia 26 de agosto, apenas cinco dias após o aniversário do clube.Naquela década, o Vasco contava com grandes craques. Além dos ídolos Carlos Germano, Mauro Galvão, Juninho Pernambucano, Felipe, Pedrinho, Edmundo e Romário, outras grandes contratações foram realizadas, como o lateral Jorginho, o zagueiro Júnior Baiano, os meias Ramon Menezes, Vágner e Juninho Paulista, e os atacantes Evair, Donizete, Luizão, Euller, Viola e Guilherme.

Ricardo Gomes, treinador que levou o Vasco a ganhar a inédita Copa do Brasil, em 2011.

Apesar de ficar com o vice-campeonato do 1º Mundial de Clubes da FIFA, perdendo nos pênaltis para o Corinthians, o Vasco conquistou o tetracampeonato brasileiro e a Copa Mercosul.[43]

Durante os anos seguintes a 2000 o Vasco conquistou a Taça Guanabara e o Carioca de 2003. Oficialmente, o milésimo gol da carreira de Romário aconteceu no dia 20 de maio de 2007, aos 02 minutos do segundo tempo em um jogo do Vasco, sob comando do técnico Celso Roth, contra o Sport, no estádio de São Januário. No ano seguinte, o clube sofreu o golpe mais duro de sua história com o rebaixamento, pela primeira vez em sua história para a Segunda Divisão. Campeão no ano seguinte, retornou à primeira divisão.

Em 2011, após 8 anos sem conquistar títulos, o Vasco conquistou a Copa do Brasil de Futebol de 2011 vencendo o Coritiba por 1 a 0 em São Januário, no jogo de volta, no Couto Pereira, o time perdeu por 3 a 2, mas levou o título pela regra do gol fora de casa.[53]

Em 2013 foi novamente rebaixado à segunda divisão do Campeonato Brasileiro, num jogo que ficou marcado negativamente por uma briga generalizada entre as torcidas do Vasco e Atlético Paranaense.[54] Em 2014 terminou em terceiro lugar na segunda divisão e foi novamente promovido.

Em 2015, conquistou o Campeonato Carioca após um grande jejum de doze anos sem vencer a competição.[55] Foi rebaixado pela terceira vez em sua história no dia 6 de dezembro de 2015,[56] conseguindo novamente a ascensão no ano seguinte.[57] Complementando o ano de 2016, foi bicampeão carioca invicto e ficou 34 jogos invictos. Foi a maior sequência invicta do clube em jogos oficiais.[58]

Sedes e estrutura

Estádio São Januário

Ver artigo principal: Estádio São Januário

São Januário é como é conhecido o estádio do Vasco da Gama, inaugurado em 21 de Abril de 1927. Seu nome oficial é Estádio Vasco da Gama. Ficou conhecido como São Januário por ter parte dele na rua São Januário. É o maior estádio privado do Rio de Janeiro.

Sociais de São Januário.
São Januário em dia de jogo.
Distribuição dos lugares do Estádio de São Januário.
Parque Aquático.

Sede Náutica da Lagoa

Situado às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, o prédio foi inaugurado em 18 de agosto de 1950. Foi construído devido à necessidade do clube de ter uma sede para abrigar os esportes náuticos quando as regatas passaram da Baía de Guanabara para a Lagoa Rodrigo de Freitas. O local conta com 2.700m² de área construída, com três pavimentos, um subsolo e um terraço. Além do salão de festas, a sede é também garagem dos barcos usados nos treinos e competições de remo.[59] Em suas paredes externas, há uma composição de azulejos de Burle Marx.

A Sede Náutica é tombada desde 2002, por decreto do governo do então prefeito César Maia, assinado no dia 19 de abril.[59]

Calabouço

Antiga sede náutica do clube construída na década de 60, quando as regatas eram disputadas na Baía de Guanabara, hoje é destinada ao lazer dos associados, contando com piscina, duas saunas, quadras esportivas, área de recreação infantil, salão de festas, departamento médico, administração de esportes marinhos e olímpicos e um restaurante. Situa-se às margens da Baía da Guanabara na ponta do Calabouço, no centro do Rio de Janeiro, próximo ao Aeroporto Santos Dumont e ao Museu de Arte Moderna.[60]

A sede do Calabouço foi usada pelo Comitê Olímpico da Dinamarca durante os Jogos Olímpicos de 2016. A sede serviu de assessoria de imprensa, setor administrativo e apoio para 24 atletas e demais membros da comissão técnica.[61]

Centro de Formação de Atletas

O Centro de Formação de Atletas Jovens Gigantes da Colina, também conhecido como CFA ou JGC, oferece infraestrutura para a formação das categorias de base do clube que incluem o juvenil e júnior (sub-17 e sub-20). Para isso conta com uma área total de 220 mil metros quadrados e é rodeado de sítios e chácaras para manter a tranquilidade e a concentração dos jovens que lá estão.

Para suprir a necessidade de quase cem atletas, o CFA conta com cinco campos — um deles com grama sintética, outro de de areia e outro de showbol — com drenagem e irrigação computadorizadas; quatro alojamentos para até 95 jovens; refeitório com cozinha industrial; sede administrativa da base; sala de monitoramento; piscina; oficina de manutenção; quiosques; quatro vestiários; consultório médico; odontológico; podologia; estacionamento; ginásio coberto; quadras poliesportivas e um hotel para jogadores vindos do exterior.

Centro de Treinamento Almirante Heleno de Barros Nunes

O nome do centro foi uma homenagem ao Almirante Heleno de Barros Nunes, torcedor do clube e ex-presidente da antiga CBD, que foi uma pessoa importante no projeto do terreno.[62]

O terreno de cerca de 130.000 m² foi concedido ao clube pelo Presidente da República Ernesto Geisel em 1974, mas durante trinta anos existiu uma briga judicial com a União que entendia que poderia fazer melhor uso dele. Em 1995 o clube perdeu sua concessão, voltando mais tarde a ter o direito de uso por meio de decreto assinado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, depois de uma decisão da Justiça.

Terreno situado às margens da Rodovia Washington Luís,[62] onde o clube projeta e inicia a construção de seu centro de treinamento, que terá diversos campos de futebol, dois ginásios e um hotel-concentração. O centro de treinamento, ainda em desenvolvimento, conta com a ajuda da Prefeitura de Duque de Caxias. Parte do terreno é área de preservação ambiental, devido às suas características naturais. Será destinado ao time principal.

Memorial do Vasco

O memorial do Vasco está sendo construído no objetivo de traçar em imagens toda a história do clube. Vai contar com vários fatos e curiosidades do clube, como todas as taças e lembranças das conquistas, telões que passam os jogos mais importantes e momentos marcantes da história do clube, filmes com os gols e as narrações das conquistas de todos os títulos fotos de equipes vascaínas, desde sua fundação em 1898, ano a ano, até os dias atuais, uma réplica de vestiário antigo com objetos reais, como chuteiras, camisetas, etc.

Também vai possuir 42 painéis individuais, em tamanhos naturais, com fotos de jogadores históricos como Roberto Dinamite, Ademir de Menezes, Edmundo, Romário, Geovani, Juninho Pernambucano, Zanata, Barbosa, Bellini, Carlos Germano, Brito, Vavá, Pedrinho, Felipe, Mauro Galvão, Leônidas da Silva, entre outros, além de caricaturas autografadas e um painel com informações sobre os mesmos.

Ao final, uma sala de cinema, com um vídeo destacando os melhores momentos de mais 100 anos de história do clube.

Símbolos

Cruz da Ordem de Cristo

Cruz de Cristo.
Cruz Pátea em sua configuração mais conhecida

Desde a fundação do clube, houve sempre a intenção de prestar homenagem ao navegador Vasco da Gama e às grandes navegações portuguesas. Assim, o clube teve sempre em sua história o símbolo de uma caravela, representando as naus portuguesas.

"A cruz de malta é o meu pendão … ", diz o hino popular do clube. No entanto, não há nenhuma relação do Vasco com a Cruz de Malta.

A cruz usada pelos navegadores, inclusive Vasco da Gama, é a Cruz de Cristo, instituída pelo Rei D. Dinis no século XIV, foi o símbolo que representava o Cristianismo levado pelos navegadores para os povos pagãos. Esta Cruz, símbolo da histórica Ordem de Cristo (também chamada Ordem dos Cavaleiros de Cristo) de Portugal, desde então tornou-se um símbolo intrínseco a Portugal. Além de ser estampada nas velas das naus do tempo dos Descobrimentos, ainda é usada pela Força Aérea Portuguesa, na bandeira da Região Autónoma da Madeira e no brasão de Tomar juntamente com a Cruz Pátea, também chamada Cruz Templária. Já no século XIX, passou a representar a Ordem Militar de Cristo em Portugal. No Brasil, foi estampada na Bandeira Imperial e usada pela Imperial Ordem de Cristo do Brasil. Esta Cruz Templária da Ordem de Cristo ainda figura em brasões e bandeiras de cidades e municípios do Brasil.

A cruz estampada na camisa e no escudo do Vasco se chama Cruz Pátea, que é diferente da cruz de malta, que na verdade possui outro formato, no qual cada um dos braços é bifurcado.[63]

No entanto, como se pode verificar em muitos símbolos expostos no clube (ao contrário do que se vê na camisa atual), inclusive nas arquibancadas do estádio São Januário, não é utilizada a cruz Pátea e sim uma cruz com o desenho muito semelhante ao da Cruz de Cristo.

Embora atualmente a cruz desenhada na camisa do clube seja a Cruz Pátea (sem as retas intermediárias das pontas ao centro), durante muitos anos foi usada a Cruz de Cristo, ou muito semelhante, como podemos ver em fotos antigas, especialmente dos times dos anos de 1923, 1948 e 1956.

Seja como for, a torcida vascaína consagrou o símbolo do clube ao longo do tempo, e, erroneamente ou não, adotou o nome "cruz de malta" para designá-la.

Escudo

Cruz pátea, conforme no uniforme do clube.

O primeiro escudo do Vasco foi criado na administração do presidente Alberto Carvalho, em 1903. Era redondo, fundo negro com a caravela ao centro. Em volta do fundo negro, um círculo com as iniciais C.R. e Vasco Da Gama, separados por seis cruzes de Cristo em vermelho.[63]

Nas velas da embarcação está estampada uma cruz, símbolo que era realmente usado nas navegações portuguesas. O escudo do clube foi modificado ao longo do tempo, permanecendo a caravela com a cruz, até surgir a forma definitiva, com o fundo preto representando os mares desconhecidos do Oriente, a faixa branca representando a rota descoberta por Vasco da Gama, e a caravela com a cruz de malta (cruz pátea).[63]

Foi a partir da década de 1920 que o clube adotou o escudo que mantém até hoje, de fundo negro, com a caravela ao centro e a faixa diagonal branca (só introduzida em 1945, por sugestão do técnico uruguaio Ondino Vieira), tendo o nome do clube representado pelas iniciais CR e VG entrelaçadas ao lado e abaixo da caravela.[63]

Hinos

O Club de Regatas Vasco da Gama possui um hino oficial e um popular (atual). O primeiro hino conhecido como Hino Triunfal do Vasco da Gama teve a letra e música compostas por Joaquim Barros Ferreira da Silva em 1918 e gravado em 1930 pelo "Orfeão de Portugal".[64]

Hino Triunfal do Vasco da Gama
  • Letra: Joaquim Barros Ferreira da Silva

O segundo hino conhecido como Meu Pavilhão teve a música composta por Ernani Corrêa e a Letra por João de Freitas, cujo ano é desconhecido - embora se saiba que seja anterior a 1949. Em 1974, os jogadores campeões brasileiros gravaram o hino para que a renda obtida com as vendas dos discos revertesse para a premiação pelo título.[63]

Segundo hino: Meu Pavilhão
  • Letra: João de Freitas
  • Música: Ernani Corrêa

O hino popular do Club de Regatas Vasco da Gama, foi composto em 1949 por Lamartine Babo, autor dos hinos dos grandes clubes do Rio de Janeiro. Dos três hinos este é o mais conhecido e adotado pelo clube como Hino Oficial sendo considerado por muitos como uma das mais belas canções dentre os hinos brasileiros.[63]

Hino do Club de regatas Vasco da Gama (Popular)

Mascote

No início dos anos 40, o mascote do Vasco era o Almirante, em homenagem ao navegador português Vasco da Gama. Essa foi uma criação do cartunista uruguaio Lorenzo Molas. Na década de 1950 foi criada a figura bem-humorada de um comerciante português barrigudo e bigodudo e de tamancos com a camisa do clube, representando os comerciantes portugueses, já que muitos imigrantes portugueses que decidiam viver no Brasil nesta época muitas vezes se dedicavam as atividades comerciais. Nos anos 1960, o cartunista Henfil, no Jornal dos Sports, criou o apelido Bacalhau, que também teve aceitação entre os torcedores.[63]

Uniformes

No dia 16 de janeiro de 1938 o Vasco adotou o padrão de uniforme que viria a usar até hoje, com a camisa branca passando a ser a principal e a preta a secundária.[63]

Uniformes dos jogadores

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo

Uniformes dos goleiros

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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2
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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3
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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4
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
5

Uniformes de treino

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Goleiros
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
C. Técnica

Material esportivo e patrocinadores

Em 2018, o Vasco anuncia a empresa italiana Diadora como nova fornecedora de material esportivo, substituindo a empresa inglesa Umbro após quatro anos.[65]

Torcida

A torcida do Vasco é uma das maiores do Brasil. Segundo as pesquisas atuais, o time oscila entre a quarta e a quinta maior torcida do país, junto com Palmeiras. O Vasco pode ser considerado um clube popular em todo país, em função de marcos históricos como ser um dos primeiros clubes a ter no elenco um jogador negro. O Gigante da Colina também possui diversas torcidas organizadas com membros em todo o Brasil e até fora do país. A torcida organizada vascaína que mais possui membros é a Força Jovem do Vasco.

Programa Sócio-Torcedor

O programa "Gigante" lançado pelo Vasco da Gama em 28 de março de 2016 possui 17.063 adesões até novembro de 2017, figurando apenas na 18ª posição entre os clubes brasileiros.[66][67]

Torcidas organizadas

Rivalidades

O grande rival do Vasco é o Flamengo. O clássico é chamado de Clássico dos Milhões e pode ser considerado um dos maiores duelos do Brasil.[71] A rivalidade está presente desde 1910 nas competições de Remo mas, com a ascensão à primeira divisão do time de futebol do Vasco na década de 1920, o duelo passou a ser mais forte nessa modalidade desportiva. Ainda no campo do futebol, sendo pesquisa realizada pelo IBOPE em 2004, o confronto é o clássico estadual que reúne o maior número de torcedores no país, com um número estimado em 59 milhões.

Outro grande adversário do Clube da Cruz de Malta é o Fluminense. O clássico é chamado de Clássico dos Gigantes, tendo sido disputado na final do Campeonato Brasileiro de 1984 e, em duas ocasiões, pela Copa Libertadores da América de 1985.[72]

O Vasco ainda faz um clássico, de forma mais amena, dada a sua grande vantagem de vitórias e menos encontros em decisões de campeonatos, com outro clube popular do Rio de Janeiro, o Botafogo. O Clássico da Amizade é realizado desde 1923, quando o Vasco ganhou do rival por 3 a 1. Em termos de decisões em finais o Vasco leva desvantagem tendo perdido mais que ganho diante do Botafogo. A maior goleada no clássico ocorreu em 2001, quando o Vasco venceu por 7 a 0 no Maracanã. Contra o Botafogo, Roberto Dinamite fez um gol antológico, quando deu um "chapéu" no zagueiro botafoguense Osmar, matou no peito e fuzilou as redes do adversário.

Além desses três clássicos o Vasco rivaliza historicamente também com o America, num clássico chamado de Clássico da Paz, pois foi o primeiro clássico disputado após a pacificação das duas ligas até então existentes no Rio de Janeiro, em 1937, por divergências políticas entre os clubes cariocas. A principal partida entre esses dois clubes foi a final do Campeonato Carioca de 1950, o primeiro da era Maracanã com vitória vascaína.

Em clássicos interestaduais, o grande destaque fica com o confronto com o Corinthians, conhecido como VasCorinthians, pois ambos já se enfrentaram em grandes decisões, entre Torneio Octogonal Rivadavia Correa Meyer de 1953, Campeonatos Brasileiros, Copa do Brasil, Torneio Rio-São Paulo, Copa Libertadores da América, Copa Sul-Americana, e, com mais destaque que os demais, a decisão do Mundial de Clubes da FIFA de 2000. Podem ser citados ainda dois outros confrontos marcantes do Vasco contra equipes paulistas: o confronto entre Vasco da Gama e Palmeiras é frequentemente citado como o "Clássico da Fraternidade",[73] em função de uma "amizade" surgida entre a torcida dos 2 clubes e que decidiu o Campeonato Brasileiro de 1997, Torneio Rio-São Paulo e teve a memorável decisão da Copa Mercosul 2000 - tida como a virada do século; enquanto o jogo Vasco da Gama X Santos já foi chamado de "Clássico do Rei", em função de Pelé, ídolo maior do Santos, mas que em sua infância era torcedor do Vasco da Gama, tendo marcado seu milésimo gol numa partida entre os dois clubes.[74] Ainda contra grandes rivais de São Paulo, o Vasco teve diversos confrontos decisivos contra o São Paulo. Já contra a Associação Portuguesa de Desportos, clube paulista que no passado foi diversas vezes considerado um "grande", o Vasco tradicionalmente não cultivou rivalidade, em função da origem lusitana comum de ambos os clubes, contudo tendo os mesmos entrado em litígio no concernente aos direitos da família do falecido jogador Dener.[75][76]

Outro relevante confronto interestadual é contra o Atlético-PR, que carrega inimizade por conta de dois dirigentes diretamente envolvidos com os clubes e que são inimigos declarados, Eurico Miranda e Mário Celso Petraglia,[77] uma inimizade iniciada em função do confronto dos 2 clubes na Copa do Brasil de 1997, em que o clube paranaense se saiu vitorioso com arbitragem polêmica, que seria associada ao Caso Ivens Mendes. Os dois clubes também protagonizaram um dos episódios lamentáveis do futebol brasileiro, que foi a "Pancadaria em Joinville",[78] ocorrido em 2013, que em campo refletiu em uma vitória por 5 a 1 do time paranaense e consequente segundo rebaixamento da equipe carioca.[79]

Em termos de marcantes rivais internacionais, o Club Atlético River Plate enfrentou o Vasco nas três campanhas cruzmaltinas vitoriosas em competições sul-americanas, o Campeonato Sul-Americano de Campeões, a Copa Libertadores da América de 1998 e a Copa Mercosul de 2000, sendo frequentemente citado como o principal rival estrangeiro do Vasco nestas conquistas. Na Supercopa Libertadores 1997, cuja participação do Vasco marcou o reconhecimento da Conmebol ao Campeonato Sul-Americano de Campeões como antecedente da Copa Libertadores, o River Plate eliminou o Vasco na fase de grupos e se sagrou campeão. Contra times europeus, o Real Madrid Club de Fútbol fez pelo menos três partidas marcantes contra o Vasco: a final da Copa Europeia/Sul-Americana de 1998, e também partidas por competições dos anos 1950 frequentemente citadas como antecessoras da Copa Intercontinental: Pequena Taça do Mundo de 1956 e Torneio Internacional de Paris de 1957. Neste último, o Vasco se tornou a única equipe não-europeia a derrotar o Real Madrid desde que o mesmo se tornou o campeão europeu em 1956 até a criação da Copa Intercontinental em 1960.

Títulos

Troféu do primeiro Campeonato Sul-Americano de Campeões em 1948.
Troféu Colombino de Huelva conquistado em 1980.
INTERCONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
OctagonalRio53.jpg Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer 1 1953Cscr-featured.png(1)
TorneioParis57.jpg Torneio Internacional de Paris 1 1957Cscr-featured.png(2)
CONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
Sulamericano1948.jpg Campeonato Sul-Americano de Campeões[80] 1 1948Cscr-featured.png
Trophy-Cup-LA.png Copa Libertadores da América 1 1998
Troféu Copa Mercosul.png Copa Mercosul 1 2000
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Cbf brazilian championship trophy.svg Cbf brazilian championship trophy 02.svg Campeonato Brasileiro 4 1974, 1989, 1997 e 2000
CBF Brazilian Cup.png Copa do Brasil 1 2011
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 2009
INTERESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Rio-SãoPaulo.png Torneio Rio-São Paulo 3 1958, 1966(3) e 1999
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Copa dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo 1 1936Cscr-featured.png
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Torneio João Havelange[81][82] 1 1993
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Rio de Janeiro Campeonato Carioca 24 1923, 1924Cscr-featured.png, 1929, 1934, 1936, 1945Cscr-featured.png, 1947Cscr-featured.png, 1949Cscr-featured.png, 1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1977, 1982, 1987, 1988, 1992Cscr-featured.png, 1993, 1994, 1998, 2003, 2015 e 2016Cscr-featured.png
Rio de Janeiro Taça Guanabara 12 1965(4), 1976, 1977, 1986, 1987, 1990Cscr-featured.png, 1992Cscr-featured.png, 1994Cscr-featured.png, 1998, 2000Cscr-featured.png, 2003 e 2016Cscr-featured.png
Rio de Janeiro Taça Rio 10 1984, 1988, 1992Cscr-featured.png, 1993, 1998, 1999Cscr-featured.png, 2001Cscr-featured.png, 2003Cscr-featured.png, 2004 e 2017Cscr-featured.png
Rio de Janeiro Copa Rio 2 1992Cscr-featured.png e 1993
Rio de Janeiro Torneio Início 10 1926, 1929, 1930, 1931, 1932, 1942, 1944, 1945, 1948 e 1958
Rio de Janeiro Turnos do Campeonato Estadual disputados com outros nomes 9 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1980, 1981, 1988 e 1997
Rio de Janeiro Campeonato Carioca - Série B 1 1922
Rio de Janeiro Campeonatos Cariocas de Aspirantes/Reservas ou Amadores[83][84] 15 1924, 1928, 1937, 1941, 1942, 1943, 1946, 1947, 1948, 1949, 1960, 1961, 1964, 1966 e 1967
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Município do Rio de Janeiro Torneio Municipal do Rio de Janeiro 4 1944, 1945Cscr-featured.png, 1946 e 1947
Município do Rio de Janeiro Torneio Relâmpago do Rio de Janeiro 2 1944Cscr-featured.png e 1946
Município do Rio de Janeiro Torneio Extra[85] 2 1973Cscr-featured.png e 1990Cscr-featured.png

Cscr-featured.png Campeão Invicto

(1) Organizada em caráter oficial pela CBD, autorizada pela FIFA,[86] sucessora da intercontinental[87] Copa Rio.[88][89][90][91][92][93]

(2) Considerado na França título intercontinental extraoficial pela final ter sido o jogo "campeão europeu X melhor equipe da América do Sul[94][95][96][97]; Competição extra oficial [94][98]

(3) Dividido com Botafogo, Corinthians e Santos.

(4) Edição disputada como torneio independente do Campeonato Estadual.

Estatísticas

Participações

Participações em 2018
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Rio de Janeiro Campeonato Carioca 96 Campeão (24 vezes) 1923 2018
Série B 6 Campeão (1922) 1917 1922 1
Série C 1 6º colocado (1916) 1916 1916 1
Brasil Campeonato Brasileiro 51 Campeão (4 vezes) 1959 2018 3
Série B 3 Campeão (2009) 2009 2016 3
Copa do Brasil 27 Campeão (2011) 1989 2018
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 9 Campeão (1998) 1975 2018
Copa Sul-Americana 6 Semifinal (2011) 2003 2018
Copa Mercosul 4 Campeão (2000) 1998 2001
Mapa distribución.jpg Interamericana 1 Vice-campeão (1998) 1998 1998
FIFA Logo (2010).svg/Flag of the United Nations.svg Mundial/Intercontinental 6 Campeão (1953 e 1957) 1951 2000

Campanhas

Club de Regatas Vasco da Gama
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Globo terraqueo 3.gif Mundial/Intercontinental 2 (1953, 1957) 3 (1956, 1998, 2000) 1 (1951) 0 (não possui)
CONCACAlogo.pngConmebol32.svg Interamericana 0 (não possui) 1 (1998) 0 (não possui) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Campeonato Sul-Americano de Campeões 1 (1948) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 1 (1998) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2011) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Conmebol 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (1996)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Mercosul 1 (2000) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro 4 (1974, 1989, 1997, 2000) 4 (1965, 1979, 1984, 2011) 2 (1968, 1992) 2 (1959, 1978)
Brasil Copa do Brasil 1 (2011) 1 (2006) 5 (1993, 1994, 1995, 2008, 2009) 1 (1998)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 1 (2009) 0 (não possui) 2 (2014, 2016) 0 (não possui)
Rio de JaneiroSão Paulo Torneio Rio-São Paulo 3 (1958, 1966, 1999) 7 (1950, 1952, 1953, 1957, 1959, 1965, 2000) 2 (1960, 1961) 0 (não possui)
Rio de Janeiro Campeonato Carioca 24 vezes 25 vezes 13 vezes 18 vezes

Confrontos nacionais

Última atualização: 15 de setembro de 2018

Confrontos clássicos
Confronto Jogos Vitórias do Vasco Empates Vitórias rivais Último confronto Ano Competição
Rio de Janeiro Vasco da Gama X Rio de Janeiro Botafogo 326 141 96 89 VAS 1–2 BOT 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X Rio de Janeiro Flamengo 406 141 115 150 VAS 1–1 FLA 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X Rio de Janeiro Fluminense 368 144 104 120 VAS 1–1 FLU 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X São Paulo Corinthians 118 35 34 49 VAS 1–4 COR 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X São Paulo Palmeiras 127 31 39 57 PAL 1–0 VAS 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X São Paulo Santos 120 43 36 41 VAS 0–3 SAN 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X São Paulo São Paulo 117 40 35 43 SPO 2–1 VAS 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X Minas Gerais Atlético Mineiro 91 39 23 29 CAM 0–0 VAS 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X Minas Gerais Cruzeiro 95 29 31 35 CRU 1–1 VAS 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X Rio Grande do Sul Grêmio 81 27 19 35 VAS 1–0 GRE 2018 Campeonato Brasileiro
Rio de Janeiro Vasco da Gama X Rio Grande do Sul Internacional 67 24 15 28 INT 3–1 VAS 2018 Campeonato Brasileiro

Elenco atual

Soccerball current event.svg Última atualização: 20 de agosto de 2018

Elenco atual do Club de Regatas Vasco da Gama[99]
N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome
1 G Uruguai Martín Silva 13 Z Brasil Luiz Gustavo 27 LE Brasil Ramon
2 LD Brasil Rafael Galhardo 14 Z Brasil Ricardo 29 V Brasil Bruno Silva
3 Z Colômbia Henríquez 15 V Brasil Andrey 30 A Brasil Vinícius Araújo
4 Z Brasil Breno 17 A Brasil Rildo 31 V Brasil Raul
5 V Argentina Desábato 18 LD Brasil Lenon 32 V Brasil Bruno Cosendey
6 LE Brasil Fabrício 21 V Brasil Willian Maranhão 33 G Brasil Fernando Miguel
7 A Brasil Kelvin 22 M Brasil Yago Pikachu 34 Z Brasil Werley
8 M Brasil Thiago Galhardo 23 A Brasil Caio Monteiro 36 Z Brasil Lucas Kal
9 A Argentina Andrés Ríos 25 Z Brasil Leandro Castán 37 LE Brasil Henrique
11 A Argentina Maxi López 26 M Brasil Giovanni Augusto 44 G Brasil Jordi

Técnico: Brasil Alberto Valentim

Jogadores dos juniores utilizados no profissional
Pos. Nome
G Brasil João Pedro
Z Brasil Miranda
LD Brasil Cayo Tenório
LD Brasil Rafael França
LE Brasil Alan
LE Brasil Alexandre Melo
LE Brasil Luan
V Brasil Caio Lopes
V Brasil Rodrigo
M Brasil Dudu
M Brasil Lucas Santos
A Brasil Clisman
A Brasil Hugo Borges
A Brasil Marrony
A Brasil Moresche


Futebolistas

Presidentes

Futebol feminino

O futebol feminino do clube teve início nos anos 90, quando em quatro oportunidades o clube sagrou-se campeão brasileiro – 1993, 1994 e 1998, tendo revelado inúmeras jogadoras para a Seleção Brasileira e para o mundo, tais como: Pretinha, Fanta, Cenira e Meg.

Em 2000, quando sagrou-se campeã estadual, o Vasco contava com cinco jogadoras na Seleção Brasileira que disputou os Jogos Olímpicos de 2000 de Sydney, Austrália.

Após esta fase, surgiu a jovem Marta, que veio de Alagoas para iniciar sua trajetória de sucesso no clube cruzmaltino e ser revelada para o mundo. Logo na sua primeira competição, Marta, sagrou-se campeã brasileira Sub-19, tendo sua primeira convocação para a Seleção Brasileira. Inicialmente, o clube tinha sua estrutura voltada para a categoria adulta. Contudo, em 2 de janeiro de 2014 completou cinco anos de criação do Departamento de Futebol Feminino, que de forma pioneira no cenário nacional criou todas as categorias de base.

Em 2009, quando reativou o departamento, o clube lançou uma parceria com a Marinha do Brasil, cuja equipe adulta representa o Brasil em competições oficiais do calendário desportivo do Conselho Internacional do Desporto Militar (CISM). Esta equipe sagrou-se campeã mundial em 2009 (Estados Unidos), 2010 (França), e em 2011 (Rio de Janeiro, nos V Jogos Mundiais Militares).[100]

Em 2016, o time adulto retorna às atividades, disputando o Campeonato Brasileiro, porém é eliminado ainda na primeira fase do campeonato com uma campanha de três derrotas e um empate.[101][102]

Em 2017, o time não disputou nenhuma das 2 divisões do Campeonato Brasileiro, apesar da ampliação da competição. Também não disputou o Campeonato Carioca.

Jogadoras ilustres

Outras modalidades

Esta é a lista de esportes que o Club de Regatas Vasco da Gama possui atualmente.

Medalhistas olímpicos

Atletismo

Basquete

Futebol

Hipismo

Natação

Vela

Vôlei

Vôlei de praia

Medalhistas paraolímpicos

Futebol de 7

Judô

Natação

Clubes homônimos

Publicações

Vídeos

  • Dinamite, a vocação do gol (Hurry Marketing)
  • Vasco Campeão Brasileiro 1989 (Globo Vídeo)
  • Vasco Campeão Brasileiro 1997 (Hurry Marketing)
  • Vasco Campeão Taça Guanabara 1998 (O Globo)
  • Edmundo, o Maior Artilheiro do Brasil (Casa & Vídeo)
  • Vasco 100 anos (O Globo)
  • Vasco 100 anos (O Dia)
  • Vídeo Oficial do Centenário (C.R. Vasco da Gama)

Livros

  • Nasce o Gigante da Colina (Pedro Venancio, Maquinária Editora, 2014)
  • Contos da Colina (Luis Maffei, Mauricio Murad, Nei Lopes, 2012)
  • Livro Oficial Paixão da Gama - A Maravilhosa História do Vasco (Jorge Luiz Alves Bezerra, Fundação Vingt-Un Rosado, 2011)
  • A História do Vasco da Gama em Cordel (Cláudio Aragão, Editora Bom Texto, 2003)
  • Livro Oficial do Centenário (C.R. Vasco da Gama Br Comunic. Marketing Consultoria, 1998)
  • Livro Oficial do Centenário - Estatístico (C.R. Vasco da Gama Br Comunic. Marketing Consultoria, 1998)
  • Roberto Dinamite, O Início do Ídolo (Giulio San Martin, 1993)
  • Roberto Dinamite, a explosão do gol! (Edvard Leite de Carvalho, Gráfica e Editora Lar Cristão, 1993)
  • Um ídolo chamado Roberto Dinamite (Paulo César O. Pinto, Editora Revan, 1988)
  • Club de Regatas Vasco da Gama - Histórico 1898-1923 (José da Silva Rocha, Gráfica Olímpica Editora, 1975)
  • Club de Regatas Vasco da Gama - Memória do Cinquentenário (C.R. Vasco da Gama, 1948)

Discos

  • Vascão Campeão 1982 (Rádio Globo)
  • Vascão Bicampeão 87/88 (Rádio Globo CBS)
  • Gritos da Galera (Hipermusic Videolar)
  • Hino do Vasco (O Dia BMG/Sonopress)
  • C.R. Vasco da Gama 100 anos de sucesso (Pierre Aderne Columbia)

Ver também

Referências

  1. «Vasco x Timão: novo laudo expande capacidade para 21.880 mil pessoas». globoesporte.globo.com. 13 de novembro de 2015. Consultado em 13 de novembro de 2015. 
  2. CBF (4 de dezembro de 2017). «RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2018» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 4 de dezembro de 2017 
  3. «Clube de Regatas Vasco da Gama - Presidente mulato». Consultado em 7 de agosto de 2011. 
  4. «A Ordem Militar de Cristo». Consultado em 7 de dezembro de 2011. 
  5. «O jornal O Estado de S. Paulo de 15 de fevereiro de 1953 confirma a autorização da FIFA ao torneio, como visto pela participação do presidente da lo Federação Italiana, secretário-geral e vice-presidente da» FIFA Ottorino Barassi na organização do Torneio Octogonal Rivadavia Correa Meyer de 1953, especificamente no recrutamento dos quadros europeus, função que ele desempenhou em 1951 e 1952 na Copa Rio Internacional. Infelizmente, como já havia ocorrido em 1952, em 1953 Ottorino Barassi também não conseguiu assegurar a presença de um clube italiano na competição organizada pela CBD.
  6. «RSSSF - Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer 1953» (em inglês). Consultado em 12 de janeiro de 2012. 
  7. Jornal Última Hora, edição 614, de 15 de junho de 1953, afirmando que o Torneio Rivadavia de 1953 era tratado no Velho Mundo (Europa) como uma edição da Copa Rio.
  8. «Jornal escocês Glasgow Herald, de 22/06/1953, página 04, chamando a Copa Rivadavia de Rio de Janeiro Football [ligação inativa] 
  9. «ABC SEVILLA (Sevilla) - 04/06/1953, p. 19 - ABC.es Hemeroteca». hemeroteca.abc.es 
  10. Jornal espanhol El Mundo Deportivo, 29/04/1953, pag.03. O jornal se refere ao Torneio Octogonal Rivadavia Correa Meyer como "o torneio de futebol do Rio" ("el torneo de fútbol de Río"), sugerindo que o jornal via o torneio de 1953 e as edições da Copa Rio como sendo a mesma competição. A mesma edição do jornal comenta que o adianto da Copa Latina de 1953 em uma semana (para os dias 04 e 07 de junho) possibilitaria ao Reims francês e ao Sporting de Lisboa participar da "Copa de Rio"- ou seja, novamente tratando a Copa Rio e o Torneio Octogonal Rivadavia Correa Meyer como sendo a mesma competição.
  11. Jornal do Brasil, 07/05/1953, página 3 do 2º caderno. Noticiou que o Reims (então campeão francês) foi questionado sobre o Torneio Octogonal e tinha dito "que irá ao Brasil participar do torneio em disputa da Taça Rivadavia Corrêa Meyer (Copa Rio), confirmando sua participação e escrevendo (Copa Rio) logo após a menção da Taça Rivadavia
  12. Jornal Diário Carioca, edição 7609, de 27/05/1953, página 9, reproduzindo texto de notícia da agência de notícias francesa AFP (Agence France Press), que comenta a possibilidade da participação do clube alemão Rot Weiss Essen no Torneio Rivadavia e chama o torneio de Copa Rio.
  13. «Jornal do Brasil - Pesquisa de arquivos de notícias Google». news.google.com 
  14. «Folha de S.Paulo: Notícias, Imagens, Vídeos e Entrevistas». Folha de S.Paulo 
  15. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão» 
  16. a b «ABC (Madrid) - 18/06/1957, p. 53 - ABC.es Hemeroteca». hemeroteca.abc.es 
  17. «Lista de partidas do time principal do Real Madrid» (em espanhol). Consultado em 7 de setembro de 2011. 
  18. Jornal do Brasil, Caderno 3 , Capa, 15 de junho de 1957. ONTEM, EM PARIS: VASCO, 4 X REAL MADRID, 3. O C.R. VASCO DA GAMA GANHOU O TORNEIO INTERNACIONAL DO JUBILEU DO RANCING DE PARIS DERROTANDO O CAMPEÃO DA EUROPA, O REAL MADRID
  19. «RSSSF Torneio de Paris de 1957» (em espanhol). Consultado em 7 de abril de 2013. 
  20. «Lista de partidas do Real Madrid, no site madridista Leyenda Blanca» (em espanhol). Consultado em 7 de setembro de 2011. 
  21. «Narração francesa original da partida Vasco 4 X Real Madrid 3 de 1957, referindo-se ao Vasco como a melhor equipe sul-americana e ao título europeu detido pelo Real Madrid. Site Casaca: "Há 55 anos o Vasco conquistava o I Torneio de Paris".» 
  22. «Folha de S.Paulo: Notícias, Imagens, Vídeos e Entrevistas». Folha de S.Paulo 
  23. a b «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão» 
  24. a b «Jornal Diário de Lisboa, 17/06/1957, página 18.» 
  25. a b «História da Copa Libertadores no site da Conmebol. Acesso em 24 de fevereiro de 2013». Consultado em 25 de fevereiro de 2013.. Arquivado do original em 27 de fevereiro de 2013 
  26. «Site SuperVasco: Conmebol já reconheceu o Vasco como o primeiro campeão sul-americano. Acesso: 11/02/2013.». Consultado em 30 de dezembro de 2012.. Arquivado do original em 25 de setembro de 2013 
  27. «RSSSF - O Melhor Clube da América do Sul» (em inglês). Consultado em 12 de janeiro de 2012. 
  28. «Globo.com reconhece Vasco como primeiro campeão da Libertadores - Vasco pioneiro também em títulos continentais». Consultado em 12 de janeiro de 2012.. Arquivado do original em 25 de setembro de 2013 
  29. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo de 18 de agosto de 1993, página 23, o Torneio João Havelange de 1993 foi organizado pela CBF, como comprovado pelo fato do Vasco ter chegado à final após a CBF ter mudado o regulamento do torneio.
  30. «Torneio João Havelange 1993». Consultado em 1 de outubro de 2015. 
  31. «Estatística do Campeonato brasileiro de futebol». Consultado em 7 de agosto de 2011. 
  32. «Ademir de Menezes, o Queixada, faria 89 anos nesta terça-feira». Club de Regatas Vasco da Gama. 14 de agosto de 2014. Consultado em 12 de julho de 2018. 
  33. «Pesquisa: Fla segue com maior torcida do país, e Timão é o mais odiado». Globoesporte.com. 12 de abril de 2016. Consultado em 13 de abril de 2016. 
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