Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino
Campeonato Brasileiro Feminino
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|---|---|---|---|---|---|
| Brasileirão Feminino Neoenergia | |||||
| Dados Gerais | |||||
| Organização | CBF | ||||
| Fundação | 2013 | ||||
| Edições | 12 | ||||
| Local de disputa | Brasil | ||||
| N.º Clubes | 16 | ||||
| Sistema | Temporada | ||||
| Dados Históricos | |||||
| Atual Campeão | Corinthians (7 títulos) | ||||
| Maior Campeão | Corinthians (7 títulos) | ||||
| Promoção e Despromoção | |||||
| Qualifica para | CONMEBOL Libertadores Supercopa do Brasil | ||||
| Despromove para | Campeonato Brasileiro Feminino Série A2 | ||||
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| Divisões | |||||
| Série A1 • Série A2 • Série A3 | |||||
O Campeonato Brasileiro Feminino Série A1, também conhecido como Brasileirão Feminino, e Brasileirão Feminino Neoenergia por razões de patrocínio,[7] é a principal divisão do sistema de ligas do futebol feminino no Brasil. É disputado por dezesseis clubes em um sistema de promoção e despromoção com a Série A2.
Criado em 1997 e descontinuado em 2001, foi retomado, pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), de forma definitiva em 2013. Foi antecedido pela Taça Brasil de Futebol Feminino e pelo Troféu Brasil de Futebol Feminino.
Para a edição de 2024, o país ocupava a 1.º posição no ranking histórico da CONMEBOL. Dessa forma, ambas as equipes finalistas da competição nacional classificam-se para a CONMEBOL Libertadores Feminina.
O atual campeão nacional é o Sport Club Corinthians Paulista, após conquistar seu sétimo título na temporada de 2025.
História
[editar | editar código]Proibição e primeiros anos
[editar | editar código]A proibição da prática do futebol por mulheres no Brasil teve origem com o decreto-lei 3199 de 14 de abril de 1941, na ditadura Estado Novo.[8][9][10] A proibição só veio a ser derrubada em 1979 ainda na ditadura militar.[8][9][10] Com enfraquecimento do poder militar e o movimento das Diretas Já, a Liga Nacional de Futebol (LINAF) introduziu os primeiros campeonatos nacionais de futebol feminino.[9][10]
Anos 1980
Entre 1983 e 1989, a Taça Brasil de Futebol Feminino consagrou o Radar o primeiro campeão nacional de futebol feminino e hexacampeão consecutivo entre 1983 e 1989, batendo clubes consagrados do futebol nas finais como Atlético Mineiro e Internacional.[11]
A VI Taça Brasil de Futebol Feminino, organizada pela CBF, foi adiada de 1988 para 1989 em razão da participação da Seleção Brasileira no Torneio Experimental da China. Esse foi o primeiro torneio oficial de seleções femininas organizado pela FIFA, realizado no país asiático entre 1.°e 12 de junho de 1988. A primeira formação da Seleção foi predominantemente composta por jogadoras do Radar e com a participação do então presidente do clube Eurico Lira como chefe da delegação.
Anos 1990
No início da década de 1990, a Taça Brasil de Futebol Feminino teve um período de inatividade, sendo retomada apenas em 1993 em sua sétima edição. Em 1991, não houve campeonato, pois as principais jogadoras estavam envolvidas na prepração da Seleção Brasileira para a primeira Copa do Mundo de Futebol Feminino (1991). Em 1990, houve dois campeonatos de caráter nacional, o Troféu Brasil de Futebol Feminino organizado pela prefeitura de Mairinque (SP) e o Torneio Quadrangular de Futebol Feminino de Águas de Lindóia.
A Taça Brasil de Futebol Feminino teve ainda mais duas edições (1994 e 1996), quando foi substituída pelo Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino nas edições 1997, 1998, e 1999/2000. A IX Taça Brasil de Futebol Feminino prevista para 1995 foi adiada para 1996, devido ao envolvimento das principais jogadoras na preparação para a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 1995.
A Taça Brasil de Futebol Feminino, bem como o Troféu Brasil de Futebol Feminino, foi consideradada um título brasileiro pelos jornais e pela própria CBF na época, utilizando- o campeonato para compor a lista de selecionáveis para os torneios regionais e mundiais de seleções. Ressalta-se que a CBF ao organizar a edição de 1988 (adiada para 1989) manteve a sequência das edições, reconhecendo, portanto, seu caráter oficial.
Anos 2000
Nos anos 2000, o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino será realizado apenas em 2001, havendo um novo período de descontinuidade entre 2002 e 2005, à exceção feita do I Circuito Brasileiro de Futebol Feminino 2003 que contava com a participação da Seleção Brasileira Universitária, o Santos, o Saad, e o CFZ.
Retomada e profissionalização
[editar | editar código]Retorno da LINAF
Em 2006, após a saída da CBF, a LINAF retorna a criação do torneio nacional em parceria com a Federação Paulista de Futebol Amador (FPFA). O torneio foi primeiro retomado como Taça Brasil de Futebol Feminino, sendo a décima edição do campeonato, e foi disputado em Jaguariúna, estado de São Paulo, em seu primeiro ano, sendo vencido pelo Botucatu. Em 2007, o torneio foi batizado de I Liga Nacional de Futebol Feminino, tendo sido realizando em várias cidades do estado do Rio de Janeiro em 2007, ano em que as Sereias da Vila sagraram-se campeãs comandadas por Kleiton Lima.
Em 2008, a LINAF, com apoio do Ministério do Esporte, iniciou a organização da II Liga Nacional de Futebol Feminino, que pretendia reunir 32 equipes de 20 estados, incluindo o Distrito Federal. O torneio estava previsto para ocorrer no Circuito das Águas (SP), no final daquele ano, mas acabou sendo adiado sucessivamente — primeiro para fevereiro de 2009, depois para setembro — até ser definitivamente cancelado. Entre os principais motivos estavam a falta de patrocinadores e a concorrência com torneios nacionais promovidos pela CBF, como a Copa do Brasil de Futebol Feminino. Embora os organizadores tenham chegado a publicar o regulamento e a lista de participantes, essa acabou sendo a última tentativa da LINAF de realizar uma competição feminina em âmbito nacional.[12]
Retorno da CBF e divisão entre Campeonato e Copa
[editar | editar código]Em 2007, a CBF criou a Copa do Brasil de Futebol Feminino, um torneio no formato de copa nacional tal qual a Copa do Brasil de Futebol. E em 2013 a Confederação Brasileira de Futebol, em parceria com a Caixa Econômica Federal, organizou a primeira edição do Campeonato Brasileiro, com a participação das 20 melhores equipes do Ranking da CBF de Futebol Feminino.[13][14][15]
O agora Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, com uma curta temporada de três meses inicialmente. Em 2015, as equipes que atingiram as fases de mata-mata receberam um apoio financeiro de cerca de R$ 10.000,00 para uma rodada em casa e fora, além do custo de transporte aéreo ou rodoviário pago.
Em 2017, a Confederação Brasileira de Futebol alterou a fórmula de disputa da competição, tendo reduzido a 1ª divisão de 20 para 16 times e criado a Série A2, também com 16 equipes.[16][17] A ampliação no Campeonato Brasileiro foi acompanhada pelo cancelamento da Copa do Brasil de Futebol Feminino.[18][19]
Em 2019, a Band adquiriu os direitos de transmissão da CBF.[1][20] Em novembro de 2020, a ESPN Brasil passou a transmitir a competição.[21] Em 2021 o canal esportivo do Desimpedidos transmitiu as partidas do campeonato no YouTube e o canal SporTV transmitiu as partidas na Tv Fechada .[3][9] Em 2023, o Grupo Globo adquiriu os direitos de transmissão do torneio, mas com a TV Globo realizando a cobertura a partir das quartas de final.[5]
Historicamente, os times paulistas dominam a disputa, tendo vencido 9 das 10 edições já realizadas (com 5 times campeões: Centro Olímpico, Corinthians, Ferroviária, Rio Preto e Santos). Além disso, os times paulistas também são responsáveis por todos os títulos do Brasil na Copa Libertadores da América de Futebol Feminino (com 5 times campeões: Audax, Corinthians, Ferroviária, Santos , São José-SP e Palmeiras) . Curiosamente, Audax e São José-SP são campeões continentais, mas nunca venceram o Campeonato Brasileiro (tendo se classificado para a Libertadores ao vencer a extinta Copa do Brasil de Futebol Feminino).
Em maio de 2021, foi anunciado a criação da Série A3, com 32 clubes.[22][23]
Acesso à CONMEBOL Libertadores Feminina
[editar | editar código]O acesso à CONMEBOL Libertadores Feminina é feito tendo por base a posição do país no ranking histórico da CONMEBOL. Devido o Brasil ocupar o 1º lugar no ranking da temporada 2023, ambos os finalistas da competição nacional tem acesso à competição internacional.[24]
Ranking da CONMEBOL
[editar | editar código]Atualizado em 21 de outubro de 2023[25]
| Pos. | Associação | Pont. |
|---|---|---|
| 1 | 260 | |
| 2 | 148 | |
| 3 | 145 | |
| 4 | 115 | |
| 5 | 105 | |
| 6 | 79 | |
| 7 | 66 | |
| 8 | 53 | |
| 9 | 40 | |
| 10 | 38 |
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023 |
|---|---|---|---|
| 1º | 1º | 1º | 1º |
Participações
[editar | editar código]Um total de 50 clubes já participaram do Campeonato Brasileiro desde a sua primeira edição, em 2013. A tabela a seguir apresenta os clubes que mais participaram dos torneios que compõe o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino desde 2013 a 2025. Os clubes em negrito indicam as equipes que jogaram o Brasileirão de 2025.
| Clubes | Temporadas (2013-2025) |
Melhor campanha | Estreia | Última | R |
|---|---|---|---|---|---|
| 12 | Campeão (2014 e 2019) | 2014 | 2025 | – | |
| 11 | Campeão (2016) | 2015 | 2025 | – | |
| 11 | Vice-campeão (2014 e 2020) | 2013 | 2024 | 1 | |
| 10 | Campeão (2018, 2020, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025) | 2016 | 2025 | – | |
| 10 | Campeão (2017) | 2015 | 2024 | 1 | |
| 10 | Vice-campeão (2013 e 2015) | 2013 | 2022 | 1 | |
| 8 | 4º colocado (2017) | 2013 | 2020 | 1 | |
| 7 | 3º colocado (2013) | 2013 | 2019 | 1 | |
| 7 | 6º colocado (2024) | 2017 | 2025 | 1 | |
| 7 | Vice-campeão (2022) | 2019 | 2025 | – | |
| 7 | 6º colocado (2013) | 2013 | 2019 | 1 | |
| 7 | 5º colocado (2013) | 2013 | 2019 | 1 | |
| 6 | Vice-campeão (2025) | 2020 | 2025 | – | |
| 6 | Vice-campeão (2021) | 2020 | 2025 | – | |
| 6 | Vice-campeão (2024) | 2020 | 2025 | – | |
| 5 | 6º colocado (2014) | 2013 | 2018 | 1 | |
| 5 | 5º colocado (2022) | 2021 | 2025 | – | |
| 5 | Campeão (2015) | 2013 | 2018 | – | |
| 5 | 9º colocado (2017) | 2014 | 2025 | 1 | |
| 4 | 7º colocado (2015) | 2015 | 2025 | – | |
| 4 | 7º colocado (2017 e 2019) | 2017 | 2020 | 1 | |
| 4 | 7º colocado (2025) | 2014 | 2025 | 2 | |
| 4 | 8º colocado (2014) | 2013 | 2016 | 1 | |
| 4 | Campeão (2013) | 2013 | 2016 | 1 | |
| 4 | 5º colocado (2014) | 2013 | 2016 | 1 | |
| 4 | 8º colocado (2018) | 2017 | 2020 | 1 | |
| 4 | 10º colocado (2014 e 2015) | 2014 | 2018 | 1 | |
| 4 | 14º colocado (2014 e 2016) | 2013 | 2016 | 1 |
Campeões
[editar | editar código]| Campeões do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Por clube[editar código]
Por cidade[editar código]
Por estado[editar código]
Por região[editar código]
Melhores campanhas[editar código]Os campeões com melhor desempenho foram:
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Total de temporadas entre os quatro primeiros colocados
[editar | editar código]Durante as 10 edições do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, realizadas entre 2013 e 2022, 15 equipes diferentes terminaram o torneio entre os quatro primeiros colocados.
* Atualizado em 22 de setembro de 2024.
| Total G4 | Clubes | Participações | 1º | 2º | 3º | 4º |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 8 | 8 | 6 | 2 | 0 | 0 | |
| 7 | 10 | 2 | 1 | 3 | 1 | |
| 5 | 5 | 1 | 2 | 1 | 1 | |
| 4 | 4 | 0 | 1 | 1 | 2 | |
| 4 | 0 | 1 | 0 | 3 | ||
| 3 | 4 | 1 | 0 | 2 | 0 | |
| 9 | 1 | 0 | 1 | 1 | ||
| 10 | 0 | 2 | 1 | 0 | ||
| 10 | 0 | 2 | 0 | 1 | ||
| 2 | 9 | 1 | 0 | 1 | 0 | |
| 5 | 0 | 1 | 0 | 1 | ||
| 1 | ||||||
| 7 | 0 | 0 | 1 | 0 | ||
| 8 | 0 | 0 | 0 | 1 | ||
| 3 | 0 | 0 | 0 | 1 | ||
| 2 | 0 | 0 | 0 | 1 |
Artilheiras
[editar | editar código]Por edição
[editar | editar código]| Edição | Jogadora | Clube | Gols | Ref. |
|---|---|---|---|---|
| 2013 | Centro Olímpico | 12 | [26] | |
| 2014 | Ferroviária | 16 | [27] | |
| 2015 | Centro Olímpico | 14 | [28] | |
| 2016 | Rio Preto | 10 | [29] | |
| 2017 | Santos | 18 | [30] | |
| 2018 | Flamengo | 15 | [31] | |
| 2019 | Corinthians | 19 | [32] | |
| 2020 | Palmeiras | 12 | [33] | |
| 2021 | 13 | [34] | ||
| 2022 | Santos | 13 | [35] | |
| 2023 | Palmeiras | 13 | [36] | |
| 2024 | Palmeiras | 16 | [37] | |
| 2025 | Palmeiras | 17 | [37] |
Clubes com mais artilharias
[editar | editar código]| Pos. | Clube | Total |
|---|---|---|
| 1 | 5 | |
| 2 | 2 | |
| 3 | 1 | |
Maiores goleadas
[editar | editar código]- Abaixo segue a lista das maiores goleadas da história do Brasileirão Feminino.
Ver também
[editar | editar código]- Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino - Série A2
- Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino - Série A3
- Supercopa do Brasil de Futebol Feminino
- Copa do Brasil de Futebol Feminino
- Taça Brasil de Futebol Feminino
Referências
- ↑ a b Nunes, Maíra (2 de maio de 2019). «Brasileiro feminino volta a ter transmissão na TV após dois anos em branco». Correio Braziliense. Consultado em 28 de setembro de 2021
- ↑ Reis, Luana (9 de agosto de 2021). «Brasileirão Feminino 2021 vai passar a ser transmitido também pelo SporTV». BolaVip. Consultado em 28 de setembro de 2021
- ↑ a b «Desimpedidos irá transmitir o Campeonato Brasileiro Feminino». MKT Esportivo. 15 de abril de 2021. Consultado em 28 de setembro de 2021
- ↑ «Brasileirão Feminino passará a ter transmissão do TikTok». Gazeta Esportiva. 13 de agosto de 2021. Consultado em 28 de setembro de 2021
- ↑ a b colunista, GABRIEL VAQUER (1 de novembro de 2022). «Fora da Band, Brasileirão feminino perde espaço na Globo e causa reclamação». Notícias da TV. Consultado em 19 de junho de 2023
- ↑ César, Daniel (8 de março de 2024). «TV Brasil irá transmitir Brasileirão Feminino e Série D e ministro de Lula faz promessa». NaTelinha - UOL. Consultado em 8 de março de 2024
- ↑ «Neoenergia é a primeira patrocinadora exclusiva das Seleções Brasileiras Femininas». CBF. 1 de junho de 2021. Consultado em 20 de outubro de 2023
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- ↑ a b c d «Proibido há 80 anos por "prejudicar maternidade", futebol feminino estreia Brasileirão histórico». El País. 17 de agosto de 2021. Consultado em 14 de outubro de 2023
- ↑ a b c «Futebol Feminista, a história da modalidade que se tornou uma causa política». El País. 23 de dezembro de 2020. Consultado em 14 de outubro de 2023
- ↑ «Esporte Clube Radar». museudofutebol.org.br. Consultado em 14 de outubro de 2023
- ↑ MINISTÉRIO DO ESPORTE. «Calendário Esportivo Nacional 2008» (PDF)
- ↑ «Com patrocínio da Caixa, CBF organiza Brasileirão de Futebol Feminino». Estadão. 16 de setembro de 2013. Consultado em 16 de setembro de 2013 [ligação inativa]
- ↑ «Ministério do Esporte, Caixa e CBF anunciam investimentos no futebol feminino». Agência Brasil - Empresa Brasileira de Comunicação. 16 de setembro de 2013. Consultado em 14 de outubro de 2023
- ↑ «Futebol feminino ganha patrocínio da Caixa para o Campeonato Brasileiro». Agência Brasil - Empresa Brasileira de Comunicação. 14 de setembro de 2013. Consultado em 14 de outubro de 2023
- ↑ «Novidades do Campeonato Brasileiro Feminino 2017». Consultado em 1 de novembro de 2016
- ↑ «Com grandes na disputa, CBF divulga tabela do Brasileiro Feminino Série A1». ge.globo.com. 21 de fevereiro de 2017. Consultado em 14 de outubro de 2023
- ↑ Superesportes (8 de junho de 2017). «CBF cancela Copa do Brasil feminina e times ficam sem calendário para o 2º semestre». Superesportes
- ↑ «CALENDÁRIO DO FUTEBOL DE BASE E FEMININO - 2017» (PDF). CBF. 9 de janeiro de 2017
- ↑ «Band acerta com CBF e vai transmitir o Brasileiro feminino». 2 de maio de 2019. Consultado em 21 de maio de 2019
- ↑ «ESPN fecha compra do Brasileirão Feminino e fará finais ao vivo na TV paga». www.uol.com.br. Consultado em 9 de novembro de 2020
- ↑ Antunes, Luana (18 de maio de 2021). «Confira quais são as competições de futebol feminino nacional em 2022». Torcedores.Com. Consultado em 19 de maio de 2021
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- ↑ «CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL FEMININO - 2017». CBF. 31 de julho de 2017. Consultado em 18 de fevereiro de 2024
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- ↑ «Ferroviaria (SP) x Pinheirense (PA) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2014». CBF
- ↑ «Corinthians (SP) x Ceará (CE) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2023». CBF
- ↑ «Adeco (SP) x Duque de Caxias (RJ) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2015». CBF
- ↑ «Palmeiras (SP) x Ceará (CE) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2023». CBF
- ↑ «PS.e. Tiradentes (PI) x Viana (MA) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2013». CBF
- ↑ «São José (SP) x Mixto (MT) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2015». CBF
- ↑ «PS.e. Tiradentes (PI) x Viana (MA) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2015». CBF
- ↑ «Corinthians (SP) x São Francisco (BA) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2017». CBF
- ↑ «Flamengo (RJ) x Vitória (PE) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2019». CBF
- ↑ «Bahia (BA) x Ceará (CE) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2023». CBF
- ↑ «Corinthians (SP) x São Francisco (BA) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2019». CBF
- ↑ «Santos (SP) x Sport (PE) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2019». CBF
- ↑ «Kindermann (SC) x Audax (SP) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2020». CBF
- ↑ «Internacional (RS) x Audax (SP) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2020». CBF
- ↑ «Palmeiras (SP) x Real Ariquemes (RO) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2023». CBF
- ↑ «Sport (PE) x São Francisco (BA) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2014». CBF
- ↑ «Avaí (SC) x Botafogo (RJ) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2014». CBF
- ↑ «Chapecoense (SC) x Avaí (SC) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2014». CBF
- ↑ «Santos (SP) x Botafogo (PB) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2015». CBF
- ↑ «Corinthians (SP) x Pinheirense (PA) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2018». CBF
- ↑ «Sport (PE) x Pinheirense (PA) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2018». CBF
- ↑ «Santos (SP) x São Francisco (BA) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2019». CBF
- ↑ «Palmeiras (SP) x Associação Napoli Cacadorense (SC) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2021». CBF
- ↑ «Real Ariquemes (RO) x Ferroviaria S.a.f. (SP) - Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2023». CBF
