Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B

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Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B
Brasileirão Série B
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B
Dados gerais
Organização CBF
Edições 42 (18 por pontos corridos)
Outros nomes Brasileirão Série B
Série B
Segunda divisão
Local de disputa Brasil
Número de equipes 20
Sistema Pontos corridos
Divisões
Série ASérie BSérie CSérie D
Edição atual
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O Campeonato Brasileiro Série B (Brasileirão Série Betano por razões de patrocínio) é equivalente à Segunda Divisão do sistemas de liga do futebol brasileiro. Criado e organizado pela Confederação Brasileira de Futebol, é disputado por vinte clubes em um sistema de promoção e despromoção com a Série A e Série C.

A partir da temporada de 2023, a Série B tem o nome comercial de Brasileirão Série Betano devido a um acordo de naming rights com a empresa de apostas esportivas.[1]

As quatro melhores equipes classificadas são promovidas ao Campeonato Brasileiro Série A. Os clubes classificados em 17.º a 20.º lugares são despromovidos ou rebaixados ao Campeonato Brasileiro Série C, por troca com os quatro melhores classificados desta competição que são assim promovidos a segundo divisão do campeonato brasileiro. Adicionalmente, o campeão da Série B ingressa diretamente na terceira fase da Copa do Brasil do próximo ano.

O campeonato já teve inúmeros formatos, incluindo fases eliminatórias e pontos corridos. 34 clubes de 12 estados diferentes já foram campeões da Série B, apenas 7 deles por mais de uma vez, duas vezes cada um.

História[editar | editar código-fonte]

A segunda divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol começou oficialmente em 1971, mas passou a ser disputada com regularidade apenas na década de 1980.

Nos anos 1970, com exceção de 1971 e 1972, o certame nacional era bastante democrático, com o objetivo de integração nacional, e por isso disputado sem divisões de acesso.[carece de fontes?]

Na primeira metade dos anos 1980, a chamada Taça de Prata era uma espécie de divisão de acesso do futebol brasileiro.[2][3]

A Taça de Prata era justamente a competição destinada às equipes que não conseguiam se classificar para a Taça de Ouro (Primeira Divisão) pelo campeonato estadual, mas contava com um regulamento que previa o acesso, no mesmo ano, para a Primeira Divisão, das equipes que tivessem a melhor campanha.

Em 2006, o campeonato já conhecido como Série B, foi disputado pela primeira vez em pontos corridos, com turno e returno. No sistema atual, os quatro primeiros sobem para a Série A do Campeonato Brasileiro e os quatro últimos são rebaixados para a Série C do Campeonato Brasileiro.

Regulamentos e formatos[editar | editar código-fonte]

Atual troféu de campeão da Série B

A Segunda Divisão começou a ser disputada em 1971, e assim como a Primeira Divisão, ao longo do tempo também teve diversos formatos:

  • Na primeira metade dos anos 1980 (até 1985), a chamada Taça de Prata era uma espécie de divisão de acesso do futebol brasileiro. A partir de 1981, os 40 clubes que disputavam a Primeira Divisão, denominada "Taça de Ouro", eram determinados da seguinte forma: 13 estados entravam com seus campeões, sete participavam com o campeão e o vice. O estado de São Paulo contava com os seis mais bem classificados do Campeonato Paulista e o Rio de Janeiro, com os cinco melhores do seu estadual. As outras duas vagas eram ocupadas pelos campeão e vice do ano anterior da Taça de Ouro. A Taça de Prata era justamente a competição destinada às equipes que não conseguiam se classificar à Taça de Ouro, mas contava com um regulamento que previa o acesso, no mesmo ano, para a Primeira Divisão, das equipes com melhor campanha.
  • Em 1986, foi realizado o Torneio Paralelo, uma competição organizada pela CBF como parte integrante da primeira divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1986 e que foi disputado por 36 equipes divididas em quatro grupos; torneio este que por ter sido disputado unicamente com o objetivo de definir o acesso de quatro clubes para a Série A de 1986, não contou com a realização de uma fase final para a definição do campeão. Por esta razão, a CBF não reconhece nenhum campeão da Série B de 1986.[4]
  • Especialmente em 1987, houve a realização de dois módulos, Branco e Azul (em semelhança com a Série A, com os módulo Verde e Amarelo). Já em 2000, houve regulamento semelhante ao de 1987, com os times novamente divididos em módulos (desta vez, o equivalente da Série B seria o Módulo Amarelo), porém os três primeiros colocados deste módulo fizeram parte da última fase, que definiria o campeão da Série A daquele ano. Estas "competições" de 1987 e 2000 não são oficiais, e os "títulos" não são reconhecidos pela CBF.[5]
  • Nos anos de 1973 a 1979 e em 1993, não houve disputa.
  • Em 2005, foi composta por 22 clubes, sendo que caíram 6 para a Série C e subiram 2 para a Série A.
  • Em 2006, o número de clubes participantes é reduzido para 20 e é adotado o sistema de pontos corridos em dois turnos, no mesmo formato da Série A em vigor desde 2003, até os dias atuais. A cada ano, quatro clubes sobem para a Série A e quatro caem para a Série C.
  • De 2004 a 2008, a FBA foi a gestora comercial da competição, entidade similar ao Clube dos 13.
  • Em 2009, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) reassumiu a gestão comercial do evento.

No atual formato, 12 equipes permanecem na Série B de um ano para o outro; 4 são oriundas da Série A do ano anterior, que foram rebaixadas; e outros 4 egressas da Série C do ano anterior, que conquistaram o acesso.

Direitos[editar | editar código-fonte]

Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

Desde 2022, a Série B tem direitos de patrocínio do nome da competição vendidos a várias empresas.

Período Patrocinador Nome oficial da Liga
Até 2021 Nenhum patrocinador Brasileirão Série B
2022 SportingBet Brasileirão SportingBet - Série B[6]
2023-presente Betano Brasileirão Série Betano[7]

Transmissão[editar | editar código-fonte]

A competição foi transmitida em TV aberta pelas afiliadas da TV Globo em parceria até 2011, e durante seis anos, com a RedeTV!, mas naquele ano, em represália a RedeTV!,[8] pelo fato da emissora ter vencido a licitação do Clube dos 13 para adquirir os direitos de transmissão da Série A entre 2012 e 2014,[9] a Globo tirou a Série B,[10] o acordo foi anulado e o Clube dos 13 notificou a RedeTV! que o contrato a ser seguido será o da Globo.[11]

A partir de 2011, os direitos foram repassados para a Rede Bandeirantes,[10] que exibiu os campeonatos de 2011, 2012 e 2013. Em 2014, a Band anunciou que não transmitiria este campeonato, alegando falta de espaço na programação devido a Copa do Mundo FIFA de 2014, e a relação com a CBF ter enfraquecido, a entidade divulgou uma nota repudiando as declarações do comentarista Neto, que em junho de 2013, no programa Os Donos da Bola xingou a Seleção Brasileira às vésperas da Copa das Confederações FIFA de 2013.

Embora Neto tenha se desculpado no programa no dia seguinte, a CBF negociou os jogos com a RedeTV!,[8] que novamente passou a transmitir o torneio em 2014.[12] Entre os anos de 2015 e 2016, o torneio foi transmitido pela TV Brasil, quando em 2017, retornou para a TV Globo, que transmitiu de maneira regional até 2022. Em 2023, o torneio retorna para a Band, em um novo contrato, válido até 2024.[13][14]

Na TV fechada, os direitos de transmissão também pertencem o Grupo Globo, pelo SporTV e no sistema pay-per-view pelo Premiere FC. Pelo streaming, a competição foi transmitida no YouTube pelo canal Flow Sport Club, em parceria com a Brax e a Dale.[15]

Para a temporada de 2024, com o rompimento de contrato entre a Brax e a CBF, que tirou os direitos de transmissão da Bandeirantes, a Globo volta a transmitir o campeonato na TV aberta, com a emissora carioca (que apesar do fim do acordo citado anteriormente, manteve os direitos de transmissão na TV por assinatura e pelo pay-per-view) visando passar principalmente as partidas do Santos e do Sport para as suas respectivas praças.[16] A TV Brasil também retorna a TV aberta após 7 anos, e irá transmitir quatro partidas por rodada. No streaming, o Canal GOAT substituirá o Flow Sport Club ao transmitir os jogos no YouTube, porém não exibirá as partidas do Peixe cujas quais a equipe for mandante.[17][18]


Campeões[editar | editar código-fonte]

Resultados[editar | editar código-fonte]

Por clube[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Goiás Goiás 2 (1999 e 2012) 2 (1994 e 2021) 0 1 (2018)
Paraná Coritiba 2 (2007 e 2010) 1 (1995) 3 (1991, 2019 e 2021) 0
Minas Gerais América Mineiro 2 (1997 e 2017) 1 (2020) 0 2 (2010 e 2015)
Rio de Janeiro Botafogo 2 (2015 e 2021) 1 (2003) 0 0
Pará Paysandu 2 (1991 e 2001) 0 0 0
São Paulo Palmeiras 2 (2003 e 2013) 0 0 0
São Paulo Red Bull Bragantino[nota 7] 2 (1989 e 2019) 0 0 0
Pernambuco Sport 1 (1990) 2 (2006 e 2019) 2 (2003 e 2013) 1 (2011)
São Paulo Guarani 1 (1981) 2 (1991 e 2009) 1 (1990) 0
Ceará Fortaleza 1 (2018) 2 (2002 e 2004) 0 0
Santa Catarina Criciúma 1 (2002) 1 (2012) 2 (1992 e 2023) 0
Bahia Vitória 1 (2023) 1 (1992) 1 (2015) 2 (2007 e 2012)
Paraná Athletico Paranaense[nota 8] 1 (1995) 1 (1990) 1 (2012) 0
Rio Grande do Sul Juventude 1 (1994) 1 (2023) 1 (2020) 0
Santa Catarina Chapecoense 1 (2020) 1 (2013) 0 0
Rio Grande do Sul Grêmio 1 (2005) 1 (2022) 0 0
Rio de Janeiro Vasco da Gama 1 (2009) 0 2 (2014 e 2016) 1 (2022)
São Paulo Portuguesa 1 (2011) 0 1 (2007) 1 (2005)
Santa Catarina Joinville 1 (2014) 0 1 (1983) 1 (1982)
Goiás Atlético Goianiense 1 (2016) 0 0 3 (2009, 2019 e 2023)
Paraná Londrina 1 (1980) 0 0 2 (1996 e 1998)
Paraná Paraná 1 (1992) 0 0 1 (2017)
Minas Gerais Villa Nova 1 (1971) 0 0 0
Maranhão Sampaio Corrêa 1 (1972) 0 0 0
Rio de Janeiro Campo Grande 1 (1982) 0 0 0
São Paulo Juventus-SP 1 (1983) 0 0 0
Minas Gerais Uberlândia 1 (1984) 0 0 0
Pará Tuna Luso 1 (1985) 0 0 0
São Paulo Inter de Limeira 1 (1988) 0 0 0
São Paulo União São João 1 (1996) 0 0 0
Distrito Federal (Brasil) Gama 1 (1998) 0 0 0
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 1 (2004) 0 0 0
Minas Gerais Atlético Mineiro 1 (2006) 0 0 0
São Paulo Corinthians 1 (2008) 0 0 0
Minas Gerais Cruzeiro 1 (2022) 0 0 0
Alagoas CSA 0 4 (1980, 1982, 1983 e 2018) 0 0
Pernambuco Santa Cruz 0 3 (1999, 2005 e 2015) 1 (2002) 1 (1992)
Pernambuco Náutico 0 2 (1988 e 2011) 4 (1996, 1997, 2005 e 2006) 0
São Paulo Ponte Preta 0 2 (1997 e 2014) 2 (1988 e 2011) 1 (1971)
Pará Remo 0 2 (1971 e 1984) 2 (1981 e 1989) 0
Santa Catarina Figueirense 0 2 (2001 e 2010) 1 (1985) 1 (2013)
Santa Catarina Avaí 0 1 (2016) 3 (2004, 2008 e 2018) 3 (2001, 2014 e 2021)
Rio Grande do Norte América de Natal 0 1 (1996) 0 2 (1972 e 2006)
São Paulo Botafogo-SP 0 1 (1998) 0 1 (1980)
Paraíba Campinense 0 1 (1972) 0 0
Goiás Anapolina 0 1 (1981) 0 0
Rio de Janeiro Goytacaz 0 1 (1985) 0 0
São Paulo São José-SP 0 1 (1989) 0 0
Minas Gerais Ipatinga 0 1 (2007) 0 0
São Paulo Santo André 0 1 (2008) 0 0
Rio Grande do Sul Internacional 0 1 (2017) 0 0
Bahia Bahia 0 0 3 (1999, 2010 e 2022) 2 (2004 e 2016)
Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária 0 0 2 (1994 e 1998) 0
Ceará Ceará 0 0 2 (2009 e 2017) 0
Sergipe Itabaiana 0 0 1 (1971) 0
Bahia Atlético de Alagoinhas 0 0 1 (1972) 0
São Paulo Ferroviária 0 0 1 (1980) 0
Minas Gerais Uberaba 0 0 1 (1982) 0
Rio Grande do Sul Inter de Santa Maria 0 0 1 (1984) 0
São Paulo Mogi Mirim 0 0 1 (1995) 0
Rio Grande do Sul Caxias 0 0 1 (2001) 0
Rio de Janeiro Americano 0 0 0 3 (1988, 1991 e 1994)
Bahia Catuense 0 0 0 2 (1989 e 1990)
Goiás Vila Nova 0 0 0 2 (1997 e 1999)
Mato Grosso do Sul Comercial-MS 0 0 0 1 (1981)
Distrito Federal (Brasil) Brasília 0 0 0 1 (1983)
Paraíba Botafogo-PB 0 0 0 1 (1984)
Mato Grosso do Sul Operário-MS 0 0 0 1 (1985)
Pernambuco Central 0 0 0 1 (1995)
São Paulo Paulista 0 0 0 1 (2002)
São Paulo Marília 0 0 0 1 (2003)
São Paulo Grêmio Barueri 0 0 0 1 (2008)
Mato Grosso Cuiabá 0 0 0 1 (2020)

Por cidade[editar | editar código-fonte]

Cidade Títulos Equipes
São Paulo 5 Palmeiras (2), Corinthians (1), Juventus-SP (1) e Portuguesa (1)
Belo Horizonte 4 América Mineiro (2), Atlético Mineiro (1) e Cruzeiro (1)
Curitiba 4 Coritiba (2), Athletico Paranaense (1) e Paraná (1)
Rio de Janeiro 4 Botafogo (2), Campo Grande (1) e Vasco da Gama (1)
Belém 3 Paysandu (2) e Tuna Luso (1)
Goiânia 3 Goiás (2) e Atlético Goianiense (1)
Bragança Paulista 2 Red Bull Bragantino (2)
Araras 1 União São João (1)
Campinas 1 Guarani (1)
Caxias do Sul 1 Juventude (1)
Chapecó 1 Chapecoense (1)
Criciúma 1 Criciúma (1)
Fortaleza 1 Fortaleza (1)
Gama 1 Gama (1)
Joinville 1 Joinville (1)
Limeira 1 Inter de Limeira (1)
Londrina 1 Londrina (1)
Nova Lima 1 Villa Nova (1)
Porto Alegre 1 Grêmio (1)
Recife 1 Sport (1)
Salvador 1 Vitória (1)
São Luís 1 Sampaio Corrêa (1)
Taguatinga 1 Brasiliense (1)
Uberlândia 1 Uberlândia (1)

Por federação[editar | editar código-fonte]

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
 São Paulo 10 7 6 6
 Minas Gerais 6 2 1 2
 Paraná 5 2 4 3
 Rio de Janeiro 4 2 3 3
 Santa Catarina 3 5 7 5
 Goiás 3 3 0 6
Pará Pará 3 2 2 0
 Rio Grande do Sul 2 3 3 0
 Distrito Federal 2 0 0 1
 Pernambuco 1 7 7 3
 Ceará 1 2 2 0
Bahia Bahia 1 1 4 7
 Maranhão 1 0 0 0
 Alagoas 0 4 0 0
 Rio Grande do Norte 0 1 0 2
 Paraíba 0 1 0 1
 Espírito Santo 0 0 2 0
 Sergipe 0 0 1 0
 Mato Grosso do Sul 0 0 0 2
 Mato Grosso 0 0 0 1

Por região[editar | editar código-fonte]

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Sudeste 20 11 12 11
Sul 10 10 14 8
Centro-Oeste 5 3 0 10
Nordeste 4 16 14 13
Norte 3 2 2 0

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações totais[editar | editar código-fonte]

A tabela a seguir ilustra os 12 clubes que mais participaram da Série B do Campeonato Brasileiro (de 1971 a 2024).

Em negrito, os clubes participantes da edição de 2024:

Clubes Participações Temporadas[nota 9] Títulos A Aumento R Baixa
Ceará Ceará 31 1981, 19831984, 1988–1992, 19941999, 20012009, 20122017 e 20232024 0 3 0
Alagoas CRB 31 1971, 19821983, 1985, 1989, 1991, 19941999, 20012008, 2012 e 20152024 0 0 2
Minas Gerais América Mineiro 25 19801985, 1988–1989, 1991–1992, 1996–1997, 1999, 20022004, 2010, 20122015, 2017, 20192020 e 2024 2 6 1
Goiás Vila Nova 25 1982, 1989, 1991, 1997–1999, 20012006, 20082011, 2014, 20162019 e 20212024 0 0 4
Santa Catarina Criciúma 24 19801983, 1989–1992, 19981999, 20012002, 2005, 20072008, 20112012, 20152019 e 20222023 1 5 3
Paraná Londrina 24 1971, 1980, 1983, 1988–1989, 1991–1992, 19941999, 20012004, 20162019 e 20212023 1 1 3
Pernambuco Náutico 22 1971, 1981, 1988, 19951998, 20012006, 20102011, 20142017 e 20202022 0 4 1
Santa Catarina Avaí 22 1980, 1984, 1988–1989, 1999, 20012008, 20122014, 2016, 2018, 20202021 e 20232024 0 5 0
São Paulo Ponte Preta 22 1971, 1988–1989, 1991–1992, 1994–1997, 20072011, 2014 e 20182024 0 3 0
Rio Grande do Norte América de Natal 21 1972, 1982, 19841985, 1989, 1991, 1994–1996, 1999, 20012004, 2006, 20082010 e 20122014 0 2 3
Pará Remo 21 1971, 19811984, 1989–1992, 19951999, 20012004, 20062007 e 2021 0 2 3
Pernambuco Santa Cruz 20 19821983, 1989–1992, 19941999, 20022005, 2007, 20142015 e 2017 0 4 2
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Participações na Série B no modelo atual[editar | editar código-fonte]

Os clubes que mais participaram da Série B do Campeonato Brasileiro no modelo atual, disputado em pontos corridos (de 2006 a 2024):

Em negrito, os clubes participantes da edição atual (2024).

Clubes Participações Temporadas
Goiás Vila Nova 14 2006, 20082011, 2014, 20162019 e 20212024
Alagoas CRB 14 20062008, 2012 e 20152024
São Paulo Ponte Preta 13 20072011, 2014 e 20182024
Paraná Paraná 12 20082017 e 20192020
Ceará Ceará 12 20062009, 20122017 e 20232024
Santa Catarina Avaí 12 20062008, 20122014, 2016, 2018, 20202021 e 20232024
São Paulo Guarani 12 2006, 2009, 20112012, 20172024
Santa Catarina Criciúma 11 20072008, 20112012, 20152019 e 20222023
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Campeões da Série A que participaram da Série B[editar | editar código-fonte]

Em negrito, os clubes participantes da edição atual (2024). Em itálico, ano em que o clube em questão foi o campeão da Série B.

Clube Participações na Série B[nota 9]
São Paulo Guarani 18 (1981, 1983, 1984, 1990, 1991, 2005, 2006, 2009, 2011, 2012, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023 e 2024)
Pernambuco Sport 15 (1980, 1984, 1990, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2010, 2011, 2013, 2019, 2022, 2023 e 2024)
Paraná Coritiba[nota 10] 14 (1981, 1983, 1990, 1991, 1992, 1994, 1995, 2006, 2007, 2010, 2018, 2019, 2021 e 2024)
Bahia Bahia[nota 11] 11 (1981, 1998, 1999, 2004, 2005, 2008, 2009, 2010, 2015, 2016 e 2022)
Paraná Athletico Paranaense[nota 12] 6 (1980, 1982, 1990, 1994, 1995 e 2012)
Rio de Janeiro Vasco da Gama[nota 13] 5 (2009, 2014, 2016, 2021 e 2022)
São Paulo Palmeiras[nota 14] 4 (1981, 1982, 2003 e 2013)
Rio de Janeiro Botafogo[nota 15] 3 (2003, 2015 e 2021)
Rio Grande do Sul Grêmio[nota 16] 3 (1992, 2005 e 2022)
Minas Gerais Cruzeiro 3 (2020, 2021 e 2022)
São Paulo Corinthians[nota 17] 2 (1982 e 2008)
Rio de Janeiro Fluminense[nota 18] 1 (1998)
Minas Gerais Atlético Mineiro 1 (2006)
Rio Grande do Sul Internacional 1 (2017)
São Paulo Santos 1 (2024)
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Técnicos campeões[editar | editar código-fonte]

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Em 2003, no seu primeiro ano como jogador profissional, Vágner Love foi artilheiro da Série B
Ídolo do Náutico, o atacante Kieza foi artilheiro da Segundona pelo clube em 2011
Marcelo Nicácio foi um dos três maiores goleadores da Série B de 2009

Ano a ano[editar | editar código-fonte]

Ano Artilheiro Clube Gols
1971 Rubilotta Pará Remo 4
1972 Pelezinho Maranhão Sampaio Corrêa 8
1980 Osmarzinho São Paulo Botafogo-SP 12
1981 Jorge Mendonça São Paulo Guarani 11
1982 Luisinho Rio de Janeiro Campo Grande 10
1983 Lima Mato Grosso do Sul Operário-MS 9
1984 Dadinho Pará Remo 6
1985 Paulo César Pará Tuna Luso 6
Guilherme Santa Catarina Figueirense
1988 Sem registro
1989 Sem registro
1990 Sem registro
1991 Cacaio Pará Paysandu 14
1992 Saulo Paraná Paraná 12
1994 Baltazar Goiás Goiás 11
Mário Rio Grande do Sul Juventude
1995 Oséas Paraná Athletico Paranaense 14
1996 Maurício Pernambuco Santa Cruz 13
1997 Tupãzinho Minas Gerais América Mineiro 13
1998 Gauchinho São Paulo XV de Piracicaba 13
1999 Uéslei Bahia Bahia 25
2001 Sérgio Alves Ceará Ceará 21
2002 Vinícius Ceará Fortaleza 22
2003 Vágner Love São Paulo Palmeiras 19
2004 Rinaldo Ceará Fortaleza 14
2005 Reinaldo Pernambuco Santa Cruz 16
2006 Vanderlei Distrito Federal (Brasil) Gama 21
2007 Alessandro Minas Gerais Ipatinga 25
2008 Túlio Maravilha Goiás Vila Nova 24
2009 Elton Rio de Janeiro Vasco da Gama 17
Marcelo Nicácio Ceará Fortaleza
Rafael Coelho Santa Catarina Figueirense
2010 Alessandro Minas Gerais Ipatinga 21
2011 Kieza Pernambuco Náutico 21
2012 Zé Carlos Santa Catarina Criciúma 27
2013 Bruno Rangel Santa Catarina Chapecoense 31
2014 Magno Alves Ceará Ceará 18
2015 Zé Carlos Alagoas CRB 19
2016 Bill Ceará Ceará 15
2017 Bérgson Pará Paysandu 16
Mazinho São Paulo Oeste
2018 Dagoberto Paraná Londrina 17
2019 Guilherme Pernambuco Sport 17
2020 Caio Dantas Maranhão Sampaio Corrêa 17
2021 Edu Santa Catarina Brusque 17
2022 Gabriel Poveda Maranhão Sampaio Corrêa 19
2023 Gustavo Coutinho Goiás Atlético Goianiense 14

Maiores públicos[editar | editar código-fonte]

Estes são os dez maiores públicos presentes da história da Série B:

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 81 904 Vasco da Gama Rio de Janeiro 2–1 Rio Grande do Sul Juventude Maracanã 7 de novembro 2009 [85]
2 79 636 Vasco da Gama Rio de Janeiro 4–0 Minas Gerais Ipatinga Maracanã 22 de agosto 2009 [85]
3 74 694 Atlético Mineiro Minas Gerais 2–2 Rio Grande do Norte América de Natal Mineirão 25 de novembro 2006 [86]
4 65 023 Santa Cruz Pernambuco 2–1 São Paulo Portuguesa Arruda 26 de novembro 2005 [87]
5 64 327 Bahia Bahia 1–2 Goiás Goiás Fonte Nova 5 de dezembro 1999 [88]
6 63 609 Vasco da Gama Rio de Janeiro 1–0 Minas Gerais Cruzeiro Maracanã 12 de junho 2022 [89]
7 61 291 Cruzeiro Minas Gerais 3–2 Alagoas CSA Mineirão 6 de novembro 2022 [90]
8 60 700 Cruzeiro Minas Gerais 0–0 Pernambuco Náutico Mineirão 25 de novembro 2021 [91]
9 60 601 Vasco da Gama Rio de Janeiro 0–0 Pernambuco Sport Maracanã 3 de julho 2022 [92]
10 60 000 Paysandu Pará 2–0 Rio de Janeiro Fluminense Mangueirão 2 de setembro 1998 [93]

Maiores goleadas[editar | editar código-fonte]

Estas são as treze maiores goleadas da história da Série B:[carece de fontes?]

Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 Paulista São Paulo 9–0 Pará Paysandu Jayme Cintra 18 de novembro 2006 [94]
2 Volta Redonda Rio de Janeiro 8–0 Mato Grosso Operário VG Raulino de Oliveira 24 de janeiro 1982 [95]
Coritiba Paraná 8–0 São Paulo Ferroviária Couto Pereira 16 de agosto 1995 [96]
4 Sport Pernambuco 8–1 São Paulo Guarani Ilha do Retiro 19 de agosto 2006 [97]
5 Botafogo-BA Bahia 0–7 Rio de Janeiro Americano Fonte Nova 15 de março 1980 [98]
GE Novorizontino São Paulo 7–0 Distrito Federal (Brasil) Taguatinga Jorjão 24 de março 1991 [carece de fontes?]
Londrina Paraná 7–0 Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária Estádio do Café 8 de novembro 2001 [99]
Paulista São Paulo 7–0 São Paulo Grêmio Barueri Jayme Cintra 15 de setembro 2007 [100]
9 Grêmio Rio Grande do Sul 7–1 Mato Grosso Operário VG Olímpico 8 de abril 1992 [22]
Remo Pará 7–1 Santa Catarina Avaí Baenão 9 de setembro 1999 [101]
Fortaleza Ceará 7–1 São Paulo Botafogo-SP Presidente Vargas 12 de novembro 2002 [102]
Paulista São Paulo 7–1 Paraná Londrina Jayme Cintra 30 de agosto 2003 [103]
Marília São Paulo 7–1 Pernambuco Sport Bento de Abreu 27 de abril 2004 [104]

Promoção e rebaixamento[editar | editar código-fonte]

Ano Rebaixados da Série A Promovidos para a Série A no mesmo ano Promovidos para a Série A no ano seguinte
1980 não houve rebaixamento São Paulo América-SP
Rio de Janeiro Americano
Rio de Janeiro Bangu
Pernambuco Sport
Alagoas CSA
Paraná Londrina
1981 não houve rebaixamento Bahia Bahia
Pernambuco Náutico
São Paulo Palmeiras
Minas Gerais Uberaba
Goiás Anapolina
São Paulo Guarani
1982 Rio Grande do Norte América de Natal
Alagoas CSA
Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária
Ceará Ferroviário
Sergipe Itabaiana
Santa Catarina Joinville
Mato Grosso Mixto
Amazonas Nacional-AM
Goiás Goiás
Piauí River-PI
Distrito Federal (Brasil) Taguatinga
Bahia Vitória
Rio de Janeiro America
Paraná Atlético Paranaense
São Paulo Corinthians
Rio Grande do Sul São Paulo-RS
Rio de Janeiro Campo Grande
São Paulo Palmeiras
1983 Distrito Federal (Brasil) Brasília
Alagoas CSA
Ceará Ferroviário
Ceará Fortaleza
Bahia Galícia
Santa Catarina Joinville
São Paulo Juventus-SP
Mato Grosso Mixto
Maranhão Moto Club
Pará Paysandu
Espírito Santo (estado) Rio Branco-ES
Paraíba Treze
Rio de Janeiro Americano
São Paulo Botafogo-SP
São Paulo Guarani
Minas Gerais Uberaba
1984 não houve rebaixamento Minas Gerais Uberlândia Pará Remo
Minas Gerais Uberlândia
1985 não houve rebaixamento Pará Tuna Luso
1986 não houve rebaixamento Pernambuco Central
Santa Catarina Criciúma
São Paulo Inter de Limeira
Paraíba Treze
não houve promoção
1988 Rio de Janeiro America
Rio de Janeiro Bangu
Santa Catarina Criciúma
Pernambuco Santa Cruz
São Paulo Inter de Limeira
Pernambuco Náutico
1989 Paraná Atlético Paranaense
Paraná Coritiba
São Paulo Guarani
Pernambuco Sport
São Paulo Bragantino
São Paulo São José-SP
1990 São Paulo Inter de Limeira
São Paulo São José-SP
Paraná Atlético Paranaense
Pernambuco Sport
1991 Rio Grande do Sul Grêmio
Bahia Vitória
São Paulo Guarani
Pará Paysandu
1992 não houve rebaixamento Minas Gerais América Mineiro
Ceará Ceará
Paraná Coritiba
Santa Catarina Criciúma
Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária
Ceará Fortaleza
Rio Grande do Sul Grêmio
Paraná Paraná
Pará Remo
Pernambuco Santa Cruz
São Paulo União São João
Bahia Vitória
1993 Minas Gerais América Mineiro
Paraná Atlético Paranaense
Ceará Ceará
Paraná Coritiba
Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária
Ceará Fortaleza
Goiás Goiás
Pernambuco Santa Cruz
não houve promoção
1994 Pernambuco Náutico
Pará Remo
Goiás Goiás
Rio Grande do Sul Juventude
1995 Pará Paysandu
São Paulo União São João
Paraná Atlético Paranaense
Paraná Coritiba
1996 não houve rebaixamento Rio Grande do Norte América de Natal
São Paulo União São João
1997 Bahia Bahia
Santa Catarina Criciúma
Rio de Janeiro Fluminense
São Paulo União São João
Minas Gerais América Mineiro
São Paulo Ponte Preta
1998 Minas Gerais América Mineiro
Rio Grande do Norte América de Natal
São Paulo Bragantino
Goiás Goiás
São Paulo Botafogo-SP
Distrito Federal (Brasil) Gama
1999 São Paulo Botafogo-SP
Distrito Federal (Brasil) Gama
Rio Grande do Sul Juventude
Paraná Paraná
Minas Gerais América Mineiro
Bahia Bahia
Goiás Goiás
Pernambuco Santa Cruz
2000 Paraná Paraná
Pará Remo
São Paulo São Caetano
2001 Minas Gerais América Mineiro
São Paulo Botafogo-SP
Pernambuco Santa Cruz
Pernambuco Sport
Santa Catarina Figueirense
Pará Paysandu
2002 Rio de Janeiro Botafogo
Distrito Federal (Brasil) Gama
São Paulo Palmeiras
São Paulo Portuguesa
Santa Catarina Criciúma
Ceará Fortaleza
2003 Bahia Bahia
Ceará Fortaleza
Rio de Janeiro Botafogo
São Paulo Palmeiras
2004 Santa Catarina Criciúma
Rio Grande do Sul Grêmio
São Paulo Guarani
Bahia Vitória
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense
Ceará Fortaleza
2005 Minas Gerais Atlético Mineiro
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense
Paraná Coritiba
Pará Paysandu
Rio Grande do Sul Grêmio
Pernambuco Santa Cruz
2006 Ceará Fortaleza
São Paulo Ponte Preta
Pernambuco Santa Cruz
São Paulo São Caetano
Rio Grande do Norte América de Natal
Minas Gerais Atlético Mineiro
Pernambuco Náutico
Pernambuco Sport
2007 Rio Grande do Norte América de Natal
São Paulo Corinthians
Rio Grande do Sul Juventude
Paraná Paraná
Paraná Coritiba
Minas Gerais Ipatinga
São Paulo Portuguesa
Bahia Vitória
2008 Santa Catarina Figueirense
Minas Gerais Ipatinga
São Paulo Portuguesa
Rio de Janeiro Vasco da Gama
Santa Catarina Avaí
São Paulo Corinthians
São Paulo Grêmio Barueri
São Paulo Santo André
2009 Paraná Coritiba
Pernambuco Náutico
São Paulo Santo André
Pernambuco Sport
Goiás Atlético Goianiense
Ceará Ceará
São Paulo Guarani
Rio de Janeiro Vasco da Gama
2010 Goiás Goiás
São Paulo Grêmio Prudente
São Paulo Guarani
Bahia Vitória
Minas Gerais América Mineiro
Bahia Bahia
Paraná Coritiba
Santa Catarina Figueirense
2011 Minas Gerais América Mineiro
Paraná Atlético Paranaense
Santa Catarina Avaí
Ceará Ceará
Pernambuco Náutico
São Paulo Ponte Preta
São Paulo Portuguesa
Pernambuco Sport
2012 Goiás Atlético Goianiense
Santa Catarina Figueirense
São Paulo Palmeiras
Pernambuco Sport
Paraná Atlético Paranaense
Santa Catarina Criciúma
Goiás Goiás
Bahia Vitória
2013 São Paulo Ponte Preta
São Paulo Portuguesa
Pernambuco Náutico
Rio de Janeiro Vasco da Gama
Santa Catarina Chapecoense
Santa Catarina Figueirense
São Paulo Palmeiras
Pernambuco Sport
2014 Bahia Bahia
Rio de Janeiro Botafogo
Santa Catarina Criciúma
Bahia Vitória
Santa Catarina Avaí
Santa Catarina Joinville
São Paulo Ponte Preta
Rio de Janeiro Vasco da Gama
2015 Santa Catarina Avaí
Goiás Goiás
Santa Catarina Joinville
Rio de Janeiro Vasco da Gama
Minas Gerais América Mineiro
Rio de Janeiro Botafogo
Pernambuco Santa Cruz
Bahia Vitória
2016 Minas Gerais América Mineiro
Santa Catarina Figueirense
Rio Grande do Sul Internacional
Pernambuco Santa Cruz
Goiás Atlético Goianiense
Santa Catarina Avaí
Bahia Bahia
Rio de Janeiro Vasco da Gama
2017 Goiás Atlético Goianiense
Santa Catarina Avaí
Paraná Coritiba
São Paulo Ponte Preta
Minas Gerais América Mineiro
Ceará Ceará
Rio Grande do Sul Internacional
Paraná Paraná
2018 Minas Gerais América Mineiro
Paraná Paraná
Pernambuco Sport
Bahia Vitória
Santa Catarina Avaí
Alagoas CSA
Ceará Fortaleza
Goiás Goiás
2019 Santa Catarina Avaí
Santa Catarina Chapecoense
Minas Gerais Cruzeiro
Alagoas CSA
Goiás Atlético Goianiense
São Paulo Bragantino
Paraná Coritiba
Pernambuco Sport
2020 Rio de Janeiro Botafogo
Paraná Coritiba
Goiás Goiás
Rio de Janeiro Vasco da Gama
Minas Gerais América Mineiro
Santa Catarina Chapecoense
Mato Grosso Cuiabá
Rio Grande do Sul Juventude
2021 Bahia Bahia
Santa Catarina Chapecoense
Rio Grande do Sul Grêmio
Pernambuco Sport
Santa Catarina Avaí
Rio de Janeiro Botafogo
Paraná Coritiba
Goiás Goiás
2022 Goiás Atlético Goianiense
Santa Catarina Avaí
Ceará Ceará
Rio Grande do Sul Juventude
Bahia Bahia
Minas Gerais Cruzeiro
Rio Grande do Sul Grêmio
Rio de Janeiro Vasco da Gama
2023 Minas Gerais América Mineiro
Paraná Coritiba
Goiás Goiás
São Paulo Santos
Goiás Atlético Goianiense
Santa Catarina Criciúma
Rio Grande do Sul Juventude
Bahia Vitória
Os rebaixados e promovidos por ano estão dispostos em ordem alfabética e não pela ordem de classificação.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Não houve partida final. Foi disputado um triangular final para decidir a equipe que seria campeã e promovida para a Série A no ano seguinte.
  2. O Torneio Paralelo de 1986 conhecido como uma Série B nunca teve um campeão reconhecido pela CBF, uma vez que foi disputada unicamente para a definição do acesso. Central, Criciúma, Inter de Limeira e Treze foram os primeiros colocados de seus respectivos grupos.[19][20]
  3. Em 1987, foram disputados os módulos Azul e Branco, de igual equivalência. O Americano conquistou o Módulo Azul e o Operário-MS conquistou o Módulo Branco. Porém, estas competições não são reconhecidas como Série B pela CBF.[19]
  4. a b c d e f g h i Não houve partida final. Foi disputado um quadrangular final para decidir o campeão e as duas equipes que seriam promovidas para a Série A no ano seguinte.
  5. Em 2000, foi disputado o Módulo Amarelo da Copa João Havelange, conquistado pelo Paraná. Porém, apesar desta competição ser considerada por muitos autores como sendo a edição da Série B de 2000, a CBF nunca a reconheceu como tal. A entidade alega que esse torneio se tratou apenas de um dos módulos da competição que representou o Campeonato Brasileiro daquele ano.[19]
  6. No sistema de pontos corridos, a Série B sempre contou com o número de vinte clubes participantes.
  7. O Red Bull Bragantino chamava-se apenas Bragantino até 2020.
  8. O Athletico-PR chamava-se Atlético-PR até 2019.
  9. a b As temporadas de 1986, 1987 (Módulo Amarelo, Azul e Branco) e 2000 (Módulo Amarelo) não são contabilizadas nesta tabela, uma vez que não são reconhecidas como edições da Série B pela CBF.
  10. Em 1989, o Coritiba foi eliminado da Série A após decisão da CBF, que puniu o clube com a exclusão do campeonato e a suspensão por um ano de disputas oficiais após o alviverde se recusar a entrar em campo contra o Santos, na última rodada, em um dia diferente das demais partidas. No início de 1990, o clube paranaense costurou um acordo com a confederação e, em troca de não levar o caso adiante na Justiça Comum, escapou da suspensão e aceitou o rebaixamento. Na Série B de 1990, porém, o Coritiba foi ajudado pela CBF: depois de terminar na última colocação de seu grupo, o clube deveria ter sido rebaixado para a Série C, assim como Anapolina, Americano e Treze. No entanto, o presidente do Coritiba à época, Jacob Mehl, pediu ajuda a Ricardo Teixeira, que presidia a CBF, alegando que a "entidade havia colocado o time nessa situação". Assim, a CBF não organizou a Série C de 1991 e inchou a Segunda Divisão para contar com 64 clubes, evitando o rebaixamento da equipe paranaense.[21] Já em 1992, o Coritiba foi mais uma vez beneficiado por uma mudança da CBF: a entidade alterou o regulamento da Série B daquele ano a fim de promover 12 equipes para a Série A. Como terminou na 12ª colocação, o clube obteve o acesso.[22]
  11. Em 1981, o Bahia não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual e disputou a Taça de Prata (equivalente à Série B). Entretanto, com base no regulamento da época, o clube disputou no mesmo ano a segunda fase da Taça de Ouro.[23] Em 2000, pela classificação do ano anterior, o Bahia jogaria a Série B, mas foi convidado pelo Clube dos 13 a disputar o Módulo Azul da Copa João Havelange, “equivalente” à Série A.[24]
  12. Em 1980, o Athletico Paranaense não conseguiu a classificação para a Taça de Ouro nem Taça de Prata, optando ficar de fora da recém-criada série C.[25] Em 1982, o Athletico Paranaense não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual e disputou a Taça de Prata (equivalente à Série B). Entretanto, com base no regulamento da época, o clube disputou no mesmo ano a segunda fase da Taça de Ouro.[26]
  13. Em 1984, o Vasco da Gama não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual do ano anterior e deveria disputar a Taça de Prata (equivalente à Série B). Contudo, a CBF incluiu o clube carioca na competição como "convidado".[27]
  14. Em 1981, o Palmeiras não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual e disputou a Taça de Prata (equivalente à Série B). Entretanto, com base no regulamento da época, o clube disputou no mesmo ano a segunda fase da Taça de Ouro.[28] Em 1982, o alviverde disputou novamente a Taça de Prata por conta da má campanha no Campeonato Paulista, mas dessa vez não conseguiu o acesso para a Taça de Ouro.[29]
  15. Em 1986, o regulamento da Série A previa a diminuição de clubes de 48 para 28 equipes no ano seguinte.[30] Como terminou a competição na 31.ª colocação, o Botafogo não deveria ter se classificado para a edição de 1987. No entanto, um imbróglio judicial envolvendo Vasco da Gama, Joinville e Portuguesa fez com que a CBF mudasse o regulamento do Brasileirão de 1986 durante a competição, fazendo com que mais equipes avançassem à segunda fase.[31] O caso fez estourar a crise no futebol brasileiro e abriu brecha para o surgimento do Clube dos 13. Como a CBF já havia declarado não ter condições financeiras para organizar o Campeonato Brasileiro de 1987, o recém-criado Clube dos 13 promoveu a Copa União, com a participação dos clubes fundadores (entre eles o Botafogo).[32] Já em 1999, ainda com o campeonato em andamento, o alvinegro ganhou os pontos da partida contra o São Paulo no STJD, uma vez que clube paulista escalou de forma irregular o jogador Sandro Hiroshi e, naquela época, vigorava uma portaria da CBF que possibilitava a mudança do resultado de um jogo nesses casos. Ao final da competição, o Botafogo escapou do rebaixamento.[33]
  16. Em 1992, a CBF alterou o regulamento da Série B antes da competição a fim de promover 12 equipes para a Série A. Como terminou na 3ª posição de seu grupo (9ª colocação no geral), o Grêmio obteve o acesso.[22][34]
  17. Em 1982, o Corinthians não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual e disputou a Taça de Prata (equivalente à Série B). Entretanto, com base no regulamento da época, o clube disputou no mesmo ano a segunda fase da Taça de Ouro.[35][36]
  18. Em 1996, o Fluminense deveria ter sido rebaixado como penúltimo colocado da Série A, mas a CBF decidiu anular o descenso naquele ano devido a um suposto esquema de suborno na arbitragem envolvendo o ex-presidente da Conaf (Comissão Nacional de Arbitragens de Futebol) Ivens Mendes.[37][38] Em 2000, pela classificação no ano anterior como campeão da Série C, o Fluminense deveria jogar o “equivalente” a Série B daquele ano, o Módulo Amarelo, mas foi convidado pelo Clube dos 13 a disputar o Módulo Azul da Copa João Havelange, “equivalente” à Série A.[24] Já em 2013, mais uma vez o clube carioca deveria ter sido rebaixado, uma vez que terminou na 17.ª colocação da Série A.[39] No entanto, após o fim do campeonato, Flamengo e Portuguesa perderam pontos por escalarem de forma irregular os jogadores André Santos e Héverton, respectivamente, e quem acabou rebaixada foi a equipe paulista.[40][41] Em janeiro de 2014, a Justiça Comum chegou a emitir uma liminar para devolver os pontos a Flamengo e Portuguesa, mas cinco dias depois concedeu outra liminar alegando soberania da Justiça Desportiva para decidir o caso.[42][43]

Referências

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  4. «Série B de 1986: clubes preparam ofensiva na CBF para pleitear reconhecimento do título». globoesporte.globo.com. Consultado em 3 de junho de 2020 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]