Alagoinhas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Para o clube, veja Alagoinhas Atlético Clube.
Alagoinhas Binário Cental
Município de Alagoinhas
"Terra das Laranjas"
"Pórtico de Ouro"
"Lugar Querido"
"Terra da Mulher Bonita"
"Polo ferroviário do Sertão"
Bandeira de Alagoinhas
Brasão de Alagoinhas
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 2 de Julho
Fundação 1853 (162 anos)
Gentílico alagoinhense
Padroeiro(a) Santo Antônio
Prefeito(a) Paulo Cezar (PDT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Alagoinhas
Localização de Alagoinhas na Bahia
Alagoinhas está localizado em: Brasil
Alagoinhas
Localização de Alagoinhas no Brasil
12° 08' 08" S 38° 25' 08" O12° 08' 08" S 38° 25' 08" O
Unidade federativa Bahia Bahia
Mesorregião Nordeste Baiano IBGE/2008 [1]
Microrregião Alagoinhas IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Inhambupe, Catu, Araças, Aramari, Entre Rios e Teodoro Sampaio.
Distância até a capital 108 km
Características geográficas
Área 718,089 km² [2]
População 154 495 hab. IBGE/2014[3]
Densidade 215,15 hab./km²
Altitude 132 m
Clima tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,729 alto PNUD/2010 [4]
Gini 0,55 PNUD/2010[5]
PIB R$ 1 616 466 mil IBGE/2010[6]
PIB per capita R$ 11 370,75 IBGE/2010[6]
Página oficial
Prefeitura www.alagoinhas.ba.gov.br
Vista do alto da Igreja Matriz
Vista do Centro
Biblioteca Maria Feijó

Alagoinhas é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua área é de 718,089 quilômetros quadrados e sua população conta em 2014 com 153 560 habitantes, tendo portanto uma densidade demográfica de 195,46 habitantes por quilômetro quadrado. Limita-se ao norte com o município de Inhambupe, ao sul com o município de Catu, a leste com o município de Araças, a oeste com o município de Aramari, a nordeste com o município de Entre Rios e a sudoeste com o município de Teodoro Sampaio.[carece de fontes?]

Seu nome se deve aos rios Sauípe, Catu, Subaúma e Quiricó, às lagoas e córregos existentes na região.[7] E assim sua água é considerada de excelente qualidade e pode ser considerada a segunda melhor do mundo, sendo uma de suas maiores riquezas, e que faz parte do aquífero que vai desde Dias d'Ávila a Tucano.

Alguns alagoinhenses se destacaram bastante no campo da literatura, como Maria Feijó, José Olívio Paranhos Lima, o jovem escritor, Gabriel Matos, o poeta, dramaturgo Lázaro Zacariades, o poeta, professor e pesquisador acadêmico Ednaldo Soares, publicado no Brasil e na Itália, e o escritor e editor Adson Vasconcelos, formado pela Unicastelo (SP) e mestre pela USP como aluno ouvinte. E o engenheiro e empresário Iranilton Santos Formado pela Faculdade (FAMEC) e pós graduado em projetos. No campo político, o deputado Jean Wyllys deputado federal (PSOL/RJ) destaca se apenas por ter nascido na cidade e ganhado um programa de tv entitulado BBB4 da Rede Globo de Televisão, Lauro Pedreira Freitas mais conhecido como Lauro de Freitas (1901/1949) filho de Graciliano Freitas[carece de fontes?]ex prefeito da cidade, Jairo Azi, Paulo Cezar, Jucelio Carmo, Joseildo Ramos, Antonio Carneiro entre muitos outros. Profissionais liberais como o Tecnico em Contabilidade e corretor Nelson da Costa Lima ativo na cidade de 1957 a 1981, famosos loteamentos como Jardim Petrolar (1968) e Parque das Jaqueiras(1979) teveram suas consultorias e nomes dados por ele, seus filhos até hoje são proprietários de uma grande área de terras vizinho a Fontes dos Padres que esta na família desde 1924, o carnavalesco e empresário Antônio Valverde (Valneijos), Antônio Penna, Edson do Central, Silvo Eletricista entre tantos outros

Segundo dados do IBGE de 2002 e do DERBA de 2004, o grau de urbanização de Alagoinhas é de 86,43%.[carece de fontes?]

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História de Alagoinhas

Seu povoamento foi iniciado no final do século XVIII, quando um padre português fundou uma capela no seu território e daí começou a próspera vila em função da chegada de imigrantes e da passagem da estrada de boiadas, acesso para o norte e para o sertão, motivo do título dado por Ruy Barbosa de "Pórtico de Ouro do Sertão Baiano".

Enquanto vila, Alagoinhas recebeu vários nomes, os quais foram Freguesia da Água Fria, Freguesia de Santo Antônio das Lagoinhas e posteriormente Villa de Santo Antônio d'Alagoinhas. Este último nome, foi o último como vila, que depois foi desmembrada da Vila de Inhambupe, para ser emancipada como Município de Alagoinhas.

Em volta da igreja de Santo Antônio várias casas foram construídas, desse modo o povoado foi elevado a vila, através da Resolução Provincial 442 de 16 de junho de 1852. Mais tarde, do mesmo modo, causado pelo desenvolvimento da vila, que era gerado e norteado pela estação ferroviária, a qual era o centro de atividades econômicas, devido ao grande fluxo de pessoas e mercadorias, foi elevado a município de Santo Antônio de Alagoinhas, sendo desmembrado do município de Inhambupe.

Em 18 de novembro de 1880 foi construído um dos maiores símbolos de Alagoinhas, a Segunda Estação de São Francisco. Erguida em estilo inglês, com a estação de passageiros em estilo francês, possui todo o material importado da Inglaterra, e é a única réplica do mundo de outra estação em Liverpool, Inglaterra. Até hoje, todos os tijolos utilizados na sua construção possuem os nomes dos fabricantes ingleses e franceses.

Em 1897 Alagoinhas teve um papel fundamental durante a Guerra de Canudos, onde a cidade acolheu as Tropas Federal e Estadual, que utilizavam a cidade como rota para o destino final. A cidade ainda prestou assistência e mantimentos aos soldados feridos que a utilizavam como ponto médico.

Segundo o IBGE, o distrito de Alagoinhas foi criado no dia 15 de outubro de 1816, pertencendo a Inhambupe até 16 de junho de 1852, quando se tornou um município. A emancipação política de Alagoinhas foi oficializada há 153 anos, no dia 2 de julho de 1853, com a posse da primeira Câmara Municipal e do presidente do Conselho, o coronel José Joaquim Leal.

A década de 20 foi um momento de revolução arquitetônica e tecnológica na cidade, com a inauguração da Santa Casa de Misericórdia, do Serviço de Transportes Coletivos, do Coreto Municipal, e da Capela "da Praça Kennedy", além da chegada da "Energia Elétrica" em 1924 com o auxílio e o trabalho dos irmãos Robatto.

Em 11 de novembro de 1931, por meio de um plebiscito popular, Alagoinhas passou a se chamar "Cidade Joaquim Távola", em homenagem ao irmão do tenente Juarez Távola, que comandou a revolução que acabou com Getúlio Vargas no poder.

Alagoinhas também contribuiu durante a Segunda Guerra Mundial, onde diversos jovens se ofereceram para viajarem na frente brasileira de batalha na Itália e se juntaram aos outros "pracinhas". Após a vitória aliada e o retorno de vários deles à cidade, o Totem dos Pracinhas foi erguido em 1972 em homenagem aos pracinhas Dionísio Chagas e Evilásio Assis, mortos em combate.

A década de 50 também foi importante no rápido desenvolvimento da cidade, pois houve a instalação de um complexo sistema de rede de esgotos na parte central do município, beneficiando famílias e trabalhadores. Além disso diversos centros culturais (como a biblioteca central) e de lazer foram instalados na cidade. Vários centros públicos obtiveram reformas que acabaram ampliando a beleza arquitetônica da cidade.

Ainda durante esta década, foi construída a Catedral de São Francisco, com estilo italiano único na região, investe na altura e na diversidade de torres. É uma réplica da Catedral de São Francisco de Ascoli Piceno, na Itália.

Em 1964 foi descoberto um poço de petróleo no município, o MG-1-BA. Três anos depois já havia 30 poços, motivo que fez com que a Petrobras se instalasse no município, gerando seu desenvolvimento e aumentando os investimentos, mas também crescimento desordenado, deixando várias pessoas sem saneamento básico e acesso aos serviços de saúde.

Com o desenvolvimento ferroviário e a descoberta de poços de petróleo, Alagoinhas cresceu bastante economicamente, tornando-se pólo de sua região. Se voltou aos serviços, portanto seu desenvolvimento se deu, principalmente, no comércio, polarizando mais de 30 municípios vizinhos.

Em 10 de junho de 2010, o então prefeito Paulo Cezar assinou juntamente com o então presidente Luís Inácio Lula da Silva a adesão e o reconhecimento de Alagoinhas como sendo uma cidade Patrimônio Histórico do Brasil, devido aos seus inúmeros casarões e igrejas que remontam à séculos passados ainda em estado de conservação assegurado.

Esta passagem carece de fontes

Avenida Dantas Bião

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localizado no leste da Bahia, com área de 734 quilômetros quadrados. Está situado nas unidades geomórficas dos Tabuleiros do Recôncavo e dos Tabuleiros Interioranos. De clima quente e semi-úmido, possui vegetação de floresta estacional semidecidual e de parque sem floresta de galeria.[carece de fontes?]

Sua geologia pode ser resumida, segundo a CEI e IBMB 1993-1994, em arenitos médios e grosseiros, conglomerados / brechas, paraconglomerados.[carece de fontes?]

A cidade é servida pela malha rodoviária e ferroviária. A BR-101, que corta o Brasil de Norte a Sul, serve a cidade fornecendo importante acesso e meio de escoamento de produtos para cidades do Nordeste como Recife e Aracaju, além de cidades como Vitória e Rio de Janeiro, no Sudeste do país. Também corta a cidade a BR-110, que a une ao Nordeste pelo interior da região. A ferrovia possui na cidade, além do seu papel histórico, um entrocamento que já foi de grande importância para o país e teve o seu declínio de acordo com a subvalorização do transporte ferroviário no país. Possui ainda rodovias estaduais que ligam a cidade à BR 116 e também à Linha Verde.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1970, 1977 a 1980, 1986 a 1989 (até 31 de março) e a partir de 1992, a menor temperatura registrada em Alagoinhas foi de 10,4 ºC em 21 de dezembro de 1962, e a maior atingiu 40,2 ºC em 1º de janeiro de 1988. O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 181,7 mm em 20 de dezembro de 1999. Outros grandes acumulados foram 121,7 mm em 12 de janeiro de 2011, 112,9 mm em 20 de janeiro de 1964, 109,2 mm em 26 de maio de 1966 e 102,5 mm em 8 de maio de 1963.[8] O mês de maior precipitação foi abril de 1964, quando foram registrados 474,6 mm.[9] O menor índice de umidade relativa foi registrado em 25 de janeiro de 1995, de 25%.[10]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Alagoinhas Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 40,2 38,3 38,7 38,2 35,5 33,7 31,7 31,5 34,8 37,8 37,9 38,6 40,2
Temperatura máxima média (°C) 32,6 31,9 31,8 30,5 29,1 27,6 26,8 27 28,2 30,5 31,2 31,6 29,9
Temperatura média (°C) 25,9 25,7 25,5 25 23,6 22,5 21,5 21,5 22,6 24,3 25,1 25,5 24,1
Temperatura mínima média (°C) 19,6 19,6 19,8 19,7 18,5 17,3 16 15,5 16,1 17,7 18,6 19,9 18,2
Temperatura mínima absoluta (°C) 14,8 12,3 13 14,2 11,5 12 11,4 11 10,8 12,6 13,2 10,4 10,4
Precipitação (mm) 104,9 99,2 113,8 131,9 193,3 143,7 100,3 68,4 50,7 48,3 95,3 101,9 1 251,6
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 8 10 11 12 16 17 16 12 8 7 8 7 132
Umidade relativa (%) 76,6 78 78,3 82,6 82,1 85,8 85 84,4 81,6 78,3 77,3 77,7 80,6
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (médias climatológicas: período de 1961 a 1990;[11] [12] [13] [14] [15] [16] recordes absolutos de temperatura: 01/01/1961 a 31/12/1970, 01/01/1977 a 31/12/1980, 01/01/1986 a 31/03/1989 e partir de 01/01/1992).[8]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Pelo censo demográfico do Brasil de 2010, a composição demográfica da população se distribui entre 50.109 católicos, 47.253 de religiões evangélicas e 24.929 sem religião.[17]

Economia[editar | editar código-fonte]

Segundo dados da SEI e IBGE, o PIB do município em 2003 foi de 627,94 milhões de reais, que evoluiu para 824,402 milhões de reais em 2004. A estrutura setorial está distribuída em 3,61% para agropecuária, 46,27% para indústria e 50,12% para serviços.[carece de fontes?]

Em 2001, foram registrados no município 34.181 consumidores de energia elétrica, que totalizaram um consumo de 101.227 mWh.[carece de fontes?]

Primeiro setor[editar | editar código-fonte]

Alagoinhas se destaca na produção agrícola de limão (maior produtor baiano), abacate, laranja (3º maior produtor baiano), de batata doce (10º maior produtor baiano) e de amendoim (11º maior produtor baiano).[carece de fontes?]

No setor de bens minerais, é um grande produtor de areia, argila e pedra.[carece de fontes?]

Segundo setor[editar | editar código-fonte]

Segundo a Junta Comercial do Estado da Bahia (JUCEB), o município possui 669 indústrias, ocupando o 13º lugar na posição geral do estado da Bahia, e 3.711 estabelecimentos comerciais, 14ª posição dentre os municípios baianos.[carece de fontes?]

Terceiro setor[editar | editar código-fonte]

Seus serviços crescem bastante, desde a descoberta dos poços de petróleo e da implantação da ferrovia, ampliando os serviços para os municípios vizinhos também. E seu parque hoteleiro registra 500 leitos.[carece de fontes?]

Possui diversos outros serviços com qualidade reconhecida nacionalmente. Servida por diversos estabelecimentos de ensino de nível fundamental a superior. A nível da saúde é servida principalmente, pelo Hospital Regional Dantas Bião e Maternidade de Alagoinhas. Alguns serviços médico especializado são realizados na cidade, evitando assim o deslocamento a capital do estado, Salvador, em busca de atendimento.[carece de fontes?]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Educação[editar | editar código-fonte]

Alagoinhas possui 151 escolas, sendo 87 municipais, 29 estaduais e 35 particulares; e 12 instituições de ensino superior autorizadas pelo MEC. São destaques na rede municipal o Colégio Municipal de Alagoinhas, na rede estadual, o Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães, Colégio Estadual Deputado Luís Eduardo Magalhães (no Barreiro),o CETEP (Centro Territorial de Educação Profissional), e o Colégio da Polícia Militar Professor Carlos Rosa. Na rede privada, têm-se como destaques o Colégio Dínamo, o Colégio Santíssimo Sacramento e o Centro Educacional Cenecista Alcindo de Camargo.[carece de fontes?]

Em 2012, após a divulgação dos índices do Ideb 2011, Alagoinhas ganhou destaque no noticiário nacional. Com nota 2.8, Alagoinhas não conseguiu atingir a meta de 3.0 imposta pelo MEC para 2011.[18]

Um campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF BAIANO) está sendo construído e a previsão é de que deverá ser concluído até o final de 2016. Quando concluído, o IF BAIANO será a primeira unidade de ensino federal no município.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. «Estimativa populacional 2014 IBGE». Estimativa populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2014. Consultado em 29 de agosto de 2014. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 07 de agosto de 2013. 
  5. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). «Perfil do município de Alagoinhas - BA». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Consultado em 4 de março de 2014. 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2010». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 3 de janeiro 2012. 
  7. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas ferias.tur
  8. a b «BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm), Temperatura Máxima (ºC) e Temperatura Mínima (ºC) - Alagoinhas». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de setembro de 2014. 
  9. «BDMEP - Série Histórica - Dados Mensais - Precipitação Total (mm) - Alagoinhas». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de setembro de 2014. 
  10. «BDMEP - Série Histórica - Dados Horários - Umidade Relativa (%) - Alagoinhas». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 20 de setembro de 2014. 
  11. «Temperatura Média Compensada (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961-1990. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consultado em 20 de setembro de 2014. 
  12. «Temperatura Máxima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961-1990. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consultado em 20 de setembro de 2014. 
  13. «Temperatura Mínima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961-1990. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consultado em 20 de setembro de 2014. 
  14. «Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961-1990. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consultado em 20 de setembro de 2014. 
  15. «Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias)». Instituto Nacional de Meteorologia. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consultado em 20 de setembro de 2014. 
  16. «Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%)». Instituto Nacional de Meteorologia. Arquivado desde o original em 4 de maio de 2014. Consultado em 20 de setembro de 2014. 
  17. [1], IBGE Censo de 2010.
  18. http://ideb.inep.gov.br/resultado/resultado/resultado.seam?cid=1403040

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Alagoinhas