Clube Atlético Metropolitano

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Metropolitano
CA Metropolitano (Blumenau - SC).svg
Nome Clube Atlético Metropolitano
Alcunhas Verdão do Vale, Metrô
Mascote Crocodilo
Fundação 22 de janeiro de 2002 (16 anos)
Estádio Monumental do Sesi
Capacidade 3.624 pessoas
Localização Blumenau,  Santa Catarina,  Brasil
Presidente Valdair Matias
Treinador Marcelo Mabília
Patrocinador Amblumed
Baumgarten
Casas da Água
Cerveja Blumenau
Ecco Bolsas
Joclamar
Naturas
Orsegups
Sicoob
Gráfica 43 SA
Material (d)esportivo Promo Sports
Competição Campeonato Catarinense
Ranking nacional Baixa 113º lugar, 518 pontos
Website http://www.cametropolitano.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O Clube Atlético Metropolitano é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade de Blumenau, estado de Santa Catarina. Fundado em 22 de janeiro de 2002. As suas cores oficiais são verde e branco.

História[editar | editar código-fonte]

O Clube Atlético Metropolitano nasceu em 22 de janeiro de 2002, a partir da união de pessoas e ideias, com o fim de resgatar o futebol blumenauense, afastado das principais competições oficiais desde 1998. Em seu nome, por sugestão do empresário Altair Carlos Pimpão, fez uma referência à Região Metropolitana de Blumenau. O presidente eleito para o primeiro biênio é Alfonso Santos Rogério.

De seu embrião, gerado após sucessivos encontros entre pessoas ligadas a clubes amadores e empresários locais, surgiram os planos para seleção de atletas. Paralelamente, foram lançados em abril do mesmo ano o escudo, o uniforme e as cores verde e branca. Durante todo o primeiro semestre foram recrutados jogadores da região para a formação de seu elenco, que estrearia em agosto na sua primeira competição oficial, o Campeonato Catarinense da 2ª Divisão.

Em 04 de agosto, diante de um público aproximado de 800 pessoas no estádio do Sesi, o Metropolitano empatava em 0-0 com o Brusque, clube este já consolidado no futebol profissional estadual. O time blumenauense, dirigido pelo treinador Francis, entrou em campo com a seguinte escalação titular: Fabiano; Vando, Zeca, Márcio e Canhoto; Paulo, Luizinho, Ilson, Marquinhos; Polegar e Carioca.

O ano de 2004 inicia com a posse do novo presidente do clube, Robert von der Heyde. O grande objetivo do ano é muito claro, o acesso à elite do futebol catarinense para o ano de 2005. Alcançar esta meta significaria ficar entre os oito primeiros colocados dentre os doze que disputariam o Catarinense da Série A2. Na competição, equipes já tradicionais do futebol estadual, como a Chapecoense, o Marcílio Dias, o Tubarão e o Atlético de Ibirama. Mesmo sabendo das dificuldades financeiras que sempre atravessam os participantes das competições de acesso à 1ª Divisão, o Metropolitano resolve ousar e contrata o experiente e consagrado goleiro Ronaldo Giovanelli, ex-goleiro do Corinthians e da Seleção Brasileira. No entanto, é outra contratação, menos impactante, que acaba revelando o grande primeiro ídolo do clube: o atacante Diego Viana. Diego, gaúcho com passagens por Juventude e Avaí, torna-se o artilheiro da equipe na Série A2, havendo, inclusive, marcado o 100º gol oficial do Metropolitano.

Depois de dois anos de profissionalismo, o Clube Atlético Metropolitano consegue o seu acesso a principal competição estadual de Santa Catarina, após seis anos ausente, Blumenau volta a ter um representante seu na principal competição estadual, pelas mãos do Metropolitano, com apenas dois anos de fundação, o caçula do futebol blumenauense.

O ano de 2007 começa com um grupo de jogadores jovens, com a equipe sob o comando do treinador uruguaio Sérgio Ramirez. A campanha foi abaixo dos anos anteriores. Após um 7º lugar em 2005, 6º lugar em 2006, em 2007 o Metropolitano não vai além da 8ª colocação. A competição acabou ficando marcada pelas trocas de treinadores. Além de Ramirez, comandaram a equipe durante o Catarinense: Cláudio Adão, Gérson Andreotti e Lio Evaristo. Foi com este último, o paranaense Lio Evaristo, que o time parece ter encontrado um melhor padrão de jogo.

Convidado a disputar na Áustria o Torneio Internacional Centenário do FC Lustenau, o Metropolitano, que até então nunca havia disputado um jogo oficial fora de Santa Catarina, de repente se vê em gramados internacionais. Assim, em 15 de junho o Metropolitano estreia na competição enfrentando justamente os anfitriões, a equipe austríaca do FC Lustenau 07. O Verdão blumenauense se mostra um visitante indigesto e bate os donos da casa, em sua própria cidade e país, por 2-0 com gols de Eric e Flávio Guilherme. Conquistada a vaga na final, coube ao Metropolitano encarar o Fussballclub St. Gallen 1879, 5º lugar no Campeonato Suíço da 1ª Divisão daquele ano. Como o adversário também era alviverde, coube aos blumenauenses jogarem com o uniforme reserva, o vermelho e branco, as cores da bandeira de Blumenau. Com um futebol envolvente, o Metropolitano não deu chances ao St. Gallen e conquistou o título vencendo, e convencendo, por 4-2 com gols de Eric (2), Flávio Guilherme e Leandrinho. A escalação titular de Lio Evaristo para a final foi: Cristiano; Arlan, Rafael, Cris e Márcio Silveira; Viton, Fabrício, Eric e Cairo; Flávio Guilherme e Leandro. Os torcedores em Blumenau, que acompanharam o jogo via internet, festejaram muito, saindo em carreata pela cidade. O Metropolitano chegava ao seu primeiro título profissional, e internacional, o que é um privilégio para poucos. Na chegada em Blumenau, outra festa em frente à Prefeitura.

No Campeonato Catarinense de 2008, o Metropolitano acabou ficando a 4ª colocação na classificação geral, garantindo assim a vaga para o Campeonato Brasileiro da Série C. No seu grupo também estavam o Brasil de Pelotas (RS), o Caxias (RS) e o J. Malucelli (PR). Infelizmente o metropolitano acabou ficando em último no grupo sendo eliminado na primeira fase.

Buscando a vaga na Série D, fato que se consumou, o clube investiu pesado e trouxe o primeiro reforço estrangeiro no clube, Mariano Trípodi, ex jogador do Atlético MG e Santos. Além disso, o clube contou com a experiência do reconhecido técnico Roberval Davino. No Campeonato Catarinense de 2010, o Metropolitano ficou na 6ª posição.

Com a saída de Davino, o Metropolitano anunciou a contratação do vitorioso ex-zagueiro Cléber, que fez fama como jogador em grandes clubes como Palmeiras, Figueirense e Cruzeiro, para dar continuidade aos trabalhos visando a Copa Santa Catarina e a Série D do Campeonato Brasileiro. Infelizmente, o trabalho não deu os resultados que eram esperados pelo clube e torcida.

Para 2011, o Metropolitano começou o Campeonato Catarinense treinado por Joceli dos Santos. Na segunda rodada do returno, Joceli foi dispensado e Lio Evaristo assumiu o time até o final do Campeonato Catarinense, sendo mantido para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série D. Com a eliminação do Metropolitano desta competição, Lio Evaristo foi dispensado e Cairo Ribeiro, que era seu auxiliar, assumiu o comando técnico.

Com a chegada de 2013, a participação no Catarinense, mais uma vez foi segura. Os resultados na competição asseguraram novamente a participação (quarta consecutiva) na Série D. O destaque individual ficou para o atacante Rafael Costa, que superou a marca dos 28 gols de Richardson na artilharia do clube. Assim, Rafael Costa se tornaria o maior goleador da história do Metropolitano, com 37 gols.

Foi na Série D de 2013 que o Metropolitano sentiu de perto o gostinho de subir para a Série C. Classificado na fase inicial em primeiro lugar do grupo, enfrentou e superou o Santo André (SP) nas oitavas de final. Em seguida, nas quartas, a grande decisão contra o Juventude (RS). Quem passasse pelo confronto, ascenderia à Série C. No Sesi, um jogo tenso que resultou em duas expulsões - uma de cada lado. No placar, empate em 2-2. No jogo em Caxias do Sul, todo um misto de sentimentos de apreensão. Fortes chuvas ao longo da semana levaram Blumenau a sofrer uma enchente no final de semana da partida. Muitos torcedores mesmo sem saberem se conseguiriam voltar para suas casas, viajaram para assistir a partida. O jogo, como esperado, foi pegado, e por vezes violento. O Metropolitano suportou a pressão adversária e teve a melhor chance da partida, no final, 0-0. Com o 2-2 no Sesi, e placar agregado 2-2, novamente o Metropolitano ficava na igualdade mas era eliminado pelo gol fora de casa.

A Copa Santa Catarina veio como oportunidade de conquistar um título e ao menos amenizar a decepção da Série D. A campanha foi boa e o Metropolitano realmente era a melhor equipe de todas as fases iniciais. No quadrangular final, que contou com a presença do Joinville, o Metropolitano encontraria um adversário mais experiente. De fato, na hora da decisão pesou a camisa do tricolor que fazia boa campanha na Série B do Brasileiro. Coube ao Metropolitano terminar com o vice na Copa Santa Catarina e a vaga garantida, mais uma vez, na Série D de 2014.

Já que 2014 seria ano de Copa do Mundo, algumas mudanças foram feitas no calendário nacional. A Federação Catarinense, por exemplo, não fez a Copa Santa Catarina, e o Catarinense ficou um pouco mais curto. Com a base que quase subiu para a Série C em 2013, o Metropolitano fez uma excelente primeira fase no Estadual, terminando em primeiro lugar. A torcida novamente deu show, desconhecendo distâncias para seguir o time. A confirmação para o quadrangular final veio em Ibirama, numa verdadeira invasão de torcedores. Com a chegada do quadrangular decisivo que apontaria os dois finalistas, a boa fase acabou. O início até que não foi ruim,com empates diante do Joinville, fora de casa, e do Figueirense no Sesi. Mas a coisa desandou no jogo seguinte. Fazendo um jogo de superação, a equipe blumenauense segurava o 0-0 contra o Criciúma no sul do estado, até mesmo ameaçando o gol no contra-ataque. Porém, em um lance que contou com um erro do auxiliar, Paulo Baier, em impedimento, fez 1-0 e decretou a vitória do Tigre. Ali o Metropolitano perdeu a mão. Não se encontrou mais em campo na sequência da competição e terminou o Catarinense, e um honroso quarto lugar, ficando na frente de Avaí e Chapecoense.

Outra vez na Série D, outra vez passando pela primeira fase. Superando o Boavista (RJ), a Penapolense (SP), o Pelotas (RS) e o Londrina (PR), o Metropolitano foi às oitavas enfrentar o Tombense (MG), sensação do campeonato mineiro. Assim como em 2012 diante do Mogi Mirim (SP), no confronto no Sesi o Metropolitano estava coma dupla de zaga titular suspensa, tendo que atuar com seus dois reservas. A falta de entrosamento e a pressão acabam refletindo no sistema defensivo. O placar em 1-1 em Blumenau levou a decisão para Tombos (MG).Em Minas Gerais o time comandado pelo treinador Pingo não consegue segurar o adversário. Derrota por 1-0 e eliminação. Outra vez o sonho do acesso fica adiado. Sem a Copa Santa Catarina no segundo semestre, coube ao clube se organizar para 2015.

Se muitos duvidavam, muitos se surpreenderam. O ano de 2015 foi marcado por um dos menores investimentos históricos do Metropolitano no primeiro semestre, no Campeonato Catarinense, mas também por uma das melhores campanhas históricas do clube de Blumenau. Com uma das menores folhas salariais, a equipe comandada pelo técnico Pingo encerrou a competição na quinta colocação. Nomes como o do atacante Ariel, oriundo do futebol amador, ganharam a chance de colocar o seu nome na história do clube, e o mesmo ocorreu com um velho ídolo, o atacante argentino Mariano Trípodi, que retornou e foi uma das peças importantes no decorrer da campanha. Já no segundo semestre, a equipe não conseguiu repetir o mesmo desempenho. Por sua vez, o time contara com nomes de destaque no cenário nacional, como o atacante Lima e o zagueiro Renato Silva. O acesso ao Campeonato Brasileiro da Série C não foi alcançado, mas o planejamento permanecia focado em se destacar no futebol brasileiro.

O ano de 2017 fica marcado na história do Metropolitano. Pela primeira vez o clube é rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Catarinense, ficando na classificação geral, em 10º colocado. No segundo semestre, o clube participou do Campeonato Brasileiro da série D, enfrentando na primeira fase o São José-RS, o Ituano e o PSTC, ficando na segunda posição garantindo vaga na próxima fase. Na segunda fase, o Metropolitano enfrentou o São Bernardo, onde foi derrotado com um gol nos minutos finais. Com isso, e sem participar da Copa Santa Catarina, o clube fica sem calendário para 2017, aguardando e se preparando para 2018, na qual vai ter um longo caminho para voltar a primeira divisão do Catarinense.[1]

O ano de 2018 começou com o planejamento para o Campeonato Catarinense da Série B daquele ano. Com uma nova diretoria, o verdão tinha como objetivo subir a Série A novamente. O time começou o campeonato de forma tímida, terminando o primeiro turno na quinta colocação. Veio o segundo turno e com o técnico Marcelo Mabília o Metropolitano se encontrou e acabou ficando em segundo lugar no returno garantindo vaga na semifinal da competição. O primeiro jogo da semifinal foi contra o Camboriú em Blumenau, jogo vencido por 2x0. O segundo jogo foi vencido pelo time da casa pelo placar de 2x1 porém insuficiente para tirar a vaga da final e do acesso do Metropolitano. Veio a grande final, o adversário, o bem preparado Marcílio Dias. O primeiro jogo direto do Estádio Monumental do SESI foi um encanto, 3x0 e direito a colocar uma mão na taça. O segundo jogo em Itajaí, não faltou emoção. 2x0 para o time do litoral, porém mesmo com o revés o Metropolitano acabou conquistando o primeiro título oficial de sua história.

Fundadores[editar | editar código-fonte]

Fundadores Metropolitano
Brasil Altair Carlos Pimpão
Brasil Alfonso Santos Rogério
Brasil Ericson Luef
Brasil Haroldo Paz
Brasil Roni Busnardo
Brasil Ocimar Roberto Zimmermann
Brasil Érico Valter Neumitz
Brasil Luís Augusto Bachmann
Brasil Evaristo Martins
Brasil Edi Carlos da Silva Andrade
Brasil Eduardo Márcio Neumitz
Brasil Carlos Roberto Seara Filho
Brasil José Antônio Roncaglio
Brasil Rogério Domingues Schlossmacher
Brasil Romeu Hertel
Brasil Valdecir Roters


Presidentes[editar | editar código-fonte]

Presidentes Metropolitano Gestão
Brasil Alfonso Rogério 2002 - 2003
Brasil Robert Von Heyde 2004 - 2005
Brasil Jaime de Andrade 2006 - 2007
Brasil Edson Pedro da Silva 2008 - 2011
Brasil Erivaldo Caetano Júnior 2012 - 2013
Brasil Marcelo Romeu Georg 2014 - 2015
Brasil Ivan Rodrigo Kuhnen 2016
Brasil Pedro Nascimento 2016 - 2017
Brasil Saulo Raitz 2017 - 2018
Brasil Valdair Matias 2018 -


Títulos[editar | editar código-fonte]

ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Santa Catarina Campeonato Catarinense - Série B 1 2018

Outras conquistas[editar | editar código-fonte]

Flag of Austria.svg Torneio Centenário do FC Lustenau: 2007

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2019

Competições Oficiais

Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última
Santa Catarina Campeonato Catarinense - Série A 14 4º lugar (2008 e 2014) 2005 2019
Campeonato Catarinense - Série B 4 Campeão (2018) 2002 2018
Copa Santa Catarina 7 Vice-Campeão (2009 e 2013) 2008 2018
Brasil Campeonato Brasileiro - Série C 1 56º colocado (2008) 2008 2008
Campeonato Brasileiro - Série D 8 7º colocado (2013) 2010 2017

Campanhas[editar | editar código-fonte]

     Campeão.
     Vice-campeão.
     Rebaixado à divisão inferior.
     Promovido à divisão superior.

Campeonato Catarinense[editar | editar código-fonte]

Série A[editar | editar código-fonte]

Ano 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
Pos. - - - 10º -


Série B[editar | editar código-fonte]

Ano 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
Pos. - - - - - - - - - - - - - -


Copa Santa Catarina[editar | editar código-fonte]

Ano 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
Pos. - - - - - - - - - -


Campeonato Brasileiro[editar | editar código-fonte]

Série C[editar | editar código-fonte]

Ano 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
Pos. - - - - - - 56º - - - - - - - - - - -


Série D[editar | editar código-fonte]

Ano 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
Pos. - - - - - - - - 17º 27º 11º 15º 28º 55º 27º - -


Jogadores notáveis[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
Brasil Ronaldo Giovanelli
Brasil Pizzato
Brasil João Paulo
Brasil Flávio Kretzer
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Togo Cris Z
Brasil Guiné Equatorial Hebert Z
Brasil Diego Giaretta Z
Brasil Rafael Pereira Z
Brasil Amaral Rosa Z
Brasil Neto Z
Brasil Thiago Couto Z
Brasil Elton Z
Brasil Maricá LD
Brasil Rômulo LD
Brasil Guiné Equatorial Portela LD
Brasil Nequinha Cscr-featured.svg LD
Brasil Alessandro Cscr-featured.svg LD
Brasil Santos LE
Brasil Marcelo Cordeiro LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Paulinho Prata da Casa V
Brasil Léo Macaé V
Brasil Alex Albert Cscr-featured.svg V
Brasil Fabinho V
Brasil Andrade V
Brasil Wellington Simião V
Brasil Andrei Prata da Casa V
Brasil Pachola M
Brasil Cascata M
Brasil Richardson Cscr-featured.svg M
Brasil Cairo M
Brasil Eric M
Brasil Cristiano M
Brasil Lopes M
Brasil Juliano Mineiro M
Brasil Diego Torres M
Atacantes
Jogador
Brasil Diego Viana Cscr-featured.svg
Brasil Aldrovani
Brasil Sabiá
Brasil Zulu
Brasil Flávio Guilherme
Brasil Rafael Paty
Brasil Ricardo Lobo
Brasil Alexandre Acerola
Brasil Adriano
Argentina Mariano Trípodi Cscr-featured.svg
Brasil Leandrinho
Brasil Jonatas Belusso
Brasil Guiné Equatorial Nena
Brasil Clodoaldo
Brasil Maurinho
Brasil Leonardo
Brasil Rafael Costa Cscr-featured.svg
Brasil Bruno Rangel
Brasil
Legenda
  • Prata da Casa Prata da Casa
  • Cscr-featured.svg Ídolo

Elenco atual[editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
Brasil Igor Koehler
Brasil Zé Carlos
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Clau Z
Brasil Persuhn Z
Brasil Mike Z
Brasil Paulinho LD
Brasil Dudu LD
Brasil LE
Brasil LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Rhuan V
Brasil Eduardo V
Brasil Zé Vitor V
Brasil Cainan M
Brasil Ruan M
Atacantes
Jogador
Brasil Ari Moura
Brasil Alemão
Brasil Nathan
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Marcelo Mabília T
Legenda
  • Capitão Capitão
  • Cscr-featured.png: Jogador de destaque no elenco
  • Prata da Casa Prata da Casa
  • Lesionado Jogador Lesionado / Contundido
  • Suspenso Jogador Suspenso

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Treinadores Ano
Brasil César Paulista 2005
Brasil Itamar Schulle 2005
Brasil Mauro Ovelha 2006
Brasil Lio Evaristo 2007
Uruguai Sérgio Ramirez 2007
Brasil Gérson Andreotti 2007
Brasil Cláudio Adão 2007
Brasil Emerson Buck 2007
Brasil Lio Evaristo 2008
Brasil César Paulista 2008
Brasil Paulo Porto 2008 - 2009
Brasil Luiz Carlos Barbieri 2009
Brasil Roberval Davino 2009 - 2010
Brasil Cléber 2010
Brasil Mauro Ovelha 2010
Brasil Joceli dos Santos 2010 - 2011
Brasil Lio Evaristo 2011
Brasil César Paulista 2012
Brasil Luiz Carlos Barbieri 2012 - 2013
Brasil Abel Ribeiro 2013 - 2014
Brasil Pingo 2014 - 2015
Brasil Espinosa 2016
Brasil Caco 2016
Brasil César Paulista 2016 - 2017
Brasil Mauro Ovelha 2017
Brasil Isaque Pereira 2017
Brasil Rodrigo Cascca 2018
Brasil Isaque Pereira 2018
Brasil Marcelo Mabília 2018 -


Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniforme - Temporada 2017
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Uniforme - Temporada 2016
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Uniforme - Temporada 2015
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
Uniforme - Temporada 2014
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Uniforme - Temporada 2013
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme

Estádio[editar | editar código-fonte]

O Complexo Esportivo Bernardo Werner, também conhecido como Estádio Monumental do Sesi, abrigou o maior número de partidas da equipe até então, sendo utilizado pelo clube desde sua fundação. As dimensões do gramado são de 106m x 75m. As arquibancadas são cobertas, com cadeiras para 3.624 pessoas e contam com tribunas e cabines para rádio e TV, além de amplo estacionamento. Ao redor do campo, pista de atletismo com 8 raias olímpicas.

Centro de treinamento[editar | editar código-fonte]

O Centro de Treinamento Romeu Georg está localizado na cidade de Blumenau e pertence ao Metropolitano. O CT já possui o prédio que abriga os alojamentos, refeitórios, academia e a parte administrativa construído, além de campos e outras instalações já concluídas.

Estatísticas e recordes[editar | editar código-fonte]

Jogadores com mais partidas disputadas[editar | editar código-fonte]

Jogador Jogos / Ano
1 Brasil (ZA) Elton 165 Jogos (2011 - 2018)
2 Brasil (LD) Nequinha 140 Jogos (2008 - 2012)
3 Brasil (LD) Alex Albert 131 Jogos (2003 - 2005, 2011 - 2012)
4 Brasil (VO) Fabinho 88 Jogos (2008 - 2010)
5 Brasil (GO) João Paulo 78 Jogos (2008 - 2010, 2013)
6 Brasil (ZA) Rafael Perreira 64 Jogos (2007 - 2010)
- Brasil (ZA) Thiago Couto 64 Jogos (2010, 2012 - 2013)
7 Brasil (AT) Rafael Costa 63 Jogos (2011 - 2013)
8 Brasil (MC) Marcelinho 60 Jogos (2003 - 2005)
9 Brasil (VO) Wilson 59 Jogos (2003 - 2005)
10 Argentina (AT) Mariano Trípodi 56 Jogos (2010, 2015, 2017)


Jogadores com mais gols marcados[editar | editar código-fonte]

Jogador Gols / Ano
1 Brasil (AT) Rafael Costa 37 Gols (2011 - 2013)
2 Brasil (MC) Richardson 28 Gols (2005 - 2006)
3 Brasil (AT) Diego Viana 19 Gols (2004 - 2005)
- Argentina (AT) Mariano Trípodi 19 Gols (2010, 2015, 2017)
4 Brasil (AT) Sabiá 17 Gols (2005 , 2017)
5 Brasil (AT) Leandrinho 15 Gols (2008, 2010)
6 Brasil (AT) Jonatas Belusso 14 Gols (2011)
7 Brasil (AT) Juninho Laguna 11 Gols (2005, 2006)
8 Brasil (AT) Ari Moura 10 Gols (2018)
9 Brasil (AT) Alexandre Acerola 10 Gols (2009, 2010)
10 Brasil (MC) Carioca 9 Gols (2002, 2005)
- Brasil (LE) Rafinha 9 Gols (2011, 2012, 2013)
- Brasil (AT) William Paulista 9 Gols (2018)


Técnicos com mais partidas disputadas[editar | editar código-fonte]

Técnico Jogos
1 Brasil César Paulista 101 Jogos
2 Brasil Abel Ribeiro 55 Jogos
3 Brasil José Tadeu Martins 48 Jogos
4 Brasil Mauro Ovelha 46 Jogos
5 Brasil Lio Evaristo 37 Jogos
6 Brasil Marcelo Mabília 25 Jogos
7 Brasil Isaque Pereira 08 Jogos
8 Brasil Rodrigo Cascca 04 Jogos


Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]