Associação Chapecoense de Futebol

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Chapecoense
Modificado Símbolo da Chapecoense.svg
Nome Associação Chapecoense de Futebol
Alcunhas Furacão do Oeste
Verdão do Oeste
Chape
ChapeTerror
Torcedor/Adepto Chapecoense
Mascote Índio
Fundação 10 de maio de 1972 (43 anos)
Estádio Arena Condá
Capacidade 22.830 pessoas[1]
Localização BRA Chapecó COA.svgChapecó ,Santa CatarinaSC, BrasilBrasil
Presidente Brasil Sandro Pallaoro
Treinador Brasil Guto Ferreira
Patrocinador Brasil Caixa
Brasil Aurora
Material esportivo Reino Unido Umbro
Competição Santa Catarina Campeonato Catarinense
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
Santa Catarina SC 2016
Brasil CB 2016
Brasil A 2016
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2016
A disputar
A disputar
A disputar
A definir
Santa Catarina SC 2015
Brasil CB 2015
Brasil A 2015
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2015
3ª colocada
2ª fase
14ª colocada
Quartas-de-final
Santa Catarina SC 2014
Brasil CB 2014
Brasil A 2014
5ª colocada
2ª fase
15ª colocada
Ranking nacional Aumento (6) 24º lugar, 6.336 pontos[2]
Website Associação Chapecoense de Futebol
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Associação Chapecoense de Futebol (cujo acrônimo é ACF) é um clube de futebol brasileiro, sediado na cidade de Chapecó, no estado de Santa Catarina.

Foi fundado em 10 de maio de 1973, com o objetivo de restaurar o futebol na cidade de Chapecó, e em apenas quatro anos de existência conquistou o seu primeiro título estadual, em 1977.

Ao todo, o clube já chegou a nove finais de Campeonatos Catarinense e conquistou quatro títulos estaduais, o último em 2011.

Foi uma vez campeão da Copa Santa Catarina e vice em outras três oportunidades. Foi ainda campeão por duas vezes da Taça Santa Catarina.

No futebol, é considerado como um dos cinco grandes clubes do estado de Santa Catarina, junto com o Avaí, Criciúma, Figueirense e Joinville, clubes esses com os quais mantém forte rivalidade.

Atualmente seu time de futebol disputa a Série A do Campeonato Brasileiro.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação (1973—1976)[editar | editar código-fonte]

«Sempre honrando nosso escudo com sua raça
És alegria nos estádios nunca só
Na imensidão e vastidão de nosso estado
Chapecoense tu és sempre chapecó»


Letra do Hino da Associação Chapecoense de Futebol
Letra: Luiz A. Maier

O clube surgiu em uma época em que o futebol amador em Chapecó estava adormecido. O município não dispunha mais de clubes como o Atlético Clube Chapecó, o Independente Futebol Clube, o Grêmio Esportivo Comercial, o Guairacá Futebol Clube, entre outros. Alguns desportistas estavam decididos a reativar o futebol em Chapecó, fundando um novo clube. Até que no dia 10 de maio de 1973, na loja de confecção de Heitor Pasqualotto, ele, Alvadir Pelisser, Altair Zanella, torcedores do Independente, Lorário Immich, Vicente Delai e torcedores do Atlético Chapecó, resolvem propor a fusão de dois antigos clubes, o Atlético Chapecó e Independente. Assim nasceu a Associação Chapecoense de Futebol.

A ideia da fusão dos antigos clubes da cidade agradou muitos e logo ganhou apoio de empresários da região, empolgados com Chapecó tendo um time que a representasse. Um dos principais deles foi Plínio de Nês, influente político que ofereceu apoio incondicional para erguer o novo clube. Em resumo, a Chapecoense começou a sua história com a ajuda de amantes do futebol de toda a região. O primeiro time foi formado por jogadores da cidade de Chapecó, alguns até exerciam outras profissões além do futebol. O clube começaria suas atividades com uma vitória no primeiro jogo, 1 a 0 sobre o São José. Mas o que não se esperava era que em apenas quatro anos após a fundação já viria um título a nível estadual.

Primeiros títulos (1977—2000)[editar | editar código-fonte]

Em 1977, a Chapecoense venceu o Avaí na final do Campeonato Catarinense por 1 a 0 e comemorou o primeiro título de sua história, conquista que proporcionou que em 1978 e 1979, o time disputasse o Campeonato Brasileiro da Série A, ficando na 51ª e 93ª posições, respectivamente.

A Chapecoense quase conquistou o bicampeonato catarinense em 1978, mas o título ficou com o Joinville, após desistência do Avaí.[3] Esse foi considerado um dos títulos mais polêmicos de Santa Catarina.

Em 1991, o bicampeonato escapou novamente diante do Criciúma, quando a equipe perdeu por 1 a 0 a final no Heriberto Hülse. Em 1995, a Chapecoense novamente chega a final, e no primeiro jogo vence o Criciúma por 4 a 1 no Estádio Regional Índio Condá. O jogo de volta no Estádio Heriberto Hülse foi polêmico e confuso, com a Chapecoense tendo três jogadores expulsos e o Criciúma tendo 2 jogadores expulsos e levando 7 cartões amarelos. No tempo normal, derrota por 1 a 0 e na prorrogação empate em 0 a 0. Como o regulamento não considerava saldo de gol, o Criciúma ficou novamente com o título.

Porém, a Chapecoense conquistou o bicampeonato em 1996, derrotando na grande final o Joinville. Foram 26 jogos, com quinze vitórias, seis empates e somente cinco derrotas. Na final, a Chapecoense perdeu a primeira partida por 2 a 0 em Joinville, no dia 6 de julho. No jogo da volta, o Joinville recusou-se a entrar em campo, alegando falta de segurança. O título só foi definido em 18 de dezembro, quando o Verdão venceu por 1 a 0 no tempo normal, e novamente por 1 a 0 na prorrogação. Aí a Chapecoense começou um período de sua história sem títulos e grandes campanhas.

A crise (2001—2006)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Copa Santa Catarina de 2006

Nos anos posteriores a Chapecoense passou por uma grande crise. O auge foi no Campeonato Catarinense de 2001, quando a equipe ficou na última colocação e teve que disputar uma seletiva no ano seguinte para poder voltar à elite do futebol catarinense. A final da seletiva foi contra o Kindermann, de Caçador. O empate por 1 a 1 no tempo normal e 1 a 1 na prorrogação deram o acesso a Chapecoense.

Em 2003, por causa de dívidas irresgatáveis, a Associação Chapecoense de Futebol passou a chamar-se Associação Chapecoense Kindermann/Mastervet. O clube usou um velho artifício, amparado pela legislação brasileira, de mudança de personalidade jurídica. Preservou-se a identidade do futebol como produto mercadológico. Além disso, o "novo" clube livrou-se das dívidas monstruosas acumuladas ao longo dos anos. A parceria durou só até 2004, mas foi a base para o ressurgimento da Chapecoense no cenário estadual.

Após novos tropeços, em 2005, uma nova direção comandada por diversos empresários do município, assumiu a Chapecoense com o objetivo de reerguer o clube. Em 2006, com Agenor Piccinin no comando técnico, o Verdão conquistou no segundo semestre a Copa Santa Catarina, preparando o time para o ano seguinte.

O tricampeonato estadual e o acesso a Série C (2007—2009)[editar | editar código-fonte]

Torcida da chapecoense no Campeonato Catarinense de 2009.

Em 2007, mesmo novamente desacreditada, a Chapecoense voltou a conquistar o Campeonato Catarinense. Com uma campanha irrepreensível, o time chegou a final contra o Criciúma, vencendo o jogo de ida por 1 a 0 e empatando em 2 a 2 na cidade de Criciúma, levando seu terceiro título estadual.

No ano de 2009, o time disputou o Campeonato Catarinense ficando com o vice-campeonato, perdendo o título para o Avaí. Após o término do Campeonato Catarinense de Futebol a Chapecoense inicia o preparo para a Série D do Campeonato Brasileiro. Com algumas contratações e vendas a Chapecoense chega ao início do campeonato como a favorita do Grupo A9 que contavam com os times de Londrina, Ypiranga e Naviraiense além da própria Chapecoense.

A estréia foi fora de casa contra o Ypiranga em Erechim,RS, o jogo terminou em 0x0. O jogo de estreia em casa foi contra o Londrina, o time venceu por 2x0. Viagem longa para Naviraí,MS e vitória estrondosa por 3x0 e 1° lugar no grupo. A Naviraiense veio a Chapecó e mais uma vez foi derrotada por 3x0 e o jogo nem chegou a terminar pois a Naviraiense teve 4 expulsos e um contundido, como já tinha feito as 3 substituições o jogo terminou aos 25° minutos do 2° tempo. A Chapecoense já estava classificada à 2° fase quando perdeu de 2x1 para o Londrina fora de casa. No último jogo da 1° fase o Ypiranga visita a Chapecoense precisando ganhar para se classificar e a Chapecoense só precisava de um empate para se garantir em 1° no grupo. O jogo foi truncado e debaixo de chuva, mesmo assim a torcida verde e branca compareceu em quase 4.000 pessoas dando um show de alegria para todo o Brasil. O jogo terminou em 4x3 para a Chapecoense dando o 1° lugar ao time e a eliminação ao time de Erechim. A Chapecoense enfrentaria o Corinthians Paranaense na segunda fase.

O time foi para Curitiba e fez o seu dever ganhando do Corinthians Paranaense de 3x0 deixando assim uma folga para o 2° jogo ja em casa. No jogo em casa a Chapecoense somente administrou o 1° resultado e empatou o jogo em 0x0 para se classificar e pegar novamente o Londrina.

Com a classificação assegurada em cima do Londrina, a Chapecoense pegou o Araguaia, tendo que viajar mais de 25 horas, o time venceu por 2x1. No jogo em casa o time perde a invencibilidade pela derrota de 1x0 debaixo de muita chuva, mesmo assim se classificando por causa do gol fora de casa. Na próxima fase ocorre o jogo histórico de Macaé e Chapecoense no Maracanã, que antecedeu o Fla-Flu do 2º turno do Brasileirão 2009 onde o time perdeu pro Macaé de 2x0. No jogo de volta venceu pelo placar de 3x2 mas não se classificou.

Tetracampeonato estadual e acesso a Série B (2010—2012)[editar | editar código-fonte]

Em 2010 o clube foi rebaixado da primeira divisão do campeonato estadual, porém foi mantido na primeira divisão, após o Atlético Hermann Aichinger (Atlético de Ibirama) pedir licenciamento do futebol profissional, ocasionando assim o rebaixamento do time de Ibirama, junto com o Juventus, último colocado da competição. Na Série C daquele ano o time foi classificado para as quartas de final inacreditavelmente. O time era líder, mas perdeu a liderança e terminou a sua participação na competição em 2º, só que ainda havia uma rodada a se realizar e o único resultado que daria a classificação ao time do oeste era o empate entre Caxias e Brasil de Pelotas e o resultado foi 0x0. Nas quartas de final, o time foi eliminado para o Ituiutaba (atual Boa Esporte), empatando por 1x1 em casa e 0x0 fora, sendo que valia o critério de gols fora.

No ano de 2011, com o comando do técnico Mauro Ovelha e com grandes jogadores no time, como Aloísio, Cleverson, Rodolpho, Grolli, entre outros o time desbancou todos os favoritos e conseguiu o seu quarto título estadual, com uma campanha que surpreendeu até o torcedor mais animado. Com o título, a Chapecoense chegou como favorita a conquista da Série C. Na primeira fase conseguiu a primeira colocação no grupo D com alguns altos e baixos na competição, num grupo que ainda contava com o Joinville, Caxias, Santo André e o Brasil de Pelotas. Na segunda fase o time teve uma péssima campanha terminando em 3º, perdendo 2 dos 3 jogos que disputou em casa.

No catarinense de 2012, a Chapecoense começou muito bem a competição. Com um elenco reformulado e com o comando do técnico Gilberto Pereira, que veio para substituir o técnico Mauro Ovelha que foi para o Avaí, o verdão venceu as cinco primeiras partidas (Avaí, Brusque, Marcílio Dias, Camboriú e Figueirense), fato que chamou a atenção da imprensa nacional. Porém depois desses resultados começou uma série de sete jogos sem vitória que tirou o time da zona de classificação as semifinais, causando a demissão do técnico Gilberto Pereira e contratação de Itamar Schülle, que estava no EC Novo Hamburgo. Logo no jogo de estreia, o time de Itamar Schulle venceu o Marcílio Dias em casa por 2 a 0 e fez com que o time subisse de rendimento e se classificou em 1º lugar no índice técnico, podendo decidir a vaga contra o Avaí em casa, nas semifinais. No primeiro jogo, o Verdão foi muito bem e na Ressacada, conseguiu até sair vencendo, mas permitiu o empate dos avaianos. No segundo jogo a Chapecoense poderia até empatar que conseguiria se classificar, até saiu vencendo por 1 a 0, mas permitiu a virada do Avaí nos 15 minutos finais. Mesmo assim, a permanência do técnico Itamar Schulle foi confirmada para a Série C.

Ainda em 2012, o time disputou a Copa do Brasil, já que foi campeã catarinense de 2011. Na primeira fase encarou o São Mateus, do Espírito Santo e sofreu para se classificar. No jogo de ida derrota no Espírito Santo por 2 a 1. No jogo de volta, vitória por 3 a 1 e classificação para a segunda fase para enfrentar o Cruzeiro. Na primeira partida, com a Arena Condá lotada, a Chapecoense saiu na frente com gol do zagueiro Souza, mas no segundo tempo, permitiu o empate cruzeirense. Já na volta, o time catarinense estava surpreendendo a todos com um ótimo primeiro tempo, que acabou resultando no gol do zagueiro Fabiano, mas o time deu uma cochilada e o Cruzeiro empatou, empate que mudaria a cara do time mineiro para o segundo tempo, onde virou o jogo para 4 a 1.

O ano de 2012 foi histórico para a Associação Chapecoense de Futebol. Após a boa campanha feita no Campeonato Catarinense terminando na 3ª colocação, começou o Campeonato Brasileiro Série C de 2012 motivada. Em meio a muitos jogos terminou a primeira fase na 3ª colocação do Grupo B. Na segunda fase jogou contra o Luverdense Esporte Clube, sediado na cidade de Lucas do Rio Verde. O primeiro jogo foi em Chapecó, e com o apoio da torcida a Chapecoense venceu por 3x0 e encaminhou sua classificação para a Série B 2013. A segunda partida em Lucas do Rio Verde foi um jogo muito tenso, e com um pênalti no final da partida a equipe do Luverdense que consegue ganhar a partida por 1x0. Porém foi pouco, e a classificação para a semifinal e o acesso ao Campeonato Brasileiro da Série B de 2013 ficou com a Chapecoense. Houve muita festa em Chapecó por poder considerar a equipe uma das 40 melhores do Brasil.

Acesso a Série A (2013)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Série B de 2013

Ao completar 40 anos de existência, a Chapecoense volta depois de 35 anos a disputar a Série A do Campeonato Brasileiro em 2014. No começo do Campeonato Brasileiro da Série B ninguém apostava que a Chapecoense estivesse entre as quatro equipes promovidas à Série A. As coisas mudaram com uma campanha quase perfeita após oito rodadas, com um aproveitamento de 83,3%, e a liderança do campeonato. Isso animou o time a mudar de planos. Ficar na Série B já não era suficiente. Na 28º rodada uma vitória marcante fora de casa sobre o rival local Avaí, diante de mais de 17 mil pessoas no estádio da Ressacada em Florianópolis. Na 36º rodada do campeonato a Chapecoense fez história e conseguiu voltar à Primeira Divisão, depois de empatar com o Bragantino em 1 a 1. A torcida e time da Chapecoense já haviam comemorado o acesso na vitória contra o Paraná, por 1 a 0, na terça-feira. Na quarta-feira também teve festa em Chapecó, na chegada da delegação. Mas ainda faltava a confirmação matemática, que veio no jogo contra o Bragantino. No primeiro tempo, na cobrança de Danilinho, Bruno Rangel subiu mais que todo mundo e cabeceou para a rede, chegando a 31 gols na Série B. No segundo tempo o Bragantino voltou disposto a estragar a festa. Aos oito minutos, Lincon empatou a partida. Numa cobrança de falta Rodrigo Gral não fez gol da vitória por poucos centímetros, pois a bola foi para fora. Mas o resultado era o suficiente para iniciar a comemoração em Chapecó. Com 38 jogos, 20 vitórias, 12 empates e apenas 6 derrotas, a Chapecoense fazia um dos maiores feitos de sua história: o acesso a principal divisão do futebol nacional.[4]

Permanência na Série A e primeira partida internacional (2014—Atualmente)[editar | editar código-fonte]

No ano de 2014, a Chapecoense começa como um dos favoritos para o título catarinense. Depois de 9 jogos, 4 vitórias, 3 empates e 2 derrotas, a Chapecoense não consegue a classificação para o quadrangular final, tendo que disputar o hexagonal do rebaixamento, conforme regras da competição. Foram 10 jogos, 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, a Chapecoense acaba na primeira colocação do hexagonal.

Como a Chapecoense havia sido vice-campeã catarinense no ano anterior, conquistou o direito de disputar a Copa do Brasil de 2014. Na primeira fase, foi até Rio Branco jogar contra o Rio Branco Esporte Clube e ganhou pelo placar de 2-0, eliminado o jogo de volta em Chapecó. Na segunda fase, o time enfrentaria o Ceará. No primeiro jogo em Fortaleza, o time da casa vence por 2-1. Em Chapecó, a Chapecoense não consegue bater o adversário e arranca um empate e, novamente, é eliminada na segunda fase da competição.

Alguns meses depois, finalmente faz a sua reestreia no Campeonato Brasileiro de Futebol. O objetivo principal da equipe era se manter na primeira divisão do futebol nacional, já que era sua primeira participação depois de muitos anos. Após as 38 rodadas com 11 vitórias, 10 empates e 17 derrotas, a Chapecoense conclui seu objetivo, ficando na 15º posição e garantindo presença na Série A de 2015. Uma dessas vitórias, teve muita repercussão na impressa nacional, a goleada da Chapecoense sobre o Internacional por 5-0.

Em 2015, começa o Campeonato Catarinense de 2015 novamente como favorita, e confirma o favoritismo ficando na 1º colocação e classificando-se para o Hexagonal Final. Na segunda fase, acaba ficando na terceira posição e acaba perdendo a vaga na final para o Joinville e o Figueirense.

Como a Chapecoense havia ficado em primeiro lugar na primeira fase do Campeonato Catarinense, teve vaga assegurada na Copa do Brasil de Futebol de 2015. Primeira fase, viaja até o Tocantins e ganha do Interporto por 5-2, eliminado o jogo da volta. Novamente, assim como em 2014, é eliminada na segunda fase nos pênaltis pelo Sport. A eliminação na Copa do Brasil fez com que a Chapecoense garantisse vaga na Copa Sul-Americana de 2015 como melhor colocada no Campeonato Brasileiro do ano anterior.

No Campeonato Brasileiro, a Chapecoense manteve um rendimento parecido com a do ano de 2014. Inclusive, novamente, teve destaque na impressa nacional, a goleada feita frente ao Palmeiras por 5-1.

O ano de 2015, assim como 2013, foi um ano histórico para a Chapecoense. Com a classificação na Copa Sul-Americana, o clube tinha a chance de realizar um dos sonhos da sua torcida: a primeira partida internacional. Na primeira fase, a Chapecoense encarou a Ponte Preta. Em Campinas, empate em 1-1. Já em Chapecó, a Chapecoense faz valer o mando de campo e vence por 3-0, classificando-se para a fase internacional da Copa Sul-Americana e por parte da torcida a tão esperada partida contra um time estrangeiro. Nas Oitavas de final, a Chapecoense enfrentou o Club Libertad do Paraguai, após vitória de 2-1 no agregado, contra o Santiago Wanderers do Chile. Na primeira partida em Assunção, surpreendentemente, a Chapecoense fez uma ótima partida arrancando um empate em 1-1 mesmo com um jogador a menos. O primeiro jogador a marcar internacionalmente pela Chapecoense foi Fernando Camilo Farias. No jogo da volta, com muita festa da torcida em Chapecó, a Chape começa perdendo logo no inicio de jogo, mas se recupera e empata o jogo. Fim de jogo. Disputa nos pênaltis, e o Uruguaio Hernán Rodrigo López, erra o primeiro pênalti. Assim, a Chapecoense chega as Quartas de final contra o River Plate. No dia 21 de outubro de 2015 no Estádio Monumental de Núñez, a Chapecoense faz um jogo histórico e um dos principais da sua história, enfrentando o campeão da Copa Libertadores da América de 2015, Copa Sul-Americana de 2014 e Recopa Sul-Americana de 2015. Com 55 mil torcedores, pressão e forte adversário, a Chapecoense acaba derrotada pelo placar de 3-1. Os gols do River foram marcados por Sánchez aos 19' do primeiro e 41' do segundo tempo e por Pisculichi aos 17' do primeiro tempo. Pela Chape, Maranhão marcou aos 36' do primeiro tempo.[5] Na partida de volta, uma semana depois, a Chape venceu o River por 2 a 1 na Arena Condá. Tendo que ganhar por 2-0 para classificar-se as semifinais, a Chape toma iniciativa e abre o placar, Bruno Rangel aos 20' do primeiro tempo. Com o gol, a Chape parte para cima, cria boas chances, mas é o River quem chega ao gol, Sánchez aos 45' do primeiro tempo. No segundo tempo, a Chapecoense deveria fazer 2 gols para que o jogo fosse para as penalidades. Bruno Rangel, novamente, aos 7' do segundo tempo, faz 2-1 para a Chape. Com forte pressão da Chapecoense e várias jogadas de gol, o River se defendia, até que nos 43' do segundo tempo Tiago Luis cabeceia e manda a bola no travessão. Fim de jogo. Com o placar agregado de 4-3, permitiu que os Millonarios avançassem às semifinais da competição. Após a partida, a torcida aplaudiu os jogadores pelo empenho e pela vitória, apesar da eliminação.[6] Apesar da eliminação da Chapecoense na Copa Sul-Americana, a imprensa nacional e Argentina elogiaram muito a atuação da Chapecoense. Um dos jornais mais famosos da Argentina, o Diário Olé, publicou que a Sorte teria ajudado o time argentino, diante da boa atuação da equipe Catarinense.[7] Já o site GloboEsporte.com publicou que "O futebol nem sempre é merecimento. Pela luta e garra, a Chapecoense poderia ter obtido um resultado melhor contra o River Plate".[8] Este jogo é considerado por boa parte da imprensa e principalmente pela torcida como o principal jogo da história da Chapecoense.

Títulos[editar | editar código-fonte]

ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Brasão de Santa Catarina.svg Campeonato Catarinense 4 1977, 1996, 2007 e 2011
Brasão de Santa Catarina.svg Copa Santa Catarina 1 2006
Brasão de Santa Catarina.svg Taça Santa Catarina 2 1979 e 2014
Brasão de Santa Catarina.svg Taça Plinio Arlindo de Nês 1 1995
Brasão de Santa Catarina.svg Torneio Seletivo 1 2002
OUTROS TÍTULOS
Competição Títulos Temporadas
Brasão do Rio Grande do Sul.svg Torneio Cidade de São Gabriel 1 2005
Coat of arms of Brazil.svgCoat of arms of Paraguay.svg Copa da Paz[9] 1 2005

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Associação Chapecoense de Futebol
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 0 (não possui) 1 (2013) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série C 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2012) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série D 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2009) 0 (não possui)
Santa Catarina Campeonato Catarinense 4 (1977, 1996, 2007, 2011) 5 (1978, 1991, 1995, 2009, 2013) 3 vezes (desde 2001) 0 (desde 2001)

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Temporadas da Chapecoense

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2016
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Santa Catarina Campeonato Catarinense 43 Campeão (4 vezes) 1974 2016 2
Série B do Catarinense 3 3º colocado (2004) 2004 2006 1
Brasil Campeonato Brasileiro 5 14º colocado (2015) 1978 2016
Série B 2 Vice-campeão (2013) 1980 2013 1
Série C 9 3º colocado (2012) 1992 2012 1
Série D 1 3º colocado (2009) 2009 2009 1
Copa do Brasil 6 2ª fase (5 vezes) 2008 2016
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana 1 Quartas-de-final (2015) 2015 2015

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Brasil Brasil Flags of South American Conmebol Members.gif América do Sul Santa Catarina Santa Catarina
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental Campeonato Catarinense
Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div. Pos.
2007 C 55º 4 6 1 1 4 5 10 A
2008 Não classificado 2F A
2009 D 27 14 8 3 3 24 13 A
2010 C 16 10 3 4 3 10 10 2F A [b]
2011 C 21 14 6 3 5 25 19 A
2012 C 33 22 9 6 7 27 14 2F A
2013 B 72 38 20 12 6 60 31 A
2014 A 15º 43 38 11 10 17 39 44 2F A
2015 A 14º 47 38 12 11 15 34 44 2F CS QF A
2016 A A disputar A disputar A Ad



  • A partir de 2013, o critério de classificação para a Copa Sul-Americana depende do desempenho na Copa do Brasil, visto que não há calendário disponível para a disputa de ambas as competições. Assim, só é possível disputar a Copa Sul-Americana caso o time seja eliminado antes da fase de oitavas de final da Copa do Brasil.


Legenda:
     Campeão.
     Vice-campeão.
     Eliminado na semifinal.
     Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro.
     Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
     Classificado à Copa Sul-Americana.
     Rebaixado à divisão inferior.
     Promovido à divisão superior.
Notas

a. ^ Entre 2004 e 2006, os clubes catarinense que não disputavam nem a Série A, nem a Série B do Campeonato Brasileiro, automaticamente disputavam a "Série A2", também conhecida como Série B do Campeonato Catarinense do mesmo ano. Assim, a Chapecoense tem contabilizadas ambas as divisões nos respectivos anos.

b. ^ A Chapecoense, apesar de ter sido rebaixada no Campeonato Catarinense de 2010, herdou a vaga na Divisão Principal de 2011 devido a desistência do Atlético de Ibirama de disputar a competição.[10]

Rankings[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF [11]

  • Posição: 30º
  • Pontuação: 5.150 pontos
  • Região Sul: 8º
  • Estadual: 4º

Ranking Mundial de Clubes da IFFHS [12]

  • Posição: 160º
  • Pontuação: 4.101,50 pontos

O Ranking Mundial de Clubes é um ranking divulgado mensalmente pela IFFHS. Criado em 1991, não possui vínculo com a FIFA e leva em consideração os resultados de todos os clubes nos últimos 365 dias.

Histórico de confrontos[editar | editar código-fonte]

Contra times nacionais[editar | editar código-fonte]

Atualizado em 06 de Dezembro de 2015.[13]

Retrospecto da Chapecoense
Adversário J V E D GP GC SG
Rio Grande do Sul Internacional 6 2 1 3 6 6 0
Rio Grande do Sul Grêmio 6 2 0 4 5 8 -3
Paraná Atlético Paranaense 6 2 3 1 7 3 4
Paraná Coritiba 5 1 1 3 3 7 -4
São Paulo Corinthians 4 0 1 3 6 2 -4
São Paulo Santos 4 1 1 2 3 7 -4
São Paulo São Paulo 4 1 2 1 1 1 0
São Paulo Palmeiras 4 3 1 2 10 7 2
São Paulo Ponte Preta 4 1 2 1 5 4 1
Rio de Janeiro Flamengo 4 1 0 3 2 7 -5
Rio de Janeiro Fluminense 4 4 0 0 10 4 6
Rio de Janeiro Vasco da Gama 2 1 1 0 2 1 1
Rio de Janeiro Botafogo 2 1 0 1 2 1 1
Minas Gerais Cruzeiro 6 1 2 3 6 12 -6
Minas Gerais Atlético Mineiro 6 2 1 3 4 12 -8
Bahia Bahia 2 2 0 0 3 1 2
Bahia Vitória 2 0 1 1 0 1 -1
Pernambuco Sport 8 3 2 3 9 10 -1


Contra times internacionais[editar | editar código-fonte]

Retrospecto da Chapecoense
Adversário J V E D GP GC SG
Paraguai Sportivo Luqueño 1[14] 1 0 0 2 0 2
Paraguai Libertad 2 1* 1 0 2 2 0
Argentina River Plate 2 1 0 1 3 4 -1


  • No tempo normal empate por 1-1, vitória nos pênaltis por 5-4.


Data Local   Placar Adversário Ref.
1 16 de janeiro de 2005 Chapecó, Santa Catarina Chapecoense 2 – 0 Paraguai Sportivo Luqueño [14]
2 24 de setembro de 2015 Assunção, Paraguai Chapecoense 1 – 1 Paraguai Libertad [15]
3 01 de outubro de 2015 Chapecó, Santa Catarina Chapecoense 1 – 1 Paraguai Libertad [16]
4 21 de outubro de 2015 Buenos Aires, Argentina Chapecoense 1 – 3 Argentina River Plate [5]
5 28 de outubro de 2015 Chapecó, Santa Catarina Chapecoense 2 – 1 Argentina River Plate [17]
Legenda:      Vitórias —      Empates —      Derrotas

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Evolução do Escudo da Associação Chapecoense de Futebol
1973-1977 1978-1996 1996-2007 2007-2011 2011- Atualmente
Símbolo Chapecoense sem estrelas.svg Símbolo da Chapecoense sem estrelas.svg Símbolo Chapecoense com duas estrelas.svg Símbolo Chapecoense com três estrelas.svg Modificado Símbolo da Chapecoense.svg

Estádio[editar | editar código-fonte]

Índio Condá[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Índio Condá

O estádio índio Conda foi a primeira casa da Chapecoense. Criado em 1976, teve o nome dado com homenagem a um líder indígena. O estádio tinha capacidade para 15.000 pessoas e teve seu maior público registrado na final do Campeonato Catarinense de 2007 onde 21.621 torcedores assistiram o jogo no estádio.

Nesse estádio, a Chapecoense conquistou a maioria de seus principais títulos de sua história, como três dos quatro campeonatos estaduais e o polêmico título de 1978, onde a Chapecoense foi campeã por um mês e na justiça desportiva perdeu o titulo para o Joinville.

A partir de 2007 foi lançado o planejamento para a construção de um novo estádio, a Arena Condá. Em 2008, parte do estádio foi demolido para a construção da primeira parte da nova arena.

Arena Condá[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Arena Condá

O projeto da Arena Condá iniciou em 2008. Com uma nova concepção, a Arena Condá atende às necessidades da Prefeitura e ao torcedor, que pode assistir confortavelmente aos jogos. O projeto, que custará cerca de R$ 25 milhões, prevê a construção de três pavimentos, num total de 5.383 metros quadrados, e arquibancadas para 21 mil pessoas.

A Ala Sul foi a primeira a ser construída. Inaugurada em fevereiro de 2009, foram investidos R$ 3,5 milhões. Embaixo das arquibancadas foram edificadas 18 salas comerciais. A ampliação, que triplicou o espaço demolido, beneficia os torcedores com mais espaço e comodidade, e a população em geral através da instalação de departamentos da prefeitura como Procon, Secretaria de Habitação, Fundação Municipal do Meio Ambiente e Centro de Educação de Jovens e Adultos. Em maio de 2009 o Estádio Regional Índio Condá passou a ser denominado Arena Condá com a criação da Lei Municipal nº 5.560, de 28 de maio de 2009.

Já em março de 2010 no jogo entre Chapecoense x Atlético Mineiro foi inaugurada a Ala Norte na qual foram investidos R$ 5,6 milhões e onde hoje existe a secretária de saúde, com todas as suas funções pra atendimento á população.

A 3º etapa da Arena Condá, foi inaugurada no mês de abril de 2014. Foram construídas as novas alas Leste e Nordeste do estádio, e o investimento foi de R$ 6,7 milhões do poder do estado. A capacidade da arena, que era de 12,8 mil torcedores, passa a ser de 22 mil pessoas. ato de inauguração foi realizado antes da partida contra Corinthians. Foram cinco meses de trabalho até a obra estar pronta e liberada para receber os torcedores nos novos setores. Ao todo, foram utilizadas 1.580 peças na montagem das arquibancadas. Além dos R$ 6,7 milhões, o governo do Estado investiu R$ 3 milhões, em parceria com a prefeitura, na edificação da ala Norte da Arena Condá. Foram R$ 2 milhões para a construção do setor de arquibancadas e mais R$ 1 milhão destinado para a nova Secretaria Municipal de Saúde, que ocupa os espaços do prédio construído em anexo ao setor.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes de jogo[editar | editar código-fonte]

  • 1º — Camisa verde, calção e meias verdes;
  • 2º — Camisa branca, calção e meias brancas;
  • 3º — Camisa com listras verdes e azuis, calção e meias azuis.
  • 4º — Camisa com listras em tons de verde, calção verde e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme
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4º Uniforme

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme

Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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2

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2014
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1º Uniforme
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2º Uniforme
  • 2013
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme
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4º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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5º Uniforme
  • 2012
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1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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2º Uniforme

Elenco atual[editar código-fonte]

  • Atualizado em 8 de janeiro de 2016.
Legenda
  • Capitão: Capitão
  • PenalizadoExpulso: Jogador suspenso
  • Lesionado: Jogador lesionado
  • Seleção Uruguaia: Jogador a serviço da Seleção Uruguaia


Goleiros
Jogador
Brasil Danilo
Brasil Nivaldo
Brasil Willian Bergamin
Brasil Marcelo Boeck
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Igor Z
Brasil Lucas Scalon Z
Brasil Neto Z
Brasil Rafael Lima Z
Brasil Thiego Z
Brasil Marcelo Z
Brasil Gimenez LD
Brasil João Lucas LE
Brasil Michel LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Gil V
Brasil Josimar V
Brasil Lucas Machado V
Brasil Moisés V
Brasil Cléber Santana M
Brasil Hyoran M
Brasil Anderi M
Brasil Neném M
Atacantes
Jogador
Brasil Bruno Rangel
Brasil Kempes
Brasil Lucas Gomes
Brasil Maranhão
Uruguai Martín Alaníz
Brasil Silvinho
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Guto Ferreira T
Brasil Celso Rodrigues AS

Comissão técnica[editar código-fonte]

  • Atualizado em 5 de Novembro de 2015.
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Guto Ferreira Treinador
Brasil Lucianinho Assistente
Brasil Rogerio Trentin Preparador físico
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Anderson Paixão Preparador físico
Brasil Pezão


Ídolos e jogadores marcantes[editar | editar código-fonte]

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

Jogadores Revelados[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. Debona, Darci (9 de setembro de 2013). "Ampliação da Arena Condá será licitada na próxima semana" Diário Catarinense. Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.
  2. RNC — Ranking Nacional dos Clubes - Temporada 2016 (PDF) (em português) CBF (14 de dezembro de 2015). Visitado em 14 de dezembro de 2015.
  3. Pavan, Lisandro (5 de novembro de 2002). "Santa Catarina State Championship – 1978" (em inglês) RSSSF Brasil. Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.
  4. Debona, Darci (16 de dezembro de 2013). "Chapecoense empata com o Bragantino e carimba o passaporte para a Série A" Diário Catarinense. Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.
  5. a b "Chape sente pressão, zaga vacila, e River Plate abre 3 a 1 na Argentina" Globo Esporte (22 de outubro de 2015). Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2015.
  6. Espíndula, Laion (29 de outubro de 2015). "De pé: Chape vence o River em casa, mas é eliminada da Sul-Americana" Globo Esporte. Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2015.
  7. "Jornal argentino comemora 'sorte' do River Plate contra a Chapecoense" ESPN.com.br (29 de outubro de 2015). Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.
  8. "De pé: Chape é guerreira, vence em casa, mas cai para o River Plate pelo placar agregado" Globo Esporte. Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2015.
  9. http://www1.an.com.br/2005/jan/17/0esp.htm
  10. Siemann, Everton (30 de abril de 2010). "Confirmado: Atlético-Ib desiste da Copa SC deste ano e do Campeonato Catarinense 2011" Diário Catarinense. Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.
  11. "Confederação Brasileira de Futebol – RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2015" Confederação Brasileira de Futebol (8 de dezembro de 2015). Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.
  12. Ley, Robert (12 de janeiro de 2016). "Club World Ranking 2015" (em inglês) IFFHS. Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.
  13. Título não preenchido, favor adicionar.
  14. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas Paz
  15. "Chape abre o placar, fica com um a menos e cede empate ao Libertad no final" Globo Esporte. Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.
  16. "Chape fica com um a menos, vence Libertad nos pênaltis e pega o River na Sul-Americana" Globo Esporte. Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.
  17. "Chapecoense vence River Plate, mas cai na Sul-Americana" Terra (29 de outubro de 2015). Visitado em 24 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2015.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]