Copa Libertadores da América

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Copa Libertadores da América
Copa Bridgestone Libertadores
Logotipo oficial da competição, utilizado desde 2013.
Dados gerais
Organização CONMEBOL
Edições 57
Outros nomes Libertadores
Local de disputa Flags of South American Conmebol Members.gif América do Sul
Sistema Grupos e Eliminatórias
Soccerball current event.svg Edição atual
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A Copa Libertadores da América ou Taça Libertadores da América, cujo nome oficial atual é Copa Bridgestone Libertadores por motivos de patrocínio,[1] é a principal competição de futebol entre clubes profissionais da América do Sul, organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL). Em 1998 começou a ser patrocinada pela montadora japonesa Toyota, quando em 2013 o patrocinador oficial da competição passou a ser a fabricante de pneus também japonesa Bridgestone.[1]

O nome do torneio é uma homenagem aos principais líderes da independência das nações da América do Sul: José Artigas, Simón Bolívar, José de San Martín, José Bonifácio de Andrada e Silva, D. Pedro I do Brasil, Antonio José de Sucre e Bernardo O'Higgins. É uma das competições entre clubes mais prestigiosas no esporte juntamente com a Liga dos Campeões da Europa. A CONMEBOL cogita a possibilidade da inclusão de equipes centro-americanas na competição, assim como a realização de uma partida entre o vencedor da Libertadores e o vencedor da Liga dos Campeões da CONCACAF.[2]

Foi criado em 1960 sob o nome de Copa dos Campeões da América, já que apenas os campeões das associações de futebol da América do Sul em seus respectivos campeonatos participavam, a atual denominação foi adotada somente em 1965.[3] Da primeira edição em 1960 até 2004, o campeão da Libertadores enfrentava o campeão da Liga dos Campeões da Europa em uma ou duas partidas, competição chamada Copa Intercontinental ou ainda Copa Europeia/Sul-Americana. A partir de 2005, o campeão da Libertadores passou a disputar a Copa do Mundo de Clubes da FIFA (FIFA Club World Cup) a qual reúne os campeões de cinco continentes. Também contou com a participação de clubes do México entre 1998 e 2016.[4]

Em março de 2009, a CONMEBOL anunciou a criação de um torneio continental feminino, com a participação de 10 clubes sendo um de cada país associado. A primeira Copa Libertadores Feminina foi realizada no Brasil e teve como campeã o clube brasileiro Santos.[5] Dois anos depois, foi criada a Copa Libertadores Sub-20, a ser disputada por 12 clubes do continente e disputada por jogadores com até 20 anos de idade. A primeira edição realizou-se em junho de 2011, no Peru.[6]

Classificação[editar | editar código-fonte]

O clube paraguaio Olimpia na final da Libertadores de 2002 quando conquistou seu terceiro título na competição.

A forma de classificação para a competição é geralmente baseada nos resultados dos campeonatos nacionais dos países do continente, assim como a Liga dos Campeões da UEFA, na Europa. Mas há confederações que se utilizam de torneios próprios, independentes dos campeonatos nacionais propriamente ditos, para definir pelo menos algumas vagas como a Copa do Brasil, no Brasil, desde 1989, a Liguilla Pré-Libertadores, no Uruguai, entre 1974 e 2009, e no Chile desde 1974 (com algumas interrupções), o Torneo del Inca, no Peru, em 2015, e a InterLiga, entre 2004 e 2010, e Supercopa MX, entre 2014 e 2016, no México.

A Libertadores tem uma primeira fase na qual um número de clubes, atualmente 12, são emparelhados em uma série de "mata-matas". Os seis sobreviventes juntam-se aos clubes restantes na segunda fase, na qual são divididos em grupos de quatro. Os times dos grupos da segunda fase jogam entre si em turno e returno. Os dois melhores de cada grupo classificam-se para a fase eliminatória, na qual o time com a melhor campanha enfrenta o pior segundo colocado, o 2º melhor joga contra o penúltimo dos segundos colocados, e assim por diante. A disputa acontece então em um novo sistema "mata-mata", assim como as quartas-de-final, semifinais e a final. Entre 1960 e 1987 os campeões da edição anterior entravam na competição na fase semifinal, tornando muito mais fácil a retenção do título. A partir de 1988 o campeão da edição anterior passou a entrar na terceira fase. Apenas a partir da edição de 2000, o campeão do ano anterior passou a disputar desde a fase de grupos, precisando obter vaga para a fase eliminatória, como os demais participantes.

Em seus primeiros anos, apenas os campeões nacionais das principais nações participavam, mas os vice-campeões foram permitidos na década de 1970. A competição acabou aumentada para 21, 32, 36, 38 e agora contará com 44 clubes.

A partir de 2010 o campeão da Copa Sul-Americana passou a ter uma vaga na Libertadores do ano seguinte, ocupando uma das vagas previamente estabelecidas para cada confederação (5 para Brasil e Argentina, e 3 para as demais confederações).[7]

A partir de 2017 a competição passa a ter 44 equipes e duas fases preliminares antes da fase de grupos, garantindo mais duas vagas extras para o Brasil e uma para a Argentina, Chile e Colômbia, além da vaga do campeão da Copa Sul-Americana direto na fase de grupos (até 2016 entrava na primeira fase).[8]

As vagas são distribuídas da seguinte maneira:

Vagas País Classificação
1
* Campeão da Copa Libertadores do ano anterior
1
* Campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior
6  Argentina * Primeiro a quinto lugar no Campeonato Argentino (5)
* Campeão da Copa Argentina (1)
3  Bolívia * Campeão do Torneo Apertura do Campeonato Boliviano (1)
* Campeão do Torneio Clausura do Campeonato Boliviano (1)
* Pontuação geral na temporada (1)
7  Brasil * Primeiro a sexto lugar no Campeonato Brasileiro (6)
* Campeão da Copa do Brasil (1)
4  Chile * Campeão do Torneio Clausura do Campeonato Chileno (1)
* Campeão do Torneio Apertura do Campeonato Chileno (1)
* Campeão da Copa Chile (1)
* Play-off entre os vice-campeões da temporada (1)
4  Colômbia * Campeão do Torneio Apertura do Campeonato Colombiano (1)
* Campeão do Torneio Finalización do Campeonato Colombiano (1)
* Pontuação geral na temporada (2)
3 Equador * Campeão e vice-campeão do Campeonato Equatoriano (2)
* Pontuação geral na temporada (1)
3  Paraguai * Campeão do Torneio Apertura do Campeonato Paraguaio (1)
* Campeão do Torneio Clausura do Campeonato Paraguaio (1)
* Pontuação geral na temporada (1)
3  Peru * Primeiro a terceiro lugar no Campeonato Peruano (3)
3 Uruguai * Campeão do Campeonato Uruguaio (1)
* Pontuação geral na temporada (2)
3  Venezuela * Campeão e vice-campeão do Campeonato Venezuelano (2)
* Pontuação geral na temporada (1)
3 A definir * Vagas remanescentes dos clubes mexicanos desistentes (3)

Os times de pior campanha de cada país, com exceção de Argentina, Chile e Colômbia onde está incluído o segundo de pior campanha e do Brasil onde se inclue também a terceira pior campanha, totalizando 16 times, jogam duas fases de mata-mata, sobrando 4 equipes que se juntam às 28 restantes na fase de grupos da Copa.

No México uma das vagas era definida num jogo realizado entre os campeões do Torneio Apertura e do Clausura do país. No Brasil, entre os anos de 2000 a 2002, uma das vagas ficava com o campeão da Copa dos Campeões, competição oficial da CBF, atualmente não mais disputada.

História[editar | editar código-fonte]

O clube uruguaio Peñarol foi o primeiro campeão da Libertadores. Aqui, a equipe que venceu a edição de 1961 com destaque para o atacante equatoriano Alberto Spencer (o segundo agachado, da esquerda para a direita).

Em setembro de 1958, o brasileiro José Ramos de Freitas, presidente da CONMEBOL, fez uma viagem à Argentina, para dentre outros assuntos tratar da criação de um campeonato sul-americano de clubes campeões,[9] e em outubro do mesmo ano o presidente da então Confederação Brasileira de Desportos João Havelange anunciou em Paris a criação da "Copa dos Campeões da América" (mais tarde chamada de Copa Libertadores) e da Copa Intercontinental, adicionando que naquele momento a ideia já contava com o apoio de Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e Peru, e que seriam também convidados os demais países sul-americanos e possivelmente México, EUA e Canadá.[10][11][12][13] Em 5 de março de 1959, acontece em Buenos Aires, sede da 26ª Copa América, o 30º Congresso Ordinário da CONMEBOL. Reunidos no salão principal da Asociación del Fútbol Argentino (AFA), os dirigentes sul-americanos deram sinal positivo ao projeto de um "Campeonato de Campeões", apresentado por Chile e Brasil No ano seguinte, em 1960, foi disputada a primeira edição, na qual se consagrou campeão o Club Atlético Peñarol, do Uruguai. O Brasil fora representado pelo Esporte Clube Bahia, campeão da Taça Brasil de 1959, torneio que credenciava tal vaga no país.

A ideia tinha um antecedente: em 1948, o Colo-Colo chileno, através do dirigente Róbinson Marín, e com apoio do então presidente da CONMEBOL, o chileno Luiz Valenzuela,[14][15] organizou com sucesso um torneio de campeões da América, o Campeonato Sul-Americano de Clubes, em que participaram os coroados de cada país de 1947: o clube local, Vasco da Gama (Brasil, que viria a se tornar campeão), River Plate (Argentina), Nacional (Uruguai), Emelec (Equador), Deportivo Municipal (Peru) e Litoral (Bolívia).

Os primeiros confrontos internacionais entre clubes na América do Sul haviam ocorrido no Rio da Prata no início do século XX. Argentinos e uruguaios iniciaram no ano de 1900 a disputa da Copa Competência, entre os clubes de ambas nações. Em 1905 começa a Copa de Honor Cusenier e em 1916 se põe em jogo a Copa Aldao, sendo o Nacional de Montevidéu o primeiro ganhador, ao vencer o Racing Club.

O clube argentino Estudiantes de La Plata, foi o primeiro time a ser campeão da Libertadores por três anos seguidos. Aqui, a equipe que conquistou a Copa Libertadores da América de 1968 com destaque para Carlos Bilardo (o segundo agachado, da esquerda para a direita).

No Congresso da CONMEBOL de 1958 no Rio de Janeiro, começou-se a trabalhar no projeto de um torneio entre os campeões sul-americanos, similar ao que desde 1955 se disputava na Europa. Inclusive a própria UEFA apoiou a instauração de uma competição entre clubes na América do Sul, com a intenção de enfrentar anualmente aos vencedores de ambas confederações (a Copa Intercontinental).

Finalmente o projeto da Copa Libertadores foi apresentado à CONMEBOL, sendo aprovado no Congresso. A moção recebeu o apoio da ampla maioria, com o voto contrário do Uruguai, e foi aprovada. Essa foi a última obra de governo do brasileiro José Ramos de Freitas como presidente da CONMEBOL, que após esse ato cedeu seu cargo ao novo presidente eleito, o uruguaio Fermín Sorhueta.

Com o início dado em Buenos Aires, ainda restavam definir inúmeras questões de organização, redigir um regulamento e nomear o torneio. Após outras várias reuniões se decidiu que participariam os campeões de cada país e que, diante da negativa do campeão em participar, o vice-campeão o substituiria. Também decidiram realizar a primeira edição somente se quatro equipes confirmassem sua participação. E finalmente resolveu-se dar à competição o nome de "Libertadores da América", em homenagem aos heróis independentistas da América do Sul.

Em 19 de abril de 1960 jogou-se a primeira partida da história: Peñarol 7 a 1 contra o Jorge Wilstermann.

Posteriormente, em 1964, a iniciativa do diretor do Peñarol, Washington Cataldi, se aprovou que participassem da Copa os vice-campeões de cada país, com o qual o número se elevou para 20 competidores.

Carlos Bianchi se tornou o técnico mais vencedor da Libertadores, com conquistas em 1994, 2000, 2001 e 2003, e ganhou a alcunha de Mr. Libertadores (aqui, em uma homenagem feita pelos adeptos do clube argentino Boca Juniors, onde ganhou três títulos).

Até 2015, 25 equipes diferentes já conquistaram a taça. O clube mais bem sucedido no torneio é o argentino Independiente, incluindo quatro títulos seguidos em sete vezes de 1972 a 1975.

Ao longo dos anos, a concorrência tem mantido viva uma rivalidade entre os países concorrentes, especialmente entre Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Peru e Chile. Episódios de violência não são raros e a pressão para os jogadores em campo é enorme.

O Estudiantes de La Plata, da Argentina, se tornou o primeiro clube a vencer a taça em três anos consecutivos, em 1968, 1969 e 1970. Desde então, só o Independiente conseguiu superar esta marca.

De 1998 até 2007, a Copa Libertadores da América foi patrocinada pela Toyota Motor Corporation, sendo seu nome oficial durante esse período Copa Toyota Libertadores. Entre 2008 e 2012, a Copa passou a ser chamada de Copa Santander Libertadores, em função do patrocínio do banco espanhol Santander. Em 2012, mudou seu nome novamente para Copa Bridgestone Libertadores, em função da troca do patrocínio para a fabricante japonesa Bridgestone.[1]

Desde 1993, somente dois times conseguiram realizar a melhor campanha na primeira fase de grupos e serem campeões, feito do River Plate, da Argentina, em 1996, e do Atlético Mineiro, do Brasil, em 2013. Neste mesmo período o Corinthians foi o clube que por mais vezes obteve a melhor campanha na fase de grupos (três vezes).

A partir de 2017, a CONMEBOL planeja fazer alterações no formato de disputa, como estender a competição entre os meses de fevereiro a novembro com a decisão realizada em jogo único, e em uma sede escolhida previamente, como acontece na Europa com a Liga dos Campeões. O anúncio foi feito pelo presidente da confederação, Alejandro Domínguez, através de um perfil na rede social Twitter.[16] Com isso mais vagas serão abertas para a competição e equipes eliminadas poderão ser transferidas para a Copa Sul-Americana, que também terá suas datas antecipadas e passará a ser realizada entre junho e dezembro. Um nova reunião irá ratificar as mudanças e deverão ser aprovadas pelo Comitê Executivo da entidade.[17]

Essas últimas alterações na formula de disputa da competição provocou a saída dos clubes do México, que disputavam a Libertadores desde 1998, que não concordaram com as mudanças principalmente relacionadas a conflitos no calendário entre o futebol mexicano e o sul-americano.[18] No entanto a CONMEBOL respeitou a decisão da Liga MX, que organiza o Campeonato Mexicano, e deixou as "portas abertas" o retorno do país norte-americano em uma edição futura.[19][20]

Troféu[editar | editar código-fonte]

O troféu de clubes mais importante da América do Sul, a Copa Libertadores foi criada em 1959. O então presidente da entidade sul-americana, Férmin Sorhueta solicitou a Teófilo Salinas, membro do Comitê Executivo, a busca por uma taça para o torneio que teria início no ano seguinte, em 1960. Na capital peruana ela foi escolhida, foi desenhada por Alberto de Gásperi, um designer de origem italiana.[21]

O troféu oficial atual, construído na edição de 2009 apresenta 10 quilos e 25 gramas, cujo pedestal é constituído de madeira de cedro, com uma altura aproximada de 1 metro. Distribuída em 63 centímetros de prata 925 pura e 35 centímetros de madeira de cedro. A figura do jogador acima da taça é composta de bronze.[21] Na esfera da taça, abaixo da figura do jogador, estão representados os dez brasões dos países membros da Confederação Sul-Americana.

Um detalhe é que no início da década de 1960, o troféu não apresentava a base de madeira, onde hoje abriga as pequenas placas de metais com os distintivos dos clubes vencedores do torneio.

Direitos de transmissão[editar | editar código-fonte]

A Fox Sports, de propriedade do grupo norte-americano News Corporation, com sede na Argentina, é a principal detentora dos direitos de transmissão na América Latina e, ao mesmo tempo, a co-organizadora do torneio oferecendo prêmios em dinheiro aos clubes que passam em cada fase. A emissora adquiriu a Libertadores em 2002 após a falência da PSN, que transmitiu com exclusividade a Libertadores para o continente – no Brasil, foi o canal exclusivo para televisão por assinatura – por duas temporadas.[22][23] Como não havia um canal da Fox Sports no Brasil, a Copa Libertadores da América de 2002 não foi transmitida para o país.[24] A partir do ano seguinte, a Fox Sports repassou o torneio para o SporTV e a Rede Globo enquanto não possuía um canal próprio em território brasileiro.[25]

No Brasil, a Rede Globo detém os direitos para a TV aberta até a edição de 2018. Por contrato tem direito de transmitir até duas partidas envolvendo clubes brasileiros por semana, além da final.[26] A partir da edição 2012 da competição, a Fox Sports requisitou a exclusividade para TV fechada quando lançou seu canal do Brasil.[27] Desde 2013, a Fox Sports fez um acordo com o SporTV, no qual os dois canais compartilham o jogo principal da rodada, depois a Fox detém exclusividade de uma segunda escolha e o SporTV, da terceira.[25] Todos os demais jogos são exclusivos da Fox.[25]

Campeões[editar | editar código-fonte]

Ano Final Semifinalistas
Campeão Placar Vice
1960
Detalhes
Uruguai
Peñarol*
1 – 0
1 – 1
Flag of Paraguay 1954.png
Olimpia
Argentina
San Lorenzo
Colômbia
Millonarios
1961
Detalhes
Uruguai
Peñarol
1 – 0
1 – 1
Flag of Brazil (1960-1968).svg
Palmeiras
Flag of Paraguay 1954.png
Olimpia
Colômbia
Santa Fe
1962
Detalhes
Flag of Brazil (1960-1968).svg
Santos
2 – 1
2 – 3
3 – 0
Uruguai
Peñarol
Chile
Universidad Católica
Uruguai
Nacional
1963
Detalhes
Flag of Brazil (1960-1968).svg
Santos*
3 – 2
2 – 1
Argentina
Boca Juniors
Flag of Brazil (1960-1968).svg
Botafogo
Uruguai
Peñarol
1964
Detalhes
Argentina
Independiente*
0 – 0
1 – 0
Uruguai
Nacional
Flag of Brazil (1960-1968).svg
Santos
Chile
Colo-Colo
1965
Detalhes
Argentina
Independiente
1 – 0
1 – 3
4 – 1
Uruguai
Peñarol
Argentina
Boca Juniors
Flag of Brazil (1960-1968).svg
Santos
1966
Detalhes
Uruguai
Peñarol
2 – 0
2 – 3
4 – 2 (pro)
Argentina
River Plate
Chile
Universidad Católica
Argentina
Independiente
1967
Detalhes
Argentina
Racing
0 – 0
0 – 0
2 – 1
Uruguai
Nacional
Peru
Universitario
Flag of Brazil (1960-1968).svg
Cruzeiro
1968
Detalhes
Argentina
Estudiantes
2 – 1
1 – 3
2 – 0
Flag of Brazil (1960-1968).svg
Palmeiras
Argentina
Racing
Uruguai
Peñarol
1969
Detalhes
Argentina
Estudiantes*
1 – 0
2 – 0
Uruguai
Nacional
Chile
Universidad Católica
Uruguai
Peñarol
1970
Detalhes
Argentina
Estudiantes*
1 – 0
0 – 0
Uruguai
Peñarol
Argentina
River Plate
Chile
Universidad de Chile
1971
Detalhes
Uruguai
Nacional
0 – 1
1 – 0
2 – 0
Argentina
Estudiantes
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Palmeiras
Equador
Barcelona SC
1972
Detalhes
Argentina
Independiente
0 – 0
2 – 1
Peru
Universitario
Flag of Brazil (1968-1992).svg
São Paulo
Uruguai
Nacional
1973
Detalhes
Argentina
Independiente
1 – 1
0 – 0
2 – 1 (pro)
Chile
Colo-Colo
Argentina
San Lorenzo
Flag of Paraguay 1954.png
Cerro Porteño
1974
Detalhes
Argentina
Independiente
1 – 2
2 – 0
1 – 0
Flag of Brazil (1968-1992).svg
São Paulo
Uruguai
Peñarol
Colômbia
Millonarios
1975
Detalhes
Argentina
Independiente
0 – 1
3 – 1
2 – 0
Chile
Unión Española
Argentina
Rosario Central
Peru
Universitario
1976
Detalhes
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Cruzeiro
4 – 1
1 – 2
3 – 2
Argentina
River Plate
Equador
LDU Quito
Argentina
Independiente
1977
Detalhes
Argentina
Boca Juniors
1 – 0
0 – 1
0 – 0 (pro)
5 – 4 (pen)
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Cruzeiro
Colômbia
Deportivo Cali
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Internacional
1978
Detalhes
Argentina
Boca Juniors*
0 – 0
4 – 0
Colômbia
Deportivo Cali
Argentina
River Plate
Flag of Paraguay 1954.png
Cerro Porteño
1979
Detalhes
Flag of Paraguay 1954.png
Olimpia
2 – 0
0 – 0
Argentina
Boca Juniors
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Guarani
Argentina
Independiente
1980
Detalhes
Uruguai
Nacional
0 – 0
1 – 0
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Internacional
Flag of Paraguay 1954.png
Olimpia
Colômbia
América de Cali
1981
Detalhes
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Flamengo
2 – 1
0 – 1
2 – 0
Chile
Cobreloa
Colômbia
Deportivo Cali
Uruguai
Nacional
1982
Detalhes
Uruguai
Peñarol
0 – 0
1 – 0
Chile
Cobreloa
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Flamengo
Flag of Paraguay 1954.png
Olimpia
1983
Detalhes
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Grêmio
1 – 1
2 – 1
Uruguai
Peñarol
Argentina
Estudiantes
Uruguai
Nacional
1984
Detalhes
Argentina
Independiente
1 – 0
0 – 0
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Grêmio
Uruguai
Nacional
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Flamengo
1985
Detalhes
Argentina
Argentinos Juniors
1 – 0
0 – 1
1 – 1
5 – 4 (pen)
Colômbia
América de Cali
Argentina
Independiente
Equador
El Nacional
1986
Detalhes
Argentina
River Plate
2 – 1
1 – 0
Colômbia
América de Cali
Argentina
Argentinos Juniors
Flag of Paraguay 1954.png
Olimpia
1987
Detalhes
Uruguai
Peñarol
0 – 2
2 – 1
1 – 0 (pro)
Colômbia
América de Cali
Argentina
River Plate
Chile
Cobreloa
1988
Detalhes
Uruguai
Nacional
0 – 1
3 – 0 (pro)
Argentina
Newell's Old Boys
Colômbia
América de Cali
Argentina
San Lorenzo
1989
Detalhes
Colômbia
Atlético Nacional
0 – 2
2 – 0
5 – 4 (pen)
Flag of Paraguay 1988.png
Olimpia
Uruguai
Danubio
Flag of Brazil (1968-1992).svg
Internacional
1990
Detalhes
Paraguai
Olimpia
2 – 0
1 – 1
Equador
Barcelona SC
Colômbia
Atlético Nacional
Argentina
River Plate
1991
Detalhes
Chile
Colo-Colo
0 – 0
3 – 0
Paraguai
Olimpia
Argentina
Boca Juniors
Colômbia
Atlético Nacional
1992
Detalhes
Brasil
São Paulo
0 – 1
1 – 0
3 – 2 (pen)
Argentina
Newell's Old Boys
Equador
Barcelona
Colômbia
América de Cali
1993
Detalhes
Brasil
São Paulo
5 – 1
0 – 2
Chile
Universidad Católica
Paraguai
Cerro Porteño
Colômbia
América de Cali
1994
Detalhes
Argentina
Vélez Sársfield
1 – 0
0 – 1
5 – 3 (pen)
Brasil
São Paulo
Colômbia
Junior
Paraguai
Olimpia
1995
Detalhes
Brasil
Grêmio
3 – 1
1 – 1
Colômbia
Atlético Nacional
Equador
Emelec
Argentina
River Plate
1996
Detalhes
Argentina
River Plate
0 – 1
2 – 0
Colômbia
América de Cali
Chile
Universidad de Chile
Brasil
Grêmio
1997
Detalhes
Brasil
Cruzeiro
0 – 0
1 – 0
Peru
Sporting Cristal
Chile
Colo-Colo
Argentina
Racing
1998
Detalhes
Brasil
Vasco da Gama
2 – 0
2 – 1
Equador
Barcelona SC
Argentina
River Plate
Paraguai
Cerro Porteño
1999
Detalhes
Brasil
Palmeiras
0 – 1
2 – 1
4 – 3 (pen)
Colômbia
Deportivo Cali
Argentina
River Plate
Paraguai
Cerro Porteño
2000
Detalhes
Argentina
Boca Juniors
2 – 2
0 – 0
4 – 2 (pen)
Brasil
Palmeiras
México
América
Brasil
Corinthians
2001
Detalhes
Argentina
Boca Juniors
1 – 0
0 – 1
3 – 1 (pen)
México
Cruz Azul
Brasil
Palmeiras
Argentina
Rosario Central
2002
Detalhes
Paraguai
Olimpia
0 – 1
2 – 1
4 – 2 (pen)
Brasil
São Caetano
Brasil
Grêmio
México
América
2003
Detalhes
Argentina
Boca Juniors
2 – 0
3 – 1
Brasil
Santos
Colômbia
América de Cali
Colômbia
Independiente Medellín
2004
Detalhes
Colômbia
Once Caldas
0 – 0
1 – 1
2 – 0 (pen)
Argentina
Boca Juniors
Brasil
São Paulo
Argentina
River Plate
2005
Detalhes
Brasil
São Paulo
1 – 1
4 – 0
Brasil
Atlético Paranaense
Argentina
River Plate
México
Chivas Guadalajara
2006
Detalhes
Brasil
Internacional
2 – 1
2 – 2
Brasil
São Paulo
Paraguai
Libertad
México
Chivas Guadalajara
2007
Detalhes
Argentina
Boca Juniors
3 – 0
2 – 0
Brasil
Grêmio
Colômbia
Cúcuta Deportivo
Brasil
Santos
2008
Detalhes
Equador
LDU Quito
4 – 2
1 – 3 (pro)
3 – 1 (pen)
Brasil
Fluminense
México
América
Argentina
Boca Juniors
2009
Detalhes
Argentina
Estudiantes
0 – 0
2 – 1
Brasil
Cruzeiro
Uruguai
Nacional
Brasil
Grêmio
2010
Detalhes
Brasil
Internacional
2 – 1
3 – 2
México
Chivas Guadalajara
Brasil
São Paulo
Chile
Universidad de Chile
2011
Detalhes
Brasil
Santos
0 – 0
2 – 1
Uruguai
Peñarol
Paraguai
Cerro Porteño
Argentina
Vélez Sársfield
2012
Detalhes
Brasil
Corinthians*
1 – 1
2 – 0
Argentina
Boca Juniors
Brasil
Santos
Chile
Universidad de Chile
2013
Detalhes
Brasil
Atlético Mineiro
0 – 2
2 – 0 (pro)
4 – 3 (pen)
Paraguai
Olimpia
Argentina
Newell's Old Boys
Colômbia
Santa Fe
2014
Detalhes
Argentina
San Lorenzo
1 – 1
1 – 0
Paraguai
Nacional
Bolívia
Bolívar
Uruguai
Defensor Sporting
2015
Detalhes
Argentina
River Plate
0 – 0
3 – 0
México
Tigres UANL
Paraguai
Guaraní
Brasil
Internacional
2016
Detalhes
Colômbia
Atlético Nacional
1 – 1
1 – 0
Equador
Independiente del Valle
Brasil
São Paulo
Argentina
Boca Juniors

* Conquistou o título de forma invicta.[28]

Títulos por equipe[editar | editar código-fonte]

O Independiente é o maior vencedor, com 7 conquistas. Nesta foto, o time bicampeão da Libertadores em 1965.
Clube País Títulos Vices Aprov.
Independiente  Argentina 7 (1964, 1965, 1972, 1973, 1974,
1975 e 1984)
0 100%
Boca Juniors  Argentina 6 (1977, 1978, 2000, 2001,
2003 e 2007)
4 (1963, 1979, 2004 e 2012) 60%
Peñarol Uruguai 5 (1960, 1961, 1966, 1982 e 1987) 5 (1962, 1965, 1970, 1983 e 2011) 50%
Estudiantes  Argentina 4 (1968, 1969, 1970 e 2009) 1 (1971) 80%
Olimpia  Paraguai 3 (1979, 1990 e 2002) 4 (1960, 1989, 1991 e 2013) 43%
Nacional Uruguai 3 (1971, 1980 e 1988) 3 (1964, 1967 e 1969) 50%
São Paulo  Brasil 3 (1992, 1993 e 2005) 3 (1974, 1994 e 2006) 50%
River Plate  Argentina 3 (1986, 1996 e 2015) 2 (1966 e 1976) 60%
Santos  Brasil 3 (1962, 1963 e 2011) 1 (2003) 75%
Cruzeiro  Brasil 2 (1976 e 1997) 2 (1977 e 2009) 50%
Grêmio  Brasil 2 (1983 e 1995) 2 (1984 e 2007) 50%
Atlético Nacional  Colômbia 2 (1989 e 2016) 1 (1995) 67%
Internacional  Brasil 2 (2006 e 2010) 1 (1980) 67%
Palmeiras  Brasil 1 (1999) 3 (1961, 1968 e 2000) 25%
Colo-Colo  Chile 1 (1991) 1 (1973) 50%
Argentinos Juniors  Argentina 1 (1985) 0 100%
Atlético Mineiro  Brasil 1 (2013) 0 100%
Corinthians  Brasil 1 (2012) 0 100%
Flamengo  Brasil 1 (1981) 0 100%
LDU Quito Equador 1 (2008) 0 100%
Once Caldas  Colômbia 1 (2004) 0 100%
Racing  Argentina 1 (1967) 0 100%
San Lorenzo  Argentina 1 (2014) 0 100%
Vasco da Gama  Brasil 1 (1998) 0 100%
Vélez Sársfield  Argentina 1 (1994) 0 100%
América de Cali  Colômbia 0 4 (1985, 1986, 1987 e 1996) 0%
Barcelona SC Equador 0 2 (1990 e 1998) 0%
Cobreloa  Chile 0 2 (1981 e 1982) 0%
Deportivo Cali  Colômbia 0 2 (1978 e 1999) 0%
Newell's Old Boys  Argentina 0 2 (1988 e 1992) 0%
Atlético Paranaense  Brasil 0 1 (2005) 0%
Chivas Guadalajara  México 0 1 (2010) 0%
Cruz Azul  México 0 1 (2001) 0%
Fluminense  Brasil 0 1 (2008) 0%
Independiente del Valle Equador 0 1 (2016) 0%
Nacional  Paraguai 0 1 (2014) 0%
São Caetano  Brasil 0 1 (2002) 0%
Sporting Cristal  Peru 0 1 (1997) 0%
Tigres UANL  México 0 1 (2015) 0%
Unión Española  Chile 0 1 (1975) 0%
Universidad Católica  Chile 0 1 (1993) 0%
Universitario  Peru 0 1 (1972) 0%

Total de títulos por país[editar | editar código-fonte]

País Títulos Vices Aprov.
 Argentina 24 9 72,7%
 Brasil 17 15 53,1%
Uruguai 8 8 50%
 Colômbia 3 7 30%
 Paraguai 3 5 37,5%
 Chile 1 5 16,7%
Equador 1 3 25%
 México 0 3 0%
 Peru 0 2 0%
 Bolívia 0 0
 Venezuela 0 0

Equipes com mais participações[editar | editar código-fonte]

Participações[29] Clube
43 Uruguai Nacional e Uruguai Peñarol
38 Paraguai Cerro Porteño e Paraguai Olimpia
32 Argentina River Plate e Peru Sporting Cristal
31 Bolívia Bolívar e Chile Colo-Colo
28 Peru Universitario
26 Argentina Boca Juniors
25 Equador Emelec
24 Chile Universidad Católica e Peru Alianza Lima
23 Equador Barcelona e Equador El Nacional
22 Bolívia The Strongest
21 Chile Universidad de Chile
20 Bolívia Oriente Petrolero, Colômbia Deportivo Cáli e Venezuela Deportivo Táchira
19 Argentina Independiente e Colômbia América de Cáli
18 Brasil São Paulo e Colômbia Atlético Nacional
17 Equador LDU Quito e Venezuela Caracas
16 Bolívia Jorge Wilstermann, Brasil Grêmio e Brasil Palmeiras
15 Argentina Vélez Sársfield, Brasil Cruzeiro, Colômbia Millonarios, Paraguai Guaraní e Paraguai Libertad
14 Argentina San Lorenzo e Uruguai Defensor Sporting
13 Argentina Estudiantes, Brasil Corinthians e Chile Cobreloa
12 Brasil Flamengo, Brasil Santos e Colômbia Junior
11 Argentina Rosario Central, Brasil Internacional, Chile Unión Española e Venezuela Deportivo Petare
10 Colômbia Santa Fe e Equador Deportivo Quito

Por país[editar | editar código-fonte]

País Clube Participações[29]
 Argentina River Plate 32
 Bolívia Bolívar 31
 Brasil São Paulo 18
 Chile Colo-Colo 31
 Colômbia Deportivo Cáli 20
Equador Emelec 25
 México América e Guadalajara 7
 Paraguai Cerro Porteño e Olimpia 38
 Peru Sporting Cristal 32
Uruguai Nacional e Peñarol 43
 Venezuela Deportivo Táchira 20

Ranking de pontos[editar | editar código-fonte]

De 1960 até 2016, foram realizadas 57 edições da Copa Libertadores da América.[30] Nesse período, os 30 maiores clubes pontuadores na competição, foram os seguintes:

Pos. Clube País Part Tít J V E D GP GC Pts Dif.
1 Nacional Uruguai 43 3 359 152 98 109 517 389 554 Estável
2 Peñarol Uruguai 43 5 345 153 78 114 520 416 537 Estável
3 River Plate  Argentina 32 3 312 152 78 82 510 333 534 Estável
4 Boca Juniors  Argentina 26 6 262 140 62 60 410 240 482 Estável
5 Olimpia  Paraguai 38 3 288 113 84 91 415 365 423 Estável
6 Cerro Porteño  Paraguai 38 0 287 102 84 101 377 381 390 Estável
7 América de Cali  Colômbia 19 0 196 89 55 52 287 211 322 Estável
8 Colo-Colo  Chile 31 1 223 90 51 82 324 311 321 Estável
9 São Paulo  Brasil 18 3 181 90 42 49 279 171 312 Aumento (2)
10 Bolívar  Bolívia 30 0 218 86 49 83 322 320 307 Baixa (1)
11 Universidad Católica  Chile 24 0 210 80 56 74 318 296 296 Baixa (1)
12 Cruzeiro  Brasil 15 2 148 86 27 35 278 147 285 Estável
13 Universitario  Peru 28 0 211 66 67 78 250 281 265 Estável
14 Palmeiras  Brasil 16 1 154 78 30 46 273 179 264 Estável
15 Grêmio  Brasil 16 2 151 75 34 42 228 144 259 Estável
16 Sporting Cristal  Peru 32 0 208 62 55 91 271 324 241 Aumento (2)
17 Independiente  Argentina 19 7 144 68 36 40 201 136 240 Baixa (1)
18 Barcelona Equador 23 0 191 63 51 77 225 245 240 Baixa (1)
19 Atlético Nacional  Colômbia 18 2 157 66 41 50 215 178 239 Aumento (5)
20 Vélez Sársfield  Argentina 15 1 131 67 32 32 187 116 233 Baixa (1)
21 Deportivo Cali  Colômbia 20 0 154 61 32 61 217 206 215 Estável
22 Estudiantes  Argentina 13 4 115 64 21 30 158 99 213 Baixa (2)
23 Emelec Equador 25 0 191 59 36 96 203 281 213 Estável
24 Santos  Brasil 12 3 112 63 21 28 229 134 210 Baixa (2)
25 Corinthians  Brasil 13 1 112 59 26 27 196 111 203 Aumento (2)
26 Universidad de Chile  Chile 21 0 153 56 32 63 118 222 200 Baixa (1)
27 Internacional  Brasil 11 2 110 53 29 28 163 103 188 Baixa (1)
28 El Nacional Equador 23 0 144 53 27 64 175 205 186 Estável
29 LDU Quito Equador 17 1 137 51 31 55 193 192 184 Aumento (1)
30 Flamengo  Brasil 12 1 101 54 20 27 191 124 182 Baixa (1)

Artilheiros por edição[editar | editar código-fonte]

Pelé foi o principal nome do clube brasileiro Santos nas conquistas das Libertadores de 1962 e 1963, além de ter sido o artilheiro em 1965 com 8 gols marcados.
O argentino Daniel Onega (aqui, em foto de 1970, quando atuava pelo River Plate) é o recordista em gols em uma única edição da Libertadores, tendo marcado 17 gols na Libertadores de 1966.
Fernando Morena é o único jogador três vezes artilheiro da competição: 1974, 1975 e 1982.
Marcelo Moreno foi o primeiro boliviano a ser artilheiro da Libertadores, na edição de 2008.
Ano Jogador Clube Gols
1960 Equador Alberto Spencer Uruguai Peñarol 7
1961 Argentina Osvaldo Panzutto Colômbia Santa Fe 4
1962 Equador Alberto Spencer Uruguai Peñarol 6
Brasil Coutinho Brasil Santos
Equador Enrique Raymondi Equador Emelec
1963 Argentina José Sanfilippo Argentina Boca Juniors 7
1964 Argentina Mario Rodríguez Argentina Independiente 6
1965 Brasil Pelé Brasil Santos 8
1966 Argentina Daniel Onega Argentina River Plate 17
1967 Argentina Norberto Raffo Argentina Racing 14
1968 Brasil Tupãzinho Brasil Palmeiras 11
1969 Uruguai Alberto Ferrero Chile Santiago Wanderers 8
1970 Uruguai Francisco Bertocchi Equador LDU Quito 9
Argentina Oscar Más Argentina River Plate
1971 Argentina Luis Artime Uruguai Nacional 10
Argentina Raúl Castronovo Uruguai Peñarol
1972 Peru Oswaldo Ramírez Peru Universitario 6
Peru Percy Rojas Peru Alianza Lima
Peru Teófilo Cubillas Peru Alianza Lima
Brasil Toninho Guerreiro Brasil São Paulo
1973 Chile Carlos Caszely Chile Colo-Colo 9
1974 Uruguai Fernando Morena Uruguai Peñarol 7
Uruguai Pedro Rocha Brasil São Paulo
Brasil Terto Brasil São Paulo
1975 Uruguai Fernando Morena Uruguai Peñarol 8
Peru Oswaldo Ramírez Peru Universitario
1976 Brasil Palhinha Brasil Cruzeiro 13
1977 Argentina Néstor Scotta Colômbia Deportivo Cali 5
1978 Peru Guillermo La Rosa Peru Alianza Lima 8
Argentina Néstor Scotta Colômbia Deportivo Cali
1979 Peru Juan José Oré Peru Universitario 6
Brasil Miltão Brasil Guarani
1980 Uruguai Waldemar Victorino Uruguai Nacional 6
1981 Brasil Zico Brasil Flamengo 11
1982 Uruguai Fernando Morena Uruguai Peñarol 7
1983 Uruguai Roberto Luzardo Uruguai Nacional 8
1984 Brasil Tita Brasil Flamengo 8
1985 Argentina Juan Carlos Sánchez Bolívia Blooming 11
1986 Uruguai Juan Carlos de Lima Equador Deportivo Quito 9
1987 Argentina Ricardo Gareca Colômbia América de Cali 7
1988 Colômbia Arnoldo Iguarán Colômbia Millonarios 5
1989 Uruguai Carlos Aguilera Uruguai Peñarol 10
Paraguai Raúl Vicente Amarilla Paraguai Olimpia
1990 Paraguai Adriano Samaniego Paraguai Olimpia 7
1991 Brasil Gaúcho Brasil Flamengo 8
1992 Brasil Palhinha Brasil São Paulo 7
1993 Argentina Juan Carlos Almada Chile Universidad Católica 9
1994 Venezuela Stalin Rivas Venezuela Minervén 7
1995 Brasil Jardel Brasil Grêmio 12
1996 Colômbia Antony de Ávila Colômbia América de Cali 11
1997 Argentina Alberto Acosta Chile Universidad Católica 11
1998 Brasil Sergio João Bolívia Bolívar 10
1999 Brasil Fernando Baiano Brasil Corinthians 6
Brasil Gauchinho Paraguai Cerro Porteño
Uruguai Rubén Sosa Uruguai Nacional
Venezuela Ruberth Morán Venezuela Estudiantes de Mérida
Colômbia Víctor Bonilla Colômbia Deportivo Cali
2000 Brasil Luizão Brasil Corinthians 15
2001 Brasil Lopes Brasil Palmeiras 9
2002 Brasil Rodrigo Mendes Brasil Grêmio 10
2003 Argentina Marcelo Delgado Argentina Boca Juniors 9
Brasil Ricardo Oliveira Brasil Santos
2004 Brasil Luís Fabiano Brasil São Paulo 8
2005 Paraguai Santiago Salcedo Paraguai Cerro Porteño 9
2006 Equador Agustín Delgado Equador LDU Quito 5
Brasil Aloísio Brasil São Paulo
Argentina Daniel Montenegro Argentina River Plate
Argentina Ernesto Farías Argentina River Plate
Equador Félix Borja Equador El Nacional
Brasil Fernandão Brasil Internacional
Argentina Jorge Quinteros Chile Universidad Católica
Argentina José Luis Calderón Argentina Estudiantes
Brasil Marcinho Brasil Palmeiras
Argentina Mariano Pavone Argentina Estudiantes
Brasil Nilmar Brasil Corinthians
Equador Patricio Urrutia Equador LDU Quito
Argentina Sebastián Ereros Argentina Vélez Sársfield
Brasil Washington Brasil Palmeiras
2007 Paraguai Salvador Cabañas México América 10
2008 Bolívia Marcelo Moreno Brasil Cruzeiro 8
Paraguai Salvador Cabañas México América
2009 Argentina Mauro Boselli Argentina Estudiantes 8
2010 Brasil Thiago Ribeiro Brasil Cruzeiro 8
2011 Argentina Roberto Nanni Paraguai Cerro Porteño 7
Brasil Wallyson Brasil Cruzeiro
2012 Argentina Matías Alustiza Equador Deportivo Quito 8
Brasil Neymar Brasil Santos
2013 Brasil Brasil Atlético Mineiro 7
2014 Paraguai Julio dos Santos Paraguai Cerro Porteño 5
Uruguai Nicolás Olivera Uruguai Defensor Sporting
2015 Argentina Gustavo Bou Argentina Racing 8
2016 Argentina Jonathan Calleri Brasil São Paulo 9

Maiores artilheiros da história[editar | editar código-fonte]

O equatoriano Alberto Spencer é o maior artilheiro da história da Libertadores, com um total de 54 gols marcados.

Jogador
Ano
Clube(s)
Gols
1 Equador Alberto Spencer 1960–70
1971–72
Uruguai Peñarol (48)
Equador Barcelona (6)
54
2 Uruguai Fernando Morena 1973–86 Uruguai Peñarol 37
3 Uruguai Pedro Rocha 1963–70
1972–74
1979
Uruguai Peñarol (25)
Brasil São Paulo (10)
Brasil Palmeiras (1)
36
4 Argentina Daniel Onega 1966–70 Argentina River Plate 31
5 Uruguai Julio Morales 1966–81 Uruguai Nacional 30
6 Colômbia Antony de Ávila 1983–96
1998
Colômbia América de Cali (27)
Equador Barcelona (2)
29
6 Argentina Juan Carlos Sarnari 1966–67
1968–69
1972
1976
Argentina River Plate (10)
Chile Universidad Católica (12)
Chile Universidad de Chile (4)
Colômbia Independiente de Santa Fe (3)
29
6 Brasil Luizão 1998–99
2000
2002
2005
Brasil Vasco da Gama (8)
Brasil Corinthians (15)
Brasil Grêmio (1)
Brasil São Paulo (5)
29
9 Argentina Luis Artime 1966–68
1970–74
Argentina Independiente (8)
Uruguai Nacional (18)
26
9 Peru Oswaldo Ramírez 1967
1971–75
1978–81
Peru Sport Boys (4)
Peru Universitario (15)
Peru Sporting Cristal (7)
26
11 Argentina Alberto Acosta 1988–92
1994
1995–97
Argentina San Lorenzo (6)
Argentina Boca Juniors (1)
Chile Universidad Católica (18)
25
11 Brasil Palhinha 1975–76
1977
1981
Brasil Cruzeiro (20)
Brasil Corinthians (3)
Brasil Atlético Mineiro (2)
25
11 Argentina Juan Carlos Sánchez 1983–85
1986
1992
Bolívia Blooming (16)
Bolívia Wilstermann (8)
Bolívia San José (1)
25

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c CONMEBOL (3 de dezembro de 2012). «Libertadores, con nuevo patrocinador». CONMEBOL. Consultado em 3 de dezembro de 2012. 
  2. «Reunión de Conmebol y Concacaf» (em espanhol). CONMEBOL. 6 de julho de 2012. Consultado em 11 de dezembro de 2012. 
  3. «Historia de la Copa Santander Libertadores». futbolsantander.com. Consultado em 25 de novembro de 2012. 
  4. «Clubes do México estão fora da Copa Libertadores a partir de 2017». ESPN Brasil. 15 de novembro de 2016. Consultado em 19 de novembro de 2016. 
  5. eBand (18 de outubro de 2009). «Santos goleia e é campeão da Libertadores Feminina». Consultado em 8 de janeiro de 2010. 
  6. CONMEBOL (23 de maio de 2011). «Se viene la Libertadores Sub-20». Consultado em 25 de maio de 2011. 
  7. «Conmebol volta atrás, e G-3 do Brasileirão passa a ser outra vez G-4». GloboEsporte.com. 18 de outubro de 2010. Consultado em 18 de outubro de 2010. 
  8. «CBF anuncia que o Brasil terá mais duas vagas na próxima Libertadores». GloboEsporte.com. 2 de outubro de 2016. Consultado em 3 de outubro de 2016. 
  9. Jornal O Estado de S. Paulo 28 de setembro de 1958 página 35.
  10. Jornal espanhol El Mundo Deportivo, 9 de outubro de 1958, pág. 04.
  11. Jornal ABC Madrid, 9 de outubro de 1958, página 58.
  12. Jornal do Brasil, 09/10/1958, página 2 do 2º caderno.
  13. Jornal O Estado de S. Paulo, 9 de outubro de 1958, página 19.
  14. Livro "O Brasil na Taça Libertadores e no Mundial Interclubes", de Antônio Carlos Napoleão. Rio de Janeiro: Editora Mauad, 1999. ISBN 85-7478-001-4. Página 9.
  15. História da Copa Libertadores, no site da Conmebol, sobre o torneio de 1948: "El chileno Luis Valenzuela, presidente de la Federación de Chile desde 1937 y de CSF desde el 15 de enero de 1939, fue quien hizo realidad esos anhelos". Tradução dada na versão em português do site: "O chileno Luis Valenzuela, presidente da Federação do Chile desde 1937 e da CSF desde 15 de janeiro de 1939, foi quem tornou esses sonhos em realidade". Acesso em 24/04/2013.
  16. «Final da Libertadores será em jogo único e campo neutro, decide Conmebol». Terra. 27 de setembro de 2016. Consultado em 29 de setembro de 2016. 
  17. «À la Champions: Libertadores cresce e jogos serão de fevereiro a novembro». GloboEsporte.com. 27 de setembro de 2016. Consultado em 29 de setembro de 2016. 
  18. «Dirigentes dizem que times do México não participarão da Taça Libertadores». GloboEsporte.com. 15 de novembro de 2016. Consultado em 19 de novembro de 2016. 
  19. «CONMEBOL: as portas da Copa Libertadores continuarão abertas aos clubes mexicanos». CONMEBOL. 18 de novembro de 2016. Consultado em 19 de novembro de 2016. 
  20. «México deixa Libertadores 2017, mas Conmebol abre portas para retorno». UOL Esporte. 18 de novembro de 2016. Consultado em 19 de novembro de 2016. 
  21. a b «A Copa Libertadores foi construída em Lima no ano 1959 e é prata pura». Conmebol.com. 20 de julho de 2013. Consultado em 22 de julho de 2013. 
  22. «Libertadores inaugura o PSN». Folha de S.Paulo. 06 de fevereiro de 2000. Consultado em 11 de fevereiro de 2014. 
  23. Laura Mattos (06 de fevereiro de 2002). «PSN deve sair do ar no Brasil». Folha.com. Consultado em 11 de fevereiro de 2014. 
  24. «Sem TV, semifinal da Libertadores vira jogo secreto». Folha.com. 09 de julho de 2002. Consultado em 11 de fevereiro de 2014. 
  25. a b c Bruno Bonsanti (10 de fevereiro de 2014). «Destrinchamos os contratos, e mostramos quem pode passar o que na TV». Trivela. Consultado em 30 de fevereiro de 2014. 
  26. «Globo vai transmitir jogos de todos os brasileiros na Libertadores 2012». GloboEsporte.com. 29 de dezembro de 2011. Consultado em 30 de dezembro de 2011. 
  27. «Fox confirma estreia e direitos exclusivos da Libertadores para TV por assinatura». Terra. 16 de dezembro de 2011. Consultado em 30 de dezembro de 2011. 
  28. Bolanaarea.com. «RANKING E CURIOSIDADES». Consultado em 22 de fevereiro de 2010. 
  29. a b «Todos os participantes divididos por países - Em número de participações -1960 a 2014». BolaNaArea. Consultado em 15 de dezembro de 2012. 
  30. «Copa Libertadores da América - Estatísticas». Consultado em 28 de julho de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]