Figueirense Futebol Clube
| Nome | Figueirense Futebol Clube | |||
| Alcunhas | Figueira Alvinegro Esquadrão de Aço Furacão do Estreito Gigante do Estreito O Mais Querido Time do Povo | |||
| Torcedor(a)/Adepto(a) | Alvinegro | |||
| Mascote | Furacão | |||
| Principal rival | Avaí | |||
| Fundação | 12 de junho de 1921 (104 anos) | |||
| Estádio | Orlando Scarpelli | |||
| Capacidade | 19.584[1] | |||
| Localização | Florianópolis, Santa Catarina, Brasil | |||
| Presidente | Paulo Prisco Paraíso[2] | |||
| Treinador(a) | Márcio Zanardi[3] | |||
| Material (d)esportivo | Volt Sport | |||
| Competição | Catarinense - Série B Brasileirão - Série C Copa do Brasil Recopa Catarinense | |||
| Ranking nacional | ||||
| Website | figueirense.com | |||
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Figueirense Futebol Clube, conhecido popularmente como Figueira, é um clube de futebol brasileiro da cidade de Florianópolis, Santa Catarina. Fundado em 12 de junho de 1921, na região central de Florianópolis localizada no antigo bairro da Figueira, suas cores são o preto e o branco.[4]
O Furacão do Estreito, como também é conhecido, é um dos clubes mais bem-sucedidos no futebol de Santa Catarina, com 18 títulos do Campeonato Catarinense e o maior número de participações de um clube catarinense no Campeonato Brasileiro da Série A, tendo disputado a competição em 18 oportunidades. É, ainda, o único clube do estado a terminar mais de uma vez entre os 8 primeiros colocados da elite do futebol brasileiro. Além disso, o Figueirense detém o melhor aproveitamento, com 50,9%, e a maior série invicta de um clube de Santa Catarina na Série A, ficando 14 jogos seguidos sem perder, ambos no Campeonato Brasileiro de 2011.[5] Possui também a maior pontuação acumulada por um clube catarinense na história do Campeonato Brasileiro, somando quase o dobro de pontos do segundo colocado.[6] No âmbito estadual, é o maior vencededor e pontuador do Campeonato Catarinense neste século.[7]
Firmou-se nos principais campeonatos de futebol do Brasil no início do Século XXI, período em que se consolidou na disputa da Série A, foi vice-campeão da Copa do Brasil de 2007[8] e revelou uma série de talentos para o futebol brasileiro e mundial, como Filipe Luis, Roberto Firmino, André Santos, Henrique, Felipe Santana entre outros.[9] Nesse período, consolidou a fama de ser um time muito difícil de ser batido em seu estádio[10], vencendo frequentemente clubes de muito maior orçamento no Orlando Scarpelli.[11][12][13]
Tem a maior média histórica de público de um time catarinense em campeonatos nacionais.[14]
É o segundo clube mais antigo de Santa Catarina em atividade, e já na década de 1930, atingiu um dos seus auges, com a conquista de cinco títulos do Campeonato Catarinense.
Tendo sido fundado no centro de Florianópolis, o Figueirense mudou-se para a região continental da cidade no final da década de 1940, estabelecendo-se no maior bairro daquela região, o Estreito, local em que construiu o Estádio Orlando Scarpelli.
Após um longo período sem conquistas estaduais, nas décadas de 1950 e 1960, o Figueirense voltou a se consagrar campeão estadual em 1972 e 1974, época em que teve as suas primeiras participações na elite do Campeonato Brasileiro, sendo também o primeiro clube catarinense a disputar a mais importante competição do Brasil.[15]
O Figueirense é considerado pela imprensa catarinense como um dos cinco grandes clubes do estado, junto com o Criciúma, o Joinville, a Chapecoense e o Avaí, com o qual disputa o Clássico de Florianópolis e possui uma antiga e intensa rivalidade.[16][17][18]
Seu maior ídolo é Fernandes,[19] maior artilheiro da história do clube, com 108 gols, e terceiro jogador que mais atuou pelo time. O meia-atacante possui 403 partidas pelo Figueira, tendo atuado entre os anos de 1999 e 2012.[20] Com o manto alvinegro, obteve 6 títulos do Campeonato Catarinense, dois vice-campenatos da Série B e um vice-campeonato da Copa do Brasil.
Um outro grande ídolo da história recente do Figueirense é o goleiro Wilson, paredão com mais de 373 jogos pelo clube, o quarto jogador com mais atuações. Teve uma trajetória memorável entre os anos de 2007 e 2013, voltando a defender o Alvinegro no ano de 2022, onde permaneceu até se aposentar como atleta, no início de 2024. É o quarto goleiro com mais gols marcados no Brasil.[21] Após encerrar a carreira nos gramados, foi Gerente de Futebol[22] e, posteriormente, Diretor Executivo do clube.[23]
História
Década de 1920 - O início de tudo
A ideia de fundar uma agremiação esportiva, foi atribuída a um jovem esportista chamado Jorge Albino Ramos. O próximo passo foi conseguir a simpatia de amigos. Balbino Felisbino da Silva, Domingos Joaquim Veloso e João Savas Siridakis também assumiram a ideia. O nome Figueirense foi sugerido por Siridakis - esse nome foi defendido pois a maioria das reuniões que tratavam da fundação da futura agremiação ocorria no Bairro da Figueira, situado nas imediações das ruas Conselheiro Mafra, Padre Roma e adjacências, no centro de Florianópolis.[24]
O dia 12 de junho de 1921 foi definido como a data de fundação do Figueirense. Uma residência localizada na rua Padre Roma foi cedida para a reunião de inauguração. Foram escolhidos para compor a primeira diretoria: Presidente - João dos Passos Xavier; Vice-Presidente - Heleodoro Ventura; Primeiro-Secretário - Balbino Felisbino da Silva; Segundo-Secretário - Jorge Felisbino da Silva; Primeiro-Tesoureiro - Jorge Albino Ramos; Segundo-Tesoureiro - Jorge Araújo Figueiredo; Orador - Trajano Margarida; e Guarda-Esporte - Higino Ludovico da Silva. E as cores preto e branco foram a preferência da maioria.[25]
Seguem os nomes de todos os fundadores: Alberto Moritz, Agenor Dutra, Balbino Felisbino da Silva, Bruno José Ventura, Carlos Honório da Silva, Dario Silva, Dilgidio Dutra Filho, Domingos Veloso, Heleodoro Ventura, Higino Ludovico da Silva, João dos Passos Xavier, João Lobo, João Savas Siridakis, João Soares, Joaquim Manoel Fraga, Jorge Albino Ramos, Jorge Araújo Figueiredo, Jorge Silva, Leopoldo Silva, Manoel Noronha, Manuel Xavier, Pedro Francisco Neves, Pedro Xavier, Raymundo Nascimento, Trajano Margarida, Walfrido Silva e Wlisses Carlos Tolentino.[26][27]
Década de 1930
A década de 1930 é lembrada como a melhor década, com o maior número de títulos num espaço de dez anos. O Figueirense tornou-se campeão de todos os campeonatos de que participou em 1932: Torneio Início, Campeão da Cidade de Florianópolis e Campeão Estadual. Alcançou novamente o título máximo da cidade em 1933. Tornou-se mais uma vez campeão citadino e estadual em 1935 e conquistou o seu terceiro campeonato estadual em 1936. Em 1937 e em 1939, obteve os títulos de campeão citadino e estadual.[28]
Um jogador esteve presente em todas as conquistas dos anos 1930: Carlos Moritz, conhecido como Calico. Ele foi o jogador que por mais tempo vestiu a camisa do Figueirense, sendo também recordista de títulos pelo alvinegro e um dos seus principais goleadores.[29]
No jogo decisivo do campeonato estadual de 1939, Figueirense 5 a 3 Pery Ferroviário (Mafra), quatro irmãos atuaram pelo Figueirense. Eram os irmãos Moritz: Calico, Décio, Nery e Sidney.[30]
Década de 1940
A década de 1940 também foi marcante na história do Alvinegro, o clube passou a ser reconhecido também por "Esquadrão de Aço" e "Furacão do Estreito", apelidos estes a serem incorporados futuramente no Hino Oficial do Figueirense.[31]
Em 1941 o clube repetiu o feito de 1932 sagrando-se campeão do Torneio Início, Campeonato da Cidade e Campeonato Estadual. Em 1947, 1948 e 1949 No dia 28 de outubro de 1935, o empresário e desportista Orlando Scarpelli, durante a vigência de seu mandato como presidente do clube, doava oficialmente ao Figueirense a área de terra onde hoje encontra-se construído o Estádio que leva seu nome. Em 1949, começaram os trabalhos da construção da praça de esportes do alvinegro. Em setembro daquele ano, foram lançados títulos patrimoniais com vistas à arrecadação de recursos destinados ao início das obras. Um ano depois, em setembro de 1948, tiveram início as obras de construção do Estádio do Figueirense.[32]
Década de 1950
Nos anos de 1950, o Figueirense conquistou três torneios inícios (1950, 1951 e 1959) e cinco campeonatos da cidade (1950, 1954, 1955, 1958 e 1959), além do vice-campeonato estadual de 1950.[carece de fontes] A falta de conquista de títulos estaduais nesta década está diretamente vinculada à escassez de recursos financeiros. A prioridade era a construção do estádio. Neste período, as obras de implantação da praça de esportes entraram em ritmo acelerado. Em 20 de julho de 1951, o Figueirense venceu seu maior rival, o Avaí por 1 a 0 no jogo que marcou a inauguração do sistema de iluminação do Estádio Adolfo Konder. Bráulio foi o autor do gol que entrou para a história.[33] Também em 1951, o Figueirense tornou-se campeão invicto em uma série de amistosos com clubes paranaenses, o Torneio de Paranaguá.[34]
Década de 1960
A década de 1960 iniciou-se com boas notícias. Em 12 de junho de 1960, no aniversário de trinta e nove anos do clube, acontecia a inauguração parcial do Estádio do Figueirense, com a realização do primeiro jogo: Figueirense 1 a 1 Clube Atlético Catarinense (São José).[35]
Os resquícios de dívidas financeiras de 10 anos de construção do Orlando Scarpelli prejudicaram a performance nos campeonatos da década de 1960. Neste período, o Alvinegro já apostava nas divisões de base, e formava um bom elenco juvenil e o Furacão do Estreito sagrou-se campeão de dois Torneios Início (1961 e 1962) e de um campeonato da cidade (1965). As divisões de base obtiveram excelente performance neste período. [36]
Década de 1970
Em 1970, na administração de José Nilton Szpoganicz, a Figueira foi incorporada ao distintivo do clube. Em 1973, o Figueirense conquistou a vaga para o campeonato nacional de clubes, tornando-se o primeiro clube catarinense a representar Santa Catarina na competição. Em 15 de agosto de 1973, num jogo festivo contra o Vitória, da Bahia, foram entregues as obras de expansão e melhoramentos do Estádio Orlando Scarpelli, capacitando-o a sediar os jogos válidos pelo Campeonato Nacional. Na década de 1970 o Figueirense conquistou dois títulos estaduais (1972 e 1974) e obteve, em 1975, a melhor performance de um clube catarinense em Campeonato Brasileiro naquela década, passando para a segunda fase e terminando a competição em 21º lugar.[37]
Década de 1980
Durante esta década, o Figueira obteve dois vice-campeonatos estaduais (1983 e 1985), tendo conquistado as taças Mané Garrincha (Primeiro Turno do Campeonato Estadual de 1983) e José Leal Meirelles (Segundo Turno do Campeonato Estadual de 1985). Em 1987, disputou o campeonato estadual da Segunda Divisão. Tendo se destacado muito nos anos 80 o atacante Albeneir, ídolo do clube.
Em 1985, o "Furacão do Estreito" disputou a Taça de Prata, e obteve uma das melhores performances dentre as suas participações em campeonatos nacionais, classificando-se para o triangular final, terminando na terceira colocação do certame.
Década de 1990
Após o vice-campeonato de 1993, o Figueirense, sagrou-se campeão catarinense de 1994.
Em 1995, o Figueirense foi campeão da Copa Mercosul em cima do Joinville.
Em 1999, quando o clube já usava o seu novo modelo de gestão, com ênfase à reorganização e modernidade administrativa, o alvinegro, na administração de José Carlos da Silva, que negociou a vinda do meio-campo Fernandes, o craque e ídolo alvinegro, que todos já conhecem pelo seu futebol qualificado e por sua superação na carreira. No mesmo ano, o clube conquistou o seu 10º título do Campeonato Catarinense, fazendo a final contra o seu maior rival, o Avaí.
Em 1999, a Associação Amigos do Figueirense (ASFIG) adquire um terreno destinado a implantação do Centro de Treinamento do Figueirense, localizado no município de Palhoça, a 20 km do Estádio Orlando Scarpelli.
Década de 2000
Em junho de 2000, em meio às comemorações dos 79 anos de fundação do clube, é inaugurada a primeira etapa de obras do Centro de Formação e Treinamento do Cambirela.
Em 2001, o Furacão fez uma bela campanha na Série B do Campeonato Brasileiro e foi Vice-Campeão da competição.
Em 2002, conquistou o seu 11ª título do Campeonato Catarinense e fez sua estreia na Série A, o clube teve uma série de superações durante a competição terminando o campeonato na 17ª posição sob o comando de Muricy Ramalho.
Em 2003, foi bicampeão catarinense. No mesmo ano contratou Cléber Américo da Conceição, carinhosamente chamado de Clebão e o centro-avante Evair.
Em 2004, os meias Fernandes e Sergio Manoel fazem uma bela dupla no estadual e no brasileiro comandados por Dorival Júnior, conquistando o Tri-campeonato Catarinense.
Em 2005, foram colocadas cadeiras em todo o Estádio Orlando Scarpelli, junto com outras reformas e melhorias, que vinham sendo feitas desde a década anterior. Contratou Edmundo, o Animal, uma das maiores contratações da história do clube e de Santa Catarina, também foi nesses dois anos que o clube foi comandado por Adílson Batista.
Em 2006, ganhou o Campeonato Catarinense em uma vitória de 3 a 0 sobre o Joinville, e conquistou a melhor colocação de um clube catarinense na história do Campeonato Brasileiro até então, com a 7ª posição.[38]
Em 2007, o Figueirense chegou até a final da Copa do Brasil, porém perdeu o jogo decisivo no Orlando Scarpelli por 1 a 0 após empatar com o Fluminense no Rio de Janeiro em 1 a 1.[39][40]
Em 2008, o clube venceu de forma invicta o Primeiro Turno do Campeonato Catarinense e no segundo turno fez uma campanha razoável por já estar garantido na final, porém perdeu confrontos diretos importantes que foram decisivos, e não levou o título antecipadamente. Na final enfrentou o Criciúma, vencendo o primeiro jogo por 1 a 0, em casa, dependendo apenas do empate no jogo de volta. Acabou perdendo por 3 a 1 e o jogo foi para a prorrogação, onde o Figueirense venceu por 1 a 0 e sagrou-se campeão do estado de Santa Catarina pela 6ª vez em 9 anos, e pela primeira vez em sua história levantou a Taça no estádio adversário. No final do ano o clube foi rebaixado à Série B do Campeonato Nacional. Neste mesmo ano, o Figueirense foi campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior, em cima do Rio Branco em uma vitória de 2 a 0.[41]
Em 2009, o clube tentou a classificação mas ficou na 6ª colocação da série B do Campeonato Brasileiro.[42]
Década de 2010
Em 2010, o Figueirense ficou com a 3º colocação no Campeonato Estadual. Após derrotar por 4 a 2 o Paraná e sagrar-se vice-campeão do Campeonato Brasileiro da Série B de 2010, o clube logrou retornar à 1ª divisão do futebol nacional.
Em 2011, o Figueirense montou um de seus melhores elencos da história e fez a sua melhor campanha numa Série A de Campeonato Brasileiro sob o comando do técnico Jorginho, ficando em 7º lugar com 58 pontos. E neste ano também teve a revelação do Brasileirão, Wellington Nem.
Em 2012, o clube vivenciou um de seus piores anos, perdendo a final do Campeonato Catarinense para o seu maior rival, o Avaí, e sendo rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro.
Em 2013, o Furacão do Estreito voltou à elite do Campeonato Brasileiro, conquistando a 4º vaga no dia 30 de novembro de 2013 após um empate em 1 a 1 contra o Bragantino em Bragança Paulista, sendo o primeiro clube fora do Clube dos 13, que subiu no ano seguinte em que foi rebaixado.
Em 2014, no dia 13 de abril o Figueirense sagrou-se campeão do Campeonato Catarinense no Estádio Orlando Scarpelli, conquistando o seu 16º título pelo placar de 2 a 1 em cima do Joinville. Nesse mesmo ano foi o melhor entre os 3 times Catarinenses no Campeonato Nacional da Primeira divisão, ficando em 13ª lugar com 47 pontos.
Em 2015, o clube alvinegro teve uma ótima campanha no Campeonato Catarinense terminando com apenas 3 derrotas em todo campeonato e chegando à final da competição. Disputou a final com o Joinville, que obteve o direito de jogar a partida de volta em casa e a vantagem de resultados iguais por ter terminado em 1º lugar no hexagonal final. As duas partidas terminaram empatadas em 0 a 0, dando o título ao Joinville. Porém, devido à escalação de forma irregular do jogador André Krobel na última partida pelo hexagonal final contra o Metropolitano, o clube tricolor foi denunciado e julgado pelo TJD-SC, sendo punido por unanimidade com a perda de 4 pontos, o que daria a vantagem e consequentemente o título ao Figueirense. O Joinville recorreu e perdeu reiteradas vezes, até que o Pleno do STJD recomendou que a Federação Catarinense de Futebol (FCF) homologasse o título ao Figueirense em até 3 dias úteis.[43] Com esse título, o Furacão se tornou o clube mais vezes campeão de Santa Catarina, com um total de 17 conquistas, ultrapassando o seu maior rival Avaí, que também teria 16 títulos.
Ainda em 2015, o Furacão do Estreito conseguiu chegar as quartas de finais da Copa do Brasil, sendo eliminado pela equipe do Santos. Terminou a Serie A do Campeonato Brasileiro em 16ª lugar com 43 pontos.
Em 2016, o Figueirense ficou em 4º lugar no Campeonato Catarinense, estreou o seu time na Primeira Liga de 2016, sendo eliminado na fase de grupos ficando em 6º lugar, na Copa Sul Americana foi eliminado na segunda fase pelo Flamengo, na Copa do Brasil foi eliminado na terceira fase pela Ponte Preta, no Campeonato Brasileiro fez uma campanha irregular terminando em 18º lugar, assim sendo rebaixado a Série B de 2017
Em 8 de agosto de 2017, o Conselho Deliberativo do clube aprovou uma parceria que transforma o Figueirense em um clube-empresa.
Ainda em 2017, o Figueirense foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil, ficou em 8º lugar no Campeonato Catarinense e fez a pior campanha de sua história na Série B do Campeonato Brasileiro, na era dos pontos corridos, ficando em 12º lugar.
Em 2018, no dia 8 de abril, o Figueirense foi campeão do Campeonato Catarinense. Venceu a Chapecoense por 2 a 0 em uma final de jogo único na Arena Condá, em Chapecó. Foi o 18º título estadual do clube.
Também em 2018, o Figueirense pelo segundo ano consecutivo fez a pior campanha de sua história na Série B do Campeonato Brasileiro, na era dos pontos corridos, ficando em 15º colocado, a apenas 3 pontos da zona de rebaixamento.
O ano de 2019 foi bastante conturbado para a equipe alvinegra, vários meses de salários e outros pagamentos atrasados para o elenco profissional, comissão técnica, categorias de base e funcionários em geral e, com isso, resultou em um W.O. numa partida válida pela Série B do campeonato nacional. Essa crise foi noticiada pelo mundo inteiro, onde até o treinador, campeão europeu e mundial, Pep Guardiola citou o Figueirense em uma entrevista dando seu apoio aos jogadores.[44]
Em julho de 2019, o Figueirense obteve a conquista da Recopa Catarinense, competição que é disputada entre os vencedores do Campeonato Catarinense de Futebol e da Copa Santa Catarina.
Ainda em 2019, dia 20 de setembro, o contrato de clube-empresa foi rompido.
No final do ano de 2019, o Figueirense, após estar com uma probabilidade de mais de 90% de rebaixamento e também um w.o., conseguiu se manter na segunda divisão do Campeonato Brasileiro.
Década de 2020
Em 2020, pelo Catarinense, foi classificado para a próxima fase, mas acabou sendo eliminados nas quartas de final após as partidas contra Juventus, ganhando a partida de ida na casa do adversário por 1-2, porém, na partida de volta, em casa, foi goleado por 4-1.
Pela Série B, na penúltima rodada, para sair do rebaixamento, precisa vencer o Juventude e depender de resultados paralelos para a permanência. Porém, acabou sendo rebaixado, por perder para o clube gaúcho em Caxias do Sul, e com o triunfo do Vitória (que também foi rebaixado no ano seguinte e acompanhá-lo em 2022) sobre o Botafogo-SP, sendo assim o primeiro retorno à Série C desde 1999.[45]
Pela Copa do Brasil, passou na 1ª fase ao derrotar o Novorizontino na casa do adversário por 1-2,[46] na 2ª fase conseguiu derrotar o Vitória-ES fora de casa por 0-1,[47] na 3ª fase acabou sendo eliminado depois de ganhar por 1-0 sobre o Fluminense, em casa, mas acabou sendo eliminado pelo tricolor carioca fora de casa por 0-3.[48]
Em 2021, o Alvinegro conquistou a Copa Santa Catarina, e buscando se recuperar financeiramente, com o objetivo de retomar o seu espaço entre as grandes forças do futebol brasileiro, se tornou o primeiro clube do país a buscar e ter homologado o seu pedido de Recuperação Extrajudicial, criando na sequência, já no fim do ano, a sua SAF, sociedade que nasceu com o propósito de gerir as atividades de futebol do time do povo de Santa Catarina[49]
No ano de 2022, já com o seu futebol gerido pela FFC SAF, o alvinegro iniciou o ano dando a volta olímpica na casa do rival, ao derrotar o Avaí por 3×1, conquistando pela segunda vez a Recopa Catarinense. Na Série C do Campeonato Brasileiro, se classifica em terceiro lugar para a segunda fase e deixa escapar o acesso à série B ao empatar a última partida do campeonato contra o já promovido ABC-RN.[50] 2023, o Alvinegro fica em oitavo lugar no Campeonato Catarinense e nas quartas de finais é eliminado pelo Hercilio Luz por 1x0 no agregado. Na Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro, o Figueirense ficou em décimo sexto lugar, sendo que quase foi rebaixado no último jogo contra o Manaus, quando num cruzamento do adversário o goleiro alvinegro Thiago Gonçalves fez a "defesa do século", evitando uma derrota que levaria ao descenso do clube.[51]
Em 2024 no comando de João Burse, o Alvinegro fica em quarto lugar na fase classificatória do Campeonato Catarinense, sendo eliminado nas quartas de final contra o Barra.[52] Pela Série C , o furacão podia ter se classificado mas perdeu os últimos dois jogos decisivos e ficou em décimo primeiro lugar na classificação não conseguindo a vaga.[53] Na Copa Santa Catarina , o alvinegro goleou o Nação por 5 a 1, no Estádio Orlando Scarpelli, mas está eliminado da Copa Santa Catarina.[54] Também foi aprovada a recuperação judicial do clube,[55] mas teve contestação da justiça.[56]
No ano de 2025, o Figueirense apresentou uma campanha relativamente equilibrada. A equipe alternou bons momentos com atuações irregulares, conseguindo vitórias importantes, mas também deixando pontos pelo caminho. Apesar de mostrar competitividade e organização em vários jogos, o time não conseguiu chegar às fases decisivas com força suficiente para disputar o título estadual, encerrando sua participação sem levantar a taça.[57][58]
Já no Campeonato Brasileiro da Série C, o desempenho não foi dos melhores ,o Figueirense entrou na competição com o objetivo claro de brigar pelo acesso à Série B, mas teve muitas dificuldades ao longo da campanha. O time venceu partidas importantes, porém acumulou empates e derrotas em momentos decisivos. Com isso, acabou ficando fora da fase final e terminou o campeonato sem chances de acesso, permanecendo na Série C para o ano seguinte.[59][60]
O grande destaque de 2025 foi a conquista da Copa Santa Catarina. A equipe chegou à final contra o seu rival Joinville, de quem não perdia um jogo há quatro anos, e uma final, há quatro décadas. E o resultado foi o esperado. No jogo de ida, 4 a 1 para o Alvinegro. Na volta, novo triunfo, desta vez por 2 a 1, de virada. Assim, o clube conquistou o título da Copa Santa Catarina, encerrando o ano com um troféu e devolvendo parte da confiança ao torcedor. Além disso, a conquista garantiu ao Figueira uma vaga na Copa do Brasil de 2026.[61][62][63]
No ano de 2026, porém, o time fez uma campanha sofrível no Campeonato Catarinense, com apenas 4 vitórias ao longo das 2 fases da competição. Mesmo entrando com um ponto extra no Quadrangular do Descenso, o Time do Povo acabou sendo rebaixado para a segunda divisão estadual,[64] marcando um dos momentos mais difíceis de sua gloriosa história.
Atualmente, o Conselho Deliberativo encontra-se sob forte pressão da torcida, a fim de que haja mudança substancial e decisiva na direção do clube mais amado do Estado de Santa Catarina. Manifestações recentes em frente ao estádio Orlando Scarpelli e em redes sociais demonstram forte insatisfação da torcida com o Conselho Deliberativo do clube, o qual acusam de frouxidão e letargia no exercício de sua competência estatutária de fiscalizar a Diretoria da Associação e da SAF e exigir destas prestação de contas.[65][66]
Rivalidades
Figueirense vs Avaí
A primeira decisão do grande clássico de Santa Catarina ocorreu em 1924, quando o Figueirense venceu o Avaí por 1 a 0 e sagrou-se campeão do Torneio Início daquele ano.
Figueirense e Avaí decidiram o Campeonato Catarinense em três oportunidades: em 1975, quando o campeão foi o Avaí, em 1999, quando o Figueirense levou o título, e em 2012, quando o time do sul da Ilha foi campeão.
Em 2001, as duas equipes se enfrentaram duas vezes pelo quadrangular final da Série B do Campeonato Brasileiro daquele ano. No jogo de ida, empate em 2 a 2, na Ressacada. No jogo de volta, vitória do Alvinegro por 2 a 0, no Scarpelli. Ao final do quadrangular, o Figueirense terminaria em segundo lugar, conseguindo o acesso à Série A, enquanto o seu rival, em último, amargaria mais alguns anos naquela divisão.
Em 2011, disputaram uma mesma edição da série A do Campeonato Brasileiro em pontos corridos pela primeira vez, com o Figueirense terminando em 7º e o Avaí em 20º, na última colocação.
Em 2013, pela Série B, o Figueirense aplicou uma sonora goleada no Avaí, vencendo o jogo por 4 a 0, em plena Ressacada. O jogo marcou o início de uma arrancada do Alvinegro rumo ao seu retorno à elite do Campeonato Brasileiro, tirando, mais uma vez, uma vaga do rival, que, por ocasião da partida, encontrava-se no G-4.[67]
Em 2015, a dupla de Florianópolis enfrentou-se na segunda fase da Copa do Brasil, com o Figueirense eliminando o rival após vencer o jogo de volta por 2 a 0, no Scarpelli.[68]
O Figueirense possui mais vitórias do que o Avaí tanto no Orlando Scarpelli, onde manda seus jogos, quanto na Ressacada, casa do rival, peculiaridade que chama a atenção no confronto.[69]
Figueirense e Avaí divergem quanto aos números do clássico. Quatro partidas, ocorridas entre os anos de 1920 e 1940, não são reconhecidas pelo Arquivo Histórico do Memorial do Figueirense Futebol Clube, enquanto, pelo histórico avaiano, o são. Aqui, adota-se a contagem do Alvinegro.[70]
| Rival | J | V | E | D | GP | GC |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Avaí | 458 | 162 | 147 | 149 | 576 | 610 |
Figueirense vs Chapecoense
Figueirense e Chapecoense disputaram duas finais na história.[71] A primeira final entre os dois clubes aconteceu no Supercampeonato Catarinense de 1996, disputada entre os campeões do Campeonato Catarinense e da Copa Santa Catarina daquele ano — Chapecoense e Figueirense, respectivamente. O Alvinegro Catarinense sagrou-se campeão, ao derrotar a Chape nos dois jogos: 1 o 0, em Florianópolis; e 4 a 1, em Chapecó.[72]
Após 22 anos, as equipes voltaram a se enfrentar em uma final de campeonato, desta vez pelo Campeonato Catarinense de 2018. As duas associações encontravam-se em momentos distintos de suas histórias. O Figueirense, após anos de domínio sobre o futebol do estado[73], encontrava-se em má fase, disputando o Campeonato Brasileiro da Série B, enquanto a Chapecoense vinha em trajetória ascendente. Contudo, o Figueirense sagrou-se campeão mais uma vez, ao vencer a final em jogo único pelo placar de 2 a 0, tornando-se, à época, o maior vencedor da competição estadual.[74]
| Rival | J | V | E | D | GP | GC |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Chapecoense | 169 | 67 | 53 | 49 | 213 | 180 |
Figueirense vs Criciúma
Figueirense e Criciúma já realizaram quatro finais de Campeonato Catarinense. O time do sul do estado levou a melhor em 1993, mas viu o Figueirense erguer a taça em 1994, 2002 e 2008.[75][76][77]
São os dois clubes catarinenses que mais disputaram edições do Campeonato Brasileiro da Série A (18 participações do Figueira e 13 do Criciúma). Enfrentaram-se na elite em 2003, 2004 e 2014.
| Rival | J | V | E | D | GP | GC |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Criciúma | 189 | 62 | 60 | 68 | 206 | 236 |
Figueirense vs Joinville
Figueirense e Joinville decidiram o Campeonato Catarinense em seis ocasiões. O JEC venceu em 1979, 1983 e 1984, enquanto o Figueira deu o troco em 2006, 2014 e 2015.[78][79][80] Além disso, o Alvinegro venceu o time do norte do estado na final da Copa Santa Catarina de 2025[81], conquistando sua quarta taça na competição.[82]
O Figueirense não perde um jogo para o Joinville há quatro anos[83] e, em finais, conta 42 anos de invencibilidade.[84]
| Rival | J | V | E | D | GP | GC |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Joinville | 90 | 33 | 27 | 30 | 135 | 118 |
Títulos
Competições oficiais
| ESTADUAIS | |||
|---|---|---|---|
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Catarinense | 18 | 1932 | |
| Copa Santa Catarina | 4 | 1990, 1996, 2021 e 2025 | |
| Recopa Catarinense | 2 | 2019 | |
| Taça Santa Catarina | 1 | 1986 | |
| Supercampeonato Catarinense | 1 | 1996 | |
| Torneio Início do Campeonato Catarinense | 1 | 1924 | |
| MUNICIPAIS | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Citadino de Florianópolis | 13 | 1932 | |
| Torneio Início de Florianópolis | 15 | 1921, 1922, 1923, 1924 | |
Competições amistosas
- Internacionais: Torneio Mercosul: 1995

- Regionais: Torneio de Paranaguá: 1951

Campanhas de destaque
| Figueirense Futebol Clube | ||||
|---|---|---|---|---|
| Torneio | Campeão | Vice-campeão | Terceiro colocado | Quarto colocado |
| 18 vezes (último em 2018) | 7 vezes (último em 2012) | 4 vezes (último em 2019) | 2 vezes (2001 e 2016) | |
| Não possui | 2 (2001 e 2010) | 1 (1985) | 1 (2013) | |
| Não possui | Não possui | 1 (1996) | Não possui | |
| Não possui | 1 (2007) | Não possui | Não possui | |
Estatísticas
Participações
| Participações em 2026 |
| Competição | Temporadas | Melhor campanha | Estreia | Última | P |
R | |
| Campeonato Catarinense | 82 | Campeão (18 vezes) | 1924 | 2026 | 2 | ||
| Série B | 2 | Vice-campeão (1987) | 1987 | 2027 | 1 | – | |
| Copa Santa Catarina | 16 | Campeão (4 vezes) | 1990 | 2025 | |||
| Recopa Catarinense | 2 | Campeão (2 vezes) | 2019 | 2022 | |||
| Primeira Liga | 2 | Grupos (2016 e 2017) | 2016 | 2017 | |||
| Campeonato Brasileiro | 18 | 7º colocado (2006 e 2011) | 1973 | 2016 | 3 | ||
| Série B | 12 | Vice-campeão (2001 e 2010) | 1980 | 2020 | 3 | 1 | |
| Série C | 14 | 3º colocado (1996) | 1981 | 2026 | 1 | – | |
| Copa do Brasil | 23 | Vice-campeão (2007) | 1995 | 2026 | |||
| Copa Sul-Americana | 4 | 2ª fase (2012 e 2016) | 2004 | 2016 | |||
Retrospectos
Atualizado em dezembro de 2025.
| Competição | P | J | V | E | D | GP | GC | SG | Melhor colocação | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Copa Sul-Americana | 4 | 8 | 1 | 6 | 1 | 11 | 11 | 0 | 2ª fase | |
| Campeonato Brasileiro | 18 | 557 | 171 | 165 | 221 | 640 | 779 | −139 | 7º lugar | |
| Copa do Brasil | 22 | 85 | 36 | 17 | 32 | 115 | 114 | +1 | Vice-campeão | |
| Campeonato Brasileiro - Série B | 12 | 362 | 135 | 104 | 123 | 490 | 441 | +49 | Vice-campeão | |
| Campeonato Brasileiro - Série C | 13 | 182 | 69 | 53 | 60 | 225 | 204 | +21 | 3º lugar | |
| Primeira Liga | 2 | 6 | 1 | 3 | 2 | 4 | 5 | −1 | Grupos | |
| Copa Sul-Minas | 3 | 27 | 9 | 8 | 10 | 43 | 48 | −5 | Grupos | |
| Copa Sul | 1 | 6 | 1 | 1 | 4 | 6 | 13 | −7 | Grupos | |
| Campeonato Catarinense | 81 | 1.816 | 749 | 554 | 513 | 2.471 | 1.892 | +579 | Campeão | |
| Copa Santa Catarina | 16 | 157 | 79 | 41 | 43 | 229 | 164 | +65 | Campeão | |
| Recopa Catarinense | 2 | 2 | 2 | 0 | 0 | 4 | 1 | +3 | Campeão | |
Em itálico, competições extintas.
Mais partidas
Estatísticas atualizadas em 19 de Agosto de 2022.[85]
| Pos. | Atleta | Jogos | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1º | Pinga | 483 | ||||||||||||
| 2º | Jaime Casagrande | 430 | ||||||||||||
| 3º | Fernandes | 403 | ||||||||||||
| 4º | Wilson | 373 | ||||||||||||
| 5º | Balduíno | 335 | ||||||||||||
| 6º | Peçanha | 304 | ||||||||||||
| 7º | Gilmar Serafim | 259 | ||||||||||||
| 8º | Reginaldo | 236 | ||||||||||||
| 9º | Caco | 236 | ||||||||||||
Maiores artilheiros
Estatísticas atualizadas em 02 de janeiro de 2019.[85]
| Pos. | Atleta | Gols | ||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1º | Fernandes | 168 | ||||||||||||
| 2º | Calico | 94 | ||||||||||||
| 3º | Albeneir | 93 | ||||||||||||
| 4º | Ivo | 66 | ||||||||||||
| 5º | Augusto | 65 | ||||||||||||
| 6º | Aldrovani | 62 | ||||||||||||
| 7º | Marcos | 57 | ||||||||||||
| 8º | Ronaldo | 54 | ||||||||||||
| 9º | Edison | 54 | ||||||||||||
| 10º | Wilson | 53 | ||||||||||||
Torcida
Desde 1973 o Figueirense carrega a alcunha de O mais querido de Santa Catarina. Naquele ano, a revista Placar promoveu o concurso "O Mais Querido", que visava a identificar a maior torcida de cada estado brasileiro. Em Santa Catarina, o Alvinegro do Estreito foi reconhecido como o clube catarinense de maior força popular.[86]
Historicamente, pesquisas de torcida demonstram o Figueirense como o time catarinense mais popular do estado.[87] Pesquisas recentes, que mostram resultados diferentes disso, possuem um ponto em comum normalmente: grande margem de erro, que ultrapassa o próprio tamanho da torcida de cada grande time catarinense. É o caso da última pesquisa realizada pela Atlas Intel.
A reputação de maior torcida de Santa Catarina, que perdura por décadas, consolidou-se também pelo número de torcedores que o clube atraiu aos seus jogos durante os anos 70, 80, 90, 2000 e 2010, trazendo para si a alcunha de o "Trem Pagador" do estado.[88] Mesmo atravessando a maior crise de sua história, o Figueirense não perdeu a primeira colocação catarinense no ranking de clubes com maiores médias de público na história dos campeonatos nacionais do país.[89] Em 2002, sua torcida foi dona da maior taxa de ocupação de um estádio brasileiro, fazendo do Orlando Scarpelli o Caldeirão do Brasil daquele ano.[90]
Em 2026, disputando para não cair para a série B do Campeonato Catarinense, o Furacão seguiu liderando o estado, ao terminar a primeira fase da disputa com uma média de público de 8.424 torcedores, a melhor da competição, superior a de todos os seus rivais atualmente em melhor fase.[91]
A preferência pelo Alvinegro também é percebida nas principais redes sociais, onde o Figueirense possui número consideravelmente maior de seguidores que seus rivais catarinenses.[92][93] Destacam-se nesse seguimento seu perfil no X (antigo Twitter)[94] e no Facebook[95], em que, pesquisa realizada entre a Big Tech e a Rede Globo, demonstrou a preferência do catarinense pelo Gigante do Estreito, principalmente quando comparada ao seu maior rival.
Sócio-torcedores
Disputando atualmente a Série C do Campeonato Brasileiro, o Figueirense, que já teve 15.000[96], conta hoje com cerca de 8.000 sócio-torcedores.[97]
Torcidas atuais
- Alvinegros do Velho Oeste
- Barrigueira
- Bobgueira
- ChoppGueira
- Gaviões Alvinegros (maior torcida organizada de Santa Catarina[98])
- Torcida Elas[99]
- Turma do Figueira
Torcidas extintas
- Barra Alvinegra
- Charanga do Paulinho
- Figuerra
- Jovem Alvinegra
- Os Fanáticos
- Resistência Alvinegra (Barra Brava)
Movimentos
Outras associações
- ASFIG - Associação Amigos do Figueirense
- COFES - Comissão Organizadora de Festas e Eventos no Scarpelli
- ATOF - Associação das Torcidas Organizadas do Figueirense
Jogadores
Elenco atual
Esta seção não cita fontes confiáveis. (agosto de 2021) |
Última atualização: 11 de março de 2026.
| Goleiros | ||
|---|---|---|
| N.º | Jogador | |
| 12 | ||
| 23 | ||
| 52 | ||
| Defensores | ||
|---|---|---|
| N.º | Jogador | Pos. |
| 3 | Z | |
| 4 | Z | |
| 25 | Z | |
| 27 | Z | |
| 33 | Z | |
| 44 | Z | |
| Z | ||
| Z | ||
| Z | ||
| Z | ||
| 2 | LD | |
| 22 | LD | |
| LD | ||
| 6 | LE | |
| 16 | LE | |
| 36 | LE | |
| 66 | LE | |
| Meio-campistas | ||
|---|---|---|
| N.º | Jogador | Pos. |
| 5 | V | |
| 8 | V | |
| 28 | V | |
| 30 | V | |
| 10 | M | |
| 18 | M | |
| 40 | M | |
| 79 | M | |
| 98 | M | |
| M | ||
| M | ||
| M | ||
| M | ||
| Atacantes | ||
|---|---|---|
| N.º | Jogador | |
| 11 | ||
| 17 | ||
| 20 | ||
| 70 | ||
| 88 | ||
| 91 | ||
| 99 | ||
| Comissão técnica | |
|---|---|
| Nome | Pos. |
| T | |
Jogadores notáveis
Jogadores/técnicos notáveis com passagem importante pelo clube
Jogadores da base com passagem notáveis pelo clube
| Jogadores com passagem no Figueirense | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Jogadores | Comissão técnica | ||||||||
| Goleiros
Zagueiros
Laterais |
Volantes
Meias
|
Atacantes
|
Técnicos | ||||||
Jogadores estrangeiros
- Legenda
| Jogadores estrangeiros com passagem no Figueirense | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Jogadores | Comissão técnica | ||||||||
Goleiros
Zagueiros
|
Volantes
Meias
|
Atacantes
|
Treinadores
| ||||||
Jogadores estrangeiros por pais
- Legenda
T: Treinador
B: Jogador de Base
| Pais | Quantidade | Jogadores |
| Argentina | 10 | Agustín Cattaneo, ignacio Canuto, Carlos Martin, Carlos Mazzoni, Frontini,
Gastón Ada, Martín Lucero B, Niell, Juan Nice Rolán T, Agustin Kahl B |
| Uruguai | 6 | Gabriel Edgard, Aguirregaray, Jorge Martines, Loco Abreu, Bruno Fornaroli,
Felix Magno T |
| Colombia | 5 | Nicolás Giraldo B, Larry Ângulo B, Elacio Córdoba, Michael Ortega,
Felix Micolta |
| Chile | 3 | Agustin Volker B, Tomás Quintana B, Roberto Cereceda |
| Equador | 3 | Dylan Angulo B, Ivis Davi B, Mathias Chalá B, |
| Paraguai | 3 | Gatito Fernández, Mario Saldívar, Wilson Pittoni |
| Peru | 2 | Víctor Cedrón, Darío Letona T |
| África do Sul | 1 | Tyroane Sandows |
| Bolivia | 1 | Leandro Gareca B |
| Haiti | 1 | Ganael Gar B |
| Camarões | 1 | Blaise Tsague |
| Coreia do Sul | 1 | Kwon Jun B |
| Espanha | 1 | Romarinho |
| Estados Unidos | 1 | Brandon Ruiz B |
| Italia | 1 | Raffaele Graniti T |
| Venezuela | 1 | Breitner |
Treinadores
Diretoria
SAF[100]
Acessar o Estatuto da Figueirense Futebol Clube SAF
A Figueirense Futebol Clube SAF é uma Sociedade Anônima de Futebol de capital fechado criada em 2021, conforme o art. 1º do seu Estatuto. De acordo com o referido documento, possui como objeto social "a prática desportiva de futebol", e, entre suas atividades, estão "o fomento e o desenvolvimento de atividades relacionadas com a prática do futebol", "a formação de atleta profissional de futebol", "a exploração econômica de ativos, inclusive imobiliários, sobre os quais detenha direitos, realizando a gestão das instalações esportivas detidas" etc (cf. art. 4º caput e alíneas).
Diante disso, percebe-se que, desde 2021, a gestão do futebol do Figueirense Futebol Clube é de responsabilidade da SAF, cujos membros da administração encontram-se listados abaixo. Oportuno mencionar que, desde aquele ano, o Figueirense não apresentou mostras de que sairia da série C do Campeonato Brasileiro e, em 2026, foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Catarinense, em um dos momentos mais baixos da história do clube - senão, com efeito, o mais baixo.
Atualmente, todas as ações da SAF são de propriedade da Associação Figueirense Futebol Clube, de modo que aquela - a SAF - deve submeter-se às deliberações desta - a Associação (ou, em outras palavras, o Figueirense mesmo), consoante o capítulo III do Estatuto. Contudo, não é o que tem acontecido nos últimos anos, conforme explicações do próprio presidente da Conselho Deliberativo da Associação, o Dr. Antônio Fernando Barreto Miranda. [101]
Finalmente, é de fundamental importância registrar que a Figueirense SAF tem a obrigação legal e estatutária de divulgar o balanço geral e as demonstrações contábeis (v. arts. 132 e 133 da Lei nº 6.404/1976 e o capítulo VII do Estatuto). No entanto, a última demonstração contábil data de 2023[102] e o último relatório de gestão, de 2024 (em seis páginas de uma apresentação de slides).[103]
| Cargo | Nome | Instituição |
|---|---|---|
| Presidente do Conselho de Administração | Paulo Sergio Galotti Prisco Paraíso | SAF |
| Vice-Presidente do Conselho de Administração | José Carlos Lages Pereira Pinto | SAF |
| Membro do Conselho de Administração | João Gonçalves Filho | SAF |
| Membro do Conselho de Administração | Gabriel Richter Pires | SAF |
| Membro do Conselho de Administração | Fabiano Lehmkuhl Gerbe | SAF |
| Diretor Executivo | Rafael Areão da Silva Franzoni | SAF |
| Presidente do Conselho Fiscal | Nilson José Goedert | SAF |
| Membro do Conselho Fiscal | Célio Mangrich Júnior | SAF |
| Membro do Conselho Fiscal | Simone Regina de Souza Cechetto | SAF |
| Membro do Conselho Fiscal (suplente) | José Aloízio de Andrade | SAF |
| Membro do Conselho Fiscal (suplente) | João Geraldo Fidélis | SAF |
| Membro do Conselho Fiscal (suplente) | Thiago Buss Coelho | SAF |
Associação[104]
Acessar o Estatuto do Figueirense Futebol Clube (associação)
| Cargo | Nome | Instituição |
|---|---|---|
| Presidente do Conselho de Administração | José Tadeu da Cruz | Associação |
| 1º Vice-Presidente do Conselho de Administração | Fabiano Lehmkuhl Gerber | Associação |
| 2º Vice-Presidente do Conselho de Administração | Gabriel Richter Pires | Associação |
| 3º Vice-Presidente do Conselho de Administração | Antônio Paulo Remor | Associação |
| Secretário Geral do Conselho de Administração | Felipe Passos Boppré | Associação |
| Presidente do Conselho Deliberativo | Antônio Fernando Barreto Miranda | Associação |
| 1º Vice-Presidente do Conselho Deliberativo | Francisco de Assis Filho | Associação |
| 2º Vice-Presidente do Conselho Deliberativo | Rodrigo Meyer Prisco Paraíso | Associação |
| 1º Secretário do Conselho Deliberativo | Songer Gerson Souza da Silva | Associação |
| 2º Secretário do Conselho Deliberativo | Manon Habkost Machad | Associação |
| Presidente do Conselho Fiscal | Alfeu Luz Losso | Associação |
| Membro do Conselho Fiscal | Iran Fernandes Moreira | Associação |
| Membro do Conselho Fiscal | Jaison Sena | Associação |
| Membro do Conselho Fiscal | Luiz Henrique Dutra Guimarães | Associação |
| Membro do Conselho Fiscal | Sérgio Rubens Cidade | Associação |
Escudo
| Escudos do Figueirense[105] | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1921–1930 | 1930–1940 | 1940–1951 | 1951–1974 | 1974–1980 | 1980–1999 | 1999–atualmente | |
Uniforme
Uniformes dos jogadores
- 1º uniforme: Camisa preta com listras brancas, calção e meias pretas;
- 2º uniforme: Camisa branca, calção e meias brancas;
Uniformes dos goleiros
Uniformes anteriores
2017–18
- Jogadores
- Goleiros
2016
- Jogadores
- Goleiros
2015
- Jogadores
- Goleiros
2014
2013
2012
2011
2010
2009
2008
2007
2006
2005
2003–04
Patrocinadores
Estrutura
Estádio Orlando Scarpelli[106]

O Estádio Orlando Scarpelli, próprio do Figueirense Futebol Clube, está localizado no bairro mais populoso e de fácil acesso da região metropolitana de Florianópolis, considerada a capital brasileira com melhor qualidade de vida. Os bairros adjacentes ao estádio, na região continental da capital (Abraão, Bom Abrigo, Capoeiras, Coqueiros, Estreito e Itaguaçu) perfazem sozinhos cerca de 12% da população metropolitana. Somados à população da região central e demais bairros da Ilha de Santa Catarina, asseguram uma população circunvizinha equivalente a 35% da região metropolitana.
O Estádio encontra-se localizado a apenas 1 km do Corpo de Bombeiros, Batalhão da Polícia Militar e do Hospital Florianópolis. Desde 1999 vem sendo constantemente reformado e novas instalações foram agregadas ao patrimônio do Clube. Novos vestiários para as divisões de base, alambrados renovados, implantação de catracas eletrônicas com cartões indutivos de acesso, novos banheiros, reforma dos bares, modernização do sistema de iluminação, novas casamatas, colocação de 20 mil cadeiras numeradas em todos os setores, novo gramado com sistema automatizado de irrigação e drenagem, são algumas das obras efetuadas.
Em 2002, o estádio foi eleito pela Revista Placar como o “Caldeirão do Brasil”, ocasião em que atingiu o maior percentual de ocupação dos estádios brasileiros, com 49%, feito repetido nas últimas temporadas.
Em março de 2007, o Diário Lance, referência em cobertura esportiva no país, formou o ranking dos estádios brasileiros de acordo com o caderno de encargos da FIFA. Na oportunidade o Estádio Orlando Scarpelli foi classificado em 10º lugar entre as 24 praças esportivas visitadas, sendo o terceiro melhor estádio particular na avaliação do jornal.
À frente do Scarpelli, apenas a Arena da Baixada (Atlético Paranaense), Beira-Rio (Internacional) e Morumbi (São Paulo), enquanto o Couto Pereira (Coritiba) ganhou a mesma pontuação. Os demais eram públicos: Engenhão (Rio de Janeiro), Maracanã (Rio de Janeiro), Mineirão (Belo Horizonte), Raulino Oliveira (Volta Redonda), Serra Dourada (Goiânia) e Mangueirão (Belém do Pará).
Em 2008 o mesmo Diário Lance voltou a publicar uma nova avaliação dos estádios brasileiros levando em consideração os anseios do torcedor. Na nova aferição o Estádio Orlando Scarpelli ficou em terceiro lugar com a média de 6,5, perdendo apenas para a Arena da Baixada (6,9) e Engenhão (6,7).
Em 2016 o Scarpelli recebeu mais uma reforma, desta vez com a revitalização das cadeiras e da arquibancada em geral, foi feita também a troca dos alambrados por placas de proteção em vidro, com altura de aproximadamente 1,80m, medida aprovada pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
Centro de Formação e Treinamento (CFT)[107]
O Centro de Formação e Treinamento do Cambirela foi inaugurado em agosto de 2000 e é um dos mais importantes locais de treinamento do Furacão Alvinegro. A área de implantação foi adquirida pela ASFIG (Associação Amigos do Figueirense), e cedida ao Figueirense. Um dos mais estruturados do país, o CFT, localizado ao pé do Morro do Cambirela, está a 20 km do centro de Florianópolis.
Com área de 65.000 m², o CFT do Figueirense é o local onde todas as atividades de treinamentos das mais diversas categorias são realizadas. Além da rotina de trabalho das diferentes categorias, o Centro de Formação e Treinamento do Cambirela também recebe os jogos oficiais das divisões de base, válidos pelas competições municipais e estaduais.
O CT tem uma estrutura com 4 campos oficiais, 1 campo exclusivo para treinamento de goleiros, 1 campo de areia, 3 vestiários, Academia, Rouparia, Centro de Convivência, Sala de Imprensa, Sala de Fisioterapia, Sala de Atendimento Médico e Sala da Comissão Técnica.
Projeto Arena Figueirense
No dia 6 de março de 2012 o Figueirense tornou a público o seu projeto para a nova Arena, que seria construída no local onde está o Estádio Orlando Scarpelli. O trabalho de dois anos para estruturar o projeto foi formalizá-lo junto ao Conselho Deliberativo.
- Sermos os maiores não é uma meta possível, nunca teremos o volume de investimento de um Corinthians, Flamengo e outros time de eixos mais fortes, mas podemos ser os melhores, investir com mais qualidade, com mais objetividade, mais criatividade e melhores resultados que grandes times brasileiros - disse o então diretor executivo do Figueirense, Leonardo Moura.
A nova Arena seria moderna e simples ao mesmo tempo. Ousada ao obedecer na íntegra os padrões FIFA e contida para não extrapolar a capacidade de investimento totalmente privado, sem recorrer a dinheiro público. O projeto foi cuidado para não extrapolar o ambiente já ocupado pelo Scarpelli e a obra previa uso de material encontrado na região. Seriam R$ 300 milhões a serem captados junto à iniciativa privada a partir de agora.
A Allianz Sports assina o empreendimento, que inovaria na região sul por conter, junto à praça multiúso (esportes e shows), um shopping center.
- Seriam áreas independentes nos acessos. Tudo é muito cuidado, mas o complexo seria um só e visaria justamente ao aproveitamento em tempo integral e auto-sustentável, com destaque para a versatilidade do espaço. Seriam 10 tipos de ingressos diferentes, desde o camarote até setores mais populares, e a possibilidade de passar um dia inteiro de lazer junto ao clube - destacou Rodrigo Brilinger, um dos investidores e parceiros do clube.
A ideia seria concluir a prospecção de investidores e começar a construção, que deveria durar dois anos. As arquibancadas do atual Scarpelli seriam remontadas em área que seria doada em São José, tendo como plano B o município de Palhoça.
Programa Jovem Furacão
O Programa Jovem Furacão, que é uma realização do Figueirense, em parceria com a ASFIG, conta com a chancela dos Ministérios da Cultura e Esporte por meio da Lei Rouanet e Lei de Incentivo ao Esporte, respectivamente. O Programa tem como principal objetivo formar além de atletas profissionais, cidadãos que possam desenvolver seus talentos humanos, no esporte e na vida pessoal. O Programa possui uma base pedagógica e cultural que estimula a participação dos jovens em atividades culturais, educacionais e sociais. Além disso, estimula o apoio de seus familiares e é baseado no desenvolvimento contínuo de competências, que abrangem diversas áreas, como ética e cidadania, qualidade de vida, habilidades sociais, gestão de carreira, educação continuada e desenvolvimento cultural.
Categorias de Base
O Figueirense Futebol Clube oferece infraestrutura para os mais de 100 jovens que compõem as suas categorias de base. Um ambiente familiar dividido em dormitórios, refeitório, sala de estudo, biblioteca, área de serviço, lazer e vestiário. Além dessa estrutura, o Programa Jovem Furacão tem projetos aprovados junto ao Ministério do Esporte que visam a melhoria da estrutura de treinamento das suas categorias de base.
Campeão dos principais torneio de base do País. Além de contar com revelações como André Santos, que foi lateral da Seleção Brasileira, Roberto Firmino,[108] centroavante titular da equipe do Liverpool, também foi criado nas ‘canteras’ do Alvinegro, assim como lateral-esquerdo e de seleção Filipe Luís,[109] entre tantos outros. Em fevereiro de 2018, o clube foi congratulado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) com um selo categoria A, de clube formador.[110]
Segundo Murilo Flores, diretor institucional do Figueirense, o clube disponibiliza R$4 milhões para a base. São três categorias administradas: sub15, sub17 e sub20 que somam 100 atletas. Destes, 68 são hospedados no estádio Orlando Scarpelli onde, segundo Murilo Flores, está de acordo com todas as obrigações junto aos órgãos responsáveis. E atual administração quer mais: a direção está em processo de retomada de um projeto antigo que prevê a construção de alojamentos e de um hotel no CFT do Cambirela, em Palhoça.
“Esse volume de recursos e o tratamento que a gente dá, de prioridade na base, levou a ter um certificado de clube formador. A CBF exige instalações adequadas, amparo de saúde e de educação. Esse investimento é importante, principalmente, se levado em conta a proporção que é gasta com o profissional e com a base”, explicou Flores
A partir desse olhar sensibilizado, o dirigente alvinegro falou também sobre a intenção de aprimorar o tratamento nessa fase peculiar da vida humana. A intenção é dar uma espécie de premiação, de valorização das pequenas atitudes. “Por exemplo, o grupo de atletas que tiver o quarto mais organizado, terá direito a um jantar em um restaurante, uma noite no cinema, enfim, são adolescentes, também precisam de mais do que escola e treinamento”, justificou.
Títulos das categorias de base
| INTERNACIONAIS | |||
|---|---|---|---|
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| J-League International Youth Cup | 1 | 2016 | |
| Copa Promissão | 2 | 2008 e 2012 | |
| NACIONAIS | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Copa São Paulo de Futebol Júnior | 1 | 2008 | |
| Copa do Brasil de Futebol Sub-15 | 1 | 2018 | |
| ESTADUAIS | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Catarinense de Futebol Infantil | 11 | 2001, 2002, 2003, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2014 e 2016[111] | |
| Campeonato Catarinense de Futebol Juvenil | 11 | 2000, 2001, 2002, 2004, 2005, 2007, 2008, 2009, 2011, 2013 e 2016 | |
| Campeonato Catarinense de Futebol Júnior | 7 | 1985, 2002, 2006, 2007, 2009, 2012 e 2018 | |
| Copa Santa Catarina de Futebol Sub-20 | 1 | 2016 | |
| Copa Santa Catarina de Futebol Sub-17 | 1 | 2007 | |
| SC Cup Juvenil | 1 | 2007 | |
| Antonio Carlos Cup Sub-17 | 1 | 2015 | |
| Antonio Carlos Cup Sub-13 | 1 | 2015 | |
| Copa ACR de Futebol de Base Sub-13 | 1 | 2018 | |
| MUNICIPAIS | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Citadino Mirim | 1 | 2002 | |
| Campeonato Citadino Infantil | 9 | 2001, 2002, 2003, 2005, 2006, 2009, 2010, 2014 e 2015 | |
| Campeonato Citadino Juvenil | 12 | 1961, 1963, 1969, 1974, 1997, 2000, 2001, 2002, 2004, 2005, 2009 e 2012 | |
Outras modalidades esportivas
Futebol 7 feminino
Em 17 de junho de 2017, foi anunciada uma parceria entre o Figueirense e a equipe Veneno Futebol Clube visando um projeto de médio a longo prazo, e já adiantando o processo de encontro com a solicitação da CBF que a partir de 2019 os clubes irão disputar Campeonatos de Futebol Feminino.
O Projeto inicialmente conta com Futebol 7 pelas competições da Associação Brasileira de Clubes de Futebol 7, e agora com a parceria do Figueirense as atletas iniciarão a transição para o campo, já visando as futuras competições em que o Figueirense Futebol Clube irá disputar.
O projeto de futebol feminino do Veneno Futebol Clube teve início no ano de 2008, inicialmente voltado para a modalidade de Futebol 7, a equipe nesses mais de dez anos de existência conseguiu uma grande evolução dentro do cenário regional e nacional da modalidade. Há cinco anos o projeto conta a parceria do Paula Ramos Esporte Clube.
No ano de 2012, a equipe obteve a conquista do I Campeonato Brasileiro de Futebol 7, disputado no estado de Mato Grosso do Sul, onde na final superou a forte equipe do Grêmio.
Já em 2013, no estado de Minas Gerais, a equipe consegue seu segundo título nacional, dessa vez trazendo para Florianópolis o título da Copa do Brasil de Futebol 7.
Desde então o projeto vem acumulando inúmeros títulos regionais, como o Sul-Brasileiro em 2016. Em Santa Catarina, a Federação Catarinense de Futebol 7 organizou quatro campeonatos estaduais femininos e a Associação Brasileira de Clubes de Futebol 7 organizou somente um, em 2019, dois conquistados como Veneno/Paula Ramos e três como Figueirense/PREC.
Em 27 de agosto de 2017, é conquistado o primeiro título da nova parceria Figueirense/PREC. O Figueirense venceu a equipe do Sem Maldade FC (Joinville) pelo placar de 5 a 0 e garantiu o Campeonato Catarinense de Futebol 7 Feminino, de forma invicta. [112]`
No dia 10 de dezembro de 2017, a equipe do Figueirense/PREC é campeã mundial de forma invicta. Em toda competição, o Figueirense marcou 22 gols e sofreu apenas 8. Na final, o Figueirense enfrentou a equipe do Pingüinos Blancos, do Peru. No tempo normal o placar ficou empatado em 1 a 1, porém no shoot-out (jogadora contra a goleira), o Figueirense venceu por 1 a 0 e levantou o troféu da competição mais importante da categoria.
No dia 10 de dezembro de 2018, o Figueirense/PREC conquista novamente o título mundial da competição. Na estreia, derrotou por W.O a equipe colombiana do Gol F7 que não conseguiu chegar a tempo na cidade de Curitiba-PR. Na segunda rodada, nova vitória, desta vez pelo placar de 6 a 3, sobre o União Ribeirão. Na terceira rodada, goleou por 6 a 1 o Águia Dourada e se colocou na semifinal de forma invicta. Na semifinal, goleada inapelável, por 9 a 0, sobre o Barcelona-PR. Na final, o Figueirense enfrentou a equipe Leonas, do México, e venceu de 6 a 2, e levantou a taça do bicampeonato de maneira invicta.
O ano de 2019 foi um ano com varias conquistas para a equipe. Na temporada a equipe foi campeã da Copa Continente, Campeonato Municipal LICOB, Etapa Sul da Liga Fut7, Copa Sul e, no mês de novembro, Campeonato Catarinense. Porém, a equipe também obteve um marco maior. O Figueirense foi novamente campeão mundial de Futebol 7, em 2019, mantendo sua hegemonia e assim dispondo de uma terceira estrela no escudo.
Campanha do Figueirense/PREC no mundial de 2019
Vitória Empate Derrota
| 21 de setembro 2ª rodada | Integral FC | 0–14 | Figueirense/PREC | Roma, Itália |
|---|---|---|---|---|
| Aninha (3x) Becko (2x) Prá (2x) Getúlio (2x) Renata (2x) Bel Bruna Thuany |
Elenco atual
| Goleiros | ||
|---|---|---|
| N.º | Jogador | |
| 1 | ||
| 12 | ||
| Defensores | ||
|---|---|---|
| N.º | Jogador | Pos. |
| 3 | Z | |
| 4 | Z | |
| 14 | Z | |
| 2 | L | |
| 13 | L | |
| 6 | L | |
| 16 | L | |
| 17 | L | |
| 20 | L | |
| Meio-campistas | ||
|---|---|---|
| N.º | Jogador | Pos. |
| 8 | M | |
| 11 | M | |
| Atacantes | ||
|---|---|---|
| N.º | Jogador | |
| 7 | ||
| 9 | ||
| 10 | ||
| 19 | ||
| Comissão técnica | |
|---|---|
| Nome | Pos. |
| T | |
| AS | |
Títulos
Outras conquistas
Copa Bandeirantes 3x
Arena Bate Bola 2x
Torneio Intermunicipal (Balneário Camboriú)
Campeonato Municipal LICOB 2019
Futebol 7 Masculino
Figueirense/Beira Rio de Futebol 7[113]
A parceria entre Figueirense e a Associação Recreativa e Cultural Beira Rio acontece desde o ano de 2009. Neste período a equipe conquistou três títulos da Floripa Cup, mostrando a força da equipe na modalidade. Com a parceria, passarão também a ter o apoio da assessoria de marketing e de imprensa. O Futebol 7 Society é a categoria de futebol amador que mais cresce no Brasil e o Figueirense/Beira Rio é conhecido como um dos mais tradicionais clubes amadores Catarinenses.
Fundado em 1984 por um grupo de amigos, o Beira Rio pleiteou uma vaga junto à Liga Amadora de São José/SC, no início da década de 90, quando começou o projeto de forma oficial. A partir de 2008, o Beira Rio começou a representar o Figueirense Futebol Clube no Futebol 7, popularmente conhecido como Futebol Society e conquistava pela primeira vez o título da Série A da Floripa Cup, torneio mais importante da categoria na região da Grande Florianópolis e de Santa Catarina.
Em 2012, ganhou seu segundo título da Floripa Cup. Ainda em 2012, o Figueirense/Beira Rio participou de um torneio de Beach Soccer realizado em Florianópolis.
Em 2013, sagrou-se tricampeão da Floripa Cup sobre o seu maior rival, o Avaí.[114]
Por três vezes o Figueirense/Beira Rio disputou a Copa do Brasil de Futebol 7, o torneio reuniu 32 equipes, em 2010 terminou na 8ª colocação e em 2011 na 16ª colocação.
Em 2014, venceu a equipe do Metropolitano/BMH em disputa de shoot out (uma espécie de pênaltis), e sagrou-se Campeão da Liga Metropolitana Borges de Mendonça de Futebol 7.[115]
Em março de 2015, foi campeão de forma invicta da 3º edição da Copa Federação de Futebol 7.[116] No dia 14 de novembro de 2015, conquistou o 4ª título da Copa Floripa de Futebol 7, vencendo o time da AABB Florianópolis por 3 a 1 nos shoot Outs.[117]
Em 2016 o Figueirense foi bicampeão da Copa Federação e vice-campeão do Circuito Brasileiro de FUT7 perdendo a final para Santos.
Títulos
| ESTADUAIS | |||
|---|---|---|---|
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Copa Floripa | 4 | 2008, 2012, 2013 e 2015 | |
| Copa Federação | 2 | 2015 e 2016 | |
| Liga Metropolitana | 1 | 2014 | |
| Liga Borges de Mendonça | 1 | 2014 | |
| Taça do Governador | 1 | 2020 | |
Ver também
Referências
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Ligações externas
Canais oficiais
- «Página oficial»
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