Copa Sul-Americana

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CONMEBOL Sudamericana
Copa Sul-Americana
Conmebol Sudamericana logo.png
Dados gerais
Organização CONMEBOL
Edições 20
Local de disputa América do Sul
Sistema Grupos e eliminatórias
Soccerball current event.svg Edição atual
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A Copa Sul-Americana (em espanhol: Copa Sudamericana), cujo nome oficial atual é CONMEBOL Sudamericana,[1] é uma competição continental de clubes de futebol da América do Sul, organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) desde 2002. É a competição secundária em relação a Copa Libertadores da América.[2]

Substituiu, em 2002, as copas Mercosul e Merconorte (1998–2001), sendo que estas substituíram a Supercopa Sul-Americana (1988–1997) e Copa Conmebol (1992–1999).[3] A Copa Sul-Americana resultou da tentativa frustrada de se disputar uma Copa Pan-Americana de clubes, incluindo competidores das Américas Central e do Norte entre 2002 e 2008.[4]

Até 2010, era patrocinada pela montadora japonesa Nissan, e em 2011 e 2012, pela fabricante de pneus japonesa Bridgestone.[5] Em 2013 e 2014 foi patrocinada pela petroquímica francesa Total.[6]

Após escândalo na CONMEBOL em 2015,[7] a Copa Sul-Americana perdeu patrocinadores,[8] embora tenha sido garantida até 2018 por aumento na cota de participação dos direitos de transmissão ao canal de TV Fox Sports.[9] Em 8 de maio de 2017 a CONMEBOL anunciou a Bumbet, site de apostas, como novo patrocinador premium da entidade para as edições de 2017 e 2018.[10]

História[editar | editar código-fonte]

Logotipo com o patrocínio da Nissan (2003–2010).
Logotipo com o patrocínio da Bridgestone (2011–2012).
Logotipo com o patrocínio da Total (2013–2014).

A primeira tentativa de uma competição secundária a Libertadores foi a Recopa Sul-Americana de Clubes, que teve apenas uma edição oficial (reconhecida em 2005),[11] no ano de 1970, e outra amistosa, no ano seguinte. Visava reunir os terceiros colocados nos campeonatos nacionais (alguns países criaram copas nacionais para indicar o representante), não contando com a presença de Brasil e Colômbia em sua edição principal.

A Copa CONMEBOL, disputada de 1992 a 1999, é considerada sua precursora pelas formas muito similares de classificação para o certame: os melhores do campeonato nacional que não haviam se classificado para a Libertadores era o critério mais usado, em que pese outras formas de classificação (como viria a ocorrer na Sul-Americana), dependendo do interesse de cada associação;[12][13][14] a maior diferença era o número de participantes, apenas 16 ou 18.[15][16][17] No entanto, durante sua vigência, a segunda competição em relevância era a Supercopa Sul-Americana (1988–1997) e, posteriormente, as copas Mercosul e Merconorte (1998–2001). Apesar de anteceder na vaga da Recopa Sul-Americana, a afirmação de que a Supercopa é antecessora da Sul-Americana enfrenta certos limites: era uma competição que reunia os campeões da Libertadores (critério de classificação histórico: direito de participação "eterno" a quem ganhasse ao menos uma), com objetivo e finalidade diferentes da Sul-Americana, permitindo o paralelo de disputa com a taça mais importante. Não obstante ser a competição terciária, a Copa Conmebol, dado o número de vagas para a CLA da época ser expressivamente menor que o atual, tinha, com exceção das duas últimas edições, times melhores ranqueados e considerados mais tradicionais que os da Sul-Americana (o Botafogo, por exemplo, campeão de 1993, classificou-se por ser vice do Brasileirão de 1992), embora muitas vezes estes optassem por elencos mais jovens. A Copa Mercosul e a Copa Merconorte (1998–2001), que ofuscaram a Copa Conmebol, são tidas como antecessoras imediatas (principalmente a primeira, por ter as grandes forças sul-americanas), com as ressalvas de que cada uma só contava com times de cinco países da confederação sul-americana; tiveram sistema de grupos nas 4 edições; não davam vaga na Recopa, não tendo havido um jogo unificador das duas com esse intento (a Recopa ficou fora de disputa nesse tempo); não impediam a participação na Libertadores (vide o Palmeiras em 1999, campeão em uma e vice na outra); e de que a participação era por convite.[18] A Merconorte (que reunia equipes de países menos fortes da Conmebol, à exceção talvez da Colômbia), tinha uma forte semelhança com as edições de 2005 a 2008: a presença de times da Concacaf (mexicanos, estadunidenses e costarriquenhos).[12]

Antes de 2017, apesar de não ser muito comum, a disputa da Sul-Americana após ter jogado a Libertadores (esta ocorria no primeiro semestre, aquela, no segundo), além do caso do atual campeão, podia ocorrer a depender dos critérios das confederações nacionais. O Atlético Nacional disputaria a final de 2016, não ocorrida por razão do acidente no voo da Chapecoense, como campeão da principal competição do continente daquele mesmo ano.

Ao conquistar a edição de 2011, a Universidad de Chile tornou-se a primeira equipe chilena a vencer a Copa Sul-Americana e com a melhor campanha da competição até hoje.
O paraguaio Claudio Morel Rodríguez é o futebolista que mais vezes ganhou a Copa Sul-americana, com conquistas em 2002 (pelo San Lorenzo), 2004 e 2005 (pelo Boca Juniors).

Desde sua criação, em 2002, o campeão se classifica para disputar a Recopa Sul-Americana no ano seguinte contra o campeão da Copa Libertadores do mesmo ano. Até o presente momento, a maior série de conquistas do seu representante no tira-teima é de 2004 a 2006. Desde 2007, o campeão também se classifica para disputar no ano seguinte, no Japão, a J.League YBC Levain Cup/CONMEBOL Sudamericana Final (nomeada de 2008 a 2018 de Copa Suruga Bank), contra o campeão da Copa da Liga Japonesa do mesmo ano. A partir da edição de 2010,[19] a CONMEBOL incluiu uma vaga para o campeão da Copa Sul-Americana na edição seguinte da Libertadores.[20]

Entre 2005 e 2008 clubes da CONCACAF participaram como convidados. Nesse período chegaram a participar equipes do México, Estados Unidos, Costa Rica e Honduras. Na edição de 2006 o Pachuca tornou-se o primeiro clube não sul-americano a vencer uma competição organizada pela CONMEBOL.

O Internacional (2008), a Universidad de Chile (2011), o São Paulo (2012) e o River Plate (2014) foram os únicos campeões invictos na história da Copa; o primeiro com cinco vitórias e cinco empates em dez jogos,[21][22] o segundo com dez vitórias e dois empates em doze jogos;[23] o terceiro com cinco vitórias e cinco empates em dez jogos[24] e o quarto com oito vitórias e dois empates em dez jogos.[25]

Em novembro de 2011, a CONMEBOL e os representantes das confederações participantes do torneio decidiram pela abertura de mais 8 vagas para a edição de 2012. Os países que até então tinham apenas 3 vagas, passaram a contar com 4 representantes a partir daquela edição, com exceção de Argentina e Brasil (6 e 8 vagas respectivamente, sendo que a CBF perderia duas vagas em 2017).[26] Em 2015 e 2016 teve o seu campeão participando da Supercopa Euroamericana, competição amistosa contra o campeão da Liga Europa da UEFA.[27]

Até o momento, apenas uma vez o vencedor da Sul-Americana venceu a Copa Libertadores do ano seguinte: o River Plate, campeão de 2014, na edição de 2015. El Millonario ganharia ainda a Recopa[28] e a Copa Suruga de 2015, sendo o único a ganhar estas duas taças no mesmo ano. O time ainda ganhou a amistosa Supercopa Euroamericana, feito não obtido no ano seguinte pelo Santa Fe.

A partir de 2017, passou por uma nova reformulação. Antes disputada apenas no segundo semestre, passou a ocorrer durante toda a temporada em paralelo com a Copa Libertadores, sendo que 12 equipes (dez de 2017 a 2020) eliminadas desta competição antes das oitavas de final são transferidas para a Copa Sul-Americana.[29] Desde aquela temporada, foi vetada a dupla classificação e a possibilidade de título no mesmo ano das duas competições continentais.[30] Em 2021, deixou de ser apenas mata-mata, tendo uma fase nacional preliminar (de 32 continuam 16, sendo dois de cada país; nessa não jogam times de Brasil e Argentina), a fase de grupos (8 grupos de 4: dos 32 times, 16 vêm da anterior, 6 do Campeonato Argentino, 6 do Campeonato Brasileiro e 4 da eliminação na terceira preliminar da Libertadores) e o mata-mata a partir das oitavas (o primeiro lugar de cada grupo e os 8 que ficaram em terceiro lugar nos grupos da Libertadores).[31] Com exceção da final, que desde 2019 é disputada em jogo único, os demais confrontos ocorrem em ida-e-volta.

O único time a ser bicampeão consecutivo da competição foi o Boca Juniors (2004, 2005). Um novo time bicampeão, mas de forma interruptiva, só surgiria em 2017, quando o Club Atlético Independiente, campeão em 2010, voltou a levantar a taça. Juntos com o Athlético-PR, vencedor em 2018 e 2021, são os maiores campeões. O torneio conta com 17 campeões de 7 países (sendo um da Concacaf), tendo tido uma sequência de 12 campeões diferentes em 12 anos: 2005 a 2016.

No Brasil[editar | editar código-fonte]

A Chapecoense conquistou a Copa Sul-Americana de 2016 de forma póstuma.

O Brasil não participou da primeira Copa Sul-Americana (2002) alegando problemas de calendário. O torneio não foi muito valorizado nos primeiros anos de disputa pelos grandes clubes brasileiros.[32][33] A classificação de brasileiros para a Sul-Americana envolveu o Ranking de Clubes da CONMEBOL nas edições de 2003 e 2004; atualmente ela se dá apenas ao mérito esportivo obtido na temporada anterior.

Até o ano de 2012 classificavam-se para a competição oito clubes: os que ocupassem da quinta à décima segunda posição no Campeonato Brasileiro. A presença de outros clubes já classificados para a Libertadores entre os doze primeiros do Campeonato Brasileiro abria vagas na Sul-Americana para os próximos clubes mais bem posicionados.

Em 2013, o critério de classificação de clubes brasileiros para a Copa Sul-Americana mudou. Os representantes brasileiros eram os perdedores da Copa do Brasil até a terceira fase que tivessem o melhor desempenho na edição do Brasileirão do ano anterior, o que poderia incluir os quatro clubes promovidos da segunda divisão.[34] Tal critério foi utilizado até 2016.

Entre 2014 e 2016 a Copa do Nordeste passou a distribuir uma vaga ao seu campeão na Sul-Americana, desde que os clubes não estivessem na disputa da Copa do Brasil no segundo semestre.[35] Em 2015 e 2016 o campeão da Copa Verde, competição que envolve clubes do Norte, Centro-Oeste e Espírito Santo, também garantiam uma vaga na competição sul-americana.[36]

Na disputa da Sul-Americana os oito clubes passavam por duas fases: a primeira, nacional, eliminava em jogos de ida e volta quatro equipes em confrontos envolvendo apenas clubes nacionais. A segunda incluía as demais equipes do continente, também em jogos eliminatórios, das oitavas de final até a final.

Com a reformulação da competição em 2017, o Brasil perdeu duas vagas, passando a contar com seis clubes, e os critérios para classificação passaram a ser unicamente através das colocações no Campeonato Brasileiro.[37] Acabaram as fases nacionais e os clubes brasileiros enfrentaram equipes estrangeiras desde a primeira fase. No novo formato adotado desde 2021, os classificados pelos nacionais de Brasil e Argentina entram já na segunda fase (fase de grupos).

Classificação[editar | editar código-fonte]

A competição é integrada por clubes qualificados graças a critério desportivo, embora até 2009 os clubes argentinos Boca Juniors e River Plate fossem convidados pela AFA independentemente de desempenho técnico.

Em 2017, dez equipes desclassificadas na Copa Libertadores da América ganharam o direito de disputar a Sul-Americana no mesmo ano.[38] O número foi ampliado para doze em 2021. Também em 2017, a CONMEBOL proibiu a classificação de equipes por meio de competições subnacionais, como ocorria no Brasil com os campeões da Copa Verde e da Copa do Nordeste.[39] Além disso, devido a mudança nas datas do torneio, que passou a durar o ano inteiro e coincidir com a Copa Libertadores, extinguiu-se a vaga do atual campeão (que só poderá ganhar novamente se estiver entre as equipes transferidas da Libertadores).

Após as mudanças de 2017 e 2021, a distribuição das vagas pelas confederações se dá da seguinte maneira:

Vagas País Classificação
12
  • Equipes terceiro colocadas na fase de grupos Copa Libertadores (8)
  • Equipes eliminadas na terceira preliminar da Copa Libertadores (4)
6  Argentina
4  Bolívia
6  Brasil
4  Chile
  • Perdedor do play-off entre os vice-campeões da temporada (1)
  • Terceiro e quarto lugar do Torneio Apertura do Campeonato Chileno (2)
  • Vice-campeão da Copa Chile (1)
4  Colômbia
4 Equador
4  Paraguai
4  Peru
  • Quarto lugar do Campeonato Peruano (1)
  • Três melhores colocados não classificados aos play-offs do Campeonato Peruano (3)
4 Uruguai
4  Venezuela
  • Vice-campeão da Copa Venezuela (1)
  • Vice-campeão do Torneio Clausura do Campeonato Venezuelano (1)
  • Dois melhores colocados do Campeonato Venezuelano não classificados à Copa Libertadores (2)

Campeões[editar | editar código-fonte]


Ano Final Semifinalistas
Campeão Placares Vice Eliminado pelo campeão Eliminado pelo vice-campeão
2002
Detalhes
Argentina
San Lorenzo
4 – 0
0 – 0
Colômbia
Atlético Nacional
Bolívia
Bolívar
Uruguai
Nacional
2003
Detalhes
Peru
Cienciano
3 – 3
1 – 0
Argentina
River Plate
Colômbia
Atlético Nacional
Brasil
São Paulo
2004
Detalhes
Argentina
Boca Juniors
0 – 1
2 – 0
Bolívia
Bolívar
Brasil
Internacional
Equador
LDU Quito
2005
Detalhes
Argentina
Boca Juniors
1 – 1
1 – 1
4 – 3 (pen)
México
Pumas UNAM
Chile
Universidad Católica
Argentina
Vélez Sarsfield
2006
Detalhes
México
Pachuca
1 – 1
2 – 1
Chile
Colo-Colo
Brasil
Atlético Paranaense
México
Toluca
2007
Detalhes
Argentina
Arsenal de Sarandí
3 – 2
1 – 2
México
América
Argentina
River Plate
Colômbia
Millonarios
2008
Detalhes
Brasil
Internacional
1 – 0
1 – 1 (pro)
Argentina
Estudiantes
México
Chivas Guadalajara
Argentina
Argentinos Juniors
2009
Detalhes
Equador
LDU Quito
5 – 1
0 – 3
Brasil
Fluminense
Uruguai
River Plate
Paraguai
Cerro Porteño
2010
Detalhes
Argentina
Independiente
0 – 2
3 – 1
5 – 3 (pen)
Brasil
Goiás
Equador
LDU Quito
Brasil
Palmeiras
2011
Detalhes
Chile
Universidad de Chile
1 – 0
3 – 0
Equador
LDU Quito
Brasil
Vasco da Gama
Argentina
Vélez Sarsfield
2012
Detalhes
Brasil
São Paulo
0 – 0
2 – 0
Argentina
Tigre
Chile
Universidad Católica
Colômbia
Millonarios
2013
Detalhes
Argentina
Lanús
1 – 1
2 – 0
Brasil
Ponte Preta
Paraguai
Libertad
Brasil
São Paulo
2014
Detalhes
Argentina
River Plate
1 – 1
2 – 0
Colômbia
Atlético Nacional
Argentina
Boca Juniors
Brasil
São Paulo
2015
Detalhes
Colômbia
Independiente Santa Fe
0 – 0
0 – 0
3 – 1
(pen)
Argentina
Huracán
Paraguai
Sportivo Luqueño
Argentina
River Plate
2016
Detalhes
Brasil
Chapecoense
[nota 1] Colômbia
Atlético Nacional
Argentina
San Lorenzo
Paraguai
Cerro Porteño
2017
Detalhes
Argentina
Independiente
2 – 1
1 – 1
Brasil
Flamengo
Paraguai
Libertad
Colômbia
Junior Barranquilla
2018
Detalhes
Brasil
Atlético Paranaense
1 – 1
1 – 1
4 – 3
(pen)
Colômbia
Junior Barranquilla
Brasil
Fluminense
Colômbia
Independiente Santa Fe
Sistema com final em jogo único
Ano Sede da final Final Semifinalistas
Campeão Placar Vice Eliminado pelo campeão Eliminado pelo vice-campeão
2019
Detalhes
Paraguai
General Pablo Rojas
Equador
Independiente del Valle
3 – 1 Argentina
Colón
Brasil
Corinthians
Brasil
Atlético Mineiro
2020
Detalhes
Argentina
Mario Alberto Kempes
Argentina
Defensa y Justicia
3 – 0 Argentina
Lanús
Chile
Coquimbo Unido
Argentina
Vélez Sarsfield
2021
Detalhes
Uruguai
Centenario
Brasil
Athletico Paranaense
1 – 0 Brasil
Red Bull Bragantino
Uruguai
Peñarol
Paraguai
Libertad
2022
Detalhes
Argentina
Mario Alberto Kempes
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A definir
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A definir
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A definir
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A definir


Títulos por clubes[editar | editar código-fonte]

Clube País Títulos Vices Semifinais Aprov.
Boca Juniors  Argentina 2 (2004 e 2005) 0 1 (2014) 100%
Athletico Paranaense  Brasil 2 (2018 e 2021) 0 1 (2006) 100%
Independiente  Argentina 2 (2010 e 2017) 0 0 100%
LDU Quito Equador 1 (2009) 1 (2011) 2 (2004 e 2010) 50%
River Plate  Argentina 1 (2014) 1 (2003) 2 (2007 e 2015) 50%
Lanús  Argentina 1 (2013) 1 (2020) 0 50%
São Paulo  Brasil 1 (2012) 0 3 (2003, 2013 e 2014) 100%
Internacional  Brasil 1 (2008) 0 1 (2004) 100%
San Lorenzo  Argentina 1 (2002) 0 1 (2016) 100%
Independiente Santa Fe  Colômbia 1 (2015) 0 1 (2018) 100%
Cienciano  Peru 1 (2003) 0 0 100%
Pachuca  México 1 (2006) 0 0 100%
Arsenal de Sarandí  Argentina 1 (2007) 0 0 100%
Universidad de Chile  Chile 1 (2011) 0 0 100%
Chapecoense  Brasil 1 (2016) 0 0 100%
Independiente del Valle Equador 1 (2019) 0 0 100%
Defensa y Justicia  Argentina 1 (2020) 0 0 100%
Atlético Nacional  Colômbia 0 3 (2002, 2014 e 2016) 1 (2003) 0%
Bolívar  Bolívia 0 1 (2004) 1 (2002) 0%
Fluminense  Brasil 0 1 (2009) 1 (2018) 0%
Junior Barranquilla  Colômbia 0 1 (2018) 1 (2017) 0%
Pumas UNAM  México 0 1 (2005) 0 0%
Colo-Colo  Chile 0 1 (2006) 0 0%
América  México 0 1 (2007) 0 0%
Estudiantes  Argentina 0 1 (2008) 0 0%
Goiás  Brasil 0 1 (2010) 0 0%
Tigre  Argentina 0 1 (2012) 0 0%
Ponte Preta  Brasil 0 1 (2013) 0 0%
Huracán  Argentina 0 1 (2015) 0 0%
Flamengo  Brasil 0 1 (2017) 0 0%
Colón  Argentina 0 1 (2019) 0 0%
Red Bull Bragantino  Brasil 0 1 (2021) 0 0%
Vélez Sarsfield  Argentina 0 0 3 (2005, 2011 e 2020) 0%
Libertad  Paraguai 0 0 3 (2013, 2017 e 2021) 0%
Universidad Católica  Chile 0 0 2 (2005 e 2012) 0%
Millonarios  Colômbia 0 0 2 (2007 e 2012) 0%
Cerro Porteño  Paraguai 0 0 2 (2009 e 2016) 0%
Nacional Uruguai 0 0 1 (2002) 0%
Toluca  México 0 0 1 (2006) 0%
Argentinos Juniors  Argentina 0 0 1 (2008) 0%
Chivas Guadalajara  México 0 0 1 (2008) 0%
River Plate Uruguai 0 0 1 (2009) 0%
Palmeiras  Brasil 0 0 1 (2010) 0%
Vasco da Gama  Brasil 0 0 1 (2011) 0%
Sportivo Luqueño  Paraguai 0 0 1 (2015) 0%
Atlético Mineiro  Brasil 0 0 1 (2019) 0%
Corinthians  Brasil 0 0 1 (2019) 0%
Coquimbo Unido  Chile 0 0 1 (2020) 0%
Peñarol Uruguai 0 0 1 (2021) 0%

Títulos por países[editar | editar código-fonte]

País Títulos Vices Aprov. Clubes campeões
 Argentina 9 6 66,7% 7
 Brasil 5 5 50% 4
Equador 2 1 66,7% 2
 Colômbia 1 4 20% 1
 México 1 2 33,3% 1
 Chile 1 1 50% 1
 Peru 1 0 100% 1
 Bolívia 0 1 0% 0
 Paraguai 0 0 0% 0
Uruguai 0 0 0% 0
 Venezuela 0 0 0% 0

Por confederações[editar | editar código-fonte]

Confederação Títulos Vices
CONMEBOL 19 18
CONCACAF 1 2

Participações[editar | editar código-fonte]

Equipes com mais participações[editar | editar código-fonte]

Por país[editar | editar código-fonte]

País Clube Participações
 Argentina River Plate 11
 Bolívia Bolívar 9
 Brasil São Paulo 11
 Chile Universidad Católica 9
 Colômbia Atlético Nacional 7
Equador LDU Quito 11
 Paraguai Libertad 13
 Peru Universitario 7
Uruguai Danubio 9
 Venezuela Deportivo Anzoátegui 7

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

O futebolista chileno Eduardo Vargas é o maior artilheiro em uma única edição da Copa Sul-Americana com 11 gols marcados, em 2011.
Edição Futebolista(s) Clube Gols
2002 Argentina Rodrigo Astudillo Argentina San Lorenzo 4
Bolívia Gonzalo Galindo Bolívia Bolívar
Camarões Pierre Webo Uruguai Nacional
2003 Peru Germán Carty Peru Cienciano 6
2004 Argentina Horacio Chiorazzo Bolívia Bolívar 5
2005 Argentina Bruno Marioni México Pumas UNAM 7
2006 Chile Humberto Suazo Chile Colo-Colo 10
2007 Colômbia Ricardo Ciciliano Colômbia Millonarios 6
2008 Brasil Alex Brasil Internacional 5
Brasil Nilmar
2009 Argentina Claudio Bieler Equador LDU Quito 8
2010 Brasil Rafael Moura Brasil Goiás 8
2011 Chile Eduardo Vargas Chile Universidad de Chile 11
2012 Uruguai Carlos Núñez Uruguai Liverpool 5
Brasil Fábio Renato Equador LDU Loja
Paraguai Jonathan Fabbro Paraguai Cerro Porteño
Chile Michael Ríos Chile Universidad Católica
Colômbia Wason Rentería Colômbia Millonarios
2013 Equador Enner Valencia Equador Emelec
2014 Chile Carlos Núñez Chile Huachipato
Equador Miler Bolaños Equador Emelec
2015 Paraguai José Ariel Núñez Paraguai Olimpia
Equador Miller Bolaños Equador Emelec
Argentina Ramón Ábila Argentina Huracán
Colômbia Wilson Morelo Colômbia Independiente Santa Fe
2016 Paraguai Cecilio Domínguez Paraguai Cerro Porteño 6
Colômbia Miguel Borja Colômbia Atlético Nacional
2017 Brasil Felipe Vizeu Brasil Flamengo 5
Equador Jhon Cifuentes Equador Universidad Católica
Argentina Luis Rodríguez Argentina Atlético Tucumán
2018 Colômbia Nicolás Benedetti Colômbia Deportivo Cali
Brasil Pablo Brasil Athletico Paranaense
2019 Argentina Silvio Romero Argentina Independiente
2020 Argentina Braian Romero Argentina Defensa y Justicia 9
2021 Uruguai Agustín Álvarez Martínez Uruguai Peñarol 10

Máximos goleadores[editar | editar código-fonte]

O futebolista argentino Hernán Barcos é o maior artilheiro em todas as edições da Copa Sul-Americana, com 19 gols marcados
Jogador Gols Partidas disputadas Média de gols Estreia Clubes
Argentina Hernán Barcos 19 32 0.59 2005 Liga de Quito (15), Palmeiras (2), Atlético Nacional (2)
Uruguai Rodrigo López 16 33 0.48 2006 Libertad (8), América (5), Vélez Sarsfield (3)
Brasil Rafael Moura 14 18 0.78 Corinthians (1), Atlético Paranaense (2), Goiás (8), Figueirense (3)
Uruguai Rodrigo Mora 13 27 0.48 2008 Defensor Sporting (6), River Plate (7)
Equador Miler Bolaños 33 0.39 2009 Liga de Quito (2), Emelec (11)
Argentina Claudio Bieler 12 34 0.35 2007 Liga de Quito (8), Belgrano (4)
Chile Eduardo Vargas 11 13 0.85 2011 Universidad de Chile (11)
Argentina Bruno Marioni 14 0.79 2003 Independiente (2), Pumas UNAM (7), Toluca (2)
Argentina Braian Romero 10 9 1.11 2020 Defensa y Justicia (10)
Chile Humberto Suazo 12 0.83 2006 Colo-Colo (10)
Colômbia Wilson Morelo 33 0.30 2007 Santa Fe (7), Colón (3)

Maiores goleadas[editar | editar código-fonte]

Estas são as dez maiores goleadas da história da Copa Sul-Americana:

Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 Oriente Petrolero Bolívia 1–10 Brasil Fluminense El Tahuichi 26 de maio 2022 [44]
2 Defensor Sporting Uruguai 9–0 Peru Sport Huancayo Centenario 16 de setembro 2010 [45]
3 Grêmio Brasil 8–0 Venezuela Aragua Arena do Grêmio 6 de maio 2021 [46]
4 LDU Quito Equador 7–0 Uruguai River Plate Casa Blanca 19 de novembro 2009 [47]
5 Sol de América Paraguai 7–1 Venezuela Estudiantes de Caracas Luis Alfonso Giagni 31 de maio 2017 [48]
6 San Lorenzo Argentina 6–0 Venezuela Deportivo Italchacao El Nuevo Gasómetro 20 de agosto 2003 [49]
Newell's Old Boys Argentina 6–0 Bolívia San José Marcelo Bielsa 6 de outubro 2010 [50]
Cerro Porteño Paraguai 6–0 Bolívia Real Potosí Defensores del Chaco 24 de agosto 2016 [51]
Universidad Católica Equador 6–0 Peru Melgar Olímpico Atahualpa 21 de maio 2019 [52]
Ceará Brasil 6–0 Paraguai General Caballero JLM Arena Castelão 17 de maio 2022 [53]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. No dia 5 de dezembro, por solicitação do próprio Atlético Nacional, a CONMEBOL declarou a Chapecoense como a campeã da Copa Sul-Americana de 2016 após reunião virtual do conselho da entidade.[40][41] A final da competição foi suspensa após o acidente de avião, que levaria a equipe brasileira para o primeiro jogo da decisão, em Medellín, deixar 71 mortos, dentre eles dezenove atletas e dezesseis membros da equipe técnica da Chapecoense, além de oito integrantes da diretoria, 21 jornalistas e sete tripulantes.[42][43] Assim, o Atlético Nacional foi declarado como vice-campeão e recebeu o prêmio "Centenário da Conmebol ao Fair Play".[41]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]