Joinville Esporte Clube

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Joinville
Joinville-SC.png
Nome Joinville Esporte Clube
Alcunhas JEC
Tricolor
Nasceu Campeão
Tricolor da Manchester Catarinense
Torcedor/Adepto Jequeano
Tricolor
Mascote Coelho
Fundação 29 de janeiro de 1976 (40 anos)
Estádio Arena Joinville
Capacidade 22.675 pessoas [1]
Localização Brasao joinville.pngJoinville, Santa CatarinaSC, BrasilBrasil
Presidente Brasil Jony Stassun
Treinador Brasil Lisca
Patrocinador Brasil Supermercados Condor
Brasil Romaço Rolamentos
Brasil Krona Tubos e Conexões
Brasil Agemed Planos de Saúde
Brasil Brahma
Estados Unidos Gatorade
Material esportivo Inglaterra Umbro
Competição Santa Catarina Campeonato Catarinense
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Primeira-liga-de-Futebol.gif Primeira Liga
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
Divisão Santa Catarina Série A
Brasil Série B
Santa Catarina SC 2016
Brasil CB 2016
Brasil B 2016
Vice-campeão
2ª Fase
Em andamento
Santa Catarina SC 2015
Brasil CB 2015
Brasil A 2015
Flags of the Union of South American Nations.gif CS 2015
Campeão
1ª Fase
20º colocado Baixa
2ª Fase
Santa Catarina SC 2014
Brasil CB 2014
Brasil B 2014
Vice-Campeão
1ª Fase
Campeão Aumento
Ranking nacional Aumento (06) 27º lugar, 5.695 pontos
Website Joinville Esporte Clube
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O Joinville Esporte Clube é um clube de Joinville, cidade localizada no nordeste do estado brasileiro de Santa Catarina, também conhecido pelo seu acrônimo, JEC.

No futebol, é considerado pela imprensa catarinense como um dos cinco grandes clubes do estado, junto com o Avaí, Chapecoense, Criciúma e Figueirense.

Seu maior rival é o Criciúma, com quem protagoniza o Clássico do Interior (ou Clássico Norte-Sul), uma rivalidade regional que se acirrou a partir da década de 1970[nota 1] , mas também tem forte rivalidade com os times do Avaí, Figueirense e Chapecoense.

O Joinville é o terceiro clube com maior número de conquistas do Campeonato Catarinense de Futebol (doze), atrás de Avaí (dezesseis) e Figueirense (dezessete).

O clube detém o recorde de títulos consecutivos no estado (oito, entre 1978 e 1985), ficando conhecido nacionalmente na década de 1980 por fazer frente a grandes equipes no Campeonato Brasileiro, principalmente quando jogava em seu estádio, o velho Ernestão.

Também tem um grande contingente de torcedores por estar na maior cidade do Estado de Santa Catarina.[2] [3]

História[editar | editar código-fonte]

1976 – O início campeão[editar | editar código-fonte]

O Joinville Esporte Clube foi fundado em 29 de janeiro de 1976, a partir da união dos departamentos de futebol do América e do Caxias, os dois clubes profissionais da cidade na época. Ambas as equipes enfrentavam sucessivas crises, e foi com uma parceria entre dois tradicionais adversários do futebol local que começou a história do JEC.

A solução encontrada por um dos dirigentes do Caxias, no sentido de pelo menos remediar momentaneamente os problemas do clube, foi de convidar para a presidência o industrial João Hansen Júnior, da Tubos e Conexões Tigre.

A partir daí, o único e difícil passo para se criar um novo clube em Joinville foi obter a aprovação dos caxienses e americanos. Porém prevaleceu o bom senso, e em 29 de janeiro de 1976 foi criada a nova agremiação com a personalidade jurídica de Joinville e constituída também a sua primeira diretoria sob a presidência de Waldomiro Schützler.

O primeiro jogo do recém clube fundado foi em uma disputa amistosa contra o Vasco da Gama, no estádio Ernesto Schlemm Sobrinho. O Tricolor abriu o placar com Tonho e Roberto Dinamite empatou para o clube Carioca. Ao final da partida, a torcida já demonstrava afeto pelo novo clube e festejava pelas ruas com orgulho o empate em 1 a 1. Mais de 15 mil torcedores compareceram ao estádio.

Nasceu Campeão

Menos de um mês depois, o Joinville estreava no Campeonato Catarinense diante do Marcílio Dias. Em 36 jogos, obteve uma espetacular campanha, com 21 vitórias, 10 empates e apenas 5 derrotas. O JEC nascia campeão. O último jogo do Estadual foi contra o Juventus de Rio do Sul, no velho estádio Edgar Schneider (Olímpico), atual Sadalla Amin Ghanem. Vitória por 1 a 0, com de gol de Tonho. Ao término da partida, o capitão Fontan ergueu a Taça Henrique Labes.

1978–1990 – Hegemonia estadual e o octa catarinense[editar | editar código-fonte]

Em 1978, o JEC começava uma façanha inédita, histórica no estado de Santa Catarina e no Brasil. Para isso acontecer, o Tricolor fez grandes contratações, investindo pesado com as chegadas de Jorge Luis Carneiro, Edu Antunes, Vagner Bacharel, Carlos Alberto entre outros ótimos jogadores que conquistaram naturalmente o catarinense daquele ano. No campeonato seguinte, em 1979, o JEC continuou reforçando o plantel. Lico, que havia jogado no América, agora também vestia o manto tricolor para fazer história. Com ele e o grande elenco em campo, o JEC foi bicampeão.

O Tricampeonato, válido pelo Estadual de 1980, foi finalizado em março de 81. O Tricolor mantinha a base do elenco e agora podia contar com reforços como Zé Carlos Paulista, Ademir, Ladinho, Borrachinha e Reinaldo Antonio Baldesin, ou simplesmente Nardela, que mais tarde viera ser o maior ídolo do clube. Em 1981, o JEC continuava imbatível. Ganhou os dois turnos e foi tetracampeão catarinense. O jogo que deu o título aconteceu na cidade de Brusque, no estádio Augusto Bauer. Vitória tricolor pelo placar de 2 a 0, diante do Carlos Renaux.

No ano de 1982, depois de 50 jogos, o JEC era o primeiro pentacampeão de Santa Catarina, feito inédito e único até hoje. A final foi contra o Criciúma: 1 a 0 em Joinville e empate em 1 a 1 no estádio Heriberto Hulse. No elenco, destaque para Palmito, prata da casa. Em 1983 a saga continuava. Jogando na capital e dependendo apenas de um empate, o JEC fez a festa no Scarpelli ao ficar no 0 a 0 com o Figueirense. No ano seguinte, novamente na cidade de Florianópolis, no mesmo estádio, diante do próprio Figueirense e com o mesmo placar, o JEC deu a volta olímpica e foi aplaudido de pé. Era o Heptacampeonato.

Uma Arrancada Fantástica para o Octacampeonato

No ano de 1985, o JEC atingiu o auge após uma bela participação no Campeonato Brasileiro, chegando em 8º lugar dentre os 44 participantes. No catarinense, obteve uma arrancada fantástica. Na terceira fase da competição, venceu o Marcílio Dias pelo placar de 4 a 0 e foi até a final completando 17 jogos invictos. A decisão ocorreu no estádio Hercílio Luz, agora por uma punição que foi aplicada tardiamente. Com o fato de ter que jogar a final fora de casa, a torcida do Joinville fez história e invadiu a cidade de Itajaí. Jogando um futebol convincente, bateu o Avaí por dois tentos a zero, com João Carlos Maringá abrindo o placar aos 45 segundos de jogo, e Paulo Egídio marcando o segundo gol no apagar das luzes, aos 45 minutos do segundo tempo. O Joinville era Octacampeão Estadual, uma supremacia que poucos clubes conseguiram conquistar.

Dez anos depois da fusão entre os dois clubes, o Joinville já havia acumulado tantos títulos quanto América, Caxias e Operário (todos clubes de Joinville) em 65 anos de história.

No catarinense de 1986 o Tricolor não chegou a final do Catarinense, mas a 10º conquista foi adiada para o ano seguinte, quando venceu o Criciúma por 2 a 0 no sul do estado, em partida que coroou o trabalho do maior ídolo tricolor, Nardela, sete vezes campeão Catarinense vestindo a camisa do JEC. Neste dia, o meia, mesmo machucado e tendo que jogar boa parte da partida com a cabeça enfaixada, marcou o segundo tento do Joinville. Agora o JEC era 10 vezes Campeão em 12 anos de história.

Ainda nos anos 1980, o Joinville foi vice-campeão estadual em 1989 e 1990.

1991-1999 - Década da irregularidade[editar | editar código-fonte]

No começo dos anos 90, diante da dificuldade que assombrava os clubes brasileiros, o JEC traçou uma década sem títulos no profissional. Entretanto, o clube passou por uma processo de profissionalização de outros setores do clube que culminaram no título de campeão Sul-americano em 1992 nas categorias de base. No ano seguinte foi o primeiro clube do Santa Catarina a inaugurar seu Centro de Treinamento.

Em 1996, o Joinville foi vice-campeão do Campeonato Catarinense de forma polêmica. O JEC precisava de 2 gol de diferença no último jogo do returno do Quadrangular final contra a Chapecoense para se sagrar campeão catarinense. O Joinville vencia por 3 a 2 e até que aos 56 minutos do 2º Tempo (o jogo foi paralisado após confusão em campo), após cobrança de escanteio, Luiz Américo cabeceia e o zagueiro da Chapecoense usa a mão para tirar o gol, no rebote o atacante Marcos Paulo toca para o gol, validando o gol. A torcida invadiu o gramado na comemoração até que chega a notícia que o árbitro anulou o gol no vestiário após o termino do jogo.

Com o resultado de 3 a 2, Joinville e Chapecoense voltaram a se enfrentar na Final. No primeiro jogo, vitória de 2 a 0 para o Tricolor. No jogo da volta, mais polêmica: torcedores da Chapecoense explodiram muitos fogos de artifício durante a noite e madrugada inteira do lado Hotel Bertaso, local onde a delegação do Joinville estava hospedada. Revoltado, o mandatário do Joinville, Vilson Florêncio, ordenou que o elenco retornasse para Joinville. A partida foi dada como W.O. mas o Joinville consegue na justiça o direito para joga-lá. Assim, a final foi remarcada para dezembro de 1996, quando o Joinville perdeu a partida e o título para o clube do Oeste Catarinense.

2000-2001 Bicampeonato Estadual[editar | editar código-fonte]

O Joinville chegou ao seu 12˚ título estadual ao vencer as edições de 2000 e 2001 do Campeonato Catarinense, após 13 anos de jejum. A primeira conquista foi em cima do Marcílio Dias, em um jogo eletrizante no Ernestão. Fabinho carimbou o título aos 45 minutos do segundo tempo e fez a torcida soltar o grito que estava engatado na garganta. O choro e os sorrisos se misturavam à emoção do momento.

Em 2001, longe de casa, na cidade de Criciúma, o Tricolor levantou o Bi-campeonato, vencendo novamente por 2 a 0, como em 1987. Desta vez, Perdigão e Marlon anotaram os gols. O goleiro Marcão também foi o grande desta da equipe.

2004-2010 Decadência[editar | editar código-fonte]

Em 2004 o clube iniciou um período turbulento que culminou com o rebaixamento da Série B para a C do Campeonato Brasileiro. Pouco tempo depois, a cidade ganhou a Arena Joinville, onde o Tricolor passou a mandar seus jogos. E o início da caminhada no novo estádio foi árduo. Mesmo com a torcida comparecendo em peso, a equipe não conseguia recuperar o prestígio no cenário nacional. Em 2008 e 2009, chegou a ficar sem calendário.

Em 2010 disputou o Série D após conquistar o título da Copa Santa Catarina de 2009, e terminou desclassificado nas quartas-final pelo América (AM), logo após a derrota, o setor jurídico do clube identificou que o adversário havia utilizado um jogador irregular nas duas partidas disputadas, o Jogador Amaral Capixaba não havia sido inscrito no BID ,e desta vez, o time conseguiu o tão esperado retorno à Série C. No ano de 2009 o Joinville começou o seu projeto de reconstrução, terminando o campeonato em 3º lugar e em 2010 conquistou o vice-campeonato Catarinense.

2011-2013 - Ressurgimento e título nacional[editar | editar código-fonte]

Com o objetivo de resgatar a história vitoriosa do clube, o JEC iniciou um processo de reformulação. O trabalho contínuo de reorganização resultou no título inédito e incontestável da Série C em 2011, gerando a volta do JEC à segunda divisão nacional após oito anos.

No dia 18 de outubro de 2011 o JEC consolidou sua volta para Série B ao ganhar do Brasiliense por 4 a 1, com duas rodadas de antecedência. Seis dias depois, com a derrota do Ipatinga para o Brasiliense por 4 a 1, o Joinville se classificou para a final do campeonato Brasileiro da Série C, com uma rodada de antecedência.

Nesta temporada, o Tricolor realizou a melhor campanha de todas as competição nacionais, obtendo um aproveitamento de 73,8%. Dirigido pelo técnico Arturzinho, o JEC levantou a primeira taça a nível nacional após duas vitórias em cima do CRB. Em Maceió, vitória do Joinville em pleno Estádio Rei Pelé por 3 a 1. E na Arena Joinville, diante de quase 20 mil torcedores, goleada por 4 a 0.

No seu retorno para a Série B, o Joinville acaba o ano em 6º lugar com 60 pontos, 11 pontos atrás do 4º Lugar, o Vitória. O Time chegou a ficar algumas rodadas no G4 do Campeonato, mas após a saída de alguns jogadores perdeu forças e acabou fora.

Em 2013 a posição se repetiu, 6º Lugar com 59 pontos, 1 ponto a menos que o 4º lugar, o Figueirense. Outra vez o JEC esteve algumas rodadas no G4, mas problemas de relacionamento entre os Jogadores levaram o time a patinar na Classificação.

O artilheiro do Joinville nas duas competições foi o atacante Lima, com 17 e 14 gols respectivamente. Foi na Série B 2013 que Lima superou a marca de Nardela de 130 gols, tornando-se o maior artilheiro da História do Joinville Esporte Clube, o atacante ainda chegou aos 140 gols com a camisa do Tricolor antes de sair no final do ano de 2013. Lima foi o pivô de muitas polêmicas e acabou deixando o Joinville. Outros Jogadores de história no Clube, Campeões Brasileiros e com mais de 100 jogos também deixaram o JEC no final de 2013. Ricardinho e Eduardo, rumaram para o Rival Criciúma. Ricardinho já havia sido emprestado no meio da temporada para o sul do Estado.

2014 - Segundo título nacional[editar | editar código-fonte]

O Joinville apresenta o time com o intuito de Renovação. Hemerson Maria, ex-Avaí, é o técnico do JEC em 2014, outras contratações foram feitas. Como a do Zagueiro Bruno Aguiar, o Atacante Jael a do Lateral Esquerdo e agora meia Wellington Saci (que terminou como melhor Jogador do Campeonato Catarinense 2014). O JEC fez um campeonato regular, mas se classificou pro Quadrangular Final apenas na última rodada após goleada no Marcílio Dias em Casa por 4x0. No Quadrangular, a classificação pra final veio com uma rodada de antecedência, mas o clube não conseguiu trazer o jogo final para a sua casa. Isso custou caro, pois o time que terminasse em primeiro o Quadrangular teria vantagem de dois resultados iguais, e foi o que aconteceu. O título Catarinense não veio. Após uma vitória por 2x1 na Arena Joinville sobre o Figueirense (adversário da Final), abriu o marcador logo no primeiro minuto de jogo no jogo de Volta no Orlando Scarpelli. Após cobrança de pênalti e defesa de Ivan, a bola veio em direção a Dudu, que apenas empurrou ao gol. Aos 34, Marcos Assunção lança na área, Ivan faz bonita defesa e, na sobra, Lucio Maranhão marca. No segundo tempo o Joinville foi superior. E descontou aos 11, com um belo gol do lateral Wellington Saci, arriscando de fora da área. O Tricolor persistiu no ataque, mas a bola teimou em não entrar. Final de jogo: Figueirense 2 x 1 JEC. O fim do Jejum não veio, mas o clube mostrou que reviveu para o futebol catarinense e termina com várias premiações. No total, foram seis troféus bola de ouro. Além disso, o JEC teve Ivan como o goleiro menos vazado do campeonato e Wellington Saci como o craque do Estadual.

Até a parada da Copa do Mundo FIFA 2014, o JEC termina o Campeonato Brasileiro de Futebol de 2014 - Série B na 2º Colocação com 20 pontos conquistados.

No dia 04 de Novembro de 2014 o JEC confirmou o retorno a elite do futebol brasileiro com vitória sobre o Sampaio Corrêa com placar de 2 x 1.

No dia 29 de Novembro de 2014 o JEC conquista o título da serie B do Brasileirão, apesar de sair de campo com a derrota para o Oeste o empate do então vice colocado Ponte Preta deu o título ao clube catarinense.

2015 - Campeão Catarinense e volta a série A[editar | editar código-fonte]

No campeonato catarinense o clube não teve um bom início, classificando-se apenas em 6º lugar, logo na próxima fase (Hexagonal) ficou em primeiro lugar, levando a vantagem do empate para os 2 confrontos decisivos contra o Figueirense. Após 2 empates por 0x0 o Joinville sagrou-se Campeão Catarinense de Futebol do ano de 2015. Título este que seria contestado e anulado por julgamentos em várias instâncias.

Após péssimo início do Campeonato Brasileiro, muitas peças foram trocas, alguns jogadores deixaram o clube, outros chegaram. Porém, após muita luta e pouco futebol, o time foi rebaixado para a Série B 2016.

Títulos[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 2014
Campeonato Brasileiro - Série C 1 2011
REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
WikiCup Trophy Gold.png Recopa Sul-Brasileira 1 2009
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
WikiCup Trophy Gold.png Campeonato Catarinense 12 1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1987, 2000, 2001
WikiCup Trophy Gold.png Copa Santa Catarina 4 2009, 2011, 2012 e 2013
Trophy(transp).png Taça Governador do Estado 3 1981, 1982 e 1984
Trophy(transp).png Taça Santa Catarina 1 1980
Trophy(transp).png Campeonato Catarinense - Série B 3 2005, 2006 e 2007
OUTRAS CONQUISTAS
Competição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Torneio Incentivo 1 1976
Trophy(transp).png Torneio Osni Fontan 1 1979
Trophy(transp).png Torneio Seletivo da Série C 2007 1 2006

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Juniores[editar | editar código-fonte]

  • Paraná Taça Maringá de Juniores: 2 vezes 1987/1988.
  • Flags of the Union of South American Nations.gifCampeonato Sul-Americano de Juniores: 1992.
  • Santa Catarina Campeonato Catarinense de Juniores: 6 vezes 1986/1987/1988, 1992, 1997/1998.
  • Bandeira joinville.png Liga Joinvilense de Futebol:1985.

Infantil[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Temporadas do Joinville

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2016
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Santa Catarina Campeonato Catarinense 41 Campeão (12 vezes) 1976 2016
Catarinense - Divisão Especial 3 Campeão (2005, 2006 e 2007) 2005 2007
Brasil Campeonato Brasileiro 12 8º colocado (1985) 1977 2015 1
Série B 20 Campeão (2014) 1982 2016 1 1
Série C 6 Campeão (2011) 1994 2011 1
Série D 1 4ª colocado (2010) 2010 2010 1
Copa do Brasil 7 2ª fase (2013, 2016) 1990 2016
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana 1 2ª fase (2015) 2015 2015

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Brasil Brasil Flags of South American Conmebol Members.gif América do Sul Santa Catarina Santa Catarina
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental Campeonato Catarinense
Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div. Pos.
2007 C 18º 21 12 6 3 3 16 9 A 11º
B [a]
2008 C Não classificado A
2009 D Não classificado A
2010 D 20 12 6 4 2 14 7 A
2011 C 37 16 11 4 1 38 17 A
2012 B 60 38 17 9 12 58 40 A
2013 B 59 38 17 8 13 58 44 2F A
2014 B 70 38 21 7 10 54 33 1F A
2015 A 20º 31 38 7 10 21 26 48 1F CS 2F A
2016 B Em disputa 2F A


Legenda:
     Campeão.
     Vice-campeão.
     Eliminado na semifinal.
     Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro.
     Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
     Classificado à Copa Sul-Americana.
     Rebaixado à divisão inferior.
     Promovido à divisão superior.


Notas

a. ^ Em 2007, o Joinville disputou uma repescagem para garantir sua permanência na Série A do Campeonato Catarinense de 2008 e foi campeão.

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

Ranking atualizado em dezembro de 2015

  • Posição: 27º
  • Pontuação: 5.695 pontos[4]

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol para pontuar todos os clubes do Brasil[5] .

Elenco atual[editar código-fonte]

  • Atualizado em 24 de Julho de 2016.[6]


Goleiros
Jogador
Brasil Aranha
Brasil Jhonatan Prata da casa
Brasil Matheus Albino Prata da casa
Brasil Oliveira
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Danrlei Prata da casa Z
Brasil Fabiano Eller Vindo de Empréstimo Capitão Z
Brasil Ligger Vindo de Empréstimo Z
Brasil Rafael Donato Vindo de Empréstimo Z
Brasil Victor Oliveira Vindo de Empréstimo Z
Brasil Everton Silva LD
Brasil Reginaldo LD
Brasil Robertinho Vindo de Empréstimo Lesionado LD
Brasil Diego LE
Brasil Fernandinho LE
Brasil Héracles Lesionado LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Diones Lesionado V
Brasil Kadu Prata da casa V
Brasil Matheus Bertotto Vindo de Empréstimo V
Brasil Naldo V
Brasil Paulinho Dias Vindo de Empréstimo V
Brasil Tinga V
Brasil Bruno Farias M
Brasil Bruno Ribeiro Vindo de Empréstimo M
Brasil Carlos Alberto M
Brasil Pereira M
Brasil Thomás Vindo de Empréstimo Permanência indefinida M
Atacantes
Jogador
Brasil Cléo Silva
Brasil Dodô
Brasil Erick Luis Vindo de Empréstimo
Brasil Fernando VianaPrata da casa
Brasil Gabriel Vasconcelos Vindo de Empréstimo
Brasil Heliardo Vindo de Empréstimo
Brasil Jael Cscr-featured.png
Brasil Luiz Júnior Prata da casa
Brasil Murilo Vindo de Empréstimo
Brasil William Barbio Vindo de Empréstimo
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Cscr-featured.png: Jogador de destaque no elenco
  • PenalizadoExpulso: Jogador suspenso
  • Lesionado: Jogador lesionado
  • +: Jogador em fase final de recuperação/sem condicionamento físico
  • Vindo de Empréstimo : Emprestado
  • Prata da casa: Prata da casa
  • Permanência indefinida: Permanência indefinida

Comissão Técnica[editar código-fonte]

  • Atualizado em 01 de Julho de 2016.


Comissão técnica
Nome Função
Brasil Lisca Treinador
Brasil Ademir Fesan Auxiliar Técnico
Brasil Fabinho Santos Auxiliar Técnico
Brasil Felipe Celia Preparador físico
Brasil Cassiano Nunes Moreira Preparador físico
Brasil Julio Rondinelli Superintendente de Futebol
Brasil Jussãn Anjolin Lara Analista de Desempenho
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Gilson Sagaz Supervisor
Brasil Giovani Ramirez Fisiologista
Brasil Michel Schumacher Treinador de Goleiros
Brasil Marcos Antônio Ronconi Auxiliar de preparação de goleiros
Brasil Dr. André Vilela Médico
Brasil Edson Pietschmann Fisioterapeuta
Brasil Sérgio Yoshimura Fisioterapeuta
Brasil Thiago Messias Fisioterapeuta
Brasil Luana Martins Nutricionista
Brasil Carlos Lincoln Massagista
Brasil Douglas Mendes Massagista
Brasil Sérgio Roberto Braga Mordomo
Brasil Michel Vieira Mordomo
Brasil Andreia Rocha Ávila Psicóloga


Transferências 2016[editar código-fonte]

  • Atualizado em 24 de Julho de 2016.


Legenda


Ídolos[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua história, contou com jogadores e técnicos de grande expressão nacional, abaixo alguns de seus grandes jogadores e técnicos:

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Centro de Treinamentos[87] [editar | editar código-fonte]

O Joinville Esporte Clube foi o primeiro clube catarinense a construir seu próprio Centro de Treinamento, inaugurado em 1995. Localizado no bairro Morro do Meio, zona oeste da cidade, o terreno onde está instalado o CT foi uma doação do ex-presidente do JEC, Wilson Florêncio.

Inicialmente, o espaço possuía dois campos, pequenos alojamentos e uma arquibancada central. Com o passar dos anos, o gramado foi se desgastando e o time profissional passou a dirigir os trabalhos diários em outros campos da cidade. No fim de 2010, sob a gestão do presidente Márcio Vogelsanger, o segundo campo entrou em processo de reformulação, com sofisticado sistema de drenagem e um tipo de grama mais adequado para a prática do futebol. Assim, o Tricolor concentrou seus treinos exclusivamente no CT, melhorando a rotina de trabalho dos atletas do JEC, que, com o excelente planejamento da diretoria, entrou rapidamente em ascensão.

Em 2011, após uma série de tentativas, o Joinville finalmente conseguiu a liberação de recursos do Fundesporte para ampliação do Centro de Treinamento. Com R$ 1,2 milhão, a diretoria construiu um novo prédio, contendo academia, sala de fisioterapia, departamento médico, refeitório com 60 lugares, cozinha, salas para diretores, 26 suítes, auditório, sala de TV e sala de jogos. Com o novo ambiente, o clube reestruturou suas categorias de base, criando um projeto consistente de formação de atletas. A equipe principal também passou a aproveitar o espaço para concentrações em dias de treinos em período integral e vésperas de partidas. No fim de de 2013, o primeiro campo foi reformulado e a ideia da diretoria é construir o terceiro em breve.

Arena Joinville - A casa do JEC[88] [editar | editar código-fonte]

Torcida tricolor presente na Arena Joinville.

Em 2004, observando a necessidade de um espaço mais moderno para atender a grande torcida tricolor, a Prefeitura Municipal de Joinville entregou a Arena, com capacidade inicial para 15 mil espectadores.

A partida inaugural aconteceu no dia 25 de setembro de 2004, entre Joinville e Seleção Masters. Depois, em meados de 2007, o estádio passou por obras, tendo sua capacidade expandida para 22.400 torcedores.

Na final da Série C do Brasileiro 2011, na goleada do JEC por 4 a 0 sobre o CRB, a Arena obteve seu recorde de público.

Dados Oficiais Arena Joinville
Gramado Gramado natural (105x70m)
Capacidade 22.675 pessoas
Data Inauguração 25 de setembro de 2004
Público Recorde 19.637 pessoas[89]
Partida com Maior Público Joinville 4 x 0 CRB
Local Rua Inácio Bastos - Joinville/SC

Torcidas Organizadas[editar | editar código-fonte]

O Joinville Esporte Clube sempre possuiu ao menos uma torcida organizada presente nas arquibancadas. Foram raros os momentos em que não houvesse algum grupo de torcedores distintos nas arquibancadas dos estádios onde o tricolor joinvilense jogasse.

Antigas Torcidas[editar | editar código-fonte]

Torcidas organizadas como Inferno na Torre e Nação Tricolor marcaram presença em uma época gloriosa do tricolor, mas mesmo assim não conseguiram se manter vivas. Durante aproximadamente 7 anos a torcida Raça Tricolor esteve presente nas arquibancadas do Ernestão, onde depois surgiram a Vício Tricolor seguida pela Inferno Tricolor. A torcida Raça Tricolor mesmo com um longo tempo de existência começou a passar por dificuldades administrativas e necessitava alguma mudança para não perder sua força.

União Tricolor[editar | editar código-fonte]

No ano de 2001 a Raça, a Vício e a Inferno começaram a manter um contato melhor entre suas diretorias, já com um ideal de formar uma grande torcida organizada que nem o tempo pudesse destruir. Nesta época também era almejada uma diretoria forte e consistente que conseguisse construir e manter uma forte estrutura para a futura torcida.

Muitos problemas e obstáculos surgiram para a criação desta nova torcida. Nenhuma das torcidas estava realmente decidida a abandonar seu nome e história. Além disso, as diretorias da Raça e Inferno desentendiam-se com facilidade e muitas vezes brigavam. Mas mesmo com tudo isso a ideia nunca foi abandonada.

Neste mesmo ano de 2001 as três torcidas começaram a experimentar unir forças em alguns jogos em casa e viagens. Até que a final do Campeonato Catarinense uniu as três torcidas em Criciúma, onde fizeram uma festa nunca antes vista pela nação tricolor. Após esse dia, a ideia começava a sair do papel e se tornava realidade.

Em 15 de outubro de 2001 surgiu oficialmente o Grêmio Recreativo Esportivo União Tricolor. O Nome UNIÃO foi aceito pela maioria por representar a história do surgimento da torcida.

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Notas

  1. Os dois clubes já disputaram a final catarinense em 7 oportunidades, o que a torna a mais frequente na história do futebol catarinense, seguida da final Criciúma x Chapecoense, que ocorreu por 5 vezes.

Referências

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