Clube Atlético Paranaense

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Atlético Paranaense
ClubeAtléticoParanaense.png
Nome Clube Atlético Paranaense
Alcunhas Furacão
Rubro-Negro
Torcedor/Adepto Atleticano
Rubro-Negro
Mascote Cartola
Fundação 26 de março de 1924 (93 anos)
Estádio Arena da Baixada
Capacidade 42.372 lugares[1]
Localização Brasão de Armas do Município de Curitiba.png Curitiba, Paraná PR, Brasil Brasil
Presidente Brasil Luiz Sallim Emed[2]
Treinador Brasil Fabiano Soares
Patrocinador Brasil Caixa [3]
Japão Panasonic
Brasil NET
Material (d)esportivo Inglaterra Umbro
Competição Paraná Campeonato Paranaense
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Brasil Primeira Liga
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
Paraná PR 2017
Brasil CB 2017
Brasil A 2017
Brasil PL 2017
Flags of the Union of South American Nations.gif CL 2017
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2017
2º colocado
A disputar
A disputar
Não disputá
Em disputa
A definir
Paraná PR 2016
Brasil CB 2016
Brasil A 2016
BrasilPL 2016
Flags of the Union of South American Nations.gif CL 2016
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2016
Campeão
Oitavas-de-final
6º colocado
Vice-campeão
Não disputou
Não disputou
Paraná PR 2015
Brasil CB 2015
Brasil A 2015
Flags of the Union of South American Nations.gif CL 2015
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2015
9º colocado
Segunda fase
10º colocado
Não disputou
Quartas-de-final
Ranking nacional Aumento 11.º lugar, 11 012 pontos[4]
Website atleticoparanaense.com
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Clube Atlético Paranaense (conhecido também como Atlético-PR e cujo acrônimo é CAP) é um clube de futebol brasileiro, da cidade de Curitiba. Foi fundado em 26 de março de 1924, a partir da fusão do International Foot-Ball Club e do América Futebol Clube.[5]

Suas cores tradicionais são o preto e o vermelho, que lhe rendem a alcunha de rubro-negro. Manda seus jogos no Estádio Joaquim Américo Guimarães (mais conhecido como Arena da Baixada), reinaugurado em duas fases: em 1999 após reformas visando sua modernização e em 2014, após as reformas exigidas pela FIFA para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014.

Foi o primeiro clube do futebol paranaense a participar de uma competição nacional, a Taça Brasil de 1959, e a ter sido finalista da Copa Libertadores, feito ocorrido na edição de 2005. Dentre seus principais títulos, possui 1 Campeonato Brasileiro (em 2001) e outros 23 títulos paranaenses, tendo disputado mais de 4.200 jogos em sua História.[6]

Seu grande adversário local é o Coritiba Foot Ball Club, com quem faz um dos clássicos de maior rivalidade do futebol brasileiro, o Atletiba.[7] Também possui rivalidade com o Paraná Clube, cujo duelo se chama Paratico ou Derby da Rebouças.

História[editar | editar código-fonte]

Origens[editar | editar código-fonte]

Em 1912, Joaquim Américo Guimarães reuniu um grupo de amigos e fundou o International Foot-Ball Club, que tinhas as cores preta e branca no seu uniforme e disputava torneios na baixada da Água Verde. Em 1917, surgiu o América Futebol Clube, que utilizava as cores vermelha e branca. Equipes independente até 1924, os dois clubes se fundiram em 21 de março daquele ano, dando origem ao Club Athletico Paranaense (grafia original e de época[8]).[9]

O primeiro jogo[editar | editar código-fonte]

A primeira partida de futebol (amistosa) que a nova agremiação realizou foi no dia 6 de abril de 1924, contra o Universal FC. e obteve vitória por 4 a 2. O Atlético jogou com Tapyr, Marrecão e Ferrário; Franico, Lourival e Malello; Smythe, Ari, Marreco, Maneco e Motta.

Os gols foram marcados por Marreco, Ari (2) e Malello. O árbitro foi José Falcine, atleta do Savoia, que mais tarde jogou no rubro-negro.[10]

Década de 1920[editar | editar código-fonte]

Com a união de forças, o Clube Atlético Paranaense ficou uma equipe reforçada e pôde fazer frente aos mais temíveis esquadrões existentes como o Britânia, o Savoia, o Palestra Itália e o Coritiba. Realizando uma campanha brilhante, o Atlético conquistava seu primeiro título de campeão paranaense, em 1925.

Após ser vice-campeão por 3 anos seguidos (1926, 1927 e 1928), o Atlético Paranaense voltou a vestir a faixa de campeão em 1929.

Década de 1930[editar | editar código-fonte]

O Atlético era a melhor equipe do futebol paranaense no início dos anos de 1930. Mantendo os mesmos jogadores que haviam se sagrado campeões em 1929, os reforços de Chumbinho e Érico, o Atlético tornou-se uma equipe que se impôs aos adversários. Em 1930, ganhou o título de bicampeão paranaense (primeira vez na história do clube) com duas vitórias sobre o Coritiba por 3x2 durante o campeonato. A partida que consagrou o bicampeonato foi na segunda vitória sobre o Coritiba, em 28 de dezembro de 1930, em uma verdadeira guerra campal com o resultado de 3x2 para o rubro negro (gols de Zinder Lins, Marreco e Levoratto). A última partida do certame de 1930 o Atlético não compareceu, para comemorar com a sua torcida. Este jogo era para ser com o Palestra Itália[11]. Outro feito notável nesse ano, aconteceu no dia 21 de julho, quando em partida amistosa venceu o poderoso Corinthians por 1x0, gol de Marreco, uma grande conquista para o Atlético.

Em 1934, o Atlético Paranaense já era proprietário, em definitivo, do terreno da Baixada da Água Verde, e o estádio passou a ser denominado de Joaquim Américo Guimarães, sugestão de Alcídio Abreu, para homenagear o grande desportista que havia morrido em 1917.

Nesse ano, após tropeçar em 1931, 1932 e 1933, o rubro-negro voltou a ter uma equipe competitiva e fez bonito. Sagrou-se campeão paranaense de 1934. Na equipe campeã desse ano figurava como goleiro, o jovem Alfredo Gottardi, o "Caju", que viria a ser o maior ídolo de todos os tempos da torcida atleticana.

Em 1936, com apenas 12 anos de existência, o Atlético Paranaense conquistava seu quinto título paranaense, e dessa vez, de forma invicta.

Década de 1940 - Surgia o Furacão[editar | editar código-fonte]

O campeonato de 1940 foi muito disputado. Atlético e Ferroviário lideraram o certame. O tricolor ferroviário conquistou o 1º turno, enquanto o Atlético Paranaense laureou-se no segundo. Era preciso uma decisão em "melhor de três pontos" para se conhecer o campeão. Em virtude de uma confusão acontecida no último jogo do returno, estava empatado o clássico em 2 a 2, quando o Ferroviário fez um gol, prontamente anulado pelo árbitro em razão de um impedimento. O antigo Britânia não se conformou e abandonou o campo aos 35 minutos do 2º tempo. O Tribunal de Justiça da Federação Paranaense de Futebol, julgando o caso, deu vitória ao Atlético - 3 a 2, pois o Ferroviário se negara a continuar jogando. Este motivo anulou a "melhor de três". O clube ficou 180 dias suspenso e o Atlético Paranaense foi considerado campeão paranaense de 1940.

Em 1943, o Atlético Paranaense trouxe para o elenco o técnico e dois jogadores da Seleção Paraguaia de Futebol. Com a equipe reforçada e com mais qualidade, o rubro-negro voltou a mandar no campeonato. Dois turnos bem disputados. Coritiba campeão do primeiro turno e Atlético do segundo. Novamente, uma "melhor de três pontos" teria que acontecer, o Atlético Paranaense venceu os dois Atletibas por 3 a 2 e a torcida festejou o título de campeão.

A rivalidade entre o Atlético Paranaense e Coritiba andava em alta. Por duas vezes nos anos 1940 haviam decidido o título. Uma vitória para cada lado.

Em 1945, o campeonato seria decidido no maior clássico do futebol paranaense. O Atlético Paranaense foi campeão do 1º turno de forma invicta. O Coritiba foi o campeão do 2º turno. Seria realizada uma "melhor de três" para decidir o título. Foram partidas para entrarem na história do futebol paranaense. O Coritiba venceu a primeira por 2-1, no Belfort Duarte, atual Couto Pereira. A segunda foi vencida pelo Atlético Paranaense, na Baixada, por 5 a 4. A terceira partida foi marcada para o Estádio Belfort Duarte. Foi um jogo muito disputado. Terminou empatado no tempo normal, 1-1. O jogo foi para a prorrogação. Aos sete minutos o atacante Xavier, do Atlético Paranaense, fez o gol da vitória. Coritiba 1-2 Atlético Paranaense. A torcida fez uma das maiores festas, com carreatas, fogos de artifício e cânticos até o raiar do sol.

Em 1949, o Atlético Paranaense foi um "Furacão" que passou pelos campos do Paraná. Com a manchete de primeira página no extinto jornal Desportos Ilustrados do dia 20 de maio de 1949 anunciando a goleada do Atlético em cima do Britânia (no domingo, dia 19 de maio) em letras garrafais: O “Furacão” Levou o “Tigre” de Roldão, nasceu o apelido do rubro-negro paranaense. Não só o time de "49", como os demais times formados pelo clube, receberam o carinhoso apelido de Furacão e assim sendo, o termo furacão foi inserido no hino atleticano, não só para idolatrar o esquadrão de 1949, que arrasou todos os adversários com placares acima de quatro gols, mas também para representar a força que o clube tem junto a sua torcida e o receio e o respeito que seus adversários devem ter nos confrontos dentro das quatro linhas[12].

O Desportos Ilustrados, naquela edição de segunda-feira, 20 de maio de 1949 e sua manchete, não imaginava o momento histórico que estampava em sua primeira página. A partir daquele dia as manchetes de todos os jornais paranaenses só falavam do "Furacão" rubro-negro que liquidava as equipes adversárias sempre com goleadas. Em 1949 foram onze goleadas seguidas (recorde quebrado apenas 59 anos depois), tornando-se campeão paranaense daquele ano.[13]

Era dos jejuns (1950-1981)[editar | editar código-fonte]

Depois de conquistar facilmente o campeonato paranaense de 1949, o Atlético-PR despencou terrivelmente, no início do ano 1950, que acabou apenas em 1982, período em que o torcedor atleticano quer esquecer. No total, O Atlético só conquistou 2 títulos nesse período: Paranaense de 1958 e de 1970.

Mas o pior estava por vir, em 1967 a situação financeira do clube despencou, e com uma campanha de somente três vitórias, onze empates e quatorze derrotas, o Atlético-PR foi rebaixado para a segunda divisão do paranaense de 1967. Quando surge Jofre Cabral e Silva que conseguiu tirar o time da segunda divisão e deu ânimo para os jogadores rubro-negros, trazendo os campeões mundiais de 1962 Djalma Santos e Bellini. Desta maneira os Rubro negros voltaram com tudo no paranaense de 1968. Mas ele acabou morrendo devido a um infarto, durante uma partida do clube, declarando momentos antes "Não deixem - nunca - morrer o meu Atlético!". Com o moral baixo, o Atlético-PR não conseguiu vencer o paranaense daquele ano.

Djalma Santos atuou no Furacão junto com Bellini e Sicupira

Em 1970 o Atlético-PR conquistou o título de campeonato paranaense, goleando o Seleto por 4x1 jogando fora de casa. Depois, o Atlético-PR voltou a "pifar" novamente, sem conquistar um título até 1982, com os jogadores Washington e Assis, até hoje ídolos da torcida atleticana. Assim, o rubro-negro paranaense nunca mais passou por outro desses jejuns. [carece de fontes?]

Era da revolução (1995-2008)[editar | editar código-fonte]

Em 1995, depois de perder de 5x1 para seu rival, Coritiba, assumiu uma nova diretoria, onde lançaram o "Atlético Total" um novo projeto estratégico do clube e que começou bem, com a volta do Atlético à Série A do Brasileirão de 96, sendo campeão Brasileiro da Série B de 95 em cima do seu maior rival, o Coritiba.

Em 1997, o antigo estádio Joaquim Américo foi derrubado para a construção do novo estádio.

Em 24 de junho de 1999, o clube inaugurou o estádio mais moderno da América Latina, na época, com um jogo amistoso entre Atlético e Cerro Porteño, do Paraguai. A partida terminou 2 a 1 para a equipe rubro-negra.

Dois dias depois, ainda em virtude da inauguração do estádio, a Seleção Brasileira de Futebol disputou um amistoso contra a Seleção da Letônia, proveniente do Leste Europeu. O jogo terminou 3 a 0 para o Brasil.

Atlético-PR e Flamengo em 2004.

Em 2004 foi firmada uma parceria com a empresa fabricante de aparelhos celulares japonesa Kyocera, renomeando o estádio para Kyocera Arena. Em 2005, após 10 anos de contenda judicial, o Atlético-PR firmou acordo assumindo definitivamente o direito de uso do terreno vizinho.

Em 2001, o Atlético Paranaense vence seu primeiro Campeonato Brasileiro (final contra o São Caetano, onde ganhou por 4x2 e 1x0) e em 2004 foi vice, com o artilheiro Washington marcando um recorde histórico de trinta e quatro gols numa única edição do Campeonato Brasileiro. Em 2001, o grande nome dos jogos foi o artilheiro Alex Mineiro.

Na final da Libertadores de 2005, o clube não pôde fazer o 1º jogo da decisão em seu estádio, que mesmo sendo considerado na época[14] como o mais moderno da América Latina, não possuía a capacidade mínima de 40 mil lugares exigida pelo regulamento. Mesmo assim, a diretoria do Clube Atlético Paranaense investiu, em regime de urgência, 1 milhão de reais na construção de arquibancadas móveis para dar capacidade ao estádio para mais de 42 mil pessoas. Mesmo com a autorização oficial de uso das arquibancadas, após vistoria do Corpo de Bombeiros e o órgão oficial de engenharia responsável pela vistoria entregues à CONMEBOL, a entidade transferiu o jogo para o Estádio Beira-Rio e o resultado da partida foi o empate por 1x1. Na segunda partida, no Estádio do Morumbi, o Atlético-PR lutou mas sucumbiu no minutos finais e acabou levando quatro gols no final do jogo pelo time do São Paulo, diante de mais de 70 mil torcedores, perdendo o título da Copa Libertadores da América.

O Atlético-PR participou de cinco Libertadores da América, em 2000, 2002, 2005 (quando foi vice-campeão), 2014 e em 2017.

Na Copa Sul-Americana de 2006, o Atlético também fez uma boa campanha, passando por Paraná, River Plate e Nacional do Uruguai, chegando à semifinal do torneio, onde foi eliminado pelo Pachuca.

Em 2008, o Atlético-PR quebrou o recorde de vitórias seguidas do "Furacão de 49", ganhou 12 partidas seguidas.

Torcida atleticana na Arena da Baixada em 2009.

2009-2016[editar | editar código-fonte]

  • Em 2009, o Atlético conquistou o Campeonato Paranaense.
  • Em 2010 o Furacão, no Campeonato Brasileiro, finalizou na 5ª posição.
  • Em 2011 o Clube terminou na 17° posição no Campeonato Brasileiro e, depois de 15 anos de permanência na série A, acabou rebaixado para a Série B do Brasileirão.
  • Em 2012 o Atlético garantiu acesso de volta à Série A do Brasileirão com o 3° colocação do Campeonato Brasileiro da série B.
  • Em 2013 o clube foi vice-campeão do Campeonato Paranaense, da Copa do Brasil e 3° colocado no Campeonato Brasileiro.
  • Em 2014, o Atlético ficou na 4ª posição no Campeonato Paranaense, foi eliminado nas oitavas-de-final da Copa do Brasil e terminou o Campeonato Brasileiro na 8ª posição.
  • Em 2015, o Atlético ficou na 10° posição no Campeonato Brasileiro, após passar por momentos difíceis na Copa do Brasil e no Campeonato Paranaense.
  • Em 2016, o Atlético conquistou o Campeonato Paranaense e terminou em 6° colocado o brasileirão. Esta posição lhe rendeu uma vaga na pré-Libertadores da América de 2017.

Futebol[editar | editar código-fonte]

  • A equipe rubro-negra, campeã de 1958 com a consagrada comissão técnica formada pelos eternos ídolos Jackson Nascimento e Caju mais Pedro Sthengel Guimarães, conquistou o direito de representar o Paraná na primeira Taça Brasil em 1959. A estreia do Paraná e, consequentemente, do furacão foi no domingo, 23 de agosto, na cidade catarinense de Tubarão aonde conseguiu uma vitória por 2 a 1 no Hercílio Luz. Nesta partida, comandada pelo capitão "Tocafundo" e com gols do ponta-esquerda Tião aos 9 minutos do primeiro tempo e do atacante Gaivota aos 30 minutos do segundo tempo, o Atlético Paranaense fez um jogo histórico para a nação rubro-negra, bem como para o estado do Paraná.
  • O Atlético também tem várias campanhas de destaque, como o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro de futebol de 1983, onde foi registrado no estádio Couto Pereira o maior público daquele estádio cerca de quase 67.391 pessoas.[15]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Cbf brazilian championship trophy 02.svg Campeonato Brasileiro 1 2001
CBF Brazilian Cup Torphy.png
Seletiva para a Libertadores 1 1999
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 1995
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Bandeira do Paraná.svg Campeonato Paranaense 23 1925, 1929, 1930, 1934, 1936, 1940, 1943, 1945, 1949, 1958, 1970, 1982, 1983, 1985, 1988, 1990, 1998, 2000, 2001, 2002*, 2005, 2009 e 2016
Bandeira do Paraná.svg Copa Paraná 2 1998Cscr-featured.png, 2003[16]
Bandeira do Paraná.svg Torneio Início 6 1936, 1947, 1955, 1958, 1987 e 1988

Cscr-featured.png Campeão invicto

* Supercampeonato Paranaense

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações
Participações em 2017
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Paraná Campeonato Paranaense 93 Campeão (23 vezes) 1924 2017
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Primeira Liga 1 Vice-campeão (2016) 2016 2016
Brasil Campeonato Brasileiro 41 Campeão (2001) 1959 2017 3
Série B 6 Campeão (1995) 1980 2012 4
Copa do Brasil 21 Vice-campeão (2013) 1989 2017
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 5 Vice-campeão (2005) 2000 2017
Copa Sul-Americana 6 Semifinal (2006) 2006 2015

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Clube Atlético Paranaense
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 0 (não possui) 1 (2005) 0 (não possui) 0 (não possui)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2006) [17] 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro 1 (2001) 1 (2004) 1 (2013) 1 (1983)
Brasil Copa do Brasil 0 (não possui) 1 (2013) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 1 (1995) 1 (1990) 1 (2012) 0 (não possui)
Brasil Primeira Liga do Brasil 0 (não possui) 1 (2016) 0 (não possui) 0 (não possui)
Mapa Regiao Sul do Brasil (somente).PNGXMinas Gerais Copa Sul-Minas 0 (não possui) 1 (2002) 0 (não possui) 1 (2000)
Paraná Campeonato Paranaense 23 vezes 19 vezes 12 vezes 11 vezes
Paraná Copa Paraná 2 (1998, 2003) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2008)

Jogadores destacados[editar | editar código-fonte]

Farm-Fresh award star gold 2.png Jogadores que, no mundo, só jogaram pelo Clube Atlético Paranaense

Farm-Fresh award star silver 2.png Jogadores que, no Brasil, só jogaram pelo Clube Atlético Paranaense

Farm-Fresh award star bronze 2.png Jogadores que, no Paraná, só jogaram pelo Clube Atlético Paranaense

Esta é uma lista de jogadores de destaque que já passaram pelo Atlético Paranaense:

Seleção dos 80 anos[editar | editar código-fonte]

No ano de 2004 o Clube Atlético Paranaense comemorou os 80 anos de existência e para celebrar a história do Furacão, a equipe do site "Furacao.com" reuniu 15 profissionais, entre eles jornalistas, escritores, colunistas, historiadores e ex-jogadores para eleger a Seleção dos 80 anos.[18] Nela estão jogadores que atuaram nos primeiros anos do Clube e outros que atuaram já no século XXI. Também foi eleito o técnico e o dirigente que marcaram época no Furacão.

Goleiro
1 Brasil Caju
Laterais
2 Brasil Djalma Santos
6 Brasil Pepicelli
Zagueiros
3 Brasil Gottardi Jr.
4 Brasil Zanetti
Meias/Atacantes
8 Brasil Barcímio Sicupira
10 Brasil Jackson Nascimento
5 Brasil José Kléberson
7 Brasil Benedito Assis
11 Brasil Cireno Brandalise
Atacantes
9 Brasil Alex Mineiro
Técnico
Brasil Eugênio Geninho
Dirigente
Brasil Mário Petraglia

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Vadão foi um dos principais técnicos da história do Atlético Paranaense.

Esses são os principais treinadores:

Elenco[editar | editar código-fonte]

Soccerball current event.svg Última atualização: 18 de julho de 2017.[19][20]


Goleiros
Jogador
1 Brasil Santos
12 Brasil Weverton Seleção Brasileira
49 Brasil Warleson
94 Brasil Lucas Macanhan
Brasil Léo
Defensores
Jogador Pos.
4 Brasil Cléberson Z
13 Brasil Paulo André Z
25 Brasil Wanderson Z
27 Brasil José Ivaldo Z
44 Brasil Thiago Heleno Z
2 Brasil Jonathan LD
47 Brasil Gustavo Cascardo LD
8 Brasil Sidcley LE
97 Brasil Nicolas LE
98 Brasil Renan Lodi LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Deivid V
6 Brasil Eduardo Henrique V
7 Brasil Otávio V
20 Brasil Matheus Rossetto V
21 Chile Esteban Pavez V
39 Brasil Bruno Guimarães V
95 Brasil Renan Paulino V
98 Brasil Luiz Otávio V
3 Argentina Lucho González M
10 Brasil Felipe Gedoz M
11 Brasil Nikão M
17 Brasil Guilherme M
55 Brasil Matheus Anjos M
96 Brasil Bruno Da Mota M
Atacantes
Jogador
9 Brasil Ribamar
22 Brasil Croácia Eduardo da Silva
23 Brasil Lucas Fernandes
32 Brasil Giovanny
70 Brasil Yago
77 Brasil Douglas Coutinho
91 Brasil Éderson
92 Brasil Pablo
95 Brasil Murilo
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Fabiano Soares T


Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes de jogo[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa com listras verticais em preto e vermelho, calção e meias pretas;
  • 2º - Camisa laranja, calção e meias bordôs;
  • 3º - Camisa preta com listras verticais em vermelho, calção e meias brancas;
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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'

Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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2º Uniforme
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Goleiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Cores do Time
C. Técnica

Outros uniformes[editar | editar código-fonte]

  • 2016
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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2º Uniforme
  • 2015
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
  • 2014
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2013
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Cores do Time
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1º Uniforme
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2º Uniforme
  • 2012
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2011
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
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Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
4º Uniforme
  • 2010
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2009
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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3º Uniforme

Símbolo[editar | editar código-fonte]

Escudo idealizado na era Petraglia

Na década de 1940, o jogador Ayrton Lolô Cornelsen, à época também estudante de engenharia e arquitetura, decidiu redesenhar o escudo do rubro negro porque o achava muito conservador e parecido com o do Flamengo carioca. O antigo símbolo era triangular, com listras horizontais em vermelho e preto e o acrônimo CAP (de Clube Atlético Paranaense) em estilo gótico no lado superior, enquanto o novo era o CAP com letras mais estilizadas e grossas, mantendo o entrelaçar delas, em um estilo barroco, sem nenhum contorno. Por ser simpático pelo Flamengo, deixou uma pequena homenagem ao clube carioca na forma como as letras se entrelaçam, remetendo justamente ao seu escudo.[21] Em algumas publicações mais antigas, o CAP do escudo possuía fontes geométricas devido a dificuldade de reproduzir a fonte original.

Posteriormente, voltou-se a utilizar um contorno quase triangular com listras vermelhas e pretas na horizontal e a letras estilizadas por Lolô. Este escudo foi utilizado até setembro de 1988, quando houve uma pequena alteração, pois as listras passaram para a vertical.

Em 1997, já na era Petraglia, o escudo foi modificado radicalmente, mantendo as linhas verticais e as letras concebidas por Lolô, porém, dentro de um escudo redondo, modernizando um dos principais símbolos do clube.[22]

Valor de mercado[editar | editar código-fonte]

De acordo com um ranking de 2015 da consultoria BDO RCS Auditores Independentes, o Atlético Paranaense detinha o décimo terceiro maior valor de mercado do futebol do Brasil, com 146,8 milhões de reais.[23]

Sedes e estádios[editar | editar código-fonte]

Arena da Baixada[editar | editar código-fonte]

Seu estádio é o Joaquim Américo Guimarães, ou Arena da Baixada, popularmente conhecida pelos torcedores apenas como "Caldeirão". O campo da baixada, como era conhecido desde a sua inauguração em 1914, levantado em madeira pelo Internacional (um dos times fundadores do Atlético), teve como jogo inaugural, no dia 6 de setembro de 1914, a partida entre o Internacional e o Flamengo carioca, quando o clube do Rio de Janeiro venceu a partida por 7x1.

Foto panorâmica de jogo disputado na Arena da Baixada em 2014

A primeira grande reforma da Baixada ocorreu em 1967, com ampliação das arquibancadas. Essa reforma ocorreu com a ajuda dos irmãos Alberto e Alfredo (Caju) Gottardi, ex-jogadores do Clube. A segunda reforma aconteceu entre 1992 e 1994, com a construção de um tobogã no gol de fundos. Em 1997 o estádio foi demolido para a construção de uma arena e entre 2012 e 2014, ocorreu a reforma completa para o complemento das arquibancadas e a adaptação aos padrões da FIFA e assim, receber quatro partidas da Copa do Mundo FIFA de 2014.

CT do Caju[editar | editar código-fonte]

O Centro de Treinamentos Alfredo Gottardi ou CT do Caju, é o centro de treinamento do clube. Em 1995, a diretoria recém empossada, desfez-se do antigo Parque Aquático, localizado no bairro do Boqueirão, para viabilizar a construção de um CT. O local foi inaugurado em 26 de junho de 1999 e sua denominação é uma homenagem ao ídolo Alfredo Gottardi[24].

CAP S/A[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 2011 o Atlético Paranaense constituiu uma Sociedade de propósito específico (SPE) com a finalidade de administrar as reformas da Arena da Baixada, obras necessárias para a adaptação ao livro de encargos da FIFA e aos jogos que ocorreram nesta praça esportiva na Copa do Mundo de 2014[25].

Com a denominação de CAP S/A - Arena dos Paranaenses, a empresa pode contrair empréstimos, ficando assim, estes recursos disponíveis exclusivamente para as obras e não fazendo parte da contabilidade do Clube Atlético Paranaense. Após a conclusão das obras e finalização das dívidas efetuadas pelo CAP S/A, esta empresa será extinta.

Rivalidade[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Atletiba
Ver artigo principal: Paratico (clássico)

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Outros esportes[editar | editar código-fonte]

O Rubro-Negro também é um dos fundadores da Federação Paranaense de Futsal, também já teve outras modalidades esportivas, já teve time de Basketball, e Futsal, onde foi revelado o jogador Paulo Rink.

Guias de jogos[editar | editar código-fonte]

Preliminar[editar | editar código-fonte]

Preliminar foi uma revista tipo match guides (em português: guias de jogos) do Clube Atlético Paranaense. A revista era editada e entregue no estádio Kyocera Arena nos dias de jogos do clube. O conteúdo deste periódico fazia referente aos detalhes do confronto, do adversário, do campeonato em questão, estatísticas e reportagens especiais e curiosidades[26][27][28].

Seu lançamento ocorreu em abril de 2006[26] no jogo contra o Fluminense[26]. O periódico foi editado entre 2006 e 2008 e foi substituída pelo revista Uh! Caldeirão[29].

Uh! Caldeirão[editar | editar código-fonte]

A Uh! Caldeirão foi uma revista brasileira de conteúdo futebolístico do Clube Atlético Paranaense[30][31]. O periódico foi o guia oficial do C.A.P. para os jogos do clube dentro da Arena da Baixada[29][30].

Em um formato de 14,8 cm x 21 cm[32], a revista era distribuída gratuitamente em cada partida dentro do estádio atleticano e sua tiragem era de aproximadamente 10 mil exemplares para os jogos do Campeonato Paranaense, 15 mil exemplares nos confrontos da Copa do Brasil e de 15 a 20 mil nas disputas do Campeonato Brasileiro[32]. Com informações sobre o jogo que iria acontecer (na ocasião da sua distribuição), tanto do Atlético como do time adversário e sobre a competição da disputa. A revista não possuía periodicidade definida, pois suas edições ocorriam conforme a sucessão de jogos realizados dentro do Estádio Joaquim Américo Guimarães.

A primeira edição da revista circulou no confronto entre o C.A.P. e o Corinthians Paulista no sábado, dia 27 de junho de 2009, pela 8° rodada do Campeonato Brasileiro[31][33]. O destaque desta edição foi a estreia, no time paranaense, do técnico Waldemar Lemos[33].

A revista foi a substituta do periódico Preliminar[28], lançada em maio de 2006 como o Guia de Jogo Oficial[27] do clube e também distribuído gratuituamente nos dias de jogos na então Kyocera Arena. Este conceito (guia oficial de jogo), o C.A.P. copiou nos moldes dos clubes ingleses que editam os chamados match guides[34].

A Uh! Caldeirão teve sua última edição no dia 5 de dezembro de 2010 (última rodada do Brasileirão 2010) quando o rubro negro paranaense ganhou de 1 a 0 do Avaí. A revista foi substituída pelo “Guia de Jogo Oficial do CAP”, num conceito mais simples, compacto e adaptado aos “match guides” esportivos norte-americano e do futebol europeu, sendo diferente do formato "revista" que possuía a Uh! Caldeirão[35]. O novo guia (Guia de Jogo Oficial do CAP) estreou no jogo contra o Corinthinas Paranaense, na noite de 10 de março de 2011, pelo Campeonato Paranaense de 2011.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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Referências

  1. CNEF - Cadastro Nacional de Estádios de Futebol - Elaboração: Diretoria de Competições / CBF - Revisão 5 (24/10/14) (PDF). [S.l.]: Site da Confederação Brasileiro de Futebol - CBF. Consultado em 10 de fevereiro de 2015 
  2. «Conselho Administrativo tomou posse». Clube Atlético Paranaense. Consultado em 14 de dezembro de 2008 
  3. «Novo patrocinador»  G1 - Globo Esporte
  4. Confederação Brasileira de Futebol (13 de dezembro de 2016). «RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2017» (PDF). Confederação Brasileira de Futebol. Consultado em 16 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 20 de dezembro de 2016 
  5. «Finados timaços». Gazeta do Povo. Consultado em 27 de novembro de 2013 
  6. «Atlético-PR». Site Futebol80. Consultado em 22 de junho de 2017 
  7. «Atletiba, voos cada vez mais altos». FIFA.com. Consultado em 27 de novembro de 2013 
  8. «Petraglia quer mudar o nome do Atlético para ser diferente dos outros do Brasil - para Club Athletico Paranaense»  Portal Paraná-Online - acesso de jan/2016
  9. «Atlético-PR: História». Gazeta Esportiva Net. Consultado em 27 de novembro de 2013 
  10. http://www.furacao.com/80anos/baixada/primeirosjogos.php
  11. «Atlético celebra 81 anos da conquista do bicampeonato de 1930»  Site do Clube Atlético Paranaense - acessado em 28 de dezembro de 2011
  12. «Surgiu um Furacão em 1949 - texto Professor Heriberto - 2 de fevereiro de 2008»  site oficial do Clube Atlético Paranaense – acessado em 7 de junho de 2010
  13. CARDOSO, Francisco Genaro. História do Futebol Paranaense. 1ª ed. Curitiba: Ed. Grafipar. 1978. 450p (págs.: 139 e 428)
  14. «Argentina reinaugura estádio mais moderno da América do Sul»  Folha
  15. «Recorde de Público de cada estádio - Couto Pereira»  UOL Esporte
  16. Na edição de 2003, a Copa Paraná foi chamada de Copa Sesquicentenário
  17. «Copa Sulamericana 2006»  Site Bola na Rede - acessado em 19 de março de 2017
  18. «Seleção dos 80 anos Furacão». Furacao.com. Consultado em 13 de dezembro de 2008 
  19. «Elenco atual de Futebol». Site oficial do Clube Atlético Paranaense. Consultado em 29 de julho de 2016 
  20. «Comissão Futebol Profissional». Site oficial do Clube Atlético Paranaense. Consultado em 17 de dezembro de 2016 
  21. Alliatti, Alexandre (25 de novembro de 2013). «Os causos de Lolô: jogador mudou escudo do Atlético por causa do Fla». GloboEsporte.com. Consultado em 13 de maio de 2017 
  22. Lorenz, Juliano (19 de dezembro de 2012). «A história dos símbolos do Clube Atlético Paranaense». Globo Esporte.com. Consultado em 16 de maio de 2017 
  23. BDO (2015). «Estudo da BDO Brasil». BDO. Consultado em 19 março de 2015 
  24. «CT do Caju»  Site do Clube Atlético Paranaense - acessado em 30 de março de 2017
  25. «Atlético registra o CAP S/A-Arena dos Paranaenses e pode dar continuidade às obras da Arena»  Portal Redação em Campo - acessado em 26 de janeiro de 2012
  26. a b c «Atlético lança a revista Preliminar»  Site Oficial do CAP - acessado em 11 de março de 2011
  27. a b «Revista Preliminar comemora 300 mil exemplares»  Site M&M Online
  28. a b «Revista Preliminar lança cotas para Brasileirão 2008»  ClickMarket
  29. a b «Atlético lança novo guia de jogos»  Furacão.com
  30. a b «UH! CALDEIRÃO»  Site oficial da revista — acessado em 25 de julho de 2010
  31. a b «CAP lança nova revista de jogo UH!Caldeirão»  Site oficial do Clube Atlético Paranaense — acessado em 25 de julho de 2010
  32. a b «Mídia»  Site oficial da revista — acessado em 25 de julho de 2010
  33. a b «Edição N°1»  Site oficial da revista — acessado em 25 de julho de 2010
  34. «Atlético lança a revista Preliminar»  Site Oficial do CAP
  35. «Atlético Paranaense lança novo Guia de Jogo oficial»  Site Oficial do Clube Atlético Paranaense em 11 de março de 2011

Ligações externas[editar | editar código-fonte]