Esporte Clube Bahia

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Bahia
Escudo-bahia.png
Nome Esporte Clube Bahia
Alcunhas Bahêa
Maior do Nordeste
Tricolor
Tricolor de Aço
Esquadrão de Aço
Tricolor da Boa Terra
Tricolor Baiano
Torcedor/Adepto Tricolor
Mascote Super-Homem
Fundação 1 de janeiro de 1931 (86 anos)
Localização Brasão de Salvador.jpg Salvador, Bahia BA,Brasil Brasil
Mando de jogo em Arena Fonte Nova
Capacidade (mando) 50 025 pessoas
Presidente Brasil Marcelo Sant'Ana
Treinador Brasil Guto Ferreira
Patrocinador Brasil Caixa
Bahia OSID (Parceria)
Bahia Sergipe Canaã Alimentos
Brasil Brahma
Brasil Unimed
Brasil Centraltec
Material (d)esportivo Inglaterra Umbro
Competição Bahia Campeonato Baiano
BandeirasNordesteBrasil.gif Copa do Nordeste
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão Bahia Primeira Divisão
Brasil Série A
BandeirasNordesteBrasil.gif CN 2017
Bahia BA 2017
Brasil CB 2017
Brasil A 2017
Campeão
Vice-Campeão
Segunda fase
A disputar
BandeirasNordesteBrasil.gif CN 2016
Bahia BA 2016
Brasil CB 2016
Brasil B 2016
Semifinal
Vice-Campeão
2ª Fase
4º Colocado Aumento
BandeirasNordesteBrasil.gif CN 2015
Bahia BA 2015
Brasil CB 2015
Brasil B 2015
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2015
Vice-Campeão
Campeão
3° Fase
9º colocado
2° Fase
Ranking nacional Baixa 21.º lugar, 6 698 pontos[1]
Website esporteclubebahia.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O Esporte Clube Bahia é um clube desportivo brasileiro de futebol da cidade de Salvador, na Bahia. Conhecido como simplesmente Bahia e pelo acrônimo ECB, foi fundado em 1º de janeiro de 1931 por ex-jogadores do Clube Bahiano de Tênis e a Associação Atlética da Bahia, agremiações que tinham encerrado suas atividades futebolísticas no final da década de 1920. Foi cofundador do Clube dos 13 em 1987, que reunia as treze agremiações mais importantes do futebol brasileiro e que representavam 95% dos torcedores brasileiros na época.[2][3] Com pouco mais de 80 anos de existência, o Tricolor da Boa Terra tornou-se um dos clubes mais populares do estado e do Norte-Nordeste do país, detendo a maior torcida dentre os clubes da região. De acordo com a empresa BDO RCS Auditores Independentes, a marca do clube é a décima quinta de maior valor no Brasil, ultrapassando os 55 milhões de reais, figurando como a maior do Nordeste.[4] Em um novo levantamento feito em 2013, a marca do Bahia persistiu sendo a mais valiosa, estando, dessa vez, na casa dos 66 milhões.[5]

Foi o primeiro clube a conquistar uma competição nacional, a Taça Brasil de 1959, contra o Santos, torneio criado para apontar o representante brasileiro na recém-criada Taça Libertadores da América.[nota 1] Portanto, o clube também foi o primeiro representante brasileiro a participar de uma edição da Libertadores, em 1960.[nota 2] Em 1988, o tricolor baiano conquistou seu segundo título brasileiro, desta vez derrotando o Internacional. Com tais títulos, o Bahia é o único clube fora do eixo Sul-Sudeste a deter dois títulos nacionais da principal divisão do futebol brasileiro. O clube ainda foi vice-campeão brasileiro duas vezes, em 1961 e 1963. Na sua participação na Libertadores de 1989 o Bahia alcançou as quartas de final, feito que nenhum outro clube do Norte-Nordeste alcançou até então. O clube também soma dois títulos na Copas do Nordeste e 46 no Campeonato Baiano de Futebol, sendo o segundo maior campeão estadual do Brasil, perdendo apenas para o ABC de Natal o qual soma 53 títulos.[7] O Bahia por muito tempo conquistou a hegemonia do campeonato estadual, ao ponto de ter sido heptacampeão, de 1973 a 1979.[8] Mas, apesar do currículo vitorioso, o Bahia amargou durante a década de 2000 um dos piores períodos de história. Além de conquistar somente um título estadual (em 2001), foi rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro em 2003 e para Série C em 2005. O clube retornou para a segunda divisão nacional em 2008 e a principal divisão em 2011.[9]

Tem como suas cores oficiais o azul, o branco e o vermelho, em homenagem a bandeira do seu estado de origem. Estado, inclusive, que é lembrado no nome do clube, nas cores, no escudo, na bandeira e, também, nas arquibancadas. O mascote tricolor é o Super-Homem, popular personagem da história em quadrinhos. O Bahia mandava seus jogos no Campo da Graça, até a inauguração da Fonte Nova, que em 2007 foi interditada, em 2010 demolida para reforma e, desde 2013, já como Arena Fonte Nova, voltou a ser o mando de campo do clube. No período da ausência dela, o Bahia mandou seus jogos no Estádio de Pituaçu, casa que, na ausência da Arena, sempre abriga bem o tricolor, fato que confere a ele enorme simpatia da torcida, principalmente em 2010 que ficou marcado na vida do clube por simbolizar o retorno do clube ao cenário nacional após o rebaixamento em 2003. Seu maior rival é o Esporte Clube Vitória com quem protagoniza o clássico conhecido como Ba-Vi, clássico que o Bahia detém uma vantagem, seja em número de triunfos, seja em número de gols marcados, porém desde a década de 90, essa vantagem histórica foi drasticamente diminuída. Ainda assim, é um dos mais importantes do futebol brasileiro.[10] Porém, o Bahia protagoniza clássicos históricos com outros clubes tradicionais de Salvador que já tiveram seus dias de glória, como o Galícia (o Clássico das Cores), com o Botafogo-BA (o Clássico do Pote), e o Ypiranga (o Clássico das Multidões).[11] Regionalmente, há também muita rivalidade contra o Sport.[12]

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História do Esporte Clube Bahia

Trajetória no futebol masculino[editar | editar código-fonte]

O clube foi fundado em 1º de janeiro de 1931 exclusivamente para formar uma equipe de futebol masculino em decorrência do fechamento dos departamentos de futebol a Associação Atlética da Bahia e o Clube Bahiano de Tênis em 1930.[13] Após discussões, foram aprovados o novo estatuto e a primeira diretoria, sendo eleito presidente o jovem médico Waldemar Costa, e publicação do estatuto no Diário Oficial da União de 16 de janeiro de 1931.[14] Em 20 de janeiro, o Bahia se filiou na Federação Bahiana de Esportes Terrestres, atual Federação Bahiana de Futebol.[15] Os treinamentos eram feitos no campo da AAB, na Quinta da Barra.[14] E em 1 de março foi realizado o primeiro jogo oficial do clube, pelo Torneio Início, contra o Ypiranga. A partida resultou na vitória tricolor por 2 a 0, com gols de Bayma e Guarany, e na primeira edição do Clássico das Multidões.[14] No mesmo dia, o Bahia levantou seu primeiro troféu, o de campeão do Torneio Início de 1931. Em 22 de março o Bahia estreou no Campeonato Baiano de Futebol vencendo por 3 a 0, e nesta primeira edição tornou-se campeão baiano invicto.[14] Ainda neste ano, o Bahia fez seu primeiro jogo intermunicipal, vencendo o Vitória de Ilhéus por 5 a 4; seu primeiro jogo interestadual, batendo o Sergipe por 2 a 0; seu primeiro jogo internacional, jogando contra o Sud América, do Uruguai; também o primeiro Clássico do Pote, duelo contra o Botafogo-BA, que terminou em 2 a 2.[14]

Jogadores de Bahia e Vitória juntos, no primeiro Ba-Vi.

Assim, a década de 1930 marcou um início arrasador. Apesar de crises na diretoria em 1932 e 1937, venceu o primeiro Ba-Vi da história no dia 18 de setembro de 1932, empatou o primeiro Clássico das Cores (contra o Galícia), instaurou numa nova sede no bairro de Brotas, teve o seu o meia-esquerda Armandinho convocado para a Seleção Brasileira de Futebol Masculino, venceu cinco edições do Campeonato Baiano de Futebol daquela década e fez a maior goleada de todos os tempos sobre o Vitória, 10 a 1, no dia 8 de dezembro de 1939.[16]

Se a década de 1940 começou com o título de 1940 e o trio estrangeiro de ídolos formado pelos argentinos Papetti e Bianchi e o italiano Avalle,[14] os percalços se sucederam. O Galícia foi tricampeão estadual e a falta de títulos culminou em enorme dívida, ainda não saldada pelas vultuosas injeções de dinheiro do presidente e torcedor fanático Carlos Wildberger.[17] Com as dificuldades financeiras, foi despejado de sua sede na avenida Princesa Isabel e se instalou em nova sede, no bairro do Canela.[14] No ano de 1949, aos 18 anos de existência, o clube se mudou novamente para a Barra. Nesta década destacou-se também a composição do hino do clube por Adroaldo Ribeiro Costa, considerado pelo historiador Cid Teixeia a mais popular da história do estado ao lado do hino do Senhor do Bomfim;[14] divergências com a Federação Bahiana de Desportos Terrestres (FBDT); o uso pela primeira vez da expressão “Esquadrão de Aço”, em manchete no jornal A Tarde, pelo jornalista Aristóteles Góes; o goleiro titular por cerca de sete anos Lessa, mencionado em versos de Gilberto Gil na canção Tradição como “um goleiro, uma garantia”;[18] o décimo título estadual em 18 torneios disputados até 1949 e o tricampeonato consecutivo no Campeonato Baiano de Futebol também naquele ano.[14]

O ano de 1950, apesar de crises internas continuarem a existir, diferente de outras épocas, elas não prejudicaram o desempenho em campo. Na fase classificatória do Baianão, perdeu apenas dois de 12 jogos e terminou em primeiro lugar. No primeiro jogo da decisão contra o Vitória, venceu por 2 a 1. No segundo, porém, levou uma virada espetacular, e perdeu por 4 a 3. Isso exigiu a realização de um jogo-desempate. E ele ocorreu no dia 12 de novembro, em que o tricolor venceu por 3 a 1, com a estrela de Zé Hugo, que, cinco anos depois, voltou a marcar dois gols na decisão contra o Vitória. Com a conquista do título, o Bahia se tornou o primeiro Tetracampeão da história do Campeonato Baiano de Futebol.[14]

A ascensão do clube rumo ao Brasil se deu na década de 1950 com o quarto título estadual consecutivo em 1950, a inauguração do Estádio Octávio Mangabeira (a Fonte Nova) e a conquista da Taça Brasil de 1959, tornando-se o primeiro campeão brasileiro da história.[14] A grande força estadual foi reconhecida nacionalmente em 1959 quando a Confederação Brasileira de Desportos (CBD) organizou o primeiro campeonato nacional entre clubes como alternativa para substituir o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais. O torneiro, em formato eliminatório, indicou um representante brasileiro para a disputa da Taça Libertadores da América, torneio criado pela Conmebol no mesmo ano, que iniciaria no ano seguinte.[19]

O torneio brasileiro reuniu os campeões estaduais e era dividido em grupos (Nordeste, Norte, Leste e Sul), que se agrupavam em zonas (Zona Norte-Nordeste e Zona Sudeste-Sul).[20][21] Os campeões paulistas e cariocas entraram na reta final, enfrentando o vencedor da Zona Norte-Nordeste e o da Zona Sudeste-Sul cada um. Os vencedores destes confrontos levavam aos finalistas do torneio. Em termos práticos, o torneio foi o precursor do Campeonato Brasileiro de Futebol.[22] No primeiro ano da Taça Brasil, houve 16 participantes, e o Bahia havia sido indicado como representante da Bahia, já que foi o campeão baiano de 1958. Com isso, foi habilitado a participar do certame. O tricolor não era o favorito, até porque tinha concorrentes de peso, como o Vasco de Bellini e o Santos de Pelé, Pepe e Coutinho. No Grupo Nordeste, o Bahia estreou contra o CSA goleando por 5 a 0. No segundo jogo, venceu novamente, dessa vez por 2 a 0, e avançou sem a necessidade de um terceiro jogo. O Ceará, que havia vencido o ABC, foi o rival no Grupo Nordeste. Após empatar em 0 a 0 e 2 a 2, venceu por 2 a 1 o terceiro jogo, e passou para a próxima fase.[23] No Grupo Norte, o Sport se sagrou campeão, e se habilitou a disputar o título da Zona Norte contra o Bahia. (no Grupo Sul foi o Grêmio, e Grupo Leste o Atlético Mineiro). O campeão da Zona Norte enfrentou o Campeão Carioca, e o da Zona Sul enfrentou o Campeão Paulista. No dia 10 de dezembro de 1959, ocorreu a primeira grande decisão na Vila Belmiro, onde o Tricolor venceu por 3 a 2, surpreendendo a todos que esperavam mais um show do craque Pelé. Dessa vez, o favoritismo mudou de lado, e a festa estava preparada em Salvador. Estava certo de que aquele ano novo na Bahia seria especial. Porém, a euforia transpôs a calma, e no dia 30 de dezembro o Santos, na Fonte Nova, bateu o tricolor por 2 a 0. Isso levou a realização de um terceiro jogo para decidir quem seria o campeão. Com a festa adiada e a euforia tranquilizada, o time viajou para o Rio de Janeiro (então capital federal) para disputar a terceira partida num campo neutro. Lá, o Santos (e toda a mídia) já acreditava no título, e o Bahia então mostrou todo o seu bom futebol e o motivo de ter se tornado supremo no estado. Venceu por 3 a 1 e tornou-se o primeiro Campeão Brasileiro da história. O time que jogou a decisão era: Nadinho; Leone e Henrique; Flávio e Vicente; Marito, Alencar, Léo, Mário e Biriba.[14] O então presidente era o polêmico Osório Villas-Boas, não muito querido pela torcida.[14] O treinador até as finais foi o Ifigênio Bahianense (Geninho), mas na decisão ele saiu, e o paraguaio Carlos Volante assumiu. O tricolor ainda teve o artilheiro do campeonato: Léo Briglia.[14]

José Sanfilippo, um dos maiores atacantes da história do clube

A Taça Libertadores de 1960 não foi muito boa para o Tricolor, mas serviu para apresentar ao clube um de seus maiores ídolos nos próximos anos. O tricolor perdeu o primeiro jogo por 3 a 0 para o San Lorenzo, da Argentina, com uma exibição impecável de José Sanfilippo. No jogo de volta, o Bahia venceu por 3 a 2, mas foi eliminado.[24] Sanfilippo chegaria somente em 1968 no clube, mas faria história. Com os três títulos estaduais consecutivos no começo da década de 1960,[25] o Bahia chegou às finais da Taça Brasil de 1961 e 1963, perdendo ambas para o Santos. Ficou de fora das edições de 1964, 1965, 1966 e 1967, por conta da perda dos estaduais nos anos anteriores. A reconquista do estadual em 1967 fez o Esquadrão retornar ao torneio nacional em 1968.[26]

A década de 1970 foi de pura glória para o Bahia. O tricolor iniciou a montar elencos cada vez mais competitivos (destaque para os futebolistas Sanfilippo, Baiaco, Picasso, Alberto Leguelé, Sapatão, Roberto Rebouças, Eliseu Godoy, Beijoca, Douglas, Fito Neves, Gelson Fogazzi Rocha e Gilson Gênio)[26] e começou a peitar não somente os clubes da Bahia, como também os demais clubes do Brasil. O início do novo Campeonato Brasileiro (reformulação da antiga Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa) aliado ao grandioso momento do clube levou a sua forte expressão no cenário nacional. No período 1973197419751976197719781979, o tricolor foi campeão baiano em todas as edições, e em três delas venceu consecutivamente o Vitória nas finais.[27] Como o rubro-negro obteve a melhor campanha, chegou nas finais de 1979 com vantagem. O tricolor venceu o primeiro jogo, e empatou o segundo.[28] A vantagem deu ao rival um jogo extra, onde o empate lhe favorecia. Ao Bahia restava vencer, e eis que, no segundo tempo, com a torcida rubro-negra eufórica, o meia Fito Neves arrisca um chute de longe, e o goleiro Gélson comete um erro histórico, até hoje lembrado pelos torcedores presentes na época. O Bahia venceu por 1 a 0, calou a torcida rival, e fez a festa: Bahia heptacampeão, uma das maiores sequência de títulos do futebol brasileiro.[8][29] Nesse período, alguns dados ajudam a explicar esse feito, segundo o historiador Galdino Silva:[8]

  • Ao longo dessas setes conquistas do Bahia os jogadores Baiaco, Douglas, Fito, Romero e Sapatão, participaram de todas as campanhas e são efetivamente verdadeiros heptacampeões de fato.
  • O Tricolor fez ao total 228 jogos, dos quais venceu 142, empatou 75 vezes e perdeu apenas 11 partidas, marcando 419 gols e sofrendo 102 gols.
  • Douglas foi o grande artilheiro dessa campanhas marcando mais de 90 gols.

A década de 1980 foi, certamente, a mais vitoriosa do Bahia, pois foi nela que o Tricolor de Aço conquistou o seu segundo título brasileiro, em 1988. Nas 31 oportunidades que disputou o certame, suas melhores campanhas foram uma quarta colocação em 1990 e uma quinta em 1986, tendo terminado por oito vezes entre os dez melhores. O Bahia foi ainda semifinalista do Torneio dos Campeões de 1982, torneio promovido pela CBF e que reunia os maiores clubes do Brasil na época. No Campeonato Brasileiro de Futebol de 1988, conquistou o bicampeonato vencendo o Internacional de Porto Alegre, dirigido por Evaristo de Macedo, o tricolor, com craques como Ronaldo, João Marcelo, Charles Fabian, Bobô, Zé Carlos, e outros, derrotou o Internacional na final, combatendo a força do colorado no Beira-Rio e a mídia, que dava o título como certo aos gaúchos. O Bahia é até hoje um dos dois únicos campeões brasileiro do Norte/Nordeste (junto ao Sport).[nota 3] Com a título de 1988 garantiu vaga na Taça Libertadores da América de 1989, onde obteve seu melhor resultado, chegando às quartas-de-final.

Após as conquistas do Campeonato Brasileiro de 1959 e 1988, o Bahia não conseguiu manter a estabilidade administrativa e sofreu um declínio. Em 1997, caiu para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro, retornando à elite em 2000, e mesmo assim graças à Copa João Havelange, pois o tricolor não havia conseguido se classificar em 1999. Em 2001 fez um ótimo Campeonato Brasileiro, chegando a se classificar para as finais. No ano seguinte, os seguidos erros da diretoria resultaram numa nova queda de produtividade e finalmente em 2003 acabou sendo rebaixado novamente. Após fazer um péssimo campeonato, sofrendo grandes goleadas, o Bahia caiu frente ao Cruzeiro, que venceu o tricolor pelo placar de 7 a 0, na Fonte Nova. Na Copa do Brasil, até 2007, o Bahia ocupava o 12.º lugar no ranqueamento de pontos conquistados, com 123 pontos e sua melhor colocação foi em 2002, quando ficou em quinto lugar. Em 2003, teve o artilheiro da competição: Nonato, com nove gols.

Em 2005, o Bahia foi, juntamente com seu arquirrival Vitória, rebaixado para a terceira divisão, após mais uma má administração do clube, e tentou em 2006 reerguer sua história vencedora, sem sucesso, permanecendo na terceirona. Com o fim da gestão de Marcelo Guimarães frente ao clube, foi eleito para o cargo de presidente Petrônio Barradas. Petrônio tinha a reprovação quase que absoluta da torcida por conta da má fase fruto das péssimas gestões do seu antecessor. No Campeonato Baiano de Futebol, foi eliminado nas semifinais para o Colo Colo, de Ilhéus, que se sagrou campeão estadual naquele ano. Na Copa do Brasil, foi eliminado pelo Ceilândia, perdendo por 2 a 1 na Fonte Nova, ainda na primeira fase do torneio.[31] Na Série C, houve indícios de ascenso para a Segunda divisão, entretanto, derrotas e punição por invasão de campo por parte da torcida[32][33] culminaram na permanência, enquanto o Vitória se classificou para a divisão superior.[34] O ascenso veio em 2007, com episódios marcantes como o gol salvador de Charles contra o Rio Branco no octogonal final, a caminhada da Fonte Nova até a Colina Sagrada da Igreja de Nosso Senhor do Bonfim a pé por parte da comissão técnica e dos atletas do clube no mesmo dia,[35][36] os estádios lotados nas partidas restantes do octogonal final,[37] o trágico incidente na Fonte Nova com óbito sete torcedores e a transferência do mando de campo para Feira de Santana, no estádio Jóia da Princesa, no ano seguinte, enquanto o Estádio de Pituaçu era reformado.[38]

No ano de 2007, a torcida organizada Terror Tricolor trocou socos e chutes com futebolistas no Fazendão em baderna e tumulto devido à revolta com a situação da equipe.[39] No fim de 2008, o então deputado federal Marcelo Guimarães Filho (MGF) foi eleito com a imagem de ser um presidente jovem, que simbolizava a renovação e modernização do clube.[40] Somente em 2010, houve a classificação à Série A em meio a um processo de grande reforma no centro de treinamento (CT) do clube e de profissionalização de todos os seus setores (restando apenas o cargo de presidente sem remuneração), iniciados pelo então presidente.[41] A devoção de sua torcida foi reconhecida pela CBF no prêmio craque do Brasileirão com o prêmio de Torcida de Ouro. No momento da entrega, o Ministro dos Esportes Orlando Silva, torcedor assumido do rival Vitória, irritou a torcida homenageada ao não citar em momento algum qual o prêmio e qual clube estava sendo premiado.[42]

Jogo do Bahia contra o São Paulo, válido pelo Campeonato Brasileiro de 2012 em Pituaçu.
Marcelo Lomba, em 2011 era desconhecido; depois virou titular da posição de goleiro, mesmo com críticas sobre suas atuações.

Em consequência de ter terminado o Brasileirão de 2011 na 14.ª posição, o clube, depois de 22 anos fora de uma competição internacional, se classificou à Copa Sul-Americana de 2012.[43] No dia 30 de setembro de 2011 estreou nos cinemas de todo o Brasil o filme “Bahia Minha Vida”, de Márcio Cavalcante, sucesso de bilheterias que contava a história do clube através de relatos de 120 entrevistados, entre jornalistas, jogadores, comentaristas, árbitros, artistas e torcedores.[44] Em 2012, uma pesquisa apontou o longa como o de segunda maior bilheteria da história entre filmes esportivos nacionais, perdendo apenas para o filme “Pelé Eterno”. Críticos de todo o Brasil, e, principalmente, fãs do futebol, aprovaram o filme, que foi o primeiro a ser lançado no Brasil contando a história de um time de futebol. De acordo com dados da Agência Nacional do Cinema (Ancine), 74 857 pessoas viram o filme tricolor nas telonas. A arrecadação foi de 597 579 reais.[45][46] No Baianão de 2012, veio o título estadual após dez anos de jejum.[carece de fontes?] Na Copa do Brasil, o time chegou às quartas-de-final, perdendo para o Grêmio. No Brasileirão, o Bahia, porém, não repetiu as boas atuações do início da temporada, mas escapou do rebaixamento.[47] Na Copa Sul-Americana de 2012 o Bahia fez uma campanha ruim e foi eliminado ainda na fase nacional contra o São Paulo.

O ano de 2013 foi bastante conturbado. O presidente remodelou o estatuto, passando o Conselho Deliberativo vigente a selecionar os dois candidatos a serem votados pelos sócios e o mesmo Conselho sendo renovado somente após a eleição.[48] No estadual de 2013, a inconstância e baixa qualidade do elenco fizeram o Bahia realizar a pior campanha desde 1942 no Campeonato Baiano.[49] Assim, a torcida iniciou protestos como o “Público Zero”, esvaziando os estádios, almejando afetar economicamente o clube para tentar obter a renúncia do presidente.[50] Além disso, muitos torcedores de desassociaram do programa "Torcedor Oficial do Bahia", buscando o mesmo propósito. Torcedores ilustres e ídolos do clube, como Bobô, Paulo Rodrigues, Jaques Wagner, ACM Neto, Ricardo Chaves, etc, apoiados por jornalistas de diversos veículos esportivos, tais como Neto, Juca Kfouri, iniciaram um movimento, liderado por Sidônio Palmeira, intitulado “Bahia da Torcida”, que almejava uma série de mudanças, a começar pela renúncia do presidente do clube.[51] A despeito da resistência de Marcelo Guimarães Filho nos dois anos anteriores, a justiça determinou a intervenção no clube para a reforma do estatuto e promoção de eleições diretas. Em votação no dia 17 de agosto de 2013, foi estabelecida a reforma do estatuto do clube com o propósito da eleição direta dos sócios para o ocupante do cargo de presidente. No dia 7 de setembro de 2013 ocorreu a primeira eleição direta e democrática da história do EC Bahia, quando foi eleito Fernando Schmidt, que já tinha sido presidente anteriormente, para a presidência até dezembro de 2014. Em 13 de dezembro de 2014 ocorreu a segunda eleição direta, vencendo o jornalista Marcelo Sant'Ana para o triênio 2015–2017.[52]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Legenda
Cscr-featured.png Campeão invicto
Honrarias
Competição Títulos Temporadas
Heraldic Royal Crown (Common).svg Tríplice Coroa 1 1959
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
CBF - Taça Brasil.svg Cbf brazilian championship trophy 02.svg Campeonato Brasileiro 2 1959 e 1988
Inter-Regionais
Competição Títulos Temporadas
Mapa das Regiões Norte e Nordeste do Brasil.svg Taça Norte-Nordeste 3 1959, 1961Cscr-featured.png e 1963Cscr-featured.png
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Copane-trofeu.png Copa do Nordeste 3 2001, 2002 e 2017
BandeirasNordesteBrasil.gif Torneio dos Campeões do Nordeste 1 1948Cscr-featured.png
BandeirasNordesteBrasil.gif Taça Brasil Zona Nordeste 4 1959, 1960, 1961 e 1963
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Bahia Campeonato Baiano 46 1931Cscr-featured.png, 1933Cscr-featured.png, 1934, 1936, 1938,[nota 4] 1940Cscr-featured.png, 1944, 1945, 1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1954, 1956, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1967, 1970, 1971, 1973, 1974, 1975Cscr-featured.png, 1976, 1977, 1978, 1979, 1981, 1982, 1983, 1984, 1986, 1987, 1988, 1991, 1993, 1994, 1998, 1999,[nota 5] 2001, 2012, 2014 e 2015
Bahia Taça Estado da Bahia 3 2000, 2002 e 2007
Bahia Torneio Início da Bahia 9 1931, 1932, 1934, 1937, 1938, 1951, 1964, 1967 e 1979

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Ba-Vi[editar | editar código-fonte]

Ba-Vi na inauguração da Arena Fonte Nova, em 2013.

O Bahia é rival histórico do outro clube popular de Salvador, o Esporte Clube Vitória, conta o qual protagoniza o maior clássico da Região Nordeste, em confrontos desde 1932. O Tricolor possui vantagem no clássico, tendo, em 486 jogos, vencido 189 clássicos, e marcado 655 gols, contra 156 vitórias do rival, tendo ocorrido treze partidas com públicos maiores do que 70.000 pessoas.[53] Em 1994, em um jogo memorável, com Fonte Nova completamente lotada (mais de 97 mil pagantes e 100 mil presentes - o maior público da história dos Ba-Vis), o Bahia venceu o Campeonato Baiano, depois de está perdendo por 1 a 0 até os 44 minutos do segundo tempo, quando Raudinei saiu do banco de reservas e igualou o clássico garantindo o título para o tricolor (tinha a vantagem do empate).[54]

O primeiro Ba-Vi da história - oficial - foi realizado em 18 de setembro de 1932, quando o Tricolor derrotou seu maior rival por 3 a 0.[55] Sua maior goleada sobre o rival foi também a maior da história do clássico: 10 a 1, em 8 de dezembro de 1939.[55]

Contudo, em suas primeiras décadas, o Bahia protagonizou clássicos contra outros times da capital baiana, tendo inclusive, na época, igual, ou talvez maior até, teor de rivalidade e clamor popular que o clássico Ba-Vi tem hoje, já que o Bahia estava em ascensão, mas ainda era um time promissor, e o Vitória não era um clube de expressão, sendo considerado, nessa época, amador.

Clássico do Pote[editar | editar código-fonte]

O Clássico do Pote é o duelo protagonizado entre Bahia e Botafogo-BA. Tem esse nome porque, no segundo confronto entre eles, um torcedor botafoguense prometeu quebrar um pote de barro para celebrar o primeiro triunfo ante o Tricolor Baiano, já que o primeiro jogo havia sido empate (2 a 2). Porém, quem venceu aquele jogo foi o Bahia (2 a 1).

Aliás, após essa promessa, o Tricolor ainda venceria mais 8 jogos, e empataria mais 2, num período de cerca de 6 anos. Em todos eles, o aclamado pote era levado, a torcida colorada exaltava, mas no fim saía frustrada. Somente no dia 5 de setembro de 1937 ela foi cumprida, quando o Botafogo venceu por 2 à 1.[55]

Nos 10 primeiros anos do confronto (1931-1941), houve 23 duelos, onde o Bahia venceu 17, empatou 3 e perdeu 3.[56] O tricolor se tornou soberano no clássico, até que em meados de 1989, o Botafogo foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Baiano de Futebol, e desde então nunca mais houve o duelo entre ambos. Em 2013, com o retorno do Botafogo à primeira divisão do estadual, o desejo de muitos apaixonados por futebol, em especial o baiano, em rever este grande clássico da Bahia, tornou-se possível.

Clássico das Cores[editar | editar código-fonte]

O Clássico das Cores é o duelo travado entre Bahia e Galícia, e tem esse nome pois ambos possuem as cores vermelha, azul e branca nos seus respectivos escudos e uniformes (embora o Galícia tenha o azul como cor predominante nos uniformes - tanto que é carinhosamente apelidado de "azulino" - há no escudo uma cruz vermelha que leva a, ás vezes, haver detalhes vermelhos no uniforme). Durante muito tempo, ambos rivalizaram pela hegemonia no estado, pois haviam sido fundados na mesma época (O Bahia em 1931 e o Galícia em 1933), e se mostravam clubes promissores.

O Tricolor Baiano é hoje o maior clube do estado, mas o granadeiro, por sua vez, sucumbiu a falta de recursos e desde 1999 disputava a segunda divisão do Campeonato Baiano de Futebol. Em 2013, contudo, o granadeiro (como o Galícia é popularmente conhecido) conquistou o acesso à primeira divisão do estadual, tornando possível a reedição deste que é um clássico épico.

Clássico do Povo[editar | editar código-fonte]

O Clássico do Povo (ou Clássico das Multidões ou Milhões) é o confronto entre Bahia e Ypiranga os clubes, na época, mais populares do estado. O Bahia nasceu com grande simpatia do povo baiano, e com as conquistas em tão pouco tempo de fundado, rapidamente viu o número de torcedores aumentar. Como o Ypiranga era, na época, o detentor da maior parte da torcida baiana, essa ascensão meteórica do Bahia levou aos cronistas, jornalistas, escritores e, principalmente, os torcedores da época tratarem do duelo tal como um derby (clássico).

Foi contra o Ypiranga que o Bahia fez seu primeiro jogo oficial, pelo Torneio Início da Bahia, vencendo por 2 à 0. Até meados dos anos 1950 a disputa era grande, mas a decadência do aurinegro e a ascensão do Vitória a partir de então, levaram a decadência deste histórico clássico. Atualmente, o Bahia continua sendo o mais popular no estado, mas o segundo lugar foi perdido pelo aurinegro baiano para o Vitória. Em 1991 o Ypiranga foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Baiano de Futebol, e desde então não houve confrontos entre o Tricolor e o Aurinegro.

Bahia versus Sport[editar | editar código-fonte]

Tomando como referência a Região Nordeste do Brasil, o grande rival regional do Bahia é o Sport Club do Recife, adversário contra o qual possui uma larga vantagem, com dezoito triunfos e 6 empates, contra apenas 6 triunfos do rival, porém, coube ao Sport a maior vitória, uma goleada por 6 a 0 pela Taça Brasil de 1959, que não adiantou muito, pois o Bahia acabou se classificando para a fase seguinte, tendo-se sagrado posteriormente campeão nacional.[57]

Ambos são os maiores clubes do Nordeste,[58] e também os únicos a terem títulos nacionais da Série A na região (dois Campeonatos Brasileiros para o Bahia; um Campeonato Brasileiro da Série A e um da Série B e uma Copa do Brasil para o Sport), além de Bahia e Pernambuco serem os dois maiores estados e desde muito tempo disputarem a liderança nesta região.

Na noite de 24 de maio de 2017, mais um clássico entre os gigantes do Nordeste, o Tricolor baiano enfrentou o Leão da Ilha, na Arena Fonte Nova em Salvador. Para esta partida o Bahia tinha a vantagem de empatar em 0x0, pois no jogo de ida, na Ilha do Retiro, ocorreu empate de 1x1. O Esquadrão de Aço foi melhor tecnicamente e apresentou um futebol de excelente qualidade. Tendo jogado com um jogador a mais em boa parte do jogo, tendo em vista uma expulsão controversa de um atleta do Sport ainda no primeiro tempo, e mesmo com o placar apertado de 1x0, o Esporte Clube Bahia sagrou-se, pela terceira vez, Campeão da Copa do Nordeste, diante de um público de quase 50 mil torcedores.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Bandeira baiana.

O clube é simbolizado por suas três cores, seu escudo, suas duas estrelas, sua bandeira, seus uniformes, seu mascote e seu hino e por eles o clube é conhecido. Suas cores são azul, vermelha e branca. O azul é em homenagem à Associação Atlética da Bahia; o branco, em gentileza ao Clube Bahiano de Tênis; e o vermelho, por ser a cor da bandeira do estado da Bahia. Coincidentemente (ou não) as três cores são as mesmas da bandeira da Bahia. Com as três cores do estado, o Bahia se denomina o Tricolor Baiano. Similarmente, a bandeira do Bahia busca homenagear a bandeira do Estado da Bahia, estado que o clube homenageia desde sua fundação. De acordo com o estatuto do clube, a bandeira é retangular com faixas em branco e vermelho na horizontal, tendo o escudo posicionado sobre um quadrado azul no canto superior esquerdo dela.[59] Ao lado, a bandeira do Estado da Bahia, referência para a criação da bandeira do Bahia.

Raimundo Magalhães projetou o escudo do Bahia. Foi inspirado no escudo do Corinthians Paulista na época, trocando apenas as cores (preto e vermelho por azul e vermelho), a bandeira no centro (de São Paulo pela da Bahia) e o ano de fundação (1910 - Corinthians por 1931 - Bahia). Com isso, ficou: redondo, de cores azul, vermelho e branca, com uma bandeira similar à da Bahia ao centro e duas estrelas acima do escudo representando as conquistas da Taça Brasil de 1959 e do Campeonato Brasileiro de 1988.[60] As duas estrelas ostentadas sobre o escudo representam as duas maiores conquistas do clube: os dois campeonatos brasileiros conquistados em 1959 e em 1988.

Mascote[editar | editar código-fonte]

Conhecido como "Tricolor de Aço" ou "Esquadrão de Aço", o mascote do Bahia é um homem de aço (similar ao Super-Homem), personagem da DC Comics, que foi criado pelo cartunista Ziraldo em 1979 onde o traje vestido do Tricolor de Aço é muito semelhante ao traje do Super-Homem original, que partilha as cores do time.

O Departamento de Marketing do Clube deu vida ao símbolo ao fazer um boneco que sempre aparece antes dos jogos para sacudir a torcida nos estádios.

O mascote faz referência ao personagem das histórias em quadrinhos, onde ele era quase que imortal, apenas enfraquecia com a presença de Kryptonita, ou seja, talvez o mais forte de todos os super-heróis. Aliando isso ao futebol, faz referência ao clube, que em seus mais de 80 anos é bicampeão nacional e possui a segunda maior quantidade de estaduais do Brasil.

Visando aumentar a identificação com a torcida e ainda conscientizar a luta contra o racismo, o clube lançou em 2014 a "mascota" oficial Lindona da Bahêa, a mulher-maravilha negra, parceria do Super-Homem, com traços do artista Nei Costa.

Uniformes do futebol masculino[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Uniformes do Esporte Clube Bahia

Na fundação do clube, foi definido que o uniforme do clube seria formado por camisa branca, calção azul com uma faixa vermelha na cintura, e meiões cinzas. Anos depois, a cor vermelha para o meião foi adotado e eternizado como marca do clube. A segunda camisa, contudo, é a mais famosa do clube: a tricolor, com faixas em vertical em azul e vermelho, com faixas verticais em branco mais finas entre elas. Em algumas temporadas, entretanto, não é usado este modelo, sendo então remodelada a camisa e produzida excluindo-se as faixas brancas, com design vindo da fornecedora. Nos últimos anos, o clube está utilizando em seu terceiro uniforme cores e/ou modelos não tradicionais como por exemplo em 2010 quando homenageou a seleção espanhola, em 2011 quando homenageou a seleção francesa, em 2012 quando utilizou um modelo de camisa apelidada de modelo Arsenal (devido a semelhança da camisa do clube inglês) e em 2013 quando utilizou uma camisa azul e rosa em degradê.

O uniforme dos jogadores de linha na temporada de 2016 são: primeiro uniforme com camisa branca, calção azul e meias vermelhas; segundo uniforme com camisa vermelha com listras azuis e brancas, calções e meias brancas; terceiro uniforme com camisa vermelha, branca e azul, calção azul e meias vermelhas. O uniforme dos goleiros na temporada de 2016 são a camisa, calção e meias laranjas e a camisa, calção e meias azuis. Há ainda o uniforme de treino na temporada de 2016.

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Goleiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
C. Técnica
Uniformes dos jogadores de linha Uniformes dos goleiros Uniformes de treino

Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

Os patrocinadores do Bahia ao longo de sua história foram:[carece de fontes?]

Os fornecedores de material esportivo para o clube foram:[carece de fontes?]

Hino[editar | editar código-fonte]

Em muitos times de futebol, o hino é uma canção produzida para traduzir em cifras a vida de um clube. No Bahia é diferente. O hino não é somente a tradução do clube, mas também a tradução da paixão de sua torcida por ele e de todo o clima que é vivido nas arquibancadas nos jogos do tricolor. Ele extrapolou a normalidade e se transformou até mesmo em música carnavalesca, onde é possível ver inclusive torcedores de outros times se renderem à beleza e grandiosidade do hino do clube e cantarem em alto e bom som.

No ano de 1946, um grupo de torcedores, liderado por Amado Bahia Monteiro, decidiu criar uma torcida uniformizada. Para tal, queria criar também um canto para animar sua torcida. Assim, procuraram o professor e jornalista Adroaldo Ribeiro Costa que, entusiasmado, já tratou de iniciar os trabalhos no dia seguinte. Como a torcida do Bahia não era muito grande na época, ele buscou compensar a inferioridade numérica com emoção e vibração. Surgia, aos poucos, o hino tricolor.

O início arrasador do clube, conquistando vários títulos nos primeiros anos de fundação, e um grito tradicional da então pequena, mas vibrante torcida do Bahia ("Bahia! Bahia! Bahia") inspiraram o jornalista:

Logo após o gol, a torcida tricolor, insatisfeita, clamava por mais ("Mais Um! Mais Um!"). Adroaldo aproveitou e inseriu isso na canção:

Depois de escrita, faltava a melodia. Não demorou muito e ela saiu naturalmente. Após alguns retoques, a canção havia sido concebida. Foi levada para a torcida, que adorou e levou para os jogos, porém a torcida uniformizada não durou muitos anos, e logo a foi desfeita, e o hino, esquecido. Quase 10 anos depois, o dirigente do Bahia na época, João Palma Neto, buscou aumentar a força do Bahia através de uma campanha de sócios sustentada numa vasta publicidade. Como forma de apoio à campanha, ressuscitou o hino alterando apenas o terceiro verso, substituindo “Ninguém nos vence em fervor” por “Somos do povo um clamor”. O maestro Agenor Gomes fez a instrumentação para a banda, João Palma Neto buscou e organizou um coro de torcedores, conseguiu a Banda do Corpo de Bombeiros e gravou a canção.

Quando o hino foi entregue ao Bahia, Adroaldo Ribeiro transferiu todos os direitos autorais do hino para o clube. E impôs a condição de não ser revelada a autoria da música, já que queria que fosse considerado um canto espontâneo, nascido da torcida. O dirigente aceitou a proposta, e durante anos não se soube o autor da belíssima canção. Sem alterar o compromisso quanto aos direitos autorais. o próprio Adroaldo revelou algum tempo depois a autoria.

O sucesso fez ele ser procurado por outros times para compor seus hinos, porém todos os seus pedidos foram negados pois, segundo ele, não poderia fazer seus respectivos hinos pois não sabia fazer aquilo que não sentia.[61]

Torcida[editar | editar código-fonte]

Torcedor carregando a bandeira do clube no dia da partida entre Brasil e Itália na Copa das Confederações de 2013.
Torcedores carregando a bandeira do clube e uma variação da bandeira brasileira no dia da partida entre Brasil e Itália na Copa das Confederações de 2013.

O Bahia, com toda sua tradição e história triunfante, tem como maior patrimônio não um troféu, jogador, nem muito menos seu centro de treinamento ou empreendimentos, mas sim sua torcida. O Tricolor tem a maior torcida do Norte-Nordeste e Centro-Oeste, já constatada por pesquisas realizadas por institutos de pesquisas renomados como o Datafolha e o IBOPE, onde todos apontam o Bahia como sendo detentor da maior torcida da região Nordeste. Na Bahia, o clube detém, a maioria dos seus torcedores, com 22,4% (cerca de 3 400 000[62]), tendo, inclusive, mais torcedores que o Vitória (maior rival e detentor da segunda maior torcida do estado com 17,8%) e o Flamengo (terceiro colocado no estado, com 17,2%, aproximadamente 2 399 425),[62] algo comum no Nordeste. A euforia da torcida levou o clube a alcançar a maior média de público do Brasil em 2007 (40 400 pessoas por jogo), 2004, 1988 (35 537 pessoas por jogo), 1986 (46 291 pessoas por jogo) e 1985 (41 497 pessoas por jogo).[63][64] A média do ano de 1986 é até hoje a sexta maior da história do Brasileirão.[63] Até 2011, em jogos com mando de campo, o Bahia possui a segunda maior média geral por clube (2 413 903), perdendo apenas para o Flamengo (2 697 902).[carece de fontes?]

Durante toda a sua história, os sucessos do time baiano sempre estiveram vinculadas ao apoio e paixão do seu torcedor. Um belo exemplo disso é a semifinal de 1988, onde o Bahia venceu de virada por 2 a 1 o Fluminense e garantiu vaga na final que venceria posteriormente. O público é, até hoje, o maior registrado na história da Fonte Nova: 110.438 torcedores fizeram a festa e empurraram o time para o triunfo. Esse foi o 24.º maior público da história num jogo do Campeonato Brasileiro.[65][66] Na final no mesmo ano, contra o Internacional, cerca de 90 mil foram ao estádio.

Tem uma grande torcida em todo Brasil, a 13.ª mais especificamente.[67] Em meados de 1993, uma pesquisa curiosa apontou sua torcida como a sexta maior do estado de São Paulo, atrás apenas do São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Santos e Flamengo.[68]

Em 2010 a CBF reconheceu o fanatismo da torcida tricolor, premiando o clube com o título de torcida de ouro.[42]

Programa de sócios[editar | editar código-fonte]

O Bahia mantém dois tipos de programa de sócio-torcedor: o "Plano Sócio do Bahia Patrimonial" que é mais amplo e completo e o "Plano Esquadrãozinho", exclusivo para crianças.

Atualmente, o clube conta com pouco mais de 25mil associados, ocupando a 12ª posição no ranking de clubes brasileiros segundo o "Torcedômetro" do Movimento Por Um Futebol Melhor.

Torcedores ilustres[editar | editar código-fonte]

O Bahia é um dos times mais tradicionais do futebol brasileiro, e a paixão de seus torcedores se estende também ao mundo dos famosos.

Vários nomes integram a vasta lista de celebridades tricolores, como os músicos Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa, Roberto Mendes, Bell Marques, Saulo Fernandes, Jorge Zarath, Sarajane, Marielle Antunes, Cláudia Leitte, Margareth Menezes, Cid Guerreiro, Armandinho Macedo, Carlinhos Brown, Simone Moreno, Jussara Silveira, Tuca Fernandes, Tomate, Ju Moraes, Beto Jamaica, Larissa Luz, Mariene de Castro, Márcio Victor (vocalista da banda Psirico), Pierre Onássis, Ninha (ex-vocalista da Timbalada), Jau, Netinho, Ricardo Chaves, Bira (Ubirajara Penacho dos Reis - músico do programa de Jô Soares); as apresentadoras Scheila Carvalho e Daniela Prata; os políticos ACM Neto, Nelson Pelegrino, Jacques Wagner, Lídice da Mata, Geddel Vieira Lima, Walter Pinheiro, César Borges, Olívia Santana, Tia Eron,Waldir Pires; os jornalistas Rita Batista, Wanda Chase e Bob Fernandes; atores João Miguel, Lucci Ferreira ; os atletas Ricardo (jogador de vôlei de praia), Allan do Carmo, Ana Marcela, Bobô, Daniel Alves, Jorge Wagner, Dante, Borges; o ex-diretor-técnico da CBF Virgílio Elísio; o piloto Tony Kanaan, entre outros.[carece de fontes?]

Torcidas organizadas[editar | editar código-fonte]

Abaixo uma lista das principais torcidas organizadas do clube na atualidade:[69]

  • Bamor: Maior torcida organizada do Bahia, foi fundada em 1978. Fica localizada atrás do "gol que dá para a Avenida Paralela" no estádio Roberto Santos (Metropolitano de Pituaçu), do lado esquerdo às cabines de imprensa. Na nova Arena Fonte Nova costuma ficar no lado esquerdo das cabines de rádio, na direção da Ladeira da Fonte das Pedras. Contém inúmeras bandeiras assim como uma bateria, um bandeirão no formato da camisa tricolor e umas das maiores faixas de uma torcida organizada do Brasil (180m de extensão), com os dizeres: "BAMOR Ninguém nos vence em vibração". Costuma acompanhar o time nos jogos fora de Salvador. Em novembro de 2010 no jogo em que o Bahia venceu a Portuguesa e conseguiu acesso a Série A do campeonato brasileiro a torcida lança seu novo bandeirão, esse com 6.000 metros quadrados, é o sétimo maior do Brasil e o maior da Bahia. Sete dias depois um novo bandeirão é estreado, dessa vez com o símbolo do patrocinador (Brahma).
  • Povão: Torcida conhecida por seu grande número de bandeiras. Fica localizada do lado oposto às cabines de transmissão da Arena Fonte Nova. Costuma estourar muitos fogos na entrada do Bahia em campo.
  • Torcida Uniformizada Terror Tricolor: Fundada em 2004, é reconhecida pela sua independência e pelos constantes protestos contra a diretoria do clube. O destaque é o bandeirão, um dos maiores do Brasil, com 5.600 metros quadrados.[70]
  • Jovem Disposição Tricolor: Fundado em 2002, Seu lema é Ideologia, União e Atitude.
  • Tricoloucos: Fundada em 2000, o grande destaque é o bandeirão de 2.500 metros quadrados.
  • Fiel: Torcida onde fica a velha guarda do Bahia. Fica ao lado da Povão. Seus membros possuem grande prestígio com a diretoria do Bahia. Tem um papel importante na pressão sobre o clube, seja esta positiva ou negativa.
  • Garra: Fica ao lado direito das cabines de rádio e imprensa. Garantem total independência e sustentam os lemas de "Paz", "Respeito" e "Bahia acima de todos". Fundada em 20 de julho de 1998.
  • Torcida Legião Tricolor: No dia 25 de maio de 2011, nasceu em Salvador, estado da Bahia, a mais nova torcida organizada do Bahia, em uma cerimônia familiar a Torcida Organizada Legião Tricolor deu início aos seus trabalhos de incentivo a campanha do Esporte Clube Bahia no Campeonato Brasileiro. A ideia surgiu entre dois torcedores sadios (pai e filho), que pensando em juntar um grupo de amigos e familiares, inclusive as mães desse grupo, resolve, pois fundar a TOLT, com objetivos definidos de louvar a alegria, de carregar a bandeira do seu clube, de se fazer presente nos estádios por onde for jogar o E.C. Bahia, e espalhando seus batalhões (BTL) por bairros de Salvador e cidades circunvizinhas, definindo na sua simbologia de braços cruzados para o alto e com dedos em riste formando o L de Legião e da Liberdade, tendo como principal mascote o Hulk azul demonstrando a sua força.
  • TUBA: Está localizada ao lado direito da Bamor. Foi criada em 1997 e garantem nunca ter perdido um jogo do Bahia na Fonte Nova e sempre que possível viaja com o time para acompanhar os seus jogos fora.
  • Movimento Avante Esquadrão : Com estilo semelhante aos de torcida de barra brava, tem como principal característica apoiar e incentivar unicamente o clube.

Animadores de torcida[editar | editar código-fonte]

O clube foi um dos pioneiros na implementação de uma torcida exclusiva feminina, presente em todos os jogos do Esquadrão no seu estádio: as Tricoleaders (equivalente às tradicionais animadoras de torcida do futebol americano, referidas em inglês como cheerleaders), formado em 2011 mas que só foi "apresentada" aos gramados em 2013 por questões burocráticas, na gestão do presidente Fenando Schimidt e daí por diante passou a ser as animadoras oficiais. O grupo é formado por 16 garotas.

Embaixadas[editar | editar código-fonte]

São grupos de torcedores residentes em vários lugadores do Brasil e do exterior, com a finalidade na captação de novos sócios e nas ações promocionais do Bahia, tais como excursões e recepção ao time em aeroportos.

Organização[editar | editar código-fonte]

Órgãos superiores[editar | editar código-fonte]

Diretoria
Nome Função
Brasil Marcelo Sant'Ana Presidente
Brasil Pedro Henriques Vice-presidente
Brasil Marcelo Barros Diretor executivo
Brasil Jorge Avancini Diretor de mercado
Brasil Diego Cerri Diretor de futebol
Conselho Deliberativo
Nome Função
Brasil Henrique De La Torre Presidente
Brasil Arnaldo Mota Filho Vice-presidente
Brasil Moreno Borba Secretário

Diretoria de futebol masculino[editar | editar código-fonte]

Comissão técnica
Nome Função
Brasil Guto Ferreira Treinador
Brasil Alexandre Faganello Auxiliar técnico
Brasil André Luís Auxiliar técnico
Brasil Preto Casagrande Auxiliar técnico
Brasil Juninho Preparador físico
Brasil Luiz Andrade Auxiliar de preparação física
Brasil Vitor Gonçalves
Brasil Thiago Mehl Treinador de goleiros
Brasil Miguel Batista Supervisor de futebol
Brasil Adherbal Amaral Assistente administrativo
Brasil Hugo de Assis Analista de desempenho
Brasil Rafael Ceuta
Brasil William Barreto
Brasil Felipe Sales Nutricionista
Jayme Brandão Assessor de comunicação
Vitor Tamar Assessor de comunicação
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Dr. Luiz Sapucaia Coordenador médico
Brasil Dr. Daniel Araújo Médico
Brasil Dr. Rodrigo Daniel
Brasil José Dourado Neto Fisioterapeuta
Brasil André Neves
Brasil Diogo Thomaz
Brasil Thiago Teixeira
Brasil Maurício Maltez Fisiologista
Brasil Fábio Massagista
Brasil Sérgio
Brasil Jaime
Brasil Ivan Roupeiro
Brasil Ivanildo Santos (Cachorrão)
Brasil José Carlos de Jesus (Carlinhos) Assistente de campo
Brasil Ednaldo Gomes (Pino)

Patrimônio[editar | editar código-fonte]

Fazendão[editar | editar código-fonte]

O Centro de Treinamento Osório Villas-Boas, mais conhecido como Fazendão, é um centro de treinamento inaugurado pelo clube em 1979, no bairro de Itinga, cidade de Lauro de Freitas, Região metropolitana de Salvador. O centro de treinamento foi batizado como Osório Villas-Boas em homenagem a uns dos maiores presidentes do clube comandante da conquista do primeiro campeonato nacional em 1959 sobre o Santos de Pelé.

Construído numa área de 120 mil metros quadrados, dispõe de quatro campos de treinamento com três com medidas oficiais. A área do centro de treinamento compreende ainda a sede administrativa do clube, hotelaria das divisões de base, sala de imprensa e arquibancada tem capacidade para 3 mil lugares.

O Fazendão não é apenas um espaço para treinos, nele também foi construída a concentração para atletas profissionais reformada e reinaugurada em 2004 com o nome de José Maria de Magalhães Neto.

Em 2009 foi totalmente reformado na gestão do presidente Marcelo Guimarães Filho e do então diretor de futebol Paulo Carneiro. Foram investidos mais de R$1.500.000,00 na sua reforma que incluiu a construção de uma academia totalmente moderna - e obviamente, nova - uma sala de fisiologia usufruindo do que há de melhor no ramo, novos equipamentos em geral, reforma total dos 4 campos do CT, ampliação da cozinha e novos objetos para os dormitórios dos jogadores profissionais e da divisão de base para dar melhor conforto aos atletas.

Cidade Tricolor[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Cidade Tricolor

O novo CT do Bahia localizado em Dias d'Ávila tem 350 mil metros quadrados, dez campos gramados com médias oficiais, dois campos de areia, dois campos para preparação de goleiros e cobranças de faltas, ginásio coberto e fechado, museu do futebol, hotel 5 estrelas, mini-shopping, administração, sala de troféus, academia, clube, departamento médico, entre outros. A Cidade Tricolor está prevista para ficar 100% pronta em duas etapas, a primeira etapa deverá conter quatro campos, alojamentos (profissional e da base), a cozinha, a administração, um campo de areia e toda a área que precisa para começar a usar como departamento médico, clube, academia entre outros. A parte dois vem com todo o CT completo.

Sede de praia[editar | editar código-fonte]

Localizado na praia da Boca do Rio em Salvador, a Sede de Praia Paulo Maracajá foi construída com o objetivo de ser o grande centro de entretenimento do torcedor tricolor. A sede possuía piscina olímpica, campos de futebol society; quadra poliesportiva e bares. Foi utilizada pela casa de shows "Espetáculo" culminando em um abandono parcial das atividades do clube (praticamente o clube apenas alugava o campo sintético). Ainda no final do ano de 2010, foi reativada a escolinha do Bahia na sede de praia (o Bahia possuía escolinhas em outros clubes conveniados) deixando no ar o verdadeiro futuro da sede de praia.

A sede de praia do Bahia passou a ser propriedade da Prefeitura de Salvador em função de execução de dívidas com IPTU e foi transformada em praça pública, concluída em 2013. Em 2015, foi finalizado o imbróglio sobre a sede de praia com a entrega da certidão de Transferência do Direito de Construir (Transcons), no valor de cerca de 40 milhões na moeda imobiliária. Desse valor, 12 milhões de reais quitaram as dívidas com o município de Salvador (IPTU, ISS e a demolição).[71][72]

Futebol masculino[editar | editar código-fonte]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

O elenco do futebol masculino profissional do clube, conforme dados atualizados em 5 de fevereiro de 2017, é o seguinte:

Legenda
Capitão Atual capitão Lesionado Jogador lesionado + Em fase final de recuperação
Vindo de Empréstimo Jogadores emprestados DIN 4844-2 D-P003.svg Permanência indefinida Prata da casa Prata da casa (jogador da base)
Goleiros
Jogador
1 Brasil Jean Prata da casa
12 Brasil Deijair Prata da casa
33 Brasil Anderson
' Brasil Douglas Pires
Defensores
Jogador Pos.
3 Brasil Tiago Capitão Z
4 Brasil Jackson Z
16 Brasil Rodrigo Becão Prata da casa Z
26 Bolívia Bolívia Prata da casa Z
28 Brasil Lucas Fonseca Z
30 Brasil Éder Prata da casa Z
22 Brasil Eduardo Vindo de Empréstimo LD
25 Brasil Wellington Silva Vindo de Empréstimo LD
6 Brasil Matheus Reis Vindo de Empréstimo LE
7 Colômbia Pablo Armero LE
36 Brasil Juninho Capixaba Prata da casa LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Juninho V
13 Brasil Matheus Sales Vindo de Empréstimo V
14 Brasil Yuri Prata da casa V
15 Brasil Feijão Prata da casa V
19 Brasil Edson Vindo de Empréstimo V
23 Brasil Renê Júnior Vindo de Empréstimo V
37 Brasil Júnior Ramos Prata da casa V
8 Argentina Agustín Allione Vindo de Empréstimo M
17 Brasil Diego Rosa Vindo de Empréstimo M
18 Brasil Zé Rafael M
20 Brasil Régis Vindo de Empréstimo M
34 Brasil Marco Antônio Prata da casa M
' Brasil Gustavo Ferrareis Vindo de Empréstimo M
Atacantes
Jogador
9 Brasil Hernane
11 Brasil Edigar Junio
21 Brasil Gustavo Vindo de Empréstimo
27 Brasil Maikon Leite
38 Brasil Kaynan Prata da casa
39 Brasil Matheus Peixoto Prata da casa
40 Brasil João Paulo Vindo de Empréstimo

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Os principais treinadores ao longo da história foram, segundo critério não estabelecido[carece de fontes?], foram:

Mandos de campo[editar | editar código-fonte]

Campo da Graça[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Campo da Graça

O Campo da Graça foi o primeiro estádio onde o Bahia mandou seus jogos. Além dele, Galícia, Ypiranga, Botafogo e Vitória também mandaram seus jogos lá. Desde a sua fundação, em 1931 até a inauguração da Fonte Nova, em 1951, o tricolor disputou e conquistou vários títulos neste estádio, inclusive o primeiro título conquistado pelo tricolor baiano, o Torneio Início de 1931. Foi lá onde toda a trajetória gloriosa do Bahia começou, até mesmo a disputa do primeiro Ba-Vi da história, onde o tricolor venceu por 3x0. Com a Fonte Nova, o Campo da Graça perdeu espaço e a força que tinha, sucumbindo à obsolescência e caindo no esquecimento. Porém, para os torcedores baianos mais velhos, os grandes momentos vividos no Campo da Graça nunca sairão das suas lembranças.

Alguns notáveis jogos no Campo da Graça:

Fonte Nova (Estádio Octávio Mangabeira)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Estádio Octávio Mangabeira
Vista superior da antiga Fonte Nova, interditada após o trágico incidente ocorrido em 2007. Em 2010, começou a sua remodelação para dar lugar a nova Arena.

Com a inauguração da Fonte Nova em 1951, os grandes clubes de Salvador disputavam seus jogos no estádio: Bahia, Vitória, Galícia, Ypiranga e Botafogo. Nele, o Bahia levou grandes públicos aos seus jogos e criando um vínculo histórico que somente foi quebrado com a interdição da Fonte Nova após o trágico incidente no jogo contra o Vila Nova (durante a campanha de subida do Bahia para a Série B), quando parte do estádio cedeu e 9 pessoas caíram, e destas, 7 vieram a falecer.[73] Mais de 30 ficaram feridas. Após esse episódio, o governo do Estado da Bahia declarou que o estádio seria demolido e reinaugurado. A nova arena foi construída no local para a Copa do Mundo de 2014.

Nesse período entre 1951 e 2007, porém, o Bahia possui gloriosos e tristes momentos no estádio: a conquista do Troféu Octávio Mangabeira, criado para premiar um dos times de Salvador na inauguração do estádio; realização da campanha triunfante que culminou na conquista da Taça Brasil de 1959; conquista da maior parte dos seus 46 títulos estaduais, inclusive o heptacampeonato baiano inédito e exclusivo ao Bahia no estado; realização de uma impecável campanha que culminou na conquista do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1988; rebaixamento à segunda divisão em 1997, e em 2003, e para a terceira divisão em 2005; e conquista do retorno à segunda divisão em 2007.

Alguns notáveis jogos na Fonte Nova foram:

Estádio Roberto Santos (Pituaçu)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Estádio Roberto Santos
Vista do Estádio Roberto Santos, carinhosamente apelidado de Pituaçu.

Devido à ausência da Fonte Nova, o Bahia em 2008 teve que jogar longe de Salvador, nas cidades de Camaçari e Feira de Santana. Enquanto isso, o Estádio Roberto Santos passou por uma grande reforma para atender ao clube. Em 2009, o estádio estava pronto para a volta do Bahia.

Nesta temporada, o time fez uma campanha com 26 jogos realizados onde venceu 18 jogos, empatou 7 e perdeu apenas 3 jogos. Entre 2009 e 2013, o clube realizou 139 partidas, com 72 triunfos, 39 empates e 28 derrotas.,[74] marcou 253 gols, e sofreu 142.[75]

O Pituaço, como também é chamado, tem capacidade para 32.157 espectadores. Ele tem o carinho da torcida tricolor por ter sido nele que, em 2010, o Bahia voltou à Série A após 7 anos fora, e em 2012 reconquistou o Campeonato Baiano de Futebol após 10 anos sem levantar o troféu.

Alguns notáveis jogos em Pituaçu foram:

Itaipava Arena Fonte Nova[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Arena Fonte Nova
Vista superior da Itaipava Arena Fonte Nova, nova casa do Tricolor Baiano.

Com a demolição da antiga Fonte Nova em 2010, foi iniciada a construção de um moderno estádio de futebol, seguindo os padrões FIFA e, ao mesmo tempo, buscando manter certos aspectos do antecessor, tal como a abertura para o Dique do Tororó (manancial de águas localizado em frente ao estádio), presente tanto na antiga como na atual estrutura física do estádio.

Foi construído para receber jogos da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014. O Bahia fechou acordo com a Fonte Nova Negócios e Participações para mandar seus jogos no novo estádio.[76]

A Arena tem capacidade para 50.000 pessoas distribuidos em três níveis de arquibancadas com assentos cobertos, camarotes, restaurante panorâmico com vista para o estádio e para o Dique , e duas mil vagas de estacionamento. A cervejaria Itaipava comprou os direitos de nome do estádio e rebatizou de "Itaipava Arena Fonte Nova".

A nova Arena surge num momento de renovação do clube em todos os aspectos. Sua chegada é um marco não só para o futebol baiano, mas também para o Tricolor Baiano, onde tem um valor simbólico de renovação, reestruturação e modernização. Durante boa parte dos seus mais de 80 anos, o clube jogou e conquistou a maioria de seus títulos na antiga Fonte Nova, e a reconstrução dela, modernizando-a, simboliza a renovação do futebol baiano, em especial o do tricolor, que também vive um processo de renovação nesse período, após intervenções jurídicas na administração do clube e mobilizações pacíficas da sua torcida em prol de um Bahia mais democrático.

O Bahia fez sua primeira partida na Arena Fonte Nova contra o maior rival, o Vitória no dia 7 de abril de 2013 pelo Campeonato Baiano, perdendo por 5 a 1. Após momentos conturbados, onde o clube, inclusive, ficou vários jogos sem vencer na nova arena, emplacou de vez no Brasileirão, com a torcida frequentando cada vez mais a nova casa, e apoiando seu time fielmente, tal como sempre o fizera. No dia 3 de maio de 2015 o Bahia conquistou seu primeiro título na nova Arena, ao golear o Vitória da Conquista pelo placar de 6 a 0 na decisão do Campeonato Baiano.

Alguns notáveis jogos na Arena Fonte Nova foram:

Futebolistas notáveis[editar | editar código-fonte]

Daniel Alves, lateral-direito do Juventus e da Seleção Brasileira revelado pelo Bahia

O Bahia é muito bem representado em sua história por grandes craques e artilheiros. No gol, quem mais vestiu a camisa do Esquadrão de Aço foi Emerson, com 251 partidas, sendo destas, 169 seguidas como titular. Além dele, Jean e Nadinho foram os que mais passaram e marcaram no Tricolor.

Atualmente, o goleiro Marcelo Lomba, após 3 temporadas no clube, tem se consolidado como um dos maiores goleiros do clube com defesas importantes que, inclusive, renderam ao atleta elogios por comentaristas esportivos do Brasil. Em 2011, alguns comentaristas, inclusive, cravaram-no como o melhor do campeonato, ou um dos melhores, pondo-o para eleição como um dos cinco melhores.

Na defesa, o Bahia contou com grandes nomes como os laterais-direito Daniel Alves (foto), revelado pelo clube e bastante identificado com a torcida; e Maílson; Fabão, zagueiro revelado também no clube; João Marcelo, zagueiro destaque na brilhante campanha do título do Campeonato Brasileiro de 1988; Juvenal Amarijo; Serginho, lateral-esquerdo já aposentado, ídolo do Milan; entre outros.

No meio-campo, porém, constam os maiores ídolos do clube, como o Beijoca, grande nome do clube nos anos 1970 junto com Douglas, atleta que formava uma parceria de sucesso com ele; Jorge Wagner, revelado pelo Bahia nos anos 2000; Preto Casagrande, volante de muita garra e qualidade; e Baiaco, revelado no Tricolor e tido por muitos como o maior volante da história do clube, entre outros grandes nomes. Apesar de tantos craques, foi o Bobô, porém, o grande maestro do Bahia. Ele foi o capitão e comandante da equipe campeã do Campeonato Brasileiro de 1988, onde fez um impecável campeonato, rendendo a ele o título, por muitos, de melhor jogador do campeonato.

No ataque também há grandes nomes na história do clube, como o de Charles Fabian, revelado no Bahia e um dos maiores artileiros da história do clube; Cláudio Adão; Dadá Maravilha; José Sanfilippo, um dos maiores ídolos dos anos 60 e 70; Marcelo Ramos, revelado no Bahia em 1993 e sexto maior artilheiro da história do Tricolor; Nonato, revelado em 2000 e sétimo maior artilheiro da história do Bahia; Carlito, maior artilheiro da história do Bahia; Osni Lopes, atacante apelidado de "baixinho" e "velocista", que também fez sucesso no clube nos anos 1970 e 80; Raudinei, atacante que fez o gol do heróico título baiano de 1994; Robgol; Sérgio Alves; Uéslei, revelado pelo clube e muito identificado com a torcida, que o apelidava carinhosamente de "Pitbull", 4º maior artilheiro da história do Bahia; e Zé Carlos, artilheiro do time na campanha do título Brasileiro de 1988; além de Léo Briglia, artilheiro da Taça Brasil de 1959.

Maiores artilheiros da história[editar | editar código-fonte]

Carlito, cujo epíteto era "O Matador", é o maior artilheiro da história do Esporte Clube Bahia com 253 gols. Atuou pelo Esquadrão de Aço, seu único clube na carreira, durante os anos 1946 a 1959. É ainda o maior artilheiro do clube em Ba-Vis com 21 gols.
Vareta é o oitavo maior artilheiro da história do Bahia. É, ainda, o maior artilheiro da história em um único Ba-Vi, 5 gols, no jogo Bahia 10 x 1 Vitória, dia 8 de dezembro de 1939, Campo da Graça.

Os 15 maiores artilheiros da história do Bahia:[77]

Jogador Gols
Brasil 1. Carlito 253
Brasil 2. Douglas 211
Brasil 3. Hamílton 154
Brasil 4. Uéslei 140
Brasil 5. Osni 138
Brasil 6. Marcelo Ramos 128
Brasil 7. Nonato 125
Brasil 8. Vareta 121
Brasil 9. Alencar 116
Brasil 10. Biriba 113
Brasil 11. Izaltino 112
Brasil 12. Beijoca 106
Brasil 13. Zé Hugo 96
Brasil 14. Jorge 85
Brasil 15. Lima Sergipano 84

Jogadores estrangeiros[editar | editar código-fonte]

Revelações de craques[editar | editar código-fonte]

O Bahia também é reconhecido pela sua capacidade de revelar novos talentos para o futebol. Entre outros formados pelo clube, estão alguns jogadores como: Roberto Rebouças, Alberto Leguelé, Baiaco, Daniel Alves, Marcelo Ramos, Fabão, Jorge Wagner, Cícero, Nonato, Osmar, que fazem ou fizeram sucesso no cenário nacional ou internacional.

Um capítulo a parte: O maior de todos os tempos com a camisa Tricolor foi Bobô.

Alguns também já foram ou ainda são das categoria de base da Seleção Brasileira, a exemplo de Ávine, Madson, Cristóvão Borges, Daniel Alves, Marcone, Paulo Cesar, Alberto Leguelé, Rafael, Ernane, Jair, Fábio Gama, Marcelo Nicácio, Paulinho, Igor, Alef e Neto Potiguar. Além da Seleção Principal, como são os casos de Perivaldo, Cícero, Cristóvão Borges, Baiaco, Leguelé, Marcelo Ramos, Marcelo Nicácio, Bobô, Charles Fabian, Luis Henrique e Daniel Alves. No primeiro semestre de 2011, após testes com três jogadores guineenses, foi contratado o meia-esquerda Agustian Soares que jogou pelas categorias de base da Seleção Guineense, e que, considerado uma grande promessa, foi integrado ao time principal no segundo semestre.

Elenco atual da categoria sub–20[editar | editar código-fonte]

Legenda
Capitão Capitão
Emprestado ao Bahia Emprestado ao Bahia
Aumento Com passagem pelo elenco profissional
Mapa do Brasil com a Bandeira Nacional.png Com passagem pela Seleção Brasileira da categoria


Goleiros
Jogador
Brasil Felipe
Brasil Isael
Brasil Arthur
Brasil Deijair
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Gabriel Santiago Z
Brasil Everson Aumento Z
Bolívia Bolívia Z
Brasil Marlon Z
Brasil Rodrigo Aumento Z
Brasil Flávio LD
Brasil Felipinho LD
Brasil Mattehus Silva LE
Brasil Juninho LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Sávio Aumento V
Brasil Lucas Lucena V
Brasil Wesley V
Brasil Luigi Capitão M
Brasil Andrei M
Brasil Mayron M
Brasil Cadu M
Atacantes
Jogador
Brasil Fábio
Brasil Hugo Freitas
Brasil Kaynan
Brasil Rodrigo Rodrigues
Brasil Zeca
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Haroldo Moreira T
Brasil Igor Morena PF
Brasil Maurício Aguiar TG

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Alguns marcos e estatísticas do Bahia são:

  • Primeiro campeão brasileiro — ganhou a primeira competição nacional no Brasil, a Taça Brasil, em 1959, onde bateu na final o Santos.
  • Primeiro clube brasileiro a disputar a Taça Libertadores da América — o Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro a representar o Brasil na Taça Libertadores da América, em 1960. O tricolor ainda disputou mais duas Libertadores: em 1964 e em 1989, nesse último chegou às quartas de final.
  • Primeiro clube nordestino a possuir maior média de público no Campeonato Brasileiro — o Esporte Clube Bahia é o primeiro clube nordestino a possuir melhor média de público em uma edição de Campeonato Brasileiro. Na verdade, foram três vezes: em 1985, em 1986, e em 1988 quando foi campeão.
  • Primeiro clube nordestino a bater recorde de público das divisões A, B e C — o Esporte Clube Bahia é o primeiro clube nordestino a bater recorde de público em todas as divisões do Campeonato Brasileiro: em 2007, o clube estava na Série C, e colocou uma média de 40.700 torcedores na Fonte Nova, tendo em segundo lugar o Flamengo, com 37 100.
  • Primeiro clube brasileiro a ganhar uma Tríplice Coroa — o Esporte Clube Bahia é o primeiro clube brasileiro a ganhar uma Tríplice Coroa. Em 1959, ganhou a Taça Brasil, o Campeonato Baiano, e o Torneio Norte-Nordeste.
  • Primeiro e único clube baiano a possuir um artilheiro na Taça Brasil — o Esporte Clube Bahia é o primeiro clube baiano a possuir um artilheiro na Taça Brasil: Léo Briglia fez 8 gols na Taça Brasil de 1959, feito repetido 31 anos depois por Charles Fabian que em 1990 fez 11 gols no Brasileirão de 1990.
  • Clube fundador do Clube dos 13 — o Esporte Clube Bahia, é um dos 13 fundadores ao lado dos 4 grandes clubes do Rio, 4 grandes clubes de São Paulo, 2 grandes clubes de Minas e 2 grandes clubes do Rio Grande do Sul.
  • O Esporte Clube Bahia é o único clube baiano a ter um artilheiro na Série B — o atacante Uéslei marcou 25 gols no Campeonato Brasileiro de 1999.
  • Primeiro Clube nordestino a chegar na final da Copa São Paulo de Futebol Júnior — enfrentou o Flamengo na final de 2011, porém perdeu por 2 a 1 e ficou com o vice-campeonato.
  • Primeiro clube do Nordeste a ficar 4 temporadas consecutivas na primeira divisão do Brasileirão — desde o início da era dos pontos corridos em 2003, o Bahia permaneceu em 2011, 2012, 2013 e 2014 na elite do futebol brasileiro.

Participações em competições[editar | editar código-fonte]

Legenda
Participações em 2017
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Bahia Campeonato Baiano 86 Campeão (46 vezes) 1931 2017
BandeirasNordesteBrasil.gif Copa do Nordeste 13 Campeão (2001, 2002 e 2017) 1994 2017
Brasil Campeonato Brasileiro 45 Campeão (1959 e 1988) 1959 2017 3
Série B 10 3º colocado (1999 e 2010) 1998 2016 4 1
Série C 2 Vice-campeão (2007) 2006 2007 1
Copa do Brasil 26 Quartas de final (5 vezes) 1989 2017
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 3 5º colocado (1989) 1960 1989
Copa Sul-Americana 4 Oitavas de final (2013 e 2014) 2012 2015

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Temporadas do Esporte Clube Bahia
Legenda
Campeão Vice-campeão. Eliminado na semifinal.
Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro. Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores. Classificado à Copa Sul-Americana.
Rebaixado à divisão inferior. Promovido à divisão superior.
Brasil Brasil Flags of South American Conmebol Members.gif América do Sul BandeirasNordesteBrasil.gif Nordeste Bahia Bahia
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental Copa do Nordeste Campeonato Baiano
Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Fase Máxima Div. Pos.
2008 B 10º 52 38 14 10 14 47 65 1F 1D
2009 B 12º 51 38 14 9 15 52 53 2F 1D
2010 B 65 38 19 8 11 63 44 2F 1F 1D
2011 A 14º 46 38 11 13 14 43 49 R16 1D
2012 A 15º 47 38 11 14 13 37 41 QF CS 2F 1D
2013 A 12º 48 38 12 12 14 37 45 2F CS R16 Grupos 1D
2014 A 18º 37 38 9 10 19 31 43 3F CS R16 Grupos 1D
2015 B 58 38 15 13 10 48 41 3F CS 2F [d] VC 1D
2016 B 63 38 18 9 11 57 34 2F SF 1D
2017 A Em disputa 2F C 1D

Entre 2013 e 2016, o critério de classificação para a Copa Sul-Americana dependeu do desempenho na Copa do Brasil, visto que não havia calendário disponível para a disputa de ambas as competições. Assim, só era possível disputar a Copa Sul-Americana quando o time era eliminado antes da fase de oitavas de final da Copa do Brasil e estava entre os melhores do Campeonato Brasileiro (Séries A e B) do ano anterior.

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Brasil Campeonato Brasileiro 2 (1959, 1988) 2 (1961, 1963) 0 (não possui) 1 (1990)
Brasil Campeonato Brasileiro - Série B 0 (não possui) 0 (não possui) 2 (1999, 2010) 2 (2004, 2016)
Brasil Campeonato Brasileiro - Série C 0 (não possui) 1 (2007) 0 (não possui) 0 (não possui)
BandeirasNordesteBrasil.gif Copa do Nordeste 3 (2001, 2002, 2017) 3 (1997, 1999, 2015) 3 (1994, 1998, 2016) 0 (não possui)
BandeirasNordesteBrasil.gif Taça Brasil Zona Norte-Nordeste 3 (1959, 1961, 1963) 2 (1960, 1968)
BandeirasNordesteBrasil.gif Taça Brasil Zona Nordeste 4 (1959, 1960, 1961, 1963) 1 (1962)
Bahia Campeonato Baiano 46 vezes 22 vezes
Bahia Taça Estado da Bahia 3 (2000, 2002, 2007) 2 (2004, 2006)
Bahia Torneio Início da Bahia 9 vezes 8 vezes

Futebol feminino[editar | editar código-fonte]

Bahia
Escudo do Bahia.png
Nome Esporte Clube Bahia
Alcunhas Bahêa
Torcedor/Adepto Tricolor
Mascote Super-Homem
Fundação 1 de janeiro de 1931 (86 anos)
Estádio Roberto Santos
Capacidade 32 157 pessoas
Localização Brasão de Salvador.jpg Salvador, Bahia BA,Brasil Brasil
Mando de jogo em Estádio de Lauro de Freitas
Capacidade (mando) 2.000 pessoas
Presidente Brasil Marcelo Sant'Ana
Treinador Brasil André Beijoca
Patrocinador
Brasil Caixa
Material (d)esportivo Brasil Penalty
Competição Bahia Campeonato Baiano
Brasil Campeonato Brasileiro
Bahia BA 2014
Brasil A 2014
A disputa
Em disputa
Bahia BA 2013 Vice-campeão
Website www.ecbahiafeminino.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar

Em 2013 o Bahia forma uma equipe feminina de futebol seguindo as tendências mundiais, onde se valoriza o esporte também praticado pelas mulheres. A equipe de futebol feminina irá participar do Campeonato Baiano de Futebol Feminino e Brasileiro da categoria.[carece de fontes?]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

O elenco atual da equipe feminina, atualizado em 31 de dezembro de 2013, é o seguinte:[78]

Legenda
Capitão Atual capitã
Seleção Brasileira Seleção Brasileira
Goleiros
Jogador
' Brasil Thaís
' Brasil Bella
' Brasil Yasmim
Defensores
Jogador Pos.
' Brasil Ariane Z
' Brasil Anne Z
' Brasil Jamile Z
' Brasil Priscila Z
' Brasil Ana Kelly LD
' Brasil Raquel Beatriz LD
' Brasil Carolina LE
' Brasil Luana LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
' Brasil Iana Verônica V
' Brasil Milena V
' Brasil Nenem V
' Brasil Adriane Formiga M
' Brasil Amélia M
' Brasil Kaylane M
' Brasil Julya Adriele M
' Brasil Rose Laine Capitão M
Atacantes
Jogador
' Brasil Brenda Ribas
' Brasil Eddy
' Brasil Evelyn Lorena
' Brasil Jucianyra
' Brasil Letícia Belloni
' Brasil Ítala Roberta
' Brasil Samira Stier
' Brasil Nina
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil André Beijoca T
Brasil Daniel Conceição MA

Outros esportes[editar | editar código-fonte]

O Bahia também apoia outros esportes:

Picto infobox race.png Automobilismo[editar | editar código-fonte]

O Bahia tornou-se pioneiro na Bahia a patrocinar e dar todo apoio necessário ao piloto Patrick Gonçalves onde o mesmo tornou-se campeão da categoria Mini-Challenge da Stock Car. O Bahia foi o primeiro clube fora do sudeste brasileiro a ter uma equipe em uma categoria automobilística.[79]

No rally, o Bahia também mantém uma parceria com o piloto baiano Roberto Cunha que participou do Campeonato Baiano de Rally 4×4, o Campeonato Baiano de Rally Cross Country e a Mitsubishi CUP (maior rally monomarca da América Latina).[80] O Bahia também exerceu de forma pioneira essa parceria e apoio.

Tennis pictogram.svg Tênis[editar | editar código-fonte]

O Bahia possui atletas de tênis porém como o seu clube não tem quadras, praticam o esporte em outros clubes da cidade, porém com o apoio e patrocínio do Bahia. A atleta de maior destaque é a tenista Luiza Souza que faz parte do clube desde 2010.[81]

Olympic pictogram Volleyball.png Futevôlei[editar | editar código-fonte]

O Bahia já foi campeão brasileiro de futevôlei, o quarteto do Bahia era formado com: Leandro, Marcelinho, Guga e Café. O Bahia garantiu participação do Mundial 4 x 4.

Futsal pictogram.svg Futebol de 5[editar | editar código-fonte]

A equipe do Bahia de futebol de 5 (Fut5) é uma das mais vitoriosas da modalidade no Brasil. A equipe é hexa campeão brasileiro (2009, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014), além disso é bicampeão mundial. No elenco está Jefinho, que foi considerado o melhor jogador do mundo da categoria em 2010.[82][83]

Futsal pictogram.svg Futebol de 7[editar | editar código-fonte]

O Bahia mantém uma equipe de Futebol de 7 (Fut7) que participa do campeonato brasileiro desta modalidade, tendo como destaque a já participação do ex-jogador de futebol Edílson, o Capetinha, que também jogou no clube.

Swimming pictogram.svg Natação[editar | editar código-fonte]

O Bahia possui também atletas que praticam a natação, com maior destaque para a nadadora Ana Marcela e o nadador Allan do Carmo, ambos nadadores de grande destaque no cenário esportivo baiano e brasileiro, que fizeram parte do Bahia em 2010.[81] Alan do Carmo conquistou a medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos (Rio 2007), é bicampeão do Campeonato Sul-americano Juvenil, nos 10 km (2005 e 2007), campeão dos Jogos Sul-americanos, nos 5 km (2006) e vice-campeão brasileiro (2006). Já Ana Marcela conquistou a medalha de bronze na prova de 5 km no Mundial de Maratonas Aquáticas, disputado em Roberval, no Canadá.

Football pictogram.svg Futsal[editar | editar código-fonte]

No ano de 2011 o Bahia anunciou a reativação da modalidade futsal em seus projetos. Começando primeiramente com uma equipe que participará da Taça Brasil de Futsal.

MMA pictogram.svg Jiu-jítsu[editar | editar código-fonte]

O Bahia tem uma equipe que participou do pan-americano de Jiu-Jitsu e foi uma das melhores equipes da competição, se tornando uma das melhores equipes das Américas.

Notas e referências

Notas

  1. Em dezembro de 2010, a Confederação Brasileira de Futebol unificou a Taça Brasil, disputada de 1959 a 1968, e as edições de 1967 a 1970 do Torneio Roberto Gomes Pedrosa ao formato atual do Campeonato Brasileiro, iniciado em 1971.[6]
  2. O melhor desempenho do Bahia neste torneio continental foi em 1989, atingindo as quartas de final.
  3. O Sport Club do Recife é detentor do título de campeão brasileiro do Campeonato Brasileiro de 1987, após decisão judicial favorável ao Sport que lhe concedeu como "o único campeão brasileiro de 1987", em detrimento ao Clube de Regatas do Flamengo que havia contestado o título na justiça como campeão.[30]
  4. Em 1938, foram disputados dois campeonatos baianos. Em um deles, o campeão foi o Botafogo.
  5. O 1999 foi dividido com o Vitória.

Referências

  1. Confederação Brasileira de Futebol (13 de dezembro de 2016). «RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2017» (PDF). Confederação Brasileira de Futebol. Consultado em 16 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 20 de dezembro de 2016 
  2. «História do Clube dos 13». www.terra.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016 
  3. «Nascimento e agonia do Clube dos 13 - Esporte - UOL Esporte». blogdojuca.uol.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016 
  4. BdoBrazil. «Valor das marcas dos 17 clubes mais valiosos do Brasil» (PDF). Consultado em 17 de julho de 2012 
  5. Tiago Medeiros. «Tem que respeitar o Bahia». Futebol Nordestino. GloboEsporte.com. Consultado em 25 de maio de 2013 
  6. CBF anuncia oficialmente a unificação dos títulos de campeão brasileiro - O Globo, 22 de dezembro de 2010
  7. Confira os maiores campeões estaduais do país - CBF, 26 de janeiro de 2016
  8. a b c Ferreira da Silva Galdino, ANTONIO (18 de setembro de 2010). «Todos os Jogos do Heptacampeonato do E.C. Bahia de 1973 a 1979». cacellain.com.br. Consultado em 30 de junho de 2015 
  9. Bahia vence Portuguesa e volta à elite após sete anos; Figueira também sobe - UOL Esporte, 13 de novembro de 2010
  10. «O calor e as dissintonias do Ba-Vi - FIFA.com». pt.fifa.com/classicfootball/clubs/rivalries/newsid=1425371. Consultado em 29 de maio de 2016. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2013 
  11. «Verminosos por Futebol 25 maiores clássicos do futebol do Nordeste». www.verminososporfutebol.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016 
  12. «Afinal, qual é maior clube de futebol do Nordeste: Bahia ou Sport?». globoesporte.globo.com. Consultado em 29 de maio de 2016 
  13. «Fundação do Clube « Sempre Bahia». www.semprebahia.com. Consultado em 29 de maio de 2016. Cópia arquivada em 12 de junho de 2009 
  14. a b c d e f g h i j k l m n História do Bahia, brasilretro.wordpress.com.
  15. Bahia, esporte.hsw.uol.com.br
  16. «ecbahia.com - é goleada tricolor na internet! (ecbahia, ecbahia.com.br, ecbahia.com, bahia, esporte, notícias, clube, salvador, futebol, time, esquadrão, aço, tricolor, bamor, torcida, esporteclubebahia)». www.ecbahia.com. Consultado em 29 de maio de 2016. Cópia arquivada em 4 de maio de 2010 
  17. «Página Ímpar » Bahia de todos os títulos». www.correio24horas.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016 
  18. «Tradição – Gilberto Gil – LETRAS.MUS.BR». www.letras.mus.br. Consultado em 29 de maio de 2016 
  19. «BOLA N@ ÁREA - Taça Brasil». www.bolanaarea.com. Consultado em 29 de maio de 2016 
  20. «Campeões da Taça Brasil». www.campeoesdofutebol.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016 
  21. «Entenda como eram a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa». globoesporte.globo.com. Consultado em 29 de maio de 2016 
  22. «Confederação Brasileira de Futebol». www.cbf.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2010 
  23. «Brazil Cup 1959». www.rsssfbrasil.com. Consultado em 29 de maio de 2016 
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  25. «futebolnacional.com.br». www.futebolnacional.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016. Cópia arquivada em 14 de julho de 2014 
  26. a b «TODOS OS CAMPEÕES NA FONTE NOVA. » História do Futebol». cacellain.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016 
  27. «Brazil - Bahia State League 1975». www.rsssfbrasil.com. Consultado em 29 de maio de 2016 
  28. «.::futebolnacional.com.br - Campanha - ABB - Campeonato Baiano 1979::.». www.futebolnacional.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2014 
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  31. «Conheça o Ceilândia, adversário do Ceará na Copa do Brasil». blogs.diariodonordeste.com.br. Consultado em 29 de maio de 2016 
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